Palestra Principal: Aprenda Hackeando: Como Executar um CTF de Kubernetes de Nó 2,500 - Andrew Martin & Andrés Vega
Tradução automática para o português do Brasil. Gerada e salva em 2026-10-23. Pode conter erros; confira os termos e as citações na versão em inglês e no vídeo original. Os horários são os mesmos da fonte. A transcrição original em inglês está disponível abaixo.
Andrew Martin e Andrés Vega explicam como realizaram grandes eventos de capture-the-flag de Kubernetes, equilibrando cenários de aprendizado, infraestrutura e custo.
Fonte da transcrição: reconhecimento automático de fala no Vidleaf (pode conter erros). Pontuação por IA adicionada pelo Vidleaf; redação original e âncoras de timestamp mantidas. A transcrição original está disponível abaixo.
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Resumo gerado por IA
Esta palestra, intitulada Learn by Hacking, descreve como os palestrantes realizaram CTFs na Cloud Native Security Con nos últimos anos, cobrindo o que fizeram, o que esperavam alcançar para os participantes e como mantiveram a sanidade frágil. Começando o planejamento em 2019, eles provisionaram milhares de nós sob demanda por dia e realizaram eventos tanto presenciais quanto virtuais, com o objetivo de comunicar a melhor forma de proteger a infraestrutura cloud native por meio de cenários de red team com demonstrações completas, desmontagens e remediações. Os cenários são intencionalmente cada vez mais complexos e difíceis, começando com um cenário introdutório em cada evento, e rodam em infraestrutura real dedicada para emular sistemas do mundo real com algum custo de complexidade; o objetivo não é encontrar o ninja supremo da segurança, mas uma maré crescente que levanta todos os barcos, com feedback e suporte rápidos. A implantação ao vivo envolveu 2,500 nós por dia, um cluster de cinco nós por cenário sem reutilização de cluster, credenciais exclusivas por jogador por pareamento de cluster de cenário, e Taskmasters presenciais e no Slack para distribuir dicas. A sessão também relata uma simulação de violação ao vivo em que um espelho Ubuntu interno da AWS caiu, interrompendo o provisionamento enquanto as verificações de integridade ficavam não saudáveis e o painel ficava vermelho; a equipe reprovisionou em uma região diferente, alguém contornou o isolamento inicial do túnel SSH, as credenciais RBAC de Cluster Admin desapareceram e acabaram em um nó bastion, e a suíte de testes cobre apenas caminhos felizes. O palestrante agradece a todos que jogaram, deram feedback e possibilitaram a iteração, incentiva os jogadores de CTF a focar na experiência de aprendizado e percorrer os cenários, e observa que os clusters e cenários são de código aberto, com uma versão hospedada no projeto Kubernetes simulator e um beta privado do Control Plane.
Gerado a partir da transcrição. Verifique as passagens vinculadas em relação ao vídeo original.
Resumos de capítulos com carimbos de tempo
Learn by Hacking: Introdução à Palestra sobre Segurança em Kubernetes
- [0:02] A palestra se chama Learn by Hacking.
- [0:06] Os palestrantes agradecem aos participantes, voluntários, colaboradores e à Cloud Native Computing Foundation pelo envolvimento com o Kubernetes.
- [0:23] Documentação e correções de bugs não se escrevem sozinhas, e as contribuições de código aberto são dadas livremente e recebidas com gentileza.
- [0:36] Os controles de segurança geralmente são mais difíceis de acertar em orquestrações complexas com a funcionalidade do Kubernetes.
- [0:45] Os palestrantes agradecem especialmente às equipes de segurança pelo trabalho árduo.
- [0:49] Os CTFs de segurança fiscal refletem a viagem pioneira do Kubernetes nos perigosos mares livres da Internet.
- [1:00] Um livro gratuito do palestrante e coautor Sr. Michael Hassenblass está disponível para download, com dicas e truques para pessoas que buscam atacar infraestrutura cloud-native.
- [1:00] Ouvintes intrigados pela palestra podem se juntar aos palestrantes na quinta-feira.
Executando CTFs na Cloud Native Security Con
- [1:25] A palestra aborda como os CTFs foram executados na Cloud Native Security Con ao longo dos últimos anos.
- [1:30] Aborda o que fizeram, o que esperavam alcançar para os participantes e como mantiveram sua frágil sanidade.
- [1:38] Eles provisionaram milhares de nós sob demanda por dia.
- [1:44] Ao longo dos anos, executaram CTFs tanto presencialmente quanto virtualmente, com o planejamento começando em 2019.
- [1:55] Eles partiram para determinar o que seria necessário para montar um CTF rodando em Kubernetes para Kubernetes.
- [2:04] Uma preocupação central era fazer isso sem que toda a infraestrutura desmoronasse.
- [2:09] Construir um jogo de segurança auto-hospedado e convidar todos a atacá-lo é descrito como aterrorizante.
Cenários de Red Team de Segurança Cloud Native
- [2:19] O objetivo é comunicar a melhor forma de proteger infraestrutura cloud native.
- [2:25] Os cenários são exercícios de red team com demonstrações completas, desmontagens e remediações.
- [2:32] A abordagem se inspira em Sun Tzu: a melhor forma de defesa é o ataque, e conheça a ti mesmo.
- [2:37] O objetivo é retribuir algo à comunidade que compartilhou tanto.
- [2:44] Apresenta o nefasto #PirateCaptain com seu epônimo saco de Bitcoin.
- [2:55] Também apresenta o Untitled Goose que despertou entusiasmo pela segurança ao longo dos últimos anos.
- [3:04] É uma experiência de aprendizado para todos os níveis de habilidade, começando com um cenário introdutório em cada evento e aumentando a dificuldade.
- [3:12] A progressão funciona como um jogo que fica mais difícil ao longo da jornada para cativar todos os níveis de habilidade e cultivar o interesse pela segurança.
- [3:23] Infraestrutura dedicada é usada para emular sistemas do mundo real, com algum custo de complexidade.
CTF Cloud-Native e Objetivos de Aprendizado
- [3:33] O objetivo não é encontrar o ninja supremo da segurança, mas uma maré crescente que levanta todos os barcos.
- [3:37] Os jogadores recebem feedback rápido e suporte para aprimorar sua experiência de aprendizado.
- [3:45] Uma reconstrução digital do artista de rua Banksy mostra piratas jogando um CTF cloud-native.
- [3:59] A imagem inclui um toque de stable diffusion para efeito.
Software Seguro É Impossível
- [4:03] Não existe software seguro porque novos recursos são lançados rapidamente e vulnerabilidades continuam aparecendo.
- [4:19] Novos recursos podem conter caminhos de código não testados.
- [4:26] Caminhos de código não testados com efeitos colaterais de segurança são, por padrão, vulnerabilidades.
- [4:34] Priorizamos o lançamento de recursos em vez de corrigir vulnerabilidades, por nossa conta e risco.
- [4:48] Isso se assemelha ao atrito entre red teams e blue teams.
- [5:01] As organizações precisam evoluir para sobreviver porque seus adversários também estão evoluindo.
- [5:06] A questão é como representar esse quebra-cabeça complexo em um ambiente de aprendizado seguro.
Cenários de Ataque Realistas em Infraestrutura Real
- [5:11] Os autores dos cenários buscam construir os cenários mais realistas que conseguem gerenciar.
- [5:16] Isso inclui construir diagramas de infraestrutura e cenários de modelagem de ameaças, com base na experiência de consultoria com setores regulados e startups.
- [5:28] Um ataque à cadeia de suprimentos é mostrado em andamento, com o Capitão Hashjack tendo atacado sistemas por meio de vários sistemas de rede no passado.
- [5:37] Alvos de ataques passados incluem repositórios de pacotes, registros de contêineres e o protocolo de controle de cafeteira hipertexto.
- [5:47] Executar a plataforma em infraestrutura real permite a emulação de simulações vistas na vida real.
- [5:54] Cafeteiras e ataques de IoT não são a exceção.
Mapa do Tesouro de Segurança do CTF de Kubernetes
- [6:02] O objetivo é educar o maior número possível de pessoas da forma mais eficaz possível.
- [6:10] Um mapa do tesouro de segurança de pods do livro "Hacking Kubernetes" é mostrado.
- [6:15] Os cenários são intencionalmente cada vez mais complexos e difíceis para cristalizar a compreensão de um cenário de segurança amplo e complexo.
- [6:29] Como em todos os CTFs, os jogadores devem enumerar o horizonte visível, escalar privilégios e voltar atrás a partir de becos sem saída e desorientações intencionais.
- [6:41] O mapa do tesouro de pods detalha muitas rotas que um atacante pode explorar dentro de um cluster Kubernetes.
- [6:49] Cada cenário tem apenas uma rota intencional, embora os jogadores tenham encontrado múltiplos bypasses, atalhos não intencionais e soluções astutas como rotas nobres para a conclusão.
Superfície de Ataque do Cluster Kubernetes
- [7:10] Um jogador começa com um terminal, endereço IP e credenciais opcionais de autenticação SSH para um cluster Kubernetes ou outra infraestrutura.
- [7:20] A primeira visão é um contêiner com root habilitado executando ncluster, onde os jogadores devem enumerar o que é visível, descobrir o invisível e explorar potenciais rotas de comprometimento.
- [7:36] Possíveis rotas de ataque incluem sequestro de sessões e credenciais, ataque a APIs e armazenamentos de dados roteáveis e escalada de privilégios por meio de mecanismos de identidade.
- [7:50] O palestrante prefere trazer scripts bash portáteis para acelerar a enumeração e a exploração, e não há regras sobre ferramentas, desde que haja algum lugar para executá-las.
- [8:04] Ao longo dos anos, eles examinaram muitas vulnerabilidades e configurações incorretas, incluindo problemas no sistema de arquivos de imagens de contêiner, runtimes descontrolados, montagens maliciosas, segredos não isolados, políticas de segurança de pods privilegiadas, contas de serviço sensíveis, redes sem firewall, controle de admissão terrível, etcds expostos, implementações terríveis de TLS, falhas de federação e problemas no plano de controle.
- [8:43] O jogo foi jogado remotamente antes e desta vez está sendo jogado presencialmente, adaptando-se à pandemia.
Implantação de simulação de violação ao vivo em escala
- [8:54] A implantação ao vivo de alta pressão envolveu 2,500 nós por dia.
- [9:10] Eles começaram com a ferramenta de simulação de violação de código aberto criada para ajudar clientes de planos de controle a proteger suas nuvens.
- [9:14] Um cluster de cinco nós é provisionado para cada cenário, e a reutilização de cluster não está habilitada.
- [9:23] Os mecanismos de provisionamento com suporte do Knative escalam para zero e não são centralizados em um mecanismo unificado.
- [9:33] Uma fila Pub/Sub e uma máquina de estados reentrante tentam garantir que clusters meio provisionados sejam forçados à vida e revigorados quando meio implantados.
- [9:51] Credenciais exclusivas são distribuídas para cada jogador para cada pareamento de cluster de cenário.
- [10:01] Taskmasters estão disponíveis presencialmente e no Slack para distribuir dicas, oferecer sugestões e guiar as pessoas pelos desafios.
- [10:13] Eles alcançaram 2,500 nós criados por dia com 80 a 100 participantes.
Histórias de Falhas e Lições
- [10:23] O palestrante espera bater um recorde.
- [10:30] O palestrante pergunta o que deu errado e brinca sobre afirmar que nada aconteceu.
- [10:37] Um espelho interno do Ubuntu da AWS caiu, então nada concluiu o provisionamento e o simulador ficou completamente parado.
- [10:49] As verificações de integridade estavam decididamente não saudáveis, com um painel muito vermelho e um crescente senso de pânico.
- [11:01] O incidente exigiu reprovisionamento para uma região diferente às pressas.
- [11:06] Alguém descobriu como contornar o sandboxing inicial do túnel SSH.
- [11:12] Provisionar com segurança e infraestrutura segura é difícil, e eles não querem que seja insegura demais.
- [11:17] Credenciais RBAC de administrador de cluster desapareceram e encontraram seu caminho para um nó bastion.
- [11:26] A suíte de testes cobre apenas os caminhos felizes.
- [11:30] Apesar de tudo, parece que atingiram seu objetivo.
Agradecimentos e Conselhos para Jogadores de CTF
- [11:36] O palestrante agradece a todos que jogaram o jogo, deram feedback e possibilitaram a iteração na plataforma.
- [11:50] Os CTFs muitas vezes podem ser grandes e parecer intimidantes.
- [11:55] O palestrante espera que os jogadores se concentrem na experiência de aprendizado e percorram os cenários.
- [12:03] Se os jogadores sentirem vontade de destruir máquinas, devem canalizar isso.
Simulação de Violação Cloud Native de Código Aberto
- [12:09] Os clusters e cenários são de código aberto e rodam em uma simulação de violação cloud native.
- [12:18] Sob o projeto do simulador Kubernetes há uma versão hospedada, e a Control Plane está executando um beta privado para quem quiser se envolver.
- [12:29] Uma exceção fora dos limites aparece no final do slide, mostrando que nada é perfeito.
- [12:34] Os participantes são convidados a abrir alguns shells com os apresentadores amanhã.
[0:00] Olá e bem-vindos. À nossa palestra, Aprenda Hackeando. Somos infinitamente gratos por nosso arco ter visto a iluminação cloud native, e estendemos um sincero agradecimento. A vocês, participantes, voluntários, contribuidores e à Cloud Native Computing Foundation envolvida na visão e entrega do Kubernetes. Documentação e correções de bugs não se escrevem sozinhas, e as incríveis contribuições altruístas que impulsionam as comunidades de código aberto nunca foram dadas tão livremente ou recebidas com tanta graça.
[0:36] os controles de segurança geralmente são mais difíceis. de acertar em orquestrações complexas com a funcionalidade pela qual o Kubernetes é conhecido. Desculpe. A essas equipes de segurança especialmente, agradecemos pelo seu trabalho árduo. Os CTFs de segurança fiscal são um reflexo da viagem pioneira do bom navio do Kubernetes. em alto-mar, agitado e perigoso, da Internet. Temos um livro gratuito disponível para download escrito por mim e meu verdadeiro coautor, Sr. Michael Hassenblass. Pode haver dicas e truques úteis para pessoas que buscam atacar a infraestrutura cloud-native. Se você ficou intrigado o suficiente com esta palestra, junte-se a nós na quinta-feira.
[1:21] e jogar nossos novos cenários. Então vamos falar sobre como executamos CTFs na Cloud Native Security Con ao longo dos últimos anos. o que fizemos, o que esperamos alcançar para vocês, os participantes, e como mantivemos nossa frágil sanidade. enquanto provisionávamos milhares de nós sob demanda. por dia. Eu Ao longo dos anos, executamos CTFs presencialmente, virtualmente. O planejamento desses eventos começou nas noites etéreas e enevoadas de 2019.
[1:55] Enquanto buscávamos determinar o que seria necessário para montar um CTF rodando em Kubernetes para Kubernetes. sem que toda a infraestrutura desmoronasse ao nosso redor. Nada é mais aterrorizante do que construir um jogo de segurança auto-hospedado e convidar todos e quaisquer a se divertir com ele. Nossos objetivos são comunicar a melhor forma de proteger infraestrutura cloud native, São cenários de red team com demonstrações completas, desmontagens e remediações.
[2:32] A melhor forma, como Sun Tzu nos disse, de defesa é o ataque. Conheça a ti mesmo. E buscamos retribuir algo à comunidade que compartilhou tão generosamente tanto conosco. aqui está o nefasto #PirateCaptain liderando o ataque com seu epônimo saco de Bitcoin. e o Untitled Goose que despertou tanto entusiasmo pela segurança ao longo dos últimos anos.
[3:04] Esta é uma experiência de aprendizado para todos os níveis de habilidade, começando com um cenário introdutório em cada evento, aumentando em dificuldade, progredindo como um jogo que fica cada vez mais difícil ao longo da jornada para cativar e intrigar todos os níveis de habilidade e ajudar a nutrir e assentar o interesse em e ao redor da segurança. Com infraestrutura dedicada, buscamos emular o máximo possível dos sistemas do mundo real, a algum custo de complexidade. que iríamos nos aprofundar um pouco mais na apresentação. O objetivo não é encontrar o ninja supremo da segurança, mas a maré crescente que levantará todos os barcos, e que os jogadores tenham feedback rápido e suporte para aprimorar sua experiência de aprendizado.
[3:45] Mas primeiro, aqui está uma reconstrução digital do artista de rua Banksy. de como um bando de piratas se pareceria jogando um CTF nativo da nuvem. com um toque de stable diffusion para efeito também. Então não existe software seguro. Tão rápido quanto conseguimos pintar por cima da colorida seleção de vulnerabilidades em nossa infraestrutura, novos recursos são entregues. O software se move rapidamente.
[4:18] - e esses novos recursos potencialmente apresentam caminhos de código não testados. Não tenho certeza. E qualquer um desses caminhos de código não testados com efeitos colaterais de segurança são, por padrão, vulnerabilidades. Priorizamos a entrega de recursos em vez de corrigir vulnerabilidades por nossa conta e risco, é claro. E esta é a realidade do software moderno que equilibramos em nosso dia a dia todos os dias. Semelhança com a fricção que vemos entre equipes vermelhas e equipes azuis Qualquer semelhança na última animação não é coincidência.
[4:57] As organizações não apenas evoluem para obter vantagem competitiva, elas devem fazê-lo para sobreviver porque seus adversários também estão evoluindo. Então, como representamos esse quebra-cabeça complexo em um ambiente de aprendizado seguro? Como autores de cenários, buscamos construir os cenários mais realistas que conseguimos gerenciar. Isso inclui construir diagramas de infraestrutura e cenários de modelagem de ameaças. Isso nos ajuda a desenvolver com o maior grau de realismo e nasce de nossa experiência consultando tanto indústrias reguladas quanto startups.
[5:28] Aqui podemos ver um ataque à cadeia de suprimentos em andamento. O Capitão Hashjack atacou sistemas através de vários sistemas de rede no passado. incluindo repositórios de pacotes, registros de contêineres e o notável protocolo de controle de cápsulas de café hipertexto. sem deixar pedra sobre pedra, Executar a plataforma em infraestrutura real nos dá a oportunidade de emular simulações que vemos na vida real. Ataques a cafeteiras e IoT não são a exceção.
[6:02] E buscamos educar o máximo de pessoas possível da forma mais eficaz que conseguimos, aqui vemos um mapa do tesouro de segurança de pods do livro "Hacking Kubernetes", Esses cenários são intencionalmente cada vez mais complexos e difíceis. Isso ajuda a cristalizar a compreensão dos jogadores sobre um cenário de segurança amplo e complexo e, como em todos os CTFs, Participantes e jogadores devem enumerar o horizonte visível, escalar seus privilégios, voltar atrás a partir de becos sem saída e desvios intencionais.
[6:40] Tchau. Este mapa do tesouro de pods detalha muitas das rotas que um atacante pode explorar dentro de um cluster Kubernetes. Mas com cada cenário, há apenas uma rota intencional para um jogador encontrar, com as notas e ressalvas de que os jogadores encontraram múltiplos desvios, atalhos não intencionais e soluções astutas como rotas nobres para a conclusão. Então, como o CTF é jogado? Com um terminal, endereço IP e credenciais de autenticação opcionais para uma sessão SSH, um cluster Kubernetes ou outra peça misteriosa de infraestrutura.
[7:20] Aqui vemos a primeira visão de um cluster que um jogador tem quando colocado em um contêiner com root habilitado rodando ncluster. Eles devem enumerar o visível, descobrir o invisível e começar a explorar potenciais rotas de comprometimento no cluster. Isso pode incluir sequestro de sessões e credenciais, ataque a APIs e armazenamentos de dados roteáveis a partir do ponto de partida e escalada de privilégios através de todos e quaisquer mecanismos de identidade que um sistema nativo da nuvem possa ter. Minha preferência pessoal é trazer um conjunto portátil de scripts bash para acelerar a enumeração e a exploração.
[7:57] No entanto, não há regras sobre quais ferramentas você pode trazer. Você só precisa encontrar algum lugar para executá-las. Ao longo dos anos, examinamos uma série de vulnerabilidades e configurações incorretas, desde bagunças no sistema de arquivos de imagens de contêiner e runtimes descontrolados até configurações seguras, montagens maliciosas, segredos não isolados, políticas de segurança de pods privilegiadas, contas de serviço sensíveis, rede sem firewall, controle de admissão terrível, etcds expostos, implementações de TLS terríveis, falhas de federação, controle crônico do plano de controle e assim por diante.
[8:34] configurações e exposições ilimitadas de usuários. E há mais, do Ingress ao kernel. Jogamos isso remotamente. Estamos jogando presencialmente desta vez. adaptando-nos à pandemia e executando a partir de eventos virtuais, encontros online, executando a infraestrutura pelo Slack, A paz nunca foi uma opção. Então, como fizemos essa implantação ao vivo de alta pressão de 2500 nós a cada dia em que jogamos? Começamos com a ferramenta de simulação de violação de código aberto criada para ajudar os clientes de planos de controle a proteger suas nuvens, Um cluster de cinco nós é provisionado para cada cenário.
[9:18] E a reutilização de cluster não está habilitada. Adicionamos uma dose dupla de motores de provisionamento supermassivos com suporte do Knative, escalando para zero. Estes não são centralizados em um motor unificado. Isso fica sobre uma fila Pub/Sub e uma máquina de estados reentrante, que tenta garantir que mesmo clusters meio provisionados sejam forçados à vida e revigorados quando meio implantados, o que significa apenas que sistemas distribuídos, como sabemos, são difíceis.
[9:51] Então, as credenciais exclusivas são distribuídas para cada jogador para cada pareamento de cluster de cenário, e os jogos começam. Nossos confiáveis Taskmasters estão à disposição pessoalmente e no Slack, para distribuir dicas, oferecer sugestões e guiar as pessoas pelo caminho dos desafios. Tudo isso se soma. Criamos os clusters conforme necessário e atingimos as alturas elevadas de dois mil e quinhentos nós criados por dia com 80 a 100 participantes.
[10:23] Esperamos bater esse recorde. na quinta-feira, O que deu errado? Você realmente acreditaria em nós se disséssemos nada? Houve aquela. uma vez E o espelho interno da AWS-- Ubuntu caiu. Como você pode imaginar, nada completou o provisionamento. o simulador estava apenas Host, morto na água. As verificações de integridade estão decididamente não saudáveis. para mostrar isso. Problemas típicos de sistemas distribuídos quando o EC2 não provisionava VMs, um painel muito vermelho, um crescente senso de pânico, surgiu disso que exigiu que reprovisionássemos para uma região diferente às pressas.
[11:05] NÃO TENHO CERTEZA. Daquela vez alguém descobriu como contornar o sandboxing inicial do túnel SH, o que também foi interessante. provisionar com segurança e infraestrutura segura é difícil. Não queremos que seja inseguro demais. Quando o Cluster Admin aplicou RBAC às credenciais RBAC, elas desapareceram, foram embora. encontraram seu caminho para um nó bastião quando a suíte de testes cobre apenas os caminhos felizes também. E através de tudo isso, parece que atingimos nosso objetivo. Somos gratos a todos que jogaram o jogo, nos deram feedback e nos deram a oportunidade de iterar nesta plataforma maravilhosa e totalmente agradável que adoramos jogar.
[11:50] Os CTFs muitas vezes podem ser grandes. Não pode parecer assustador? Então esperamos que você se concentre na experiência de aprendizado. Percorra os cenários. e Se você sentir vontade de destruir máquinas, Canalize isso, por favor. E nossos clusters e cenários hoje são, é claro, de código aberto rodando nesta simulação de violação nativa da nuvem. Sob o projeto Kubernetes simulator, há uma versão hospedada e a Control Plane está executando um beta privado se você quiser participar.
[12:28] Como você pode ver, Nada é perfeito, há uma exceção fora dos limites no final do slide, se você quiser abrir alguns shells conosco, por favor venha jogar amanhã. Obrigado.
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[0:00] Hello and welcome. To our talk, Learn by Hacking. We're infinitely grateful that our arc saw the cloud native enlightenment, and we extend a heartfelt thank you. To you, the attendees, volunteers, contributors and the Cloud Native Computing Foundation involved in the vision and delivery of Kubernetes. Documentation and bug fixes do not write themselves, and the incredible selfless contributions that drive open source communities have never been more freely given or gracefully received.
[0:36] security controls are generally more difficult. to get right in complex orchestrations with the functionality that Kubernetes is known for. I'm sorry. To these security teams especially, We thank you for your hard work. The tax security CTFs are a reflection of the pioneering voyage of the good ship of Kubernetes. out in the choppy and dangerous free seas of the Internet. We have a free book available to download written by myself and my veritable co-author, Mr. Michael Hassenblass. There may be useful tips and tricks for individuals looking to assail the cloud-native infrastructure. If you're intrigued enough by this talk, to join us on Thursday.
[1:21] and play our new scenarios. So we're going to talk about how we run CTFs at Cloud Native Security Con over the past years. what we did, what we hope to achieve for you, the attendees, and how we maintained our fragile sanity. while provisioning thousands of notes on demand. per day. I Over the years, we have run CTFs in person, virtually. Planning for these events began in the ethereal and misty nights of 2019.
[1:55] As we looked to determine what it would take to put together a CTF running on Kubernetes for Kubernetes. without having the entire infrastructure come crumbling down around us. Nothing is more terrifying than building a self-hosted security game and inviting all and sundry to have a blast at it. Our goals are to communicate how best to secure cloud native infrastructure, They are red team scenarios with full demonstrations, teardowns and remediations.
[2:32] The best form, as Sun Tzu has told us, of defence is attack. Know thyself. And we look to give something back to the community that has so generously shared so much with us. here stands the nefarious #PirateCaptain leading the charge with his eponymous bag of Bitcoin. and the Untitled Goose that sparked so much security enthusiasm across the last few years.
[3:04] This is a learning experience for all skill levels, starting with an introductory scenario at each event, building up in difficulty, progressing as a game that gets more and more difficult throughout the journey to captivate and intrigue all skill levels and help nurture and seat the interest in and around security. With dedicated infrastructure, we look to emulate as much of the real-world systems at some cost of complexity. that we were going to delve slightly further into the presentation. The goal is not to find the ultimate security ninja but there rising tide that will lift all boats, and that players have fast feedback and support to enhance their learning experience.
[3:45] But first, here is a digital reconstruction by the street artist Banksy. of what a bunch of pirates would look like playing a cloud-native CTF. with a splash of stable diffusion for effect as well. So there is no such thing as secure software. As fast as we can possibly paint over the colourful selection of vulnerabilities in our infrastructure, new features are shipped. Software moves quickly.
[4:18] - and those new features potentially feature untested code paths. I'm not sure. And any of those untested code paths with security side effects are by default vulnerabilities. We prioritize shipping features over fixing vulnerabilities at our peril, of course. And this is the reality of modern software that we balance in our day-to-day every day. Resemblance to the friction we see between red teams and blue teams Any resemblance in that last animation is not a coincidence.
[4:57] Organizations not only evolve for competitive advantage, they must do so in order to survive because their adversaries are also evolving. So how do we represent that complex puzzle in a safe learning environment? As scenario authors, we look to construct the most realistic scenarios that we can manage. That includes building infrastructure diagrams and thread modeling scenarios. It helps us develop with the greatest degree of realism and is born from our experience consulting with regulated industries and startups alike.
[5:28] Here we can see a supply chain attack in progress. Captain Hashjack has attacked systems through various network systems in the past. including packing repositories, container registries, and the notable hypertext coffee pod control protocol. with no stone left unhindered, Running the platform on real infrastructure gives us the opportunity to emulate simulations we see in real life. Coffee pots and IoT attacks are not the exception.
[6:02] And we are looking to educate as many people as possible as effectively as we can, here we see a pod Security treasure map from the book, "Hacking Kubernetes," These scenarios are intentionally increasingly complex and difficult. This helps to crystallize players' understanding of a wide and complex security landscape and, as with all CTFs, Attendees and players must enumerate the visible horizon, escalate their privilege, reverse back from dead ends, and intentional misdirections.
[6:40] Bye. This pod treasure map details many of the routes that an attacker might explore within a Kubernetes cluster. But with each scenario, there is only one intentional route for a player to find, with the notes and caveats that players have found, multiple bypasses, unintended shortcuts and wily workarounds as noble routes to completion. So how is the CTF played? With a terminal, IP address, and optional authentication credentials for an SSH session, a Kubernetes cluster, or other mystery piece of infrastructure.
[7:20] Here we see the first view of a cluster that a player has when placed in a root-enabled container running ncluster. They must enumerate the visible, uncover the invisible, and start to explore potential routes of compromise in the cluster. This may include hijacking sessions and credentials, attacking APIs and data stores routable from the starting point, and escalating privilege through any and all identity mechanisms, a cloud-native system may have. My personal preference is to bring a portable set of bash scripts to speed up enumeration and exploitation.
[7:57] However, there are no rules what tooling you can bring with you. You just need to find somewhere to execute it from. Over the years, we have looked at a whole host of vulnerabilities and misconfigurations, from container image file system foobars and runaway runtimes to secure config, malicious mounts, unsequestered secrets, privileged pod security policies, sensitive service accounts, no firewall networking, awful admission control, exposed etcds, terrible TLS implementations, federation failures, chronic control plane control, and so on.
[8:34] configurations and unlimited user exposures. And there's more from Ingress to the kernel. We played this remotely. We're playing it in person this time around. adapting to the pandemic and running from virtual events, online gatherings, running the infrastructure over Slack, Peace was never an option. So how did we go about this high pressure live deployment of 2500 nodes across each day we play the game? We start with the open source breach simulator tool built to help control planes clients secure their clouds, One five-node cluster is provisioned for each scenario.
[9:18] I And cluster reuse is not enabled. We add a double dose of super massive provisioning engines backed by Knative, scaling to zero. These are not centralized in a unified engine. This sits on the back of a Pub/Sub queue and reentrant state machine, which tries to ensure that even half provisioned clusters are forced into life and reinvigorated when half deployed, which just means distributed systems, as we know, are hard.
[9:51] Then, the unique credentials are distributed to each player for each scenario cluster pairing, and the games begin. Our trusty Taskmasters are on hand in person and on Slack, to hand out hints, offer suggestions and guide people through the path of the challenges. All this adds up. We spin up the clusters as needed and we hit the lofty heights of two and a half thousand nodes spun up per day with 80 to 100 participants.
[10:23] We hope to beat this record. on Thursday, What has gone wrong? Would you really believe us if we said nothing? There was that. one time And AWS internal-- Ubuntu Mirror went down. As you can imagine, nothing completed provisioning. simulator was just Host, dead in the water. Health checks are decidedly unhealthy. to showcase that. Typical distributed system problems when EC2 wouldn't provision VMs, a very red dashboard, a rising sense of panic, came from it that required us reprovisioning into a different region post-haste.
[11:05] I'M NOT SURE. That time somebody figured out how to bypass the initial SH tunnel sandboxing, which was also interesting. securely provisioning and secure infrastructure is hard. We don't want it too insecure. When the Cluster Admin RBACs the RBAC credentials disappeared, gone. found their way into a bastion node when the test suite only cover the happy paths also. And through it all, we seem to have hit our goal We're thankful to everybody who has played the game, given us feedback and given us the opportunity to iterate on this wonderful, thoroughly enjoyable platform that we love to play.
[11:50] CTFs can often be big. Can't feel daunting? So we hope that you focus on the learning experience. Walk through the scenarios. and If you feel like smashing machines, Channel that, please. And our clusters and scenarios today are of course, open source running on this cloud native breach simulation. Underneath the Kubernetes simulator project, there is a hosted version and Control Plane are running a private beta if you would like to be involved.
[12:28] As you can see, Nothing is perfect, there's an out of bounds exception on the end of the slide, if you would like to pop some shells with us please come and play tomorrow. Thank you.
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"Keynote: Learn by Hacking: How to Run a 2,500 Node Kubernetes CTF - Andrew Martin & Andrés Vega" por CNCF [Cloud Native Computing Foundation] (https://www.youtube.com/@cncf), licenciado sob CC BY 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/). Vídeo de origem: https://www.youtube.com/watch?v=DCAumwUKlF0. Esta página é uma transcrição em texto do vídeo com quebras de parágrafo e carimbos de data/hora adicionados; o criador não é afiliado ao Vidleaf nem o endossa. O Vidleaf adicionou pontuação por IA e um resumo gerado por IA; a redação original permanece disponível nesta página.
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