Chrome Dev Summit 2021 | Keynote: O que há de novo no Chrome
Tradução automática para o português do Brasil. Gerada e salva em 2026-10-23. Pode conter erros; confira os termos e as citações na versão em inglês e no vídeo original. Os horários são os mesmos da fonte. A transcrição original em inglês está disponível abaixo.
Keynote do Chrome Dev Summit 2021: Compat 2021, o Privacy Sandbox e a redução do User-Agent, Photoshop na web, Core Web Vitals e consultas de contêiner.
Fonte da transcrição: legendas enviadas pelo criador no YouTube. Pontuação por IA adicionada pelo Vidleaf; redação original e âncoras de carimbo de tempo preservadas. A transcrição original está disponível abaixo.
Pesquise esta transcrição na bancada de trabalhoLeia a transcrição
Resumo gerado por IA
Esta sessão do Chrome Dev Summit 2021 analisa o trabalho do Chrome em uma web rápida, segura e poderosa, guiada pelo feedback dos desenvolvedores sobre compatibilidade entre navegadores. O Compat 2021 pontua a compatibilidade entre versões de desenvolvimento do Chrome, Edge, Firefox e Safari usando os Web Platform Tests, e as pontuações melhoraram significativamente desde março, embora o trabalho continue. Em privacidade, o Privacy Sandbox substitui mecanismos de uso geral, como cookies de terceiros, por APIs criadas especificamente para fins determinados; o FLEDGE atraiu mais de 100 organizações para reuniões do W3C e mais de 200 tópicos de discussão online, e o teste de sua versão inicial está começando por trás de uma flag no Chrome. O User-Agent Client Hints está pronto para escalar, com o Chrome planejando reduzir a granularidade da string User-Agent a partir de abril de 2022 e uma opção de exclusão até março de 2023. A sessão também examina recursos da web e PWAs em produtos criativos, de comunicação e sociais, e aborda medição de desempenho, novas métricas de UX, RenderingNG, atualizações de CSS, accent-color e modo escuro, incluindo um estudo de laboratório em que o tema escuro usou 11% menos energia em um único dispositivo Pixel 6.
Gerado a partir da transcrição. Verifique as passagens vinculadas em relação ao vídeo original.
Resumos de capítulos com carimbos de tempo
Chrome Dev Summit 2021: Evolução da Web e Compatibilidade entre Navegadores
- [0:24] Ben dá as boas-vindas aos espectadores ao Chrome Dev Summit 2021 virtual e apresenta os destaques da equipe do último ano.
- [0:39] A visão do Chrome 2008 era que a web poderia possibilitar aplicações rápidas, seguras e poderosas em todos os dispositivos, disponíveis instantaneamente por meio de um link.
- [0:53] Essa visão tornou-se mais relevante durante a pandemia, à medida que as pessoas passaram a depender cada vez mais da web e do navegador para realizar tarefas diárias.
- [1:07] O sucesso contínuo da web só é possível porque ela continuou a evoluir à medida que a tecnologia avança e as expectativas mudam.
- [1:19] O Google busca transparência e abertura, colaborando com desenvolvedores, usuários e o restante do ecossistema.
- [1:43] O feedback dos desenvolvedores por meio de pesquisas e conversas individuais destaca consistentemente a importância da compatibilidade entre navegadores.
- [2:04] Iniciativas anteriores incluem o Web Platform Test Project no GitHub e a iniciativa Open Web Docs, que contribui para a documentação na Mozilla Developer Network.
- [2:25] Este ano acrescenta o Compat 2021, um esforço entre navegadores focado em melhorar a compatibilidade em cinco áreas principais relacionadas a CSS.
- [2:41] A equipe do Compat 2021 usou o projeto Web Platform Test para quantificar pontuações de compatibilidade nas versões de desenvolvimento mais recentes do Chrome, Edge, Firefox e Safari.
- [2:58] Melhorias significativas foram observadas desde março, embora o trabalho não esteja concluído e o esforço continue nessas e em outras áreas críticas.
Privacy Sandbox e eliminação de cookies de terceiros
- [3:09] A web está evoluindo em privacidade ao buscar restringir o rastreamento de terceiros, preservando capacidades críticas para um ecossistema web global.
- [3:30] As pessoas devem ter controle sobre suas informações, incluindo a atividade online, e as preocupações com privacidade orientam cada vez mais as escolhas online.
- [3:46] Regulamentações em todo o mundo estão rapidamente aumentando os requisitos de privacidade, mas os desenvolvedores têm dificuldade em cumpri-los porque muitas capacidades dependem de cookies de terceiros e mecanismos de rastreamento entre sites que não foram projetados com a privacidade em mente.
- [4:12] O Privacy Sandbox desenvolve novas tecnologias que preservam a privacidade com a comunidade web e partes interessadas do setor, incluindo APIs criadas especificamente para publicidade, detecção de fraudes, identidade e conteúdo personalizado por dispositivo.
- [4:50] APIs criadas especificamente substituem tecnologias de uso geral, como cookies de terceiros, permitindo que o navegador aplique proteções de privacidade adequadas e ofereça às pessoas controles mais úteis por caso de uso.
- [5:26] Depois que as novas APIs estiverem em vigor, os desenvolvedores terão tempo para adotá-las antes que o Chrome elimine com segurança os cookies de terceiros, enquanto o trabalho continua para mitigar outros rastreamentos, para que o rastreamento entre sites não migre para métodos ocultos.
- [5:48] O progresso é compartilhado em privacysandbox.com, que explica a visão, os objetivos, os conceitos e um cronograma atualizado mensalmente, e na seção Privacy Sandbox do developer.chrome.com para detalhes técnicos e orientações de implementação.
- [7:06] O primeiro estágio de desenvolvimento é a discussão, onde qualquer pessoa pode propor e opinar; dezenas de propostas que preservam a privacidade estão online, e grupos do W3C realizam conversas ao vivo.
- [7:45] O FLEDGE, uma proposta para publicidade baseada em interesses sem rastreamento entre sites, evoluiu a partir de duas propostas anteriores com contribuições de defensores da privacidade e partes interessadas do setor, atraindo mais de 100 organizações para reuniões do W3C e mais de 200 tópicos de discussão online.
- [8:18] O teste do desenvolvedor para a versão inicial do FLEDGE está começando por trás de uma flag no Chrome, e nem todas as propostas passarão por um período de incubação tão intenso.
Testando APIs do Privacy Sandbox e lançamento do UA-CH
- [8:41] Várias propostas estão prontas para teste pelos desenvolvedores, com mais previstas para 2022 e ciclos iterativos de discussão e teste provavelmente ocorrerão.
- [9:01] Os testes no Chrome geralmente começam com um recurso por trás de uma flag para teste local do desenvolvedor, e esse código costuma ser recente, então problemas são esperados.
- [9:15] Os Origin Trials são executados por tempo limitado com uma população limitada de usuários do Chrome e são públicos e abertos a todos os desenvolvedores que se registrarem para participar.
- [9:36] O sucesso nesta fase depende de os desenvolvedores realizarem testes práticos e estarem dispostos a compartilhar o que aprenderem.
- [9:45] O Yahoo! Japan publicou uma análise detalhada de seu teste da API Attribution Reporting, destacando a necessidade de uma maneira melhor de entregar relatórios de conversão, que agora foi adicionada.
- [10:10] Durante o Origin Trial do FLoC, empresas como a CafeMedia publicaram suas análises e insights para que outros pudessem ver o que aprenderam.
- [10:36] A Criteo realizou uma competição com mais de 150 equipes testando modelos de aprendizado de máquina para avaliar como conceitos de privacidade diferencial, como inserção de ruído e agregação, podem impactar o desempenho da publicidade.
- [11:19] O User-Agent Client Hints foi lançado no Chrome no início deste ano e agora está pronto para escalar como parte da linha de trabalho do Privacy Sandbox para reduzir o rastreamento oculto, como a impressão digital do navegador.
- [11:54] O Chrome planeja reduzir a granularidade das informações em sua string User-Agent a partir de abril de 2022, exigindo uma transição para o User-Agent Client Hints.
- [12:59] Um Origin Trial permite que os desenvolvedores optem antecipadamente pela string UA reduzida, e aqueles que precisarem de mais tempo podem optar por continuar usando a string User-Agent como está até março de 2023.
Saúde e capacidades da Web
Novas capacidades da Web e a mudança para o virtual
- [14:20] A web ganhou novas integrações poderosas que permitem que os aplicativos web façam mais.
- [14:25] O Projeto Fugu colaborou com o ecossistema para desbloquear capacidades como acesso seguro ao sistema de arquivos e integração com o lançador do sistema operacional.
- [14:40] Os desenvolvedores adotaram essas novas capacidades da web de maneiras atraentes.
- [14:59] Muitas pessoas estão em casa, um lugar que se transformou em um centro tecnológico nos últimos dois anos.
- [15:18] A mudança para o virtual teve um impacto profundo em como vivemos e trabalhamos.
- [15:24] O mundo do vídeo e da criação viu uma mudança poderosa nas normas, com edição, compartilhamento e colaboração em tempo real totalmente virtuais.
- [15:51] A equipe trabalhou para desbloquear novos poderes da web para atualizar experiências existentes ou construir coisas de ponta.
- [16:01] Parceiros em todo o mundo estão construindo experiências web que possibilitam criatividade, expressão, comunicação e entretenimento, com o Kapwing como exemplo.
Visão geral do editor de vídeo web Kapwing
- [16:17] O Kapwing é um editor de vídeo colaborativo com mais de três milhões de usuários ativos mensais processando 100,000 vídeos por dia.
- [16:32] O Kapwing é um editor colaborativo baseado na web projetado principalmente para criativos casuais, como streamers de jogos, músicos, criadores do YouTube e criadores de memes.
- [16:41] Também é um recurso de referência para proprietários de empresas que precisam de uma maneira fácil de produzir seu próprio conteúdo social, como anúncios no Facebook e Instagram.
- [16:48] Os usuários geralmente descobrem o Kapwing pesquisando por uma tarefa específica, como cortar, adicionar música ou redimensionar um vídeo, e podem fazê-lo instantaneamente com um clique, sem baixar um aplicativo de uma loja.
- [17:09] O Kapwing paga $0 em aquisição paga, o que o palestrante cita como prova de quão bem essa estratégia funcionou.
- [17:15] Após o primeiro clique, os usuários podem explorar modelos gratuitos, adicionar vídeos de banco de imagens gratuitos, inserir legendas e transcrever vídeos, e fazer upload de música de fundo.
- [17:27] Os usuários podem colaborar com amigos e colegas independentemente do dispositivo ou sistema operacional clicando em Compartilhar e enviando um link.
- [17:55] A edição de alto desempenho exige que o conteúdo resida no cliente, evitando a rede sempre que possível, usando IndexedDB, Web Sockets, a API Web Audio, a API Media Recorder e Web Workers.
Planos do Kapwing para PWA e APIs Web
- [18:31] A remoção de fundo de vídeos é feita sem afetar o desempenho da thread principal.
- [18:35] O Kapwing é construído como um PWA, então, depois que os usuários o encontram por meio de pesquisa, ele é instalável e fácil de reiniciar a partir da área de trabalho.
- [18:45] No futuro, o Kapwing está animado para usar Web Codecs para acelerar o desenho de quadros.
- [18:50] Eles planejam usar WebGL para permitir animações mais sofisticadas.
- [18:54] Eles planejam usar Media Source Extensions para transições mais suaves de clipe para clipe.
- [18:58] Nenhuma dessas APIs é totalmente nova, mas combinadas elas tornam muito mais fácil para os usuários colaborar e dar vida às ideias rapidamente.
- [19:09] Para o Kapwing, a web oferece uma maneira simplificada de alcançar e engajar mais usuários.
PWA do Zoom e videoconferência na Web
- [19:21] O palestrante recomenda experimentar o Kapwing, descrevendo-o como realmente fácil de usar.
- [19:25] A seção passa para a videoconferência, um recurso familiar da web.
- [19:36] Em 2020, o Zoom viu um enorme influxo de pessoas usando seu aplicativo web para happy hours virtuais, workshops em grupo e webinars online.
- [19:48] O Zoom aproveitou essa oportunidade para melhorar sua experiência web com um PWA e proporcionar uma experiência mais comparável à de seus aplicativos nativos.
- [19:56] O PWA também ofereceu aos milhões de usuários do Chrome OS do Zoom uma alternativa poderosa ao seu aplicativo Chrome.
- [20:04] O Zoom usa a nova API WebCodecs para codificação e decodificação de vídeo, o que melhora o desempenho e aprimora a experiência do usuário com vídeo rápido e limpo.
- [20:16] A captura de links garante que clicar em um link de reunião do Zoom em um e-mail o abra no PWA em vez de em uma aba do navegador.
- [20:25] Para usuários do Chrome OS, as configurações gerenciadas permitem que as empresas instalem facilmente o PWA em toda a força de trabalho.
- [20:34] Um mês após o lançamento do PWA, o Zoom viu 16.9 milhões de novos usuários ingressarem em reuniões na web, um aumento de sete milhões em relação ao ano anterior.
- [20:44] Com os desenvolvimentos em WebRTC e APIs Fugu, experiências de chamadas de áudio e vídeo anteriormente impossíveis agora estão disponíveis.
Links Web do FaceTime e PWA do Google Meet
- [20:53] A Apple trouxe os links do FaceTime para a web para que usuários de Android e Windows possam participar de chamadas a partir de um navegador.
- [21:02] O discurso principal credita o PWA do Google Meet.
- [21:06] O discurso principal foi criado em várias chamadas web do Google Meet e depois produzido remotamente em um estúdio.
- [21:19] A equipe do Meet lançou fundos personalizados e ajustes de luz em seu PWA usando WASM SIMD e WebGL.
Recursos Offline do PWA do YouTube Premium
- [21:27] A velocidade e a qualidade de vídeo/áudio melhoraram drasticamente.
- [21:40] O YouTube Premium é uma assinatura paga que permite visualização sem anúncios, reprodução em segundo plano e downloads offline.
- [21:50] A visualização offline em laptops e dispositivos híbridos foi um dos recursos mais solicitados pelos usuários do YouTube Premium.
- [21:58] Para habilitar isso, o YouTube adicionou tudo o que era necessário para transformar seu site em um PWA instalável.
- [22:07] Para a experiência offline, eles usam uma combinação de service workers, armazenamento em cache e IndexedDB.
- [22:15] Eles usam as APIs Web Share para que os usuários possam compartilhar links de vídeo com outros aplicativos instalados no dispositivo.
- [22:23] Eles usam pré-carregamento de navegação para aumentar o desempenho do service worker.
- [22:27] Eles estão executando um experimento para permitir que usuários do YouTube Premium baixem vídeos para visualização offline no Chrome, Edge ou Opera.
Estratégia Web do TikTok e Ganhos do PWA
- [22:41] Vídeos de formato curto são uma parte fundamental das redes sociais e do entretenimento, com o TikTok liderando o caminho.
- [22:49] O TikTok vê a web como um canal para adquirir mais usuários e mantê-los satisfeitos.
- [22:54] O TikTok focou em criar uma experiência sem atritos e com múltiplos formatos.
- [22:59] O TikTok otimizou o desempenho de seu aplicativo web usando o Workbox para pré-carregar vídeos e reduzir o atraso entre as transições de vídeo.
- [23:08] O TikTok expandiu o PWA para desktop, aproveitando a construção única para tornar o TikTok disponível em qualquer dispositivo.
- [23:19] Com essas melhorias para celular e desktop, o TikTok viu o tráfego proveniente de busca melhorar em 10x.
Inovação na Web para Desktop e Parceria com a Adobe
- [23:27] A web para desktop viu inovações revolucionárias nos últimos anos.
- [23:33] Os usuários agora têm acesso a ferramentas complexas de criatividade e produtividade que permitem expressão e colaboração instantâneas.
- [23:42] Há um poderoso aplicativo web para cada caso de uso, desde aprender e conversar com seu chefe até criar algo belo.
- [23:51] Notícias empolgantes seguem, após quase três anos de uma parceria forte e contínua com a Adobe.
Adobe Creative Cloud Chega à Web
- [23:59] Muitos aplicativos principais do Adobe Creative Cloud estão chegando em breve à web.
- [24:15] A Adobe acredita que essas colaborações beneficiam todos os desenvolvedores, abrindo novas oportunidades para criar experiências para os usuários.
- [24:57] Os usuários agora podem armazenar PSDs na nuvem para trabalhar em um único documento em todos os dispositivos.
- [25:05] Os usuários podem criar e compartilhar links para PSDs na nuvem, coeditar com colaboradores e compartilhar na web para revisão e comentários.
- [25:41] O Photoshop agora está acessível em um navegador web por meio de um Beta Público, após décadas de uso apenas em desktop e depois em iPad.
- [25:56] O Beta do Photoshop na Web permite acesso a fluxos de trabalho de revisão e comentários e permite que os usuários testem alguns recursos piloto de edição.
- [26:29] O Web Assembly trouxe grandes porções da base de código da Adobe para a web, e o tratamento de exceções de custo zero evita penalidades de desempenho.
- [26:43] O Canvas 2D agora tem gerenciamento de cores e suporta sRGB e o espaço de cores P3 para trabalho de alta fidelidade.
- [26:56] A API Storage Foundation garante que os usuários possam trabalhar em PSDs independentemente do tamanho ou número de camadas.
- [27:18] A Adobe também anunciou o Creative Cloud Spaces e o Creative Cloud Canvas, ambos em Beta Privado.
Web Vitals e Core Web Vitals
- [28:07] O palestrante agradece a Pam, Josh e Aanchal por apresentarem os destaques.
- [28:11] O progresso na web geralmente ocorre em iterações, ano após ano, passo a passo.
- [28:25] À medida que a web ganha novos recursos e capacidades, ajudar os desenvolvedores a obter os melhores resultados da plataforma web moderna é um tema importante.
- [28:36] O programa Web Vitals é uma forma de ajudar os desenvolvedores e é o resultado de muita pesquisa sobre o que torna uma experiência web excelente.
- [28:45] Com o Core Web Vitals, muitos fatores que levam a experiências de usuário de alta qualidade foram examinados e três medidas quantificáveis com grande impacto foram identificadas.
- [28:56] As três medidas são: com que rapidez um usuário pode ver o conteúdo mais importante de um site, com que rapidez um usuário pode começar a interagir com o site e a estabilidade do layout do site ao longo do tempo.
- [29:09] Descobriu-se que os sites que otimizam essas medidas são consistentemente mais bem-sucedidos.
Progresso do Core Web Vitals e Iniciativa Aurora
- [29:21] Construir um ótimo site requer entender seu desempenho do ponto de vista de um usuário real.
- [29:27] A iniciativa Web Vitals fornece aos desenvolvedores e proprietários de sites as métricas, ferramentas e orientações para oferecer uma ótima experiência para cada usuário.
- [29:38] O Core Web Vitals é um conjunto de três métricas que cobrem desempenho de carregamento, capacidade de resposta a entradas durante o carregamento e estabilidade visual do conteúdo.
- [30:04] 20% mais visitas a páginas no Chrome agora atendem totalmente aos limites recomendados do Core Web Vitals em comparação com um ano atrás.
- [30:11] A porcentagem total de visitas a páginas no Chrome que atendem a esses limites agora é de 60%.
- [30:33] O novo Relatório de Tecnologia do Core Web Vitals mostra muitas plataformas melhorando acentuadamente, algumas com mais de 200% de melhoria ano a ano, e líderes como Duda e Jimdo superando 50% das Origens com boas pontuações.
- [31:06] A iniciativa Aurora trabalha com estruturas JavaScript populares, incluindo Next.js e Angular; em menos de um ano, as Origens móveis de Next.js e Angular com boas pontuações no Core Web Vitals aumentaram 91% e 111%, respectivamente.
- [31:35] Otimizar para o Core Web Vitals ainda pode ser desafiador para o desenvolvedor comum.
Atualizações de Ferramentas de Desempenho: PageSpeed, Lighthouse, Recorder
- [31:46] A interface do PageSpeed Insights foi completamente reformulada para facilitar o processo.
- [31:53] O PageSpeed Insights mostra dados de usuários reais do Chrome UX Report e executa um relatório Lighthouse com sugestões baseadas em uma carga sintética de laboratório.
- [32:05] A nova interface deixa mais claro quais dados são Dados de Campo de usuários reais e quais são Dados de Laboratório do relatório Lighthouse.
- [32:13] As pontuações do Core Web Vital devem ser verificadas em dados de campo de usuários reais, enquanto o relatório Lighthouse é um bom ponto de partida para sugestões acionáveis de melhoria.
- [32:25] As ferramentas anteriormente tinham um ponto cego: elas só avaliavam páginas durante o carregamento, não fluxos de usuário como rolagem ou cliques.
- [32:44] Um exemplo de fluxo de checkout mostra usuários realizando muitas ações em várias páginas, o que antes só podia ser medido página por página.
- [33:09] O Lighthouse agora suporta fluxos de usuário, fornecendo relatórios separados para navegações de página, interações do usuário durante um período de tempo e instantâneos.
- [33:38] Um novo Painel Gravador no DevTools registra uma jornada completa do usuário, mostra ações como navegações e cliques, e pode exportar para um script Puppeteer, reproduzir e medir um rastreamento de desempenho.
- [34:16] O Painel Gravador está atualmente em estágio de pré-visualização e a equipe está trabalhando ativamente nele.
Novas Métricas e Ferramentas de UX
- [34:44] Ótimas experiências de usuário envolvem mais do que as três áreas existentes, e a equipe está preenchendo lacunas que as métricas atuais ainda não abordam.
- [34:55] Duas novas métricas experimentais são introduzidas para melhorar como a experiência do usuário é medida na web, com feedback solicitado.
- [35:06] A primeira métrica mede a Capacidade de Resposta Geral a Entradas, estendendo-se além da primeira entrada para cada entrada do usuário, desde a chegada até a saída do site.
- [35:22] As APIs de temporização de eventos foram aprimoradas para monitorar melhor o ciclo de vida completo do evento e lidar com entradas complexas que acionam mais de um evento.
- [35:34] A segunda métrica mede a suavidade de rolagem e animação, para entender com que frequência e gravidade as páginas travam ou congelam.
- [35:49] Ambas as métricas ainda estão em andamento, e artigos explicam o pensamento atual; o feedback pode ser enviado por e-mail.
- [36:20] O PageSpeed Insights mostra as pontuações do Core Web Vitals, e outras ferramentas estão disponíveis para monitorar e otimizar continuamente o desempenho do site.
Core Web Vitals e Experiências Web de Qualidade
- [36:43] O palestrante agradece a Houssein.
- [36:44] O palestrante está animado para ver como o Core Web Vitals evoluirá nos próximos anos.
- [36:49] Experiências web de qualidade envolvem mais do que apenas medição e otimização.
- [36:53] Elas exigem designers e desenvolvedores apaixonados trabalhando nos bastidores para criar interfaces digitais encantadoras.
RenderingNG e a Evolução da UX na Web
- [37:04] Um grupo de engenheiros repensou o suporte do Chromium para HTML, CSS e Gráficos, levando a um esforço chamado RenderingNG.
- [37:16] O RenderingNG é descrito como uma refatoração ambiciosa do mecanismo de renderização do Chromium.
- [37:21] Esse trabalho agora foi amplamente implementado e está permitindo uma grande evolução no design da experiência do usuário na web.
- [37:32] Tudo o que foi discutido volta à experiência do usuário, com privacidade, medição e recursos web de próxima geração trabalhando juntos em direção à visão da web.
- [37:44] Os desenvolvedores recebem as ferramentas e capacidades de que precisam para construir essas experiências.
O Novo Responsivo e Consultas de Contêiner
- [37:48] A palestra aborda atualizações futuras para estilização de UI e DevTools.
- [37:58] O design responsivo não se trata mais apenas de ficar bem em desktop e celular.
- [38:04] Os desenvolvedores agora podem criar experiências de usuário personalizadas com base em preferências personalizadas em uma arquitetura orientada a componentes.
- [38:14] "O Novo Responsivo" inclui responder a preferências do usuário, como modo escuro e prefers-reduced-motion, novos formatos, como dispositivos dobráveis, e outros componentes por meio de consultas de contêiner.
- [38:36] As consultas de contêiner foram especificadas com o grupo de trabalho CSS e desbloqueadas por meio de mudanças recentes no Mecanismo de Renderização do Chrome.
- [38:44] A especificação de consultas de contêiner permite acessar a largura de um elemento pai para estilizar seus filhos, e as consultas podem ser aninhadas e nomeadas.
- [39:02] Uma demonstração mostra um botão "Adicionar ao Carrinho" responsivo reestilizado consultando o contêiner do cartão do produto, mudando de centralizado para alinhado à esquerda.
- [39:17] Isso antes não era possível sem scripts pesados que atrasariam significativamente a página.
- [39:23] Um polyfill para consultas de contêiner está sendo construído com a comunidade de código aberto.
- [39:33] Os componentes possuem seus estilos responsivos localmente, em vez de depender da viewport global.
- [39:48] As consultas de contêiner estão disponíveis para teste por trás de uma flag no Chrome Canary.
- [39:56] O suporte do DevTools para depuração e estilização com consultas de contêiner está sendo fornecido, mostrando o contêiner e destacando os estilos aplicados.
Novos DevTools para Grid e Flexbox
- [40:17] As ferramentas de layout de grade agora permitem adicionar nomes a linhas de grade específicas e mostram o tamanho das áreas de Grade.
- [40:24] Novas ferramentas dinâmicas para Flexbox e Grid permitem ver o que diferentes valores de propriedades fazem na página.
- [40:32] Essas ferramentas permitem alterar facilmente as regras de layout com o clique de um botão.
- [40:36] As novas DevTools são projetadas para tornar o Layout CSS mais fácil de visualizar e entender.
- [40:41] Isso libera mais tempo para construir novos recursos e menos tempo procurando as diferenças entre justify e align.
- [40:48] web.dev patterns é lançado como mais uma forma de ajudar a simplificar o processo.
Cursos de Padrões de UI e Design Responsivo
- [40:53] Uma coleção de padrões de UI prontos para uso está disponível para uso em projetos web.
- [41:00] Os padrões de layout variam de grandes spreads de página inteira e conjuntos de cards a layouts menores como os próprios cards.
- [41:10] Todos os padrões usam CSS Grid, Flexbox ou consultas de contêiner para mostrar com que rapidez essas ferramentas podem ser aprendidas.
- [41:20] O Google fez parceria com Jeremy Keith, da Clearleft, para lançar o curso gratuito "Learn Responsive Design" no web.dev.
- [41:31] O curso aborda temas, direção de arte, propriedades lógicas para internacionalização e consultas de preferência.
- [41:39] Os primeiros módulos do curso são lançados hoje em web.dev/learn/design, com mais por vir nas próximas semanas.
- [41:46] "Learn CSS" está sendo atualizado com seis novos módulos que cobrem listas, planos de fundo, transições, texto e tipografia, consultas de mídia e mais.
- [42:10] A equipe está trabalhando em novos recursos CSS, incluindo estilos com escopo e camadas de cascata, além de consultas de contêiner.
Novas APIs e Recursos CSS
- [42:26] Scroll Timeline é uma nova API pronta para exploração.
- [42:32] Anteriormente, as animações CSS eram baseadas em tempo; o Scroll Timeline, em vez disso, permite definir deslocamentos e tempos baseados em rolagem.
- [42:44] Isso permite que um elemento anime conforme você rola para baixo ou horizontalmente pela página.
- [42:50] O Scroll Timeline pode ser explorado usando a flag de recursos experimentais da plataforma web no Canary.
- [42:56] O aninhamento CSS recentemente alcançou seu primeiro rascunho público de trabalho.
- [43:02] O aninhamento é um açúcar sintático que traz um recurso popular de pré-processadores CSS para a web, proporcionando uma experiência de desenvolvedor mais limpa.
- [43:15] Eles recomendam não ultrapassar três níveis de profundidade para garantir o melhor desempenho.
- [43:20] A propriedade size-adjust para tipografia é útil para evitar o Cumulative Layout Shift para os Core Web Vitals, correspondendo a fonte padrão à fonte web.
- [43:35] accent-color chegou ao Chromium e ao Firefox estável como um recurso CSS de uma linha para controles de formulário.
Benefícios e Implementação do Modo Escuro
- [43:56] O Modo Escuro é um recurso popular solicitado, valorizado porque seu impacto se estende além da interface do usuário.
- [44:05] Temas escuros demonstraram economias mensuráveis de bateria em relação a temas claros em dispositivos OLED.
- [44:11] Em um estudo de laboratório com um único dispositivo Pixel 6, com brilho de 60%, o tema escuro usou 11% menos energia do que os temas claros para telas OLED.
- [44:25] Quando o Twitter lançou a primeira prévia de seu novo progressive web app, os usuários perguntaram onde estava o modo escuro e, em uma pesquisa, os usuários citaram o modo escuro, um seletor de emoji e mais modo escuro.
- [44:45] Para criar um tema escuro, use propriedades personalizadas CSS e o recurso de mídia prefers-color-scheme, suportado em todos os navegadores evergreen, para trocar as cores do tema com base na preferência do usuário.
- [45:04] O Material Design oferece orientação sobre a criação de temas escuros, incluindo o ajuste de profundidade com luminosidade em vez de sombras e o ajuste da vibração das cores para reduzir a vibração visual.
- [45:19] O Chrome está trabalhando em um recurso de algoritmo de escurecimento automático auxiliado por aprendizado de máquina com opções granulares de exclusão, ainda em desenvolvimento inicial.
- [45:36] Para experimentar, abra o Painel de Renderização das DevTools no Chrome Canary e ative a Emulação de Modo Escuro Automático.
Considerações finais e formas de se envolver
- [45:50] Apesar de muitas mudanças na web no último ano, eles permanecem mais otimistas do que nunca sobre o futuro da plataforma.
- [46:01] Nos próximos anos, eles continuarão pressionando para tornar a web mais privada e poderosa e dar aos desenvolvedores melhores ferramentas e orientação para experiências de alta qualidade.
- [46:17] A web é especial em parte porque é um ecossistema aberto e descentralizado que oferece muitas maneiras para qualquer pessoa ajudar a moldar seu futuro.
- [46:28] As pessoas são convidadas a participar por meio do projeto de código aberto Chromium, do W3C e outros órgãos de padrões, ou seguindo web.dev e @ChromiumDev.
- [46:42] Como parte do CDS virtual 2021, nas próximas duas semanas eles estão organizando workshops, lounges de aprendizado em grupo e horários de atendimento individuais para interagir diretamente com a equipe do Chrome.
- [47:00] Ele agradece aos espectadores e espera vê-los pessoalmente em um futuro evento Chrome Dev Summit.
[0:24] Olá, e bem-vindo a um Chrome Dev Summit 2021 muito virtual. Sou Ben, e nos próximos minutos, meus colegas e eu, junto com alguns convidados, compartilharemos alguns dos destaques do nosso trabalho no último ano para melhorar a web. Em 2008, o Chrome lançou uma visão de que a web poderia ser mais do que apenas documentos ricos, que poderia permitir aplicativos rápidos, seguros e poderosos em todos os dispositivos, disponíveis instantaneamente com apenas um clique em um link. Essa visão da web tornou-se mais relevante do que nunca durante a pandemia, à medida que pessoas em todo o mundo percebem o quão poderosa a plataforma web se tornou e recorrem cada vez mais à web e ao seu navegador para realizar tarefas diárias.
[1:07] E o sucesso contínuo da web só é possível porque ela continuou a evoluir ao longo dos anos, adaptando-se à medida que a tecnologia avança e as expectativas das pessoas mudam. Como nós do Google ajudamos a evoluir a web, buscamos transparência e abertura em tudo o que fazemos, colaborando estreitamente com desenvolvedores, usuários e o restante do ecossistema. Agora, este tema da evolução da web é o central para este vídeo, e vamos destacar vários exemplos que representam o progresso contínuo da web.
[1:43] Um dos mais importantes desses temas vem do feedback que recebemos consistentemente de desenvolvedores web, tanto por meio de pesquisas quanto de conversas individuais, e esse tema é a importância da compatibilidade entre navegadores. Agora, é claro, esse tema não é novo, e ao longo dos anos, a equipe do Chrome se juntou a outros em várias iniciativas para ajudar. Exemplos recentes incluem o Web Platform Test Project, que é um conjunto abrangente de testes entre navegadores para novos recursos da plataforma web, hospedado no GitHub, e a iniciativa Open Web Docs que reúne uma grande coalizão para contribuir colaborativamente com a documentação da plataforma web hospedada na Mozilla's Developer Network.
[2:25] Este ano, adicionamos uma nova iniciativa à lista, um esforço entre navegadores chamado Compat 2021 que se concentra em melhorar a compatibilidade em cinco áreas-chave da web, todas relacionadas, surpreendentemente, a CSS. Para medir nosso progresso, a equipe do Compat 2021 conseguiu usar o projeto Web Platform Test mencionado anteriormente para quantificar pontuações de compatibilidade para essas áreas nas versões de desenvolvimento mais recentes do Chrome, Edge, Firefox e Safari.
[2:58] Agora, embora ainda não tenhamos terminado, já vimos melhorias significativas desde março, e continuaremos pressionando para tornar a web muito mais compatível nessas e em outras áreas críticas. Outra área em que a web está evoluindo é a privacidade, à medida que procuramos restringir práticas de rastreamento de terceiros, preservando recursos importantes e críticos que permitem um ecossistema web vibrante e global. Para nos contar mais, gostaria de apresentar minha colega Barb. Obrigado, Ben.
[3:30] Acreditamos que é importante que as pessoas tenham controle de suas informações, incluindo sua atividade online. A maioria dos usuários também acredita que isso é importante, com preocupações com privacidade cada vez mais orientando as escolhas sobre o que as pessoas fazem online. Também vemos regulamentações em todo o mundo aumentando rapidamente os requisitos de privacidade. E, no entanto, é difícil para os desenvolvedores atender às crescentes expectativas de privacidade, quando tantos recursos dependem de cookies de terceiros e outros mecanismos de rastreamento entre sites que não foram projetados com a privacidade em mente.
[4:07] Precisamos de novas tecnologias para uma web moderna e focada em privacidade, e é disso que trata o Privacy Sandbox. Estamos trabalhando com a comunidade web e partes interessadas do setor para desenvolver novas tecnologias que preservam a privacidade e que possam apoiar um ecossistema saudável e sustentável. Isso inclui APIs criadas especificamente para dar suporte à publicidade, que é uma parte crítica do ecossistema e financia grande parte do conteúdo da web, bem como muitos outros recursos de que os sites modernos precisam, como detecção de fraudes, identidade ou conteúdo personalizado para o dispositivo do usuário.
[4:46] Agora, vamos levar um minuto para esclarecer o que queremos dizer com APIs criadas especificamente. Muitos dos casos de uso que acabei de mencionar nunca foram realmente incorporados à plataforma web, mas foram sobrepostos a ela usando tecnologias de uso geral, como cookies de terceiros. O navegador não tem como saber se você está usando cookies de terceiros para algo útil, como fornecer uma experiência personalizada ou manter um usuário conectado, ou para rastreamento entre sites. Ao projetar APIs para cada caso de uso específico, podemos garantir proteções de privacidade adequadas, dar às pessoas controles mais úteis e, idealmente, tornar cada API melhor no que faz ao longo do tempo.
[5:26] Uma vez que essas novas APIs estejam em vigor, garantiremos que os desenvolvedores tenham tempo para adotá-las, para que possamos eliminar com segurança o suporte a cookies de terceiros no Chrome enquanto continuamos nosso trabalho para mitigar outros tipos de rastreamento, para que o rastreamento entre sites não simplesmente mude de cookies de terceiros para métodos encobertos. Para tornar este projeto complexo mais fácil de acompanhar, estamos compartilhando o progresso em dois lugares. privacysandbox.com explica a visão, os objetivos e os conceitos por trás desta iniciativa.
[5:57] Ele também inclui uma linha do tempo de alto nível que atualizamos todos os meses. A linha do tempo vincula cada tecnologia que estamos trabalhando para testar e lançar, e apresenta um plano de estágios para eliminar gradualmente os cookies de terceiros no Chrome. O segundo recurso é a seção Privacy Sandbox em developer.chrome.com. Aqui, você encontrará mais detalhes técnicos e orientação de implementação, incluindo um blog com as últimas atualizações para desenvolvedores. Acabamos de adicionar um post com todos os links e atualizações desta sessão.
[6:29] Agora, falamos muito sobre a importância da colaboração neste projeto, e gostaria de mostrar como isso se parece em cada estágio de desenvolvimento. Vou mencionar algumas APIs como exemplos, mas a ideia mais ampla é ilustrar como o envolvimento do ecossistema está moldando este trabalho. Esse processo será familiar para muitos de vocês na comunidade de desenvolvimento web, mas o Privacy Sandbox está trazendo muitos novos participantes para esse processo, incluindo partes interessadas do setor que usarão essas APIs criadas especificamente e cuja experiência é crítica em seu desenvolvimento.
[7:06] O primeiro estágio do processo é a discussão, onde qualquer pessoa pode propor e opinar sobre ideias para novas tecnologias. Houve dezenas de propostas de preservação de privacidade oferecidas pelo Chrome e outros nos últimos dois anos. Todas estão online, para que você possa lê-las, fazer perguntas, oferecer ideias para melhorá-las e ver o que os outros estão dizendo. Para encontrar conversas ao vivo onde todas as soluções propostas estão sendo discutidas e debatidas juntas, há vários grupos do W3C que você pode ingressar ou monitorar, dependendo dos tipos de casos de uso nos quais você está interessado.
[7:40] Aqui está um exemplo para ilustrar o quão envolvida essa etapa de discussão pode ficar. O FLEDGE é uma proposta para oferecer suporte à publicidade baseada em interesses sem rastreamento entre sites. Com contribuições valiosas de defensores da privacidade e de muitas partes interessadas do setor, o FLEDGE evoluiu a partir de duas propostas anteriores, com mais de 100 organizações participando de reuniões do W3C para ajudar a refinar a versão atual e mais de 200 tópicos de discussão online. Também houve mais de meia dúzia de outras propostas no mesmo espaço de solução.
[8:12] Por meio da incubação contínua, esperamos chegar a um consenso sobre um caminho a seguir e, ao mesmo tempo, estamos iniciando os testes de desenvolvedores para a versão inicial do FLEDGE por trás de uma flag no Chrome, para que os desenvolvedores possam colocá-la em prática. Nem todas essas propostas passarão por um período de incubação tão intenso. Algumas avançarão muito mais rápido, mas há muita inovação acontecendo aqui. São ideias novas, e pode ser necessário muito trabalho para acertá-las. A próxima etapa é o teste. Já existem algumas propostas prontas para testes de desenvolvedores hoje, e você pode esperar mais à medida que avançamos para 2022.
[8:49] E não se surpreenda ao ver alguns ciclos iterativos de discussão e teste. O teste é importante justamente porque revela problemas ou lacunas que podem exigir mais trabalho. Os testes no Chrome geralmente começam com um recurso por trás de uma flag para os desenvolvedores testarem localmente. Isso significa que você precisa ativá-lo no seu navegador para experimentá-lo. Esse código costuma ser muito recente, então você pode esperar encontrar alguns problemas. E depois os Origin Trials, cada um com duração limitada e uma população limitada de usuários do Chrome.
[9:21] Os Origin Trials são públicos e abertos a todos os desenvolvedores. Você só precisa se registrar para optar por participar com seu site ou serviço. É quando recebemos feedback acionável dos desenvolvedores sobre o que funciona, o que não funciona e onde estão essas lacunas. O sucesso nesta etapa depende não apenas de os desenvolvedores fazerem testes práticos, mas também de estarem dispostos a compartilhar o que aprendem. Por exemplo, o Yahoo! Japan publicou recentemente uma análise detalhada do teste da API Attribution Reporting, destacando áreas para melhoria, como a necessidade de uma maneira melhor de entregar relatórios de conversão, que agora foi adicionada.
[9:59] Esses são o tipo de coisa que aparece quando os desenvolvedores colocam as mãos em uma API. Também esperamos ver empresas falando sobre sua abordagem de teste e como pretendem usar uma API. Durante o Origin Trial da primeira versão do FLoC, uma proposta para oferecer suporte à publicidade e conteúdo baseados em interesses, ficamos satisfeitos em ver empresas como a CafeMedia publicando suas análises e insights para que outros pudessem ver o que aprenderam. E os testes no Chrome não são a única maneira de explorar como as novas tecnologias podem funcionar.
[10:30] Algumas empresas também estão construindo simulações com base nos conceitos do Privacy Sandbox. A plataforma de publicidade Criteo realizou recentemente uma competição com mais de 150 equipes testando diferentes modelos de aprendizado de máquina para avaliar como conceitos de privacidade diferencial, como inserção de ruído e agregação, podem impactar o desempenho da publicidade. É útil examinar esses conceitos, pois eles estão subjacentes a várias das APIs do Privacy Sandbox. Somos verdadeiramente gratos às empresas que investem seu tempo para testar essas novas tecnologias e por estarem dispostas a compartilhar suas perspectivas e aprendizados publicamente.
[11:09] Agora, uma vez que uma API é testada e está pronta para uso geral no Chrome, anunciaremos o lançamento e garantiremos que a documentação pública esteja pronta para adoção em escala. O User-Agent Client Hints, ou UA-CH, foi lançado no Chrome no início deste ano e agora está pronto para escalar. Faz parte da linha de trabalho do Privacy Sandbox para reduzir o rastreamento encoberto, como a impressão digital do navegador. Mas primeiro, vamos voltar e dar uma olhada no mecanismo legado que ele está substituindo. Assim como os cookies, a string User-Agent é um recurso antigo da web.
[11:43] Por padrão, ela fornece muitas informações sobre o navegador e o dispositivo do usuário, tornando-se uma superfície prontamente disponível para impressão digital. Ela também tem um formato que pode ser uma dor de cabeça para analisar. Anunciamos recentemente planos para reduzir a granularidade das informações disponíveis na string User-Agent do Chrome a partir de abril de 2022. Para obter essas informações no futuro, você precisará fazer a transição para o User-Agent Client Hints. Ele fornecerá algumas informações por padrão, o que pode cobrir a maioria dos seus casos de uso, com informações mais detalhadas sob solicitação em um formato direto.
[12:18] Ficamos felizes em fazer essa melhoria ergonômica para os desenvolvedores, ao mesmo tempo em que movemos a maioria das informações do User-Agent de um modelo disponível por padrão para um modelo sob solicitação. Dessa forma, você pode solicitar apenas as informações de que precisa, o que é uma boa prática hoje e o padrão que queremos definir para o futuro. Então, vamos voltar à linha do tempo que mostrei há um momento. A redução gradual da string UA começa em abril de 2022. A solução substituta, o User-Agent Client Hints, foi lançada e está pronta para adoção em escala desde março.
[12:54] Portanto, você pode começar a testar e migrar para ele a qualquer momento. Para ajudar nisso, há um Origin Trial para optar por participar antecipadamente da string UA reduzida, para que você possa ver como será esse estado futuro. E se acontecer de você precisar de mais tempo, poderá optar por continuar usando a string User-Agent como está até março de 2023. Os detalhes deste plano estão todos online, e embora a etapa de adoção em escala possa não ser exatamente assim para outras APIs, você pode esperar consistência na abordagem geral.
[13:31] Continuaremos a explicar o que está acontecendo, fornecer o máximo de visibilidade possível, incentivar seu envolvimento e ouvir sua opinião. Agradecemos todas as contribuições para este projeto complexo e de vital importância, enquanto buscamos criar recursos duráveis para a web com ampla utilidade e fortes proteções de privacidade para os usuários. Vale a pena esse esforço para acertar as fundações. E Ben, vou devolver a palavra para você. Obrigada, Barb.
[14:02] O Privacy Sandbox é um dos maiores esforços que já vimos para evoluir a web. Acreditamos que é de importância crítica ajudar a garantir a saúde e o sucesso contínuos da web nas próximas décadas. O próximo tema que destacaremos são as capacidades da web. Nos últimos anos, a web ganhou várias novas integrações poderosas que permitem que os aplicativos da web façam mais. Estivemos fortemente envolvidos nisso com o Projeto Fugu, colaborando com outros no ecossistema para desbloquear coisas como acesso seguro ao sistema de arquivos e integração rica com lançadores do sistema operacional.
[14:37] E à medida que a web ganhou essas novas capacidades, os desenvolvedores as adotaram de maneiras atraentes. Para nos contar mais, gostaria de apresentar minha colega Aanchal. Obrigada, Ben. Antes de começarmos, reserve alguns segundos para olhar ao seu redor. Não, sério. Olhe atentamente para o que está à sua volta. A maioria de vocês provavelmente está em casa agora, um lugar que, nos últimos dois anos, se transformou em um centro movimentado e impulsionado pela tecnologia.
[15:08] Nossos filhos transformaram a sala de jantar em uma sala de aula virtual, transformamos a cozinha em nosso escritório, e todos estamos nos conectando com familiares e amigos em salas de estar ao redor do mundo. A mudança para o virtual teve um impacto profundo em como vivemos e trabalhamos. Em particular, é o mundo do vídeo e da criação que viu uma mudança poderosa nas normas. De criadores casuais a designers profissionais, há edição, compartilhamento e colaboração em tempo real, mas é inteiramente virtual.
[15:39] Hospedar e participar de chamadas de videoconferência de alguma parte da casa agora é parte regular do nosso dia, e sejamos honestos, temos feito streaming e maratonado mais conteúdo do que jamais pensamos ser possível. Nossa equipe trabalhou duro para desbloquear novos poderes para a web, seja para levar sua experiência existente para o próximo nível ou para construir algo de ponta que nunca foi feito antes. Estamos inspirados e gratos por ver como nossos parceiros ao redor do mundo estão construindo experiências na web que possibilitam criatividade, expressão, comunicação, entretenimento e muito mais.
[16:14] Um exemplo é o Kapwing. O Kapwing é um editor de vídeo colaborativo com mais de três milhões de usuários ativos mensais processando 100,000 vídeos por dia. Para contar mais, gostaria de convidar um convidado especial, Josh Grossberg. Olá, sou Josh, CTO do Kapwing. O Kapwing é um editor de vídeo colaborativo baseado na web, projetado principalmente para criativos casuais, como streamers de jogos, músicos, criadores do YouTube e criadores de memes. Também somos um recurso de referência para proprietários de empresas que precisam de uma maneira fácil de produzir seu próprio conteúdo social, como anúncios no Facebook e Instagram.
[16:48] As pessoas geralmente nos descobrem pesquisando por uma tarefa específica, como “como cortar um vídeo”, “adicionar música ao meu vídeo” ou “redimensionar um vídeo”. O Kapwing permite que os usuários façam instantaneamente o que pesquisam com um clique. Não há atrito adicional ao fazê-los navegar até uma loja de aplicativos para baixar um aplicativo. A web torna mais simples para as pessoas pesquisarem exatamente aquilo com que precisam de ajuda e depois fazerem isso. O fato de pagarmos $0 em aquisição paga é um testemunho de quão bem essa estratégia funcionou. E, após esse primeiro clique, eles podem fazer muito mais.
[17:18] Eles podem explorar modelos gratuitos, adicionar novas camadas de vídeos de banco de imagens gratuitos, inserir legendas e transcrever vídeos, e fazer upload de música de fundo. Além disso, é simples para os usuários colaborarem no Kapwing com amigos e colegas, independentemente do dispositivo ou sistema operacional. Basta clicar em “Compartilhar”, obter um link de compartilhamento e enviá-lo ao seu colaborador. Tudo o que ele precisa fazer é clicar no link e já está editando com você. E, como oferecer suporte a diferentes dispositivos e sistemas operacionais exige um trabalho mínimo na web, é o ambiente ideal para possibilitar esse nível de colaboração.
[17:51] A edição de vídeos no Kapwing funciona de maneira fácil e integrada em todos os navegadores modernos. A edição de alto desempenho exige que todo o conteúdo dos nossos usuários fique no cliente, evitando a rede sempre que possível. Para isso, usamos o IndexedDB. Os Web Sockets possibilitam a colaboração em tempo real que os usuários esperam em aplicativos da web modernos. Para gerar formas de onda e permitir que os usuários juntem o áudio exatamente no lugar certo, usamos a Web Audio API. A Media Recorder API permite que os usuários gravem simultaneamente sua webcam e tela, perfeito para capturar expressões faciais ao criar screencasts. Os Web Workers nos permitem descarregar trabalho computacionalmente intensivo, removendo o fundo de vídeos sem afetar o desempenho da thread principal.
[18:35] E, claro, construímos o Kapwing como um PWA, então, depois que os usuários o encontram na pesquisa, ele é instalável, e voltar a ele é tão fácil quanto iniciá-lo a partir da área de trabalho. No futuro, estamos animados para usar o Web Codecs para acelerar nossas renderizações de quadros, usar o WebGL para possibilitar animações mais sofisticadas e usar as Media Source Extensions para ter transições mais suaves de clipe para clipe. Nenhuma dessas APIs é totalmente nova, mas quando combinadas, tornam muito mais fácil para nossos usuários colaborarem entre si e rapidamente dar vida às suas ideias.
[19:09] Para nós, a web nos dá uma maneira simplificada de alcançar e engajar mais usuários. De volta para você, Aanchal. Obrigada, Josh. Se você está procurando criar um meme sério, você sabe onde ir. Recomendo fortemente experimentar o Kapwing. É realmente fácil de usar. E agora, para um recurso da web com o qual todos estamos mais do que familiarizados: Videoconferência. Será difícil encontrar alguém que não tenha clicado em uma reunião do Zoom nos últimos dois anos. Em 2020, o Zoom viu um enorme influxo de pessoas usando seu aplicativo da web para conversar e se conectar online para happy hours virtuais, workshops em grupo, webinars online, você escolhe.
[19:48] O Zoom aproveitou esta oportunidade para melhorar sua experiência na web com um PWA e oferecer uma experiência mais comparável aos seus aplicativos nativos. Também foi uma chance para o Zoom oferecer aos seus milhões de usuários do Chrome OS uma alternativa poderosa ao seu aplicativo Chrome. Eles estão usando a nova API WebCodecs para codificação e decodificação de vídeo, o que melhora o desempenho e aprimora a experiência do usuário com vídeo rápido e limpo. A captura de links garante que, quando um usuário clicar em um link para uma reunião do Zoom em seu e-mail, ele seja aberto no PWA e não em uma aba do navegador.
[20:25] E, para usuários do Chrome OS, as configurações gerenciadas permitem que as empresas instalem facilmente o PWA em toda a força de trabalho. Apenas um mês após o lançamento do PWA, o Zoom viu 16.9 milhões de novos usuários ingressarem em reuniões na web, o que representa um aumento de sete milhões em relação ao ano anterior. Com os desenvolvimentos em WebRTC e APIs Fugu, experiências de chamadas de áudio e vídeo anteriormente não possíveis agora estão disponíveis. A Apple trouxe links do FaceTime para a web para usuários de Android e Windows, para que as pessoas possam entrar em uma chamada do FaceTime a partir do navegador.
[21:02] E temos o PWA do Google Meet para agradecer por este keynote. Colaboramos e criamos tudo o que você vê hoje em várias chamadas na web do Google Meet, e quero dizer várias, depois produzimos remotamente em um estúdio, e você provavelmente está assistindo no YouTube em casa. A equipe do Meet lançou planos de fundo personalizados e ajustes de luz em seu PWA usando WASM SIMD e WebGL. Isso melhorou drasticamente a velocidade, bem como a qualidade de vídeo e áudio. E melhor vídeo e áudio não são só trabalho e nenhuma diversão.
[21:36] O mundo do entretenimento e das mídias sociais está prosperando na web. O YouTube Premium é uma assinatura paga que permite aos membros assistir ao YouTube sem anúncios, reproduzir vídeos em segundo plano e baixar vídeos para assistir offline. Assistir vídeos offline em laptops e dispositivos híbridos foi um dos recursos mais solicitados pelos usuários do YouTube Premium. Para tornar isso possível, eles adicionaram tudo o que era necessário para transformar seu site em um PWA instalável. Para a experiência offline, eles usam uma combinação de service workers, armazenamento em cache e IndexedDB.
[22:11] É claro que a equipe se concentrou em mais do que apenas a experiência offline. Por exemplo, eles usam as APIs Web Share para que os usuários possam compartilhar links de vídeos com outros aplicativos instalados no dispositivo, e pré-carregamento de navegação para aumentar o desempenho do service worker. Eles estão executando um experimento para permitir que usuários do YouTube Premium baixem vídeos que possam ser assistidos offline no Chrome, Edge ou Opera. Eles estão ansiosos para encantar os usuários Premium com o novo recurso em breve. Não posso falar sobre mídias sociais e entretenimento sem mencionar vídeos de formato curto.
[22:46] É aí que o TikTok está liderando o caminho. O TikTok vê a web como um canal para adquirir mais usuários, mantê-los felizes, e eles se concentraram em criar uma experiência sem atritos e com múltiplos formatos. Eles otimizaram o desempenho de seu aplicativo web usando o Workbox para pré-carregar vídeos e reduzir qualquer atraso à medida que os usuários alternam entre vídeos. Eles também expandiram o PWA para desktop, apoiando-se no superpoder da web de construir apenas uma vez e tornar o TikTok disponível e acessível em qualquer dispositivo.
[23:19] Com essas melhorias em dispositivos móveis e desktop, o TikTok viu o tráfego proveniente de busca melhorar em 10x. Como você pode ver, a web em desktop viu inovação revolucionária nos últimos anos. Os usuários agora têm acesso a ferramentas complexas de criatividade e produtividade que permitem expressão e colaboração instantâneas. Há um aplicativo web poderoso para cada caso de uso, seja você aprendendo algo novo, conversando com seu chefe ou simplesmente criando algo bonito.
[23:51] E isso nos leva a algumas notícias empolgantes que estou ansioso para compartilhar com você. Após quase três anos de uma parceria forte e contínua com a Adobe, muitos aplicativos principais do Adobe Creative Cloud Suite estão chegando à web em breve. Trazer recursos e capacidades avançados para a plataforma ficaria incompleto sem o uso real por empresas como a Adobe que estão ultrapassando os limites do que é possível. Acreditamos que essas colaborações beneficiam todos os desenvolvedores, abrindo novas oportunidades para criar experiências incríveis para seus usuários.
[24:24] E agora gostaria de dar as boas-vindas a outra convidada especial, Pam Clark, VP de Gestão de Produto e Estratégia do Adobe Photoshop, para nos contar mais sobre esses lançamentos. Olá a todos. Estou animada por estar aqui com vocês na Chrome Dev Summit. Na Adobe, acreditamos que criatividade e colaboração andam de mãos dadas, e ao longo do último ano, fizemos muitos avanços em produtos como o Photoshop para apoiar os tipos de fluxos de trabalho móveis e colaborativos que nossos clientes desejam.
[24:57] Por exemplo, agora você pode armazenar PSDs na nuvem, para que possa trabalhar em um único documento em todos os seus dispositivos. Você também pode criar e compartilhar links para esses PSDs na nuvem. Você pode coeditá-los com seus colaboradores e compartilhá-los na web para revisão e comentários. Estamos comprometidos em ajudar as pessoas a criar e trabalhar juntas, não importa como elas queiram trabalhar, e é por isso que na Adobe MAX na semana passada, compartilhamos uma visão para a próxima evolução do Creative Cloud, uma que é tanto sobre se conectar uns com os outros quanto sobre ferramentas criativas.
[25:31] Por décadas, você só podia usar o Photoshop em um computador, e um computador potente. Depois o Photoshop foi para o mobile no iPad, e agora estamos tornando o Photoshop acessível em um navegador web via uma Beta Pública. Graças à estreita colaboração com a equipe do Chrome e da Plataforma Web do Google, a Adobe pode levar a magia do Photoshop para milhões de pessoas em todo o mundo. O Photoshop na Web Beta permite que você acesse fluxos de trabalho de revisão e comentários e teste alguns recursos de edição do Photoshop que estamos pilotando.
[26:06] Seus colaboradores também poderão abrir e visualizar seu trabalho no navegador, fornecer feedback e fazer edições básicas, tudo em um só lugar, sem precisar baixar ou iniciar o aplicativo Photoshop no desktop ou iPad. A colaboração entre Adobe, Google e dentro dos órgãos de padrões ajudou a trazer a funcionalidade necessária para o Photoshop para o navegador. O Web Assembly nos permitiu trazer grandes porções de nossa base de código para a web. Parte desse código depende de exceções para controle de fluxo, a adição de tratamento de exceções de custo zero significa que não há penalidades de desempenho.
[26:43] Para trabalho de alta fidelidade, o Canvas 2D agora é gerenciado por cores e suporta sRGB e o espaço de cores P3. Ler e gravar seus arquivos no disco tinha que parecer natural, e a API Storage Foundation garante que você possa trabalhar em seus PSDs, não importa quão grande ou quantas camadas eles tenham. Ainda estamos no começo da exploração dos recursos de edição do Photoshop na web, e estamos ansiosos pelo feedback da Comunidade Adobe, que nos ajudará a expandir as capacidades e funcionalidades da experiência no navegador.
[27:18] Além do Photoshop na Web Beta, na semana passada também anunciamos o Creative Cloud Spaces e o Creative Cloud Canvas, ambos em Beta Privado. Spaces são um local compartilhado que permite às equipes acessar e organizar todos os seus arquivos de projetos criativos. Canvas é uma nova superfície onde as equipes podem exibir, visualizar e revisar trabalhos criativos juntas. Estamos empolgados com a ideia de dar a todos mais maneiras de acessar nossas ferramentas. Ao trazê-las para a web, estamos ajudando a criar um ambiente mais fluido, mais conectado e mais colaborativo para seus projetos.
[27:54] Este é apenas o começo de uma evolução mais ampla do Creative Cloud. Muito obrigado pelo seu tempo. E agora, Ben vai retomar para falar mais sobre experiências do usuário. Obrigado, Pam, Josh e Aanchal, por nos guiarem por esses destaques. Sabe, o progresso na web geralmente vem em iterações, ano após ano, passo a passo, e por isso é incrível para mim quando podemos dar um passo atrás e refletir sobre o que se tornou possível na plataforma ao longo do tempo, como esses exemplos mostraram.
[28:25] E, à medida que a web ganha novos recursos e capacidades, outro tema que ouvimos é a importância de ajudar os desenvolvedores a obter os melhores resultados possíveis da plataforma web moderna. E uma maneira de fazer isso é o programa Web Vitals, que é o resultado de muita pesquisa para saber o que torna uma experiência web excelente. Com o Core Web Vitals, examinamos de perto muitos fatores que levam a experiências de usuário de alta qualidade e identificamos três medidas quantificáveis que têm um grande impacto.
[28:56] Estas são: um, quão rapidamente um usuário pode ver o conteúdo mais importante de um site; dois, quão rapidamente um usuário pode começar a interagir com esse site; e três, a estabilidade do layout do site ao longo do tempo. Descobrimos que sites que otimizam essas medidas são consistentemente mais bem-sucedidos. Para nos contar mais, gostaria de apresentar Houssein. Obrigado, Ben. Se você quer construir um ótimo site, precisa entender como ele se comporta do ponto de vista de um usuário real.
[29:27] É disso que trata a iniciativa Web Vitals: dar aos desenvolvedores e proprietários de sites as métricas, ferramentas e orientações de que precisam para oferecer uma ótima experiência para cada usuário. No ano passado, anunciamos o Core Web Vitals, um conjunto de três métricas que cobre o desempenho de carregamento, a capacidade de resposta a entradas durante o carregamento e a estabilidade visual do conteúdo, que começarão a ser atendidas em ferramentas fornecidas pelo Google para ajudar os desenvolvedores a construir ótimas experiências de usuário. Então, o que aconteceu no ano passado? Graças aos desenvolvedores em todo o mundo trabalhando duro para melhorar seus sites, o ecossistema como um todo está melhorando constantemente.
[30:04] 20% mais visitas a páginas no Chrome agora atendem totalmente aos limites recomendados do Core Web Vitals em comparação com um ano atrás. E a porcentagem total de visitas a páginas no Chrome que atendem a esses limites agora é de 60%, o que é um grande negócio. Muito desses avanços são resultado direto do trabalho realizado por comunidades de desenvolvedores, incluindo as melhorias que muitos sistemas de gerenciamento de conteúdo, construtores de sites e plataformas de comércio eletrônico fizeram. Na primavera passada, lançamos o novo Relatório de Tecnologia Core Web Vitals para mostrar como os sites construídos nessas plataformas se comportam.
[30:40] Você pode ver que muitos estão acentuadamente para cima e para a direita, com alguns mostrando mais de 200% de melhoria ano a ano. E líderes como Duda e Jimdo ultrapassando 50% das Origens com boas pontuações de Core Web Vitals. Também trabalhamos com alguns frameworks JavaScript populares, incluindo Next.js e Angular, para oferecer as melhores experiências de usuário possíveis sem sacrificar a experiência do desenvolvedor. Estamos chamando a iniciativa de Aurora, e graças ao trabalho que fizemos para estabelecer padrões fortes e otimizar o desempenho, em menos de um ano, vimos aumentos de 91% e 111% no número de Origens móveis Next.js e Angular, respectivamente, que têm boas pontuações de Core Web Vitals.
[31:25] Esse é um progresso incrível em um curto espaço de tempo, e mal podemos esperar para ver um crescimento semelhante em outros ecossistemas de frameworks em um futuro próximo, como o Nuxt. Sabemos que otimizar para o Core Web Vitals ainda pode ser desafiador para o desenvolvedor comum, então temos algumas novas atualizações em nossas ferramentas de desempenho que tornam o processo muito mais fácil. Primeiro, começamos com uma reformulação completa da interface do PageSpeed Insights. O PageSpeed Insights é uma ótima ferramenta porque mostra dados de usuários reais do Chrome UX Report e também executa um relatório do Lighthouse e mostra sugestões e oportunidades de melhoria com base em um carregamento sintético da página em um ambiente de laboratório.
[32:05] A nova interface de usuário deixa muito mais claro quais dados são “Dados de Campo” vindos de experiências de usuários reais, e quais dados são “Dados de Laboratório” vindos do relatório do Lighthouse. Se você quiser verificar uma Pontuação dos Core Web Vitals, deve olhar os dados de campo de usuários reais. Para quem quiser sugestões específicas e acionáveis sobre como melhorar o desempenho, o relatório do Lighthouse é um ótimo ponto de partida. Em seguida, trabalhamos para resolver um ponto cego que nossas ferramentas ainda não conseguiam capturar: os fluxos de usuário. Algumas de nossas ferramentas eram limitadas por avaliar apenas suas páginas durante o carregamento.
[32:37] Eles querem rolar a página para baixo, clicar por aí ou fazer qualquer outra coisa que os usuários normalmente fazem ao navegar na web. Por exemplo, considere um fluxo típico de finalização de compra em que alguém precisa realizar várias ações diferentes para pedir um café, como navegar por várias páginas, adicionar itens a um carrinho e confirmar os detalhes de pagamento. No passado, só conseguíamos medir o desempenho de cada página separadamente, mas pense em quanto mais poderíamos aprender sobre a experiência geral do usuário medindo cada ação e navegação entre elas.
[33:09] Temos o prazer de anunciar que lançamos o suporte para fluxos de usuário no Lighthouse, o que só vai facilitar o diagnóstico de problemas de desempenho dentro de uma jornada do usuário e obter sugestões de como melhorar. O Lighthouse será capaz de distinguir e fornecer relatórios separados para navegações de página, quaisquer interações do usuário que ocorreram durante um determinado período de tempo e instantâneos para representar um estado capturado de uma página. Não é apenas no Lighthouse que estamos introduzindo suporte para analisar fluxos de usuário. Lançamos um Painel Gravador completamente novo no DevTools que também permitirá gravar uma jornada inteira do usuário no seu site e visualizar facilmente todas as ações realizadas pelo usuário diretamente no painel, como navegações, pressionamentos de tecla, cliques em links e assim por diante.
[33:54] Você pode baixar o fluxo de usuário e exportá-lo como um script Puppeteer para testes, reproduzi-lo e até clicar e medir facilmente o rastreamento de desempenho no painel de desempenho. Isso não apenas tornará o processo de entender e depurar interações mais fácil, como também ajudará você a identificar melhor as oportunidades de desempenho ao longo da jornada do usuário. O Painel Gravador está atualmente em estágio de pré-visualização, e a equipe está trabalhando ativamente nele, então fique atento a mais recursos. Todas as nossas ferramentas foram fundamentais para como as métricas dos Core Web Vitals ajudaram os desenvolvedores a ter sucesso na melhoria das experiências do usuário em milhões de sites ao redor do mundo, e todas essas novas mudanças contribuirão muito para ajudar você a entender precisamente onde e como pode continuar melhorando.
[34:41] Agora, o que vem a seguir para as próprias métricas dos Core Web Vitals? Bem, há mais em ótimas experiências do usuário do que apenas três áreas. Estamos trabalhando duro para preencher as lacunas que o conjunto atual de métricas ainda não aborda. Estamos animados em apresentar duas novas métricas com as quais temos experimentado e que acreditamos que melhorarão como a experiência do usuário é medida na web, e adoraríamos receber seu feedback sobre elas. A primeira é uma métrica para medir a Responsividade Geral de Entrada. Hoje, medimos a responsividade da primeira entrada do usuário, mas, idealmente, queremos estender isso para capturar cada entrada do usuário desde o momento em que ele chega ao seu site até o momento em que sai.
[35:22] Também fizemos melhorias nas APIs que capturam o tempo de eventos, para que possamos monitorar melhor o ciclo de vida completo do evento e lidar melhor com entradas complexas do usuário que acionam mais de um evento. A segunda métrica mede a suavidade de rolagem e animação. Tenho certeza de que todos já tivemos experiências em que uma página trava ou congela durante a rolagem ou animações. Queremos entender melhor com que frequência isso acontece e quão grave é. Ainda estamos trabalhando em ambas as métricas, e adoraríamos ouvir seu feedback.
[35:53] Esses artigos explicam nosso pensamento atual em detalhes, então dê uma lida neles e pense em como usá-los pode ajudar a melhorar a experiência do usuário do seu site. Fique à vontade para nos enviar um e-mail se tiver alguma ideia ou sugestão. Estamos animados com todos os avanços feitos para ajudar os desenvolvedores a ter sucesso na construção de experiências rápidas e agradáveis para seus usuários, nas próprias métricas, da comunidade e diretamente em muitas ferramentas e plataformas. Se ainda não o fez, acesse o PageSpeed Insights para ver como seu site pontua nas métricas dos Core Web Vitals.
[36:25] Também temos várias outras ótimas ferramentas que você também pode usar para monitorar e otimizar continuamente o desempenho do seu site, então não deixe de conferi-las para ver qual funciona melhor para você. Agora, vou passar a palavra de volta para Ben antes de compartilharmos algumas atualizações empolgantes sobre design de UX. Obrigado, Houssein. Estou muito animado para ver como os Core Web Vitals evoluem nos próximos anos. É claro que experiências web de qualidade vão além de apenas medição e otimização. Elas exigem os esforços de designers e desenvolvedores apaixonados que trabalham nos bastidores para criar interfaces digitais encantadoras, e precisam estar armados com as ferramentas e capacidades certas para fazer isso.
[37:04] Alguns anos atrás, um grupo de engenheiros começou a repensar o suporte do Chromium para HTML, CSS e Gráficos, o que levou a um esforço chamado RenderingNG, uma refatoração ambiciosa do mecanismo de renderização do Chromium. Esse trabalho agora foi amplamente implementado, e está possibilitando uma grande evolução no design da experiência do usuário na web. Para nos contar mais, vou passar a palavra para Una. Obrigada. Tudo o que falamos hoje volta para a experiência do usuário.
[37:36] Privacidade, medição, capacidades web de próxima geração, trabalhando juntos para criar experiências melhores que se alinhem com nossa visão para a web, enquanto damos aos desenvolvedores as ferramentas e capacidades de que precisam para construí-las. Então, hoje, estou animado para compartilhar uma tonelada de atualizações e mudanças que estão por vir para estilização de UI e DevTools. Primeiro, vamos falar sobre design responsivo e como ele está evoluindo. O design responsivo não se trata mais apenas de garantir que uma interface fique boa tanto em desktops quanto em dispositivos móveis. Os desenvolvedores agora têm as ferramentas para realmente criar experiências de usuário personalizadas com base em preferências personalizadas do usuário em um modelo de arquitetura orientada a componentes.
[38:14] Estamos chamando isso de O Novo Responsivo, e inclui ser responsivo ao usuário, com consultas de preferência do usuário e modalidades como modo escuro e prefers-reduced-motion, ser responsivo a novos fatores de forma como dispositivos dobráveis, que permitem funcionalidade de múltiplas telas, e ser responsivo a outros componentes na página com consultas de contêiner. Esse é um recurso que tem sido muito solicitado pelos desenvolvedores. Estamos trabalhando com o grupo de trabalho CSS para especificar esse recurso e conseguimos desbloquear a implementação por meio de mudanças recentes no Mecanismo de Renderização do Chrome.
[38:44] A nova especificação de consultas de contêiner permite acessar a largura de um elemento pai para tomar decisões de estilo para seus filhos. Você pode até aninhar consultas de contêiner e criar consultas nomeadas para facilitar o acesso e a organização. Vamos ver um exemplo. Aqui está um botão “Adicionar ao Carrinho” responsivo que posso colocar em qualquer lugar do contêiner. Então, quando o coloco dentro deste cartão de produto, que também é um contêiner, posso consultar o próprio cartão de produto para reestilizar o botão já responsivo e movê-lo de alinhado ao centro para alinhado à esquerda.
[39:15] Isso pode parecer fácil na superfície, mas é algo que antes não era possível sem muito script pesado, o que atrasaria significativamente sua página. Estamos trabalhando com a comunidade de código aberto para fornecer um polyfill para consultas de contêiner enquanto construímos o recurso na plataforma. Usar consultas de contêiner torna suas interfaces muito mais flexíveis. Os componentes possuem todos os seus estilos responsivos individuais exatamente onde estão, e não dependem da viewport global para ajustar estilos. Essa é uma mudança enorme de paradigma para desenvolvimentos baseados em componentes, e estamos animados para ver como você aproveita ao máximo esse novo recurso.
[39:48] Se você quiser experimentar, as consultas de contêiner agora estão disponíveis para teste por trás de uma flag no Chrome Canary. E, por causa dessa grande mudança, temos trabalhado duro para apoiar você fornecendo DevTools que permitem depurar e estilizar com consultas de contêiner à medida que o recurso é lançado. Aqui, você vê que o DevTools está indicando onde está o contêiner do filho e destacando os estilos aplicados por ele. Falando em DevTools responsivos, lançamos várias novas ferramentas este ano para melhor depuração de layout. As ferramentas de layout para Grid agora permitem adicionar nomes a linhas de grade específicas e também mostram o tamanho das suas áreas de Grid.
[40:24] Também adoro as novas ferramentas dinâmicas para Flexbox e Grid. Elas permitem que você veja o que diferentes valores de propriedade fazem na página e dão a capacidade de alterar facilmente as regras de layout com o clique de um botão. Essas novas DevTools são projetadas para tornar o Layout CSS mais fácil de visualizar e entender, o que libera mais tempo para construir novos recursos para seus usuários e menos tempo procurando as diferenças entre justify e align. Outra maneira de ajudar a simplificar o processo é lançando os padrões web.dev, uma coleção de padrões de UI prontos para usar que você pode usar em seus projetos web.
[40:57] Para ajudar você a começar rapidamente a construir a base da sua UI, adicionamos padrões de layout para tudo, desde grandes spreads de página inteira e conjuntos de cartões até layouts menores que podem viver dentro desses layouts maiores, como os próprios cartões. Todos esses padrões usam CSS Grid, Flexbox ou consultas de contêiner para mostrar com que rapidez você pode pegar essas ferramentas e construir interfaces do zero. Também fizemos parceria com Jeremy Keith da Clearleft para lançar “Aprenda Design Responsivo” no web.dev. Este é um curso online gratuito com tudo o que você precisa saber sobre design para a nova web responsiva de hoje.
[41:31] Você aprenderá sobre temas, direção de arte, propriedades lógicas para internacionalização, utilização de consultas de preferência e muito mais. Hoje, estamos lançando os primeiros módulos do curso em web.dev/learn/design, com mais por vir nas próximas semanas. Também estamos atualizando nosso curso “Aprenda CSS” com seis novos módulos. “Aprenda CSS” é outro curso gratuito e sempre atualizado e referência no web.dev onde você pode elevar seu conhecimento de CSS e testar suas habilidades. Lançamos os primeiros 24 módulos no Google I/O deste ano, e agora estamos introduzindo listas, planos de fundo, transições, texto e tipografia, consultas de mídia e mais.
[42:07] Não deixe de conferir esses novos módulos e mergulhe quando estiver pronto. Também estamos trabalhando para lançar alguns novos recursos em CSS. Além das consultas de contêiner, nossa equipe está pensando em como introduzir estilos com escopo e camadas em cascata. Eles ainda não estão prontos. Estamos animados para trabalhar com você e a comunidade web nos próximos meses para impulsioná-los. Temos uma nova API particularmente divertida que está pronta para exploração, e é a Scroll Timeline. Antes, você podia criar animações CSS com base em tempo e movidas ao longo de um período de tempo.
[42:38] A Scroll Timeline permite definir deslocamentos e tempos baseados em rolagem para animações. Isso significa que você pode definir um elemento para animar conforme você rola para baixo ou horizontalmente em uma página. Muito legal. Você pode explorar a Scroll Timeline usando a flag de recursos experimentais da plataforma web no Canary. Temos outra adição empolgante que recentemente alcançou seu primeiro rascunho público de trabalho, e é o aninhamento CSS. O aninhamento é um açúcar sintático que traz um dos recursos mais populares dos pré-processadores CSS para a web, empilhando seus estilos para uma experiência de desenvolvedor mais limpa.
[43:11] Embora a especificação de aninhamento permita manter seus estilos menores e mais encapsulados, recomendamos não ultrapassar três níveis de profundidade para garantir o melhor desempenho. Também lançamos a propriedade size-adjust para tipografia. Isso é particularmente útil para evitar o Cumulative Layout Shift para Core Web Vitals, pois você pode ajustar a fonte padrão para corresponder melhor à sua web font. Isso causa menos instabilidade enquanto a web font carrega. E, por último, mas não menos importante, o accent-color acabou de chegar ao Chromium e ao Firefox estável. O accent-color é um superpoder de uma linha do CSS que dá aos seus controles de formulário, como checkboxes e radios, uma cor de tema para combinar com sua marca.
[43:47] Recebemos muitos pedidos de recursos de desenvolvedores e usuários, mas um é claramente o favorito, especialmente para aqueles de vocês que adoram navegar na web à noite. O Modo Escuro é um recurso popular que estamos animados para desenvolver, e não porque vocês pediram, mas porque seu impacto vai além da interface do usuário. Temas escuros demonstraram economias mensuráveis de bateria em comparação com suas contrapartes de tema claro em dispositivos OLED. Em nosso estudo de laboratório com um único dispositivo Pixel 6, encontramos uma indicação de que a 60% de brilho, o tema escuro usou 11% menos energia do que os temas claros para telas OLED.
[44:23] E é um recurso que os usuários também adoram. Quando o Twitter lançou a primeira prévia do seu novo Twitter progressive web app, todos disseram: “Uau, é novo e rápido, mas cadê o modo escuro?” Eles pesquisaram os usuários sobre o que precisavam adicionar, e os usuários disseram três coisas: modo escuro, um seletor de emojis e mais modo escuro. Então é meio que um grande negócio para muitos usuários muito vocais. Para criar um tema escuro, recomendamos usar propriedades personalizadas do CSS e o recurso de mídia “prefers-color-scheme”, que é suportado em todos os navegadores evergreen.
[44:53] Isso permite trocar as cores do tema com base no que seus usuários preferem, uma parte central do nosso novo framework responsivo e conjunto de metas. Se você precisar de ajuda para configurar o modo escuro do jeito que gosta, há excelentes orientações da equipe do Material Design por meio de sua pesquisa sobre a criação de belos temas escuros. Isso inclui como ajustar a profundidade usando luminosidade em vez de sombras, como ajustar a vibração das cores para reduzir a vibração visual e mais. Para facilitar ainda mais para sua equipe, o Chrome está trabalhando em um recurso de algoritmo de escurecimento automático auxiliado por aprendizado de máquina. Esse recurso incluirá sites escurecidos automaticamente, juntamente com algumas opções para desativar a funcionalidade de escurecimento automático em um nível mais granular.
[45:31] Ainda estamos nos estágios iniciais do desenvolvimento do recurso, e precisamos da sua ajuda para acertar. Para experimentá-lo agora, abra o Painel de Renderização do DevTools no Chrome Canary e ative a Emulação de Modo Escuro Automático. Confira o link para saber mais e nos dar sua opinião. Agora, vou passar de volta para Ben uma última vez. Obrigado, Una. Você sabe, vimos muitas mudanças na web no ano passado, e continuamos mais otimistas do que nunca sobre o futuro da plataforma nas áreas que acabamos de falar e mais. Nos próximos anos, você pode esperar nos ver continuar a trabalhar duro para tornar a web mais privada e poderosa e fornecer aos desenvolvedores melhores ferramentas e orientações para criar experiências de alta qualidade para pessoas em todo o mundo.
[46:17] Parte do que torna a web tão especial é que ela é um ecossistema aberto e descentralizado, que apresenta muitas maneiras para qualquer pessoa se envolver para ajudar a moldar seu futuro. Convidamos você a participar desse esforço, seja por meio do projeto de código aberto Chromium, do W3C e outros órgãos de padrões, ou simplesmente nos acompanhando no web.dev e na nossa conta do Twitter @ChromiumDev. E, nas próximas duas semanas, como parte deste CDS 2021 virtual, estamos organizando vários workshops, lounges de aprendizado em grupo e horários de atendimento individuais onde você pode se envolver diretamente com a equipe do Chrome, auditar seus próprios sites com orientação especializada, nos dar feedback e compartilhar suas ideias para o futuro da web.
[47:00] E, com isso, obrigado por assistir, e espero ver vocês novamente em pessoa em breve em um futuro evento Chrome Dev Summit. Até então.
Ver a transcrição original em inglês
[0:24] Hello, and welcome to a very virtual Chrome Dev Summit 2021. I’m Ben, and in the next few minutes, my colleagues and I, along with a few guests, will share some of the highlights of our work over the past year to improve the web. In 2008, Chrome launched a vision the web could be more than just rich documents, that it could enable fast, safe and powerful applications across devices available instantly with just the click of a link. This vision of the web has become more relevant than ever during the pandemic, as people around the world realize how powerful the web platform has become, and look increasingly to the web and their browser to get things done every day.
[1:07] And the web's continued success is only possible because it's continued to evolve through the years, adapting as technology advances and as people’s expectations shift. As we at Google help evolve the web, we strive for transparency and openness in all that we do, collaborating closely with developers, users, and the rest of the ecosystem. Now, this theme of web evolution is the central one for this video, and we’re gonna highlight a number of examples that represent the web's continual progress.
[1:43] One of the most important of these themes comes from feedback we consistently receive from web developers, both via surveys and individual conversations, and this theme is the importance of cross-browser compatibility. Now, of course, this theme isn’t new, and through the years, the Chrome team has joined with others on various initiatives to help. Recent examples include the Web Platform Test Project, which is a comprehensive cross-browser test suite for new web platform features, hosted on GitHub, and the Open Web Docs initiative that brings together a large coalition to collaboratively contribute to the web platform documentation that’s hosted on Mozilla’s Developer Network.
[2:25] This year, we’ve added a new initiative to the list, a cross-browser effort called Compat 2021 that’s focused on improving compatibility in five key areas of the web, all related, shockingly, to CSS. To measure our progress, the Compat 2021 team was able to use the aforementioned Web Platform Test project to quantify compatibility scores for these areas across the latest development builds of Chrome, Edge, Firefox, and Safari.
[2:58] Now, while we’re not done yet, we’ve already seen significant improvement since March, and we’ll keep pushing to make the web much more compatible in these and other critical areas. Another area in which the web is evolving is privacy, as we seek to curtail third-party tracking practices while preserving important and critical capabilities that enable a vibrant, global web ecosystem. To tell us more, I’d like to introduce my colleague Barb. Thank you, Ben.
[3:30] We believe it’s important for people to be in control of their information, including their online activity. Most users believe it’s important too, with privacy concerns increasingly driving choices about what people do online. We also see regulations around the world stepping up privacy requirements rapidly. And, yet, it’s difficult for developers to meet growing expectations for privacy, when so many capabilities rely on third-party cookies and other cross-site tracking mechanisms that weren’t designed with privacy in mind.
[4:07] We need new technologies for a modern, privacy-focused web, and that’s what the Privacy Sandbox is about. We’re working with the web community and industry stakeholders to develop new privacy-preserving technologies that can support a healthy, sustainable ecosystem. This includes purpose-built APIs to support advertising, which is a critical part of the ecosystem and funds much of the web's content, as well as many other capabilities that modern sites need, like fraud detection, identity, or content that’s customized to a user’s device.
[4:46] Now, let’s take a minute to clarify what we mean by purpose-built APIs. Many of the use cases that I just mentioned were never really built into the web platform but layered over it using general purpose technologies like third-party cookies. The browser has no way to tell whether you’re using third-party cookies for something helpful, like providing a customized experience or keeping a user logged in, or for cross-site tracking. By designing APIs for each specific use case, we can ensure appropriate privacy protections, give people more useful controls, and ideally, make each API better at what it does over time.
[5:26] Once these new APIs are in place, we’ll make sure that developers have time to adopt them, so that we can safely phase out support for third-party cookies in Chrome while continuing our work to mitigate other types of tracking so cross-site tracking doesn’t simply shift from third-party cookies to covert methods. To make this complex project easier to follow, we’re sharing progress in two places. privacysandbox.com explains the vision, goals, and concepts behind this initiative.
[5:57] It also includes a high-level timeline that we’re updating every month. The timeline links to each technology we’re working to test and launch, and lays out a stage plan for phasing out third-party cookies in Chrome. The second resource is the Privacy Sandbox section at developer.chrome.com. Here, you’ll find more technical detail and implementation guidance, including a blog with the latest updates for developers. We've just added a post with all the links and updates from this session.
[6:29] Now, we talk a lot about the importance of collaboration in this project, and I’d like to show you what that looks like at each stage of development. I'll mention some APIs as examples, but the broader idea is to illustrate how ecosystem involvement is shaping this work. This process will be familiar to many of you in the web development community, but the Privacy Sandbox is bringing a lot of newcomers to this process, including industry stakeholders who will use these purpose-built APIs and whose expertise is critical in their development.
[7:06] The first stage of the process is discussion, where anyone can propose and weigh in on ideas for new technologies. There have been dozens of privacy-preserving proposals offered by Chrome and others over the last couple of years. They’re all online, so you can read them, ask questions, offer ideas to improve them and see what others are saying. To find live conversations where all of the proposed solutions are being discussed and debated together, there are a number of W3C groups that you can join or monitor, depending on the types of use cases you’re interested in.
[7:40] Here’s one example to illustrate how involved this discussion stage can get. FLEDGE is a proposal to support interest-based advertising without cross-site tracking. With valuable input from privacy advocates and many industry stakeholders, FLEDGE has evolved from two previous proposals, with more than 100 organizations joining W3C meetings to help refine the current version and over 200 online discussion threads. There have also been more than half a dozen other proposals in the same solution space.
[8:12] Through continued incubation, we hope we’ll reach consensus on a path forward, and at the same time, we’re starting developer testing for the initial version of FLEDGE behind a flag in Chrome so that developers can get their hands on it. Not all of these proposals will go through such an intense incubation period. Some will move much more quickly, but there’s a lot of innovation happening here. These are new ideas, and it can take a lot of work to get them right. The next stage is testing. There are already a handful of proposals ready for developer testing today, and you can expect more as we head into 2022.
[8:49] And don’t be surprised to see some iterative cycles of discussion and testing. Testing is important precisely because it surfaces issues or gaps that may require more work. Testing in Chrome usually starts with a feature behind a flag for developers to test locally. This means you need to turn it on in your browser to try it out. This code is often very fresh, so you can expect to find some issues. And then Origin Trials, each running for a limited time with a limited population of Chrome users.
[9:21] Origin Trials are public and open to all developers. You just need to register to opt-in your site or service. This is when we get actionable feedback from developers on what works, what doesn’t, and where those gaps are. Success at this stage depends not only on developers doing hands-on testing, but on their being willing to share what they learn. For example, Yahoo! Japan recently published a detailed analysis of their test of the Attribution Reporting API, highlighting areas for improvement, like the need for a better way to deliver conversion reports, which has now been added.
[9:59] These are the sorts of things that turn up once developers get their hands on an API. We also hope to see companies talking about their approach to testing and how they expect to use an API. During the Origin Trial for the first version of FLoC, a proposal to support interest-based advertising and content, we were pleased to see companies like CafeMedia publishing their analysis and insights so that others could see what they’d learned. And Chrome tests aren’t the only way to explore how new technologies might work.
[10:30] Some companies are also building simulations based on Privacy Sandbox concepts. Advertising platform Criteo recently ran a competition with more than 150 teams testing different machine learning models to evaluate how differential privacy concepts such as noise insertion and aggregation might impact advertising performance. It’s helpful to examine these concepts since they underlie several of the Privacy Sandbox APIs. We are truly appreciative of the companies investing their time to test these new technologies, and of their being willing to share their perspectives and learnings publicly.
[11:09] Now, once an API is tested and ready for general use in Chrome, we'll announce the launch and make sure public documentation is ready for scaled adoption. User-Agent Client Hints, or UA-CH, launched in Chrome earlier this year and is now ready to scale. It's part of the Privacy Sandbox workstream to reduce covert tracking, such as browser fingerprinting. But first, let’s back up and take a look at the legacy mechanism it’s replacing. Like cookies, the User-Agent string is an early web feature.
[11:43] By default, it provides a lot of information about the user's browser and device, making it a readily available surface for fingerprinting. It also has a format that can be a headache to parse. We recently announced plans to reduce the granularity of information available in Chrome’s User-Agent string starting in April of 2022. To get that information in the future, you’ll need to transition to User-Agent Client Hints. It'll give you some information by default, which may cover most of your use cases, with more detailed information on request in a straightforward format.
[12:18] We were happy to make this ergonomic improvement for developers, while at the same time moving the majority of User-Agent information from an available by default model to an on request model. That way, you can request only the information you need, which is good practice today and the pattern we want to set for the future. So let's go back to the timeline I showed you a moment ago. Gradual UA string reduction starts in April of 2022. The replacement solution, User-Agent Client Hints, has been launched and ready for scaled adoption since March.
[12:54] So you can begin testing and migrating to it any time now. To help with that, there’s an Origin Trial to opt in to the reduced UA string early, so that you can see what that future state will look like. And if it turns out that you need more time, you’ll be able to opt in to keep using the User-Agent string as-is through March 2023. The details of this plan are all online, and while the scaled adoption stage might not look exactly like this for other APIs, you can expect to see consistency in the overall approach.
[13:31] We’ll continue to explain what’s happening, provide as much visibility as we can, encourage your involvement and hear your input. We appreciate all contributions to this complex and vitally important project as we seek to create durable web features with broad utility and strong privacy protections for users. It’s worth this effort to get the foundations right. And Ben, I will hand it back to you. Thanks, Barb.
[14:02] The Privacy Sandbox is one of the largest efforts we’ve seen to evolve the web. We believe that it’s critically important to help ensure the web’s continued health and success for decades to come. The next theme we’ll highlight is web capabilities. Over the past several years, the web’s gained a number of powerful new integrations that enable web apps to do more. We’ve been heavily involved in this with the Fugu Project, collaborating with others in the ecosystem to unlock things like secure file system access and rich integration with operating system launchers.
[14:37] And as the web has gained these new capabilities, developers have embraced them in compelling ways. To tell us more, I’d like to introduce my colleague Aanchal. Thanks, Ben. Before we dive in, take a couple of seconds to look around you. No, really. Look closely at your surroundings. Most of you are probably at home right now, a place that, in the last couple of years, has transformed into a buzzing, tech-driven hub.
[15:08] Our kids have turned the dining room into a virtual classroom, we’ve turned the kitchen into our office, and we’re all connecting with family and friends in living rooms around the world. The pivot to virtual has had profound impact on how we live and work. In particular, it’s the world of video and creation that has seen a powerful shift in norms. From casual creators to professional designers, there’s real-time editing, sharing and collaboration, but it’s entirely virtual.
[15:39] Hosting and attending video conference calls from some part of the house is now a regular part of our day, and let’s be honest, we’ve been streaming and binge-watching more content than we ever thought possible. Our team has worked hard to unlock new powers for the web, whether you’re taking your existing experience to the next level, or building something that’s cutting edge and never been done before. We’re inspired and grateful to see how our partners around the world are building web experiences that enable creativity, expression, communication, entertainment and so much more.
[16:14] One example is Kapwing. Kapwing is a collaborative video editor with more than three million monthly active users processing 100,000 videos a day. To tell you more, I’d like to invite a special guest, Josh Grossberg. Hi, I’m Josh, CTO at Kapwing. Kapwing is a web-based collaborative video editor designed mainly for casual creatives like game streamers, musicians, YouTube creators and memers. We’re also a go-to resource for business owners who need an easy way to produce their own social content, like Facebook and Instagram ads.
[16:48] People usually discover us by searching for a specific task, like “how to trim a video,” “add music to my video,” or “resize a video.” Kapwing lets users instantly do what they search for with one click. There's no added friction by making them navigate to an app store to download an app. The web makes it simpler for people to search for precisely what they need help with, and then do it. The fact that we pay $0 in paid acquisition is a testament to how well this strategy has worked. And, after that first click, they can do a whole lot more.
[17:18] They can explore free templates, add new layers of free stock videos, insert subtitles and transcribe videos, and upload background music. Also, it’s simple for users to collaborate on Kapwing with friends and colleagues, regardless of their device or operating system. Just click “Share,” get a share link and send it to your collaborator. All they have to do is click the link and they are editing with you. And, because supporting different devices and OSs takes minimal work on the web, it’s the ideal environment to enable this level of collaboration.
[17:51] Editing videos in Kapwing works easily and seamlessly in all modern browsers. High-performance editing requires all of our users’ content to live on the client, avoiding the network whenever possible. For that, we use IndexedDB. Web sockets enables real-time collaboration users expect in modern web apps. To generate waveforms and allow users to splice together audio in exactly the right place, we use the Web Audio API. The Media Recorder API allows users to simultaneously record their webcam and screen, perfect for catching facial expressions when creating screencasts, Web Workers allow us to offload computationally intensive work, removing the background from videos without affecting the performance of the main thread.
[18:35] And, of course, we’ve built Kapwing as a PWA, so once users have found it from search, it’s installable, and coming back to it is as easy as launching it from their desktop. In the future we’re excited to use Web Codecs to accelerate our frame drawings, use WebGL to enable more sophisticated animations, and use Media Source Extensions to have more seamless transitions from clip to clip. None of these APIs are brand new, but when combined together, they make it a lot easier for our users to collaborate with each other and quickly bring their ideas to life.
[19:09] For us, the web gives us a streamlined way to reach and engage more users. Back to you, Aanchal. Thanks, Josh. If you’re looking to create a serious meme, you know where to go. I highly recommend trying out Kapwing. It’s really easy to use. And now onto a web feature we’re all more than familiar with: Video Conferencing. It’ll be hard to find someone who hasn’t clicked on a Zoom meeting in the last two years. In 2020, Zoom saw a huge influx of people using its web app to chat and connect online for virtual happy hours, group workshops, online webinars, you name it.
[19:48] Zoom took this opportunity to improve their web experience with a PWA, and to provide a more comparable experience to their native apps. It was also a chance for Zoom to offer its millions of Chrome OS users a powerful alternative to their Chrome app. They’re using the new WebCodecs API for video encoding and decoding, which improves the performance and enhances the user experience with fast, clean video. Link capturing ensures that when a user clicks on a link to a Zoom meeting in their email, it opens in the PWA and not in a browser tab.
[20:25] And, for Chrome OS users, managed configurations allow enterprises to easily install the PWA across the workforce. Just one month after launching the PWA, Zoom saw 16.9 million new users join web meetings, which amounts to an increase of seven million year-over-year. With developments in WebRTC and Fugu APIs, audio and video call experiences previously not possible are now available. Apple has brought FaceTime links to the web for Android and Windows users so people can join a FaceTime call from their web browser.
[21:02] And we have the Google Meet PWA to thank for this keynote. We collaborated and created everything you see today on several Google Meet web calls, and I mean several, then produced it remotely in a studio, and you’re most likely watching it on YouTube at home. The Meet team shipped custom backgrounds and light adjustments in their PWA using WASM SIMD and WebGL. This has drastically improved the speed as well as the video and audio quality. And better video and audio aren’t all work and no play.
[21:36] The world of entertainment and social media is thriving on the web. YouTube Premium is a paid subscription enabling members to watch YouTube ad-free, play videos in the background and download videos to watch offline. Watching videos offline on laptops and hybrid devices was one of the top requested features from YouTube Premium users. To make this possible, they added everything necessary to turn their site into an installable PWA. For the offline experience, they use a combination of service workers, cache storage, and IndexedDB.
[22:11] Of course, the team focused on more than just the offline experience. For example, they use the Web Share APIs so users can share links to videos with other installed apps on the device, and navigation preload to increase service worker performance. They're running an experiment to enable YouTube Premium users to download videos that can be watched offline on Chrome, Edge or Opera. They’re looking forward to delighting Premium users with the new feature soon. I can’t talk about social and entertainment without mentioning short-form videos.
[22:46] That's where TikTok is leading the way. TikTok views the web as a channel to acquire more users, keep them happy, and they focused on creating a multi-form-factor, frictionless experience. They’ve optimized the performance of their web app using Workbox to prefetch videos to reduce any lag as users transition between videos. They’ve also expanded the PWA to desktop, leaning in on the web superpower of building just once and making TikTok available and accessible on any device.
[23:19] With these improvements across mobile and desktop, TikTok has seen the traffic from search has improved by 10x. As you can see, web on desktop has seen path-breaking innovation in the last years. Users now have access to complex creativity and productivity tools that are enabling instant expression and collaboration. There’s a powerful web app for every use case whether you’re learning something new, talking to your boss, or simply creating something beautiful.
[23:51] And that brings us to some exciting news that I'm thrilled to share with you. After nearly three years of an ongoing strong partnership with Adobe, many flagship apps in the Adobe Creative Cloud Suite are soon coming to the web. Bringing advanced features and capabilities to the platform would be incomplete without real use by companies like Adobe that are pushing the edge of what’s possible. We believe these collaborations benefit all developers, opening up new opportunities to create incredible experiences for their users.
[24:24] And now I’d like to welcome another special guest, Pam Clark, VP of Product Management and Strategy for Adobe Photoshop, to tell us more about these launches. Hello, everyone. I’m excited to be here with you at Chrome Dev Summit. At Adobe, we believe creativity and collaboration go hand in hand, and over the past year, we’ve made lots of advancements to products like Photoshop to support the kinds of mobile and collaborative workflows our customers want.
[24:57] For instance, you can now store PSDs in the cloud, so you can work on a single document across all of your devices. You can also create and share links to those PSDs in the cloud. You can co-edit them with your collaborators and share them on the web for review and comment. We are committed to helping people create and work together, no matter how they want to work, which is why at Adobe MAX last week, we shared a vision for the next evolution of Creative Cloud, one that is as much about connecting with each other as it is about creative tools.
[25:31] For decades, you could only use Photoshop on a computer, a powerful computer at that. Then Photoshop went mobile on the iPad, and now we’re making Photoshop accessible in a web browser via a Public Beta. Thanks to the close collaboration with the Chrome and Web Platform Team at Google, Adobe is able to bring Photoshop magic to millions more people around the globe. The Photoshop on Web Beta allows you to access review and comment workflows and test out some Photoshop editing features we are piloting.
[26:06] Your collaborators will also be able to open and view your work in the browser, provide feedback, and make basic edits, all in one place, without having to download or launch the Photoshop application on the desktop or iPad. The collaboration between Adobe, Google, and within the standards bodies helped bring the functionality needed for Photoshop into the browser. Web Assembly allowed us to bring large portions of our codebase to the web. Some of that code relies on exceptions for flow control, the addition of zero-cost exception handling means there’s no performance penalties.
[26:43] For high fidelity work, Canvas 2D is now color-managed and supports sRGB and the P3 color space. Reading and writing your files to disk had to feel natural, and the Storage Foundation API ensures that you can work on your PSDs no matter how big or how many layers they have. We are still at the beginning of exploring Photoshop editing features on the web, and we are looking forward to the feedback from the Adobe Community, which will help us grow the capabilities and functionality of the browser experience.
[27:18] In addition to Photoshop on Web Beta, last week we also announced Creative Cloud Spaces and Creative Cloud Canvas, both in Private Beta. Spaces are a shared place that allows teams to access and organize all their creative project files. Canvas is a new surface where teams can display, visualize, and review creative work together. We are excited by the idea of giving everyone more ways to access our tools. By bringing them to the web, we are helping to create a more fluid, more connected and more collaborative environment for your projects.
[27:54] This is just the beginning of a broader evolution of Creative Cloud. Thanks so much for your time. And, now, Ben will pick things back up to talk some more about user experiences. Thanks, Pam, Josh and Aanchal, for walking us through these highlights. You know, progress on the web generally comes in iterations, year-over-year, step by step, and so it’s amazing to me when we can take a step back and reflect on what’s become possible in the platform over time, as these examples have shown.
[28:25] And, as the web gains new features and capabilities, another theme we hear is the importance of helping developers get the best results they can out of the modern web platform. And one way we’re doing this is the Web Vitals program, which is the result of much research to know what makes a web experience great. With Core Web Vitals, we closely examined many factors that lead to high-quality user experiences, and we identified three quantifiable measures that have a big impact.
[28:56] These are, one, how quickly a user can see a site’s most important content; two, how quickly a user can start to interact with that site; and three, the stability of the site’s layout over time. We found websites optimizing these measures are consistently more successful. To tell us more, I’d like to introduce Houssein. Thanks, Ben. If you want to build a great website, you need to understand how it performs from a real user’s point of view.
[29:27] That’s what the Web Vitals initiative is all about, giving developers and site owners the metrics, tools and guidance they need to deliver a great experience for every user. Last year, we announced Core Web Vitals, a set of three metrics that covers loading performance, input responsiveness during load, and the visual stability of content will begin to be serviced across tools provided by Google to help developers build great user experiences. So what’s happened in the past year? Thanks to developers around the world working hard on improving their sites, the ecosystem as a whole is steadily improving.
[30:04] 20% more page visits in Chrome now fully meet the recommended Core Web Vitals thresholds compared to a year ago. And the total percentage of page visits in Chrome that meet these thresholds is now 60%, which is a big deal. Much of these advancements are a direct result of the work being done by developer communities, including the improvements that many content management systems, website builders, and e-commerce platforms have made. This past spring, we launched the new Core Web Vitals Technology Report to show how sites built on these platforms perform.
[30:40] You can see that many are sharply up and to the right with some showing more than 200% improvement year-on-year. And leaders like Duda and Jimdo surpassing 50% of Origins with good Core Web Vitals scores. We've also worked with some popular JavaScript frameworks, including Next.js and Angular, to deliver the best user experiences possible without sacrificing developer experience. We’re calling the initiative Aurora, and thanks to the work we’ve done to land strong defaults and optimize performance, in less than a year, we’ve seen 91% and 111% increases in the number of mobile Next.js and Angular Origins, respectively, that have good Core Web Vitals scores.
[31:25] That's incredible progress in a short time span, and we can’t wait to see similar growth in other framework ecosystems in the near future, like Nuxt. We know optimizing for Core Web Vitals can still be challenging for the everyday developer, so we’ve got a couple of new updates to our performance tooling that make the process a lot easier. First, we started with a complete revamp of the PageSpeed Insights UI. PageSpeed Insights is a great tool because it’ll show you real-user data from the Chrome UX Report, and it’ll also run a Lighthouse report and show suggestions and opportunities to improve based on a synthetic load of the page in a lab environment.
[32:05] The new UI makes it much clearer which data is “Field Data” coming from real-user experiences, and which data is “Lab Data” coming from the Lighthouse report. If you want to check a Core Web Vital Score, you should look at real user field data. For anyone who wants specific, actionable suggestions for how to improve performance, the Lighthouse report is a great place to start. Next up, we’ve worked on addressing a blind spot that our tooling hasn’t been able to capture yet: user flows. Some of our tools have been limited by only assessing your pages during load.
[32:37] They want to scroll down the page, click around, or do anything else users typically do as they browse the web. For example, consider a typical checkout flow where someone needs to perform a number of different actions to order some coffee, like navigating through several pages, adding items to a cart, and confirming their payment details. In the past, we could only measure the performance of each page separately, but think about how much more we could learn about the overall user experience by measuring every action and navigation in between.
[33:09] We’re glad to announce we’ve rolled out support for user flows in Lighthouse, which will only make it easier to diagnose performance issues within a user journey and get suggestions for how to improve. Lighthouse will be able to distinguish and provide separate reports for page navigations, any user interactions that occurred during a given time span, and snapshots to represent a captured state of a page. It’s not just Lighthouse where we’re introducing support to analyzing user flows. We launched a completely new Recorder Panel in DevTools that will also let you record an entire user journey on your website and easily view all the actions taken by the user directly in the panel, such as navigations, key presses, link clicks and so on.
[33:54] You can download the user flow and export it as a Puppeteer script for testing, replay it, and even click and easily measure the performance trace in the performance panel. Not only will this make the process of understanding and debugging interactions easier, it will also help you better identify performance opportunities throughout the user journey. The Recorder Panel is currently in the preview stage, and the team is working on it actively, so stay tuned for more features. All our tooling has been instrumental to how the Core Web Vitals metrics have helped developers succeed in improving the user experiences of millions of sites around the world, and all of these new changes will go a long way to help you understand precisely where and how you can keep getting better.
[34:41] Now, what’s next for the Core Web Vitals metrics themselves? Well, there's more to great user experiences than just three areas. We’re working hard to fill the gaps that the current set of metrics don’t address just yet. We’re excited to introduce two new metrics we’ve been experimenting with that we think will improve how user experience is measured on the web, and we’d love to get your feedback on them. The first is a metric to measure Overall Input Responsiveness. Today, we measure the responsiveness of the first user input, but ideally we want to extend that to capture every user input from the moment they land on your site to the moment they leave.
[35:22] We’ve also made improvements to the APIs that capture event timing, so we can better monitor the full event lifecycle and better handle complex user inputs to trigger more than one event. The second metric measures scrolling and animation smoothness. I’m sure we’ve all had experiences where a page will stutter or freeze during scrolling or animations. We want to better understand how often this happens and how severe it is. We’re still working on both of these metrics, and we’d love to hear your feedback.
[35:53] These articles explain our current thinking in detail, so give them a read and think about how using them can help improve the user experience of your site. Feel free to send us an email if you have any thoughts or suggestions. We’re excited about all the advancements made to help developers succeed in building fast, delightful experiences for their users, in the metrics themselves, from the community, and directly in many tools and platforms. If you haven’t, go to PageSpeed Insights to see how your site scores on the Core Web Vitals metrics.
[36:25] We also have a number of other great tools that you can also use to continuously monitor and optimize your site’s performance, so be sure to check them out to see which one works best for you. Now, I’ll pass it back to Ben before we share some exciting updates about UX design. Thanks, Houssein. I’m really excited to see how Core Web Vitals evolves in the coming years. Of course, quality web experiences are about more than just measurement and optimization. They require the efforts of passionate designers and developers who work behind the scenes to create delightful digital interfaces, and need to be armed with the right tools and capabilities to do that.
[37:04] A few years ago, a group of engineers set about rethinking Chromium’s support for HTML, CSS, and Graphics, which led to an effort called RenderingNG, an ambitious refactoring of Chromium’s rendering engine. This work has now largely landed, and it’s enabling a major evolution in web user experience design. To tell us more, I’ll hand things over to Una. Thank you. Everything we’ve talked about today comes back to the user experience.
[37:36] Privacy, measurement, next-gen web capabilities, working together to create better experiences that align with our vision for the web, while giving developers the tools and capabilities they need to build them. So, today, I’m excited to share a ton of updates and changes coming down the pipeline for UI styling and DevTools. First, let’s talk about responsive design and how it’s evolving. Responsive design is no longer about making sure an interface looks good on both desktop and mobile devices. Developers now have the tools to really create customized user experiences based on personalized user preferences in a component-driven architecture model.
[38:14] We’re calling this The New Responsive, and it includes being responsive to the user, with user preference queries and modalities like dark mode and prefers-reduced-motion, being responsive to new form factors like foldable devices, which allow for multi-display functionality, and being responsive to other components on the page with container queries. This is a feature that’s been highly requested by developers. We’ve been working with the CSS working group to spec this feature and have been able to unlock the implementation through recent changes in the Chrome Rendering Engine.
[38:44] The new container queries spec lets you access a parent element’s width to make styling decisions for its children. You can even nest container queries and create named queries for easier access and organization. Let’s take a look at an example. Here’s a responsive “Add to Cart” button that I can place anywhere in the container. Then when I put it inside of this product card, which is also a container, I can query the product card itself to restyle the already-responsive button and shift it from being center-aligned to left-aligned.
[39:15] This might look easy on the surface, but it’s something no previously possible without a lot of heavy scripting, which would significantly slow down your page. We’re working with the open-source community to provide a polyfill for container queries as we build the feature into the platform. Using container queries makes your interfaces much more flexible. Components own all of their individual responsive styles right where they are, and don’t rely on the global viewport to adjust styles. This is a huge paradigm shift for component-based developments, and we’re excited to see how you make the most of this new feature.
[39:48] If you wanna try it out, container queries are now available for testing behind a flag in Chrome Canary. And, because of this big shift, we’ve been working hard to support you by providing DevTools that allow you to debug and style with container queries as the feature launches. Here, you see that DevTools is pointing out where the container for the child is and highlighting the styles being applied by it. Speaking of responsive DevTools, we released several new tools this year for better layout debugging. Layout tooling for Grid now allows you to add names to specific grid lines and also shows you the size of your Grid areas.
[40:24] I also love the dynamic new tools for Flexbox and Grid. These let you actually see what different property values do on the page and give you the ability to easily change layout rules with the click of a button. These new DevTools are designed to make CSS Layout easier to visualize and understand which frees up more time to build new features for your users and less time looking up the differences between justify and align. Another way we help simplify the process is by launching web.dev patterns, a collection of off-the-shelf UI patterns you can use in your web projects.
[40:57] To help you quickly get started with building the base of your UI, we’ve added layout patterns for everything from large, full-page spreads and card sets to smaller layouts that can live within those larger layouts, such as the cards themselves. All of these patterns use CSS Grid, Flexbox, or container queries to showcase how quickly you can pick up these tools and build interfaces from the ground up. We also partnered with Jeremy Keith of Clearleft to launch “Learn Responsive Design” on web.dev. This is a free online course with everything you need to know about designing for the new responsive web of today.
[41:31] You'll learn about theming, art direction, logical properties for internationalization, utilizing preference queries, and so much more. Today, we’re launching the first few course modules at web.dev/learn/design, with more to come in the following weeks. We’re also updating our “Learn CSS” course with six new modules. “Learn CSS” is another free, evergreen course and reference on web.dev where you can level up your CSS knowledge and test your skills. We launched the first 24 modules at Google I/O this year, and now we're introducing lists, backgrounds, transitions, text and typography, media queries, and more.
[42:07] Be sure to check out those new modules and dive in when you’re ready. We’re also working on rolling out some new features in CSS. In addition to container queries, our team’s thinking about how to introduce scoped styles and cascade layers. They’re not ready just yet. We’re excited to work with you and the web community over the next few months to push them forward. We do have a particularly fun new API that’s ready for exploration, and that’s Scroll Timeline. Before, you could create CSS animations with a time-basis and moved over a length of time.
[42:38] Scroll Timeline lets you set scroll-based offsets and timings for animations instead. That means you can set an element to animate as you scroll down or across a page. Pretty neat. You can explore Scroll Timeline using the experimental web platform features flag in Canary, We have another exciting addition recently reaching its first public working draft, and that’s CSS nesting. Nesting is a syntactic sugar that brings one of the most popular features of CSS preprocessors to the web, stacking your styles for a cleaner developer experience.
[43:11] While the nesting spec will let you keep your styles tinier and more encapsulated, we recommend you don’t go more than three layers deep to ensure the best performance. We’ve also launched the size-adjust property for typography. This is particularly useful for preventing Cumulative Layout Shift for Core Web Vitals, as you can adjust the default font to better match your web font. This causes less jank as the web font loads in. And last but not least, accent-color just landed in Chromium and Firefox stable. Accent-color is a one-line CSS superpower that gives your form controls, like checkboxes and radios, a theme color to match your brand.
[43:47] We get a lot of feature requests from developers and users alike, but one is a clear favorite, especially for those of you who love to browse the web at night. Dark Mode is a popular feature we’re excited to build on, and not because you asked for it but because its impact extends beyond the user interface. Dark themes have shown measurable battery life savings over their light theme counterparts on OLED devices. In our lab study with a single Pixel 6 device, we found an indication that at 60% brightness, dark theme used 11% less power than light themes for OLED screens.
[44:23] And it’s a feature that users love too. When Twitter released the first preview of their new Twitter progressive web app, everyone said, “Wow, it’s new and fast, but where’s dark mode?” They surveyed users on what they needed to add, and users said three things: dark mode, an emoji picker, and more dark mode. So it’s kind of a big deal to a lot of very vocal users. To create a dark theme, we recommend using CSS custom properties and the “prefers-color-scheme” media feature, which is supported in all evergreen browsers.
[44:53] This lets you swap theme colors in and out based on what your users prefer, a core part of our new responsive framework and set of goals. If you need help getting dark mode set up the way you like it, there’s excellent guidance from the Material Design team via their research on building beautiful dark themes. This includes how to adjust depth by using lightness instead of shadows, how to adjust color vibrancy to reduce visual vibration, and more. To make it even easier for your team, Chrome is working on a machine learning-aided auto-dark algorithm feature. This feature will include auto-darkened websites, along with a few affordances to opt-out of the auto dark functionality on a more granular level.
[45:31] We’re still in the early stages of feature development, and we need your help to get it right. To try it out now, open the DevTools Rendering Panel in Chrome Canary and enable Auto Dark Mode Emulation. Check out the link to learn more and to give us your thoughts. Now, I’ll pass back to Ben one last time. Thanks, Una. You know, we’ve seen a lot of change in the web over the past year, and we’re still more optimistic than ever about the future of the platform across the areas we just talked about and more. In the years ahead, you can expect to see us continue to push hard to make the web more private and powerful and to provide developers with better tools and guidance to create top-quality experiences for people all over the world.
[46:17] Part of what makes the web so special is that it’s an open, decentralized ecosystem, which presents lots of ways for anyone to get involved to help shape its future. We invite you to participate with this effort, whether that’s through the Chromium open source project, the W3C and other standards bodies, or simply following along with us on web.dev and our @ChromiumDev Twitter account. And, over the next couple of weeks, as part of this virtual CDS 2021, we're hosting a number of workshops, group learning lounges, and one-on-one office hours where you can engage directly with the Chrome team, audit your own sites with expert guidance, give us feedback, and share your ideas for the future of the web.
[47:00] And, with that, thank you for watching, and I hope to see you again in person sometime soon at a future Chrome Dev Summit event. Until then.
Abrir no ambiente de trabalho do Vidleaf
Pesquise a transcrição, selecione linhas, copie citações com carimbos de data/hora, traduza.
Atribuição
"Chrome Dev Summit 2021 | Keynote: What's new in Chrome" por Chrome for Developers (https://www.youtube.com/@chromedevs), licenciado sob CC BY 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/). Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=Df2U9-R-OJs. Esta página é uma transcrição em texto do vídeo com quebras de parágrafo e carimbos de data/hora adicionados; o criador não é afiliado e não endossa o Vidleaf. O Vidleaf adicionou pontuação por IA e um resumo gerado por IA; o texto original permanece disponível nesta página.
Você é o criador ou detentor de direitos? Solicite uma correção ou remoção: copyright@vidleaf.app (veja Sobre estas páginas).
Última atualização
Todas as páginas de transcriçãoFerramenta de transcrição do YouTube