Painel de Discussão Keynote: Unificando a Borda - IoT, Empresarial, Telco e Nuvem
Tradução automática para o português do Brasil. Gerada e salva em 2026-10-23. Pode conter erros; confira os termos e as citações na versão em inglês e no vídeo original. Os horários são os mesmos da fonte. A transcrição original em inglês está disponível abaixo.
Um painel de computação de borda explora dispositivos e redes fragmentados, colaboração de código aberto, EdgeX Foundry e links entre borda e nuvem.
Fonte da transcrição: reconhecimento automático de fala no Vidleaf (pode conter erros). Pontuação por IA adicionada pelo Vidleaf; redação original e âncoras de timestamp mantidas. A transcrição original está disponível abaixo.
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Resumo gerado por IA
Este painel pergunta o que a computação de borda significa em dispositivos IoT, sistemas empresariais, redes de telecomunicações e na nuvem. Os palestrantes descrevem um cenário desigual de hardware, protocolos e requisitos operacionais, e discutem como projetos de código aberto podem compartilhar o trabalho de conectá-lo. EdgeX Foundry e outros esforços do LF Edge ilustram tentativas de separar dados e aplicações da infraestrutura subjacente. A discussão favorece uma abordagem híbrida na qual cargas de trabalho e informações se movem entre sistemas locais e serviços centralizados conforme necessário. Também considera segurança física, governança e o desafio de transformar demonstrações isoladas em sistemas que funcionam através de fronteiras organizacionais.
Pontos-chave
- [1:04] O significado da borda depende dos dispositivos, usuários e requisitos de implantação envolvidos.
- [10:55] EdgeX Foundry é discutido como uma forma de separar dados e serviços de borda através de interfaces abertas.
- [21:52] O painel espera que a computação local e os serviços centralizados em nuvem coexistam em arquiteturas híbridas.
Gerado a partir da transcrição. Verifique as passagens vinculadas em relação ao vídeo original. Resumo e pontos-chave revisados pelo Vidleaf em 2026-10-21.
Visão geral completa
Esta mesa-redonda examina como a borda é definida e por que é fragmentada, descrevendo a computação de borda como mover a computação o mais próximo possível, tanto quanto necessário e viável, dos assinantes ou dispositivos, com fragmentação devida em parte à complexidade inerente da nuvem até a borda do dispositivo e em parte ao lock-in histórico de protocolos proprietários. Os painelistas argumentam que o código aberto aborda essa complexidade permitindo que a comunidade contribua para a arquitetura e compartilhe o ônus da manutenção, embora chegar a um consenso leve um pouco mais de tempo, e discutem requisitos específicos da borda, como segurança física, acesso e diferentes IO. Eles descrevem os esforços do LF Edge, incluindo o Projeto EVE, EdgeX Foundry e Akraino, que visam unificar os domínios de telecomunicações, IoT, empresarial e nuvem e reduzir a complexidade e a fragmentação, e anunciam novos projetos Badal e Fledge, elevando o total para sete. A conversa aborda a desacoplagem de dados no momento em que são criados, usando absolutos em vez de termos carregados como borda próxima e borda distante, e governança neutra sob um projeto guarda-chuva, encerrando com a minimização do trabalho pesado indiferenciado, com a nuvem sempre fazendo o mais profundo do aprendizado profundo, enquanto o aprendizado mais superficial acontece nas bordas. Escalar uma prova de conceito de uma pessoa só e intersectá-la com outros domínios é descrito como o potencial real, exigindo abertura e confiança em todo o sistema para cruzar público e privado; mesmo que a resposta do primeiro dia seja enviar todos os dados para uma nuvem centralizada, a conta significa que você não vai querer ficar lá, então será um modelo híbrido que exige transportabilidade das cargas de trabalho ao longo do continuum. O palestrante argumenta que você precisa arquitetar corretamente agora, citando o HomeEdge dentro do LF Edge, onde os gateways domésticos se parecerão mais com servidores hospedando serviços, e recomenda abstrair computação, armazenamento e rede, sempre separando os dados da infraestrutura subjacente, e visando uma infraestrutura consistente com conhecimento de domínio aplicado; os vencedores terão o melhor algoritmo e hardware e software especializados, e ninguém ganha reinventando o meio. 5G não tornará a computação de borda de curto prazo, já que você não implantará um airbag a partir da nuvem, independentemente dos noves de confiabilidade, e largura de banda sempre tem um custo, e construir rodovias não resolve o trânsito porque mais pessoas se mudam para lá. Analistas dizem que os dados gerados na borda estão crescendo e ultrapassarão em volume os dados que chegam à nuvem, e em termos de infraestrutura implantada a borda pode já ser maior que a nuvem, mas ainda não conectada, como em um chão de fábrica onde PCs industriais ficam em cada máquina, possivelmente executando versões antigas do Windows e provavelmente sem patches e não conectados à rede; a oportunidade é coletar esses dados, computar localmente, decidir o que exportar para a nuvem e tornar o sistema fácil de aproveitar para desenvolvedores de aplicativos e implantadores de serviços de rede.
Resumos de capítulos com carimbos de tempo
Definindo a Borda e Sua Fragmentação
- [1:04] Não existe uma única borda; a definição depende de quem você é.
- [1:14] A computação de borda é definida como mover a computação o mais próximo possível, tanto quanto necessário e viável, dos assinantes ou dispositivos.
- [1:46] O espectro de bordas significa que a fragmentação se deve em parte a complexidades inerentes à medida que você vai da nuvem para a borda do dispositivo.
- [2:21] Em direção à borda do dispositivo, o hardware se torna mais complexo primeiro, exigindo robustez, IO e hardware personalizado.
- [2:36] O software segue, com diferentes sabores de SO e protocolos, até uma borda de computação fina com memória restrita, onde a virtualização ou conteinerização não é mais possível.
- [3:08] A fragmentação histórica na borda deveu-se em parte a modelos de lock-in de protocolos proprietários.
- [3:20] O ecossistema do movimento maker impulsionou mudanças de modo que o lock-in não funciona mais e você vence por mérito.
- [3:52] O aberto sempre vence no final para escala, e escalar requer uma estratégia multi-nuvem que começa com uma borda aberta.
Código Aberto e Complexidade da Borda
- [5:07] Parceiros reconhecem que o aberto vencerá, mas acham muito complexo gerenciar recursos físicos como GPUs para IA e querem ajuda para descobrir como fazer isso.
- [5:34] O código aberto aborda a complexidade permitindo que a comunidade contribua para a arquitetura e aproveite a inteligência coletiva sobre para onde a tecnologia está indo.
- [6:10] Alcançar um consenso comum leva um pouco mais de tempo, mas uma vez alcançado, o progresso pode ser muito mais rápido.
- [6:18] O código aberto compartilha o ônus da manutenção porque todos contribuem tanto para a criação quanto para a manutenção.
- [6:36] Quebrar a integração vertical reduz o atrito e facilita a implantação, como visto em stacks de código aberto de data center e agora necessário na borda.
- [7:06] Os requisitos exclusivos da borda diferem entre as partes da borda, como a borda profunda ou empresarial com servidores 1C/2C fazendo análises de vídeo ou vibração.
- [7:43] Na borda profunda, você não quer enviar um humano para atualizar o software porque o acesso físico é caro, exigindo escadas ou guindastes ou horas de direção.
- [7:59] O software deve abordar questões específicas da borda, como segurança física, acesso e diferentes requisitos de IO, incluindo portas seriais legadas e rádio aleatório.
- [8:22] O LF Edge visa unificar os domínios de telecomunicações, IoT, empresarial e nuvem e reduzir a complexidade e a fragmentação, embora o painel possa discordar.
Lições de Segurança e Abertura da Borda de Telecomunicações
- [8:52] Pergunta-se a Eric se as telecomunicações podem aprender melhores práticas de outros domínios em relação a latência, localização e mobilidade.
- [8:54] Eric sugere construir sobre camadas horizontais, começando pelo hardware com raiz de confiança no hardware e boot medido.
- [9:23] Após inicializar tipicamente Linux ou possivelmente um SO de tempo real, você constrói para cima fornecendo conectividade comum para aplicações.
- [9:35] Aplicações nativas da nuvem assumem conectividade semelhante à Ethernet, mas no Rail-T a aplicação não deveria precisar saber disso.
- [9:50] Essa abstração é alcançada inserindo uma camada de virtualização, na qual eles estão trabalhando no Projeto EVE como parte do LF Edge.
- [10:14] Jason diz que muitas empresas em IoT Edge tentam prender todos para ganhar dinheiro com seus dados.
- [10:25] Jason argumenta que você deve abrir e usar a tecnologia para trazer verificações de volta de estranhos, inserindo confiança em nível de sistema para cruzar entre sistemas de sistemas.
- [10:25] O primeiro passo é resolver a insanidade de todos reinventarem o meio, citando um projeto que ele ajudou a iniciar com uma equipe na Dell que se tornou um projeto da Linux Foundation.
EdgeX Foundry e Desacoplamento de Dados na Borda
- [10:55] EdgeX Foundry visa estender os princípios nativos da nuvem até a borda de computação fina, como gateways, com uma API aberta no meio.
- [10:55] Se pessoas suficientes usarem algo através da colaboração, isso se torna um padrão de fato.
- [11:25] Nunca haverá um único protocolo southbound porque existem milhares de protocolos IoT southbound, impulsionados por jogadas de lock-in.
- [11:38] A mudança é em direção a software e serviços em vez de lock-in: democratize o sul para monetizar o norte.
- [11:38] EdgeX é independente de plataforma, nativo da nuvem e construído sobre microserviços fracamente acoplados, então qualquer protocolo pode se conectar à API aberta e tudo ao seu redor pode ser heterogêneo.
- [12:08] EdgeX fornece um ponto de desacoplamento no momento em que os dados são criados, para que os dados possam ser enviados para onde você quiser.
- [12:25] A estratégia do EdgeX é desacoplar os dados no momento em que são criados e então escolher qualquer permutação da borda para a nuvem.
- [12:31] Um projeto de glossário é importante porque há muito jargão, e o termo fog não foi realmente adotado.
Alinhando sobre absolutos e integrando código aberto na borda
- [13:01] Um desafio chave do projeto foi alinhar a terminologia e, em certa medida, a semântica.
- [13:13] Termos como borda próxima e borda distante são carregados, então é melhor falar em absolutos.
- [13:40] Tempo real significa coisas diferentes entre domínios, de 15 minutos em automação predial a menos de cinco milissegundos em 5G, então absolutos são necessários.
- [14:03] Evite termos carregados e use absolutos, porque aproximadamente os primeiros 15 minutos de muitas conversas são gastos para se situar sobre o que está sendo discutido.
- [14:45] Operadoras de telecomunicações e operadores de nuvem implementaram projetos de código aberto comuns para infraestrutura de nuvem, mas cada um o fez de forma ligeiramente diferente.
- [15:07] Essas empresas gastam enormes recursos mantendo código aberto que se tornou proprietário porque sua integração era exclusiva para seus negócios.
- [15:48] O projeto Akraino do LF Edge reúne a comunidade em torno de casos de uso específicos para integrar componentes declarativamente.
- [16:18] Akraino visa simplificar a integração e validação, já que ninguém se diferenciará em software de infraestrutura.
- [17:18] Akraino se diferencia por extrair de todos os projetos upstream para renderizar casos de uso como stacks verticais e de referência completos.
Impacto da Borda e Projetos do LF Edge
- [17:48] Esforços de código aberto serão testados, e definitivamente há céticos.
- [17:53] Uma pergunta bônus é feita à equipe sobre a afirmação de Arpit de que o impacto da borda poderia potencialmente ser um forex do que a nuvem viu.
- [18:13] A nuvem tem sido bastante aceita, o que o palestrante achou de cair o queixo.
- [18:22] Pede-se a cada painelista uma visão sobre se certos pontos-chave impulsionarão esse impacto da borda, começando por Melissa.
- [18:32] Melissa se desculpa por não estar ouvindo e diz que deixou de mencionar alguns outros projetos como parte do LF Edge, incluindo os que Arpit mencionou ontem.
Novos Projetos e Governança do LF Edge
- [18:54] Badal e Fledge foram anunciados como parte do LFH, com sete projetos no total.
- [19:04] Uma lista de novos projetos está sendo contribuída para o LF Edge, oferecendo muitas oportunidades para se engajar.
- [19:04] O interesse do ecossistema e dos participantes decorre da diversidade de casos de uso.
- [19:40] Os contextos da tecnologia de borda são únicos e exigem software e capacidades diferentes, então as pessoas são incentivadas a conferir os novos projetos e a documentação em wiki.lfedge.org.
- [20:10] A chave dentro do LF Edge e de todos os projetos da Linux Foundation é a governança neutra.
- [20:10] O objetivo de um projeto guarda-chuva é ser inclusivo, trazer projetos mesmo com alguma sobreposição inicial e deixar que a comunidade e o comitê técnico consultivo os harmonizem ao longo do tempo.
- [20:10] Uma parte fundamental da missão é que ninguém ganha reinventando o meio.
Arquitetura de Edge Computing e Nuvem Híbrida
- [20:40] A discussão se concentra em minimizar o trabalho pesado indiferenciado.
- [20:45] Todos os dados são criados na borda, e mais dispositivos aparecendo nas redes causarão congestionamento e a necessidade de deslocar a computação.
- [20:59] A nuvem não vai desaparecer, apesar das alegações sensacionalistas; a nuvem sempre fará o mais profundo do aprendizado profundo, enquanto o aprendizado mais superficial acontecerá nas bordas.
- [21:29] Escalar uma festa de POC de uma solução e intersectá-la com outros domínios é o potencial real, o que exige abertura e confiança em todo o sistema para cruzar o público e o privado.
- [21:52] Mesmo que a resposta do primeiro dia seja enviar todos os dados para uma nuvem centralizada, você não vai querer ficar lá por causa da conta; será um modelo híbrido que exige transportabilidade das cargas de trabalho ao longo do continuum.
- [22:04] Você tem que arquitetar corretamente agora, como visto em projetos como o HomeEdge dentro da LF Edge, onde os gateways domésticos se parecerão mais com servidores hospedando serviços.
- [22:22] Abstraia computação, armazenamento e rede, sempre separe os dados da infraestrutura subjacente e busque uma infraestrutura consistente com o conhecimento do domínio aplicado.
- [22:34] Os vencedores terão o melhor algoritmo e hardware e software especializados; ninguém ganha reinventando o meio.
- [22:46] 5G não tornará a computação de borda de curto prazo: você não implantará um airbag a partir da nuvem, independentemente dos noves de confiabilidade, e a largura de banda sempre tem um custo.
- [22:57] Construir rodovias não resolve o trânsito porque mais pessoas se mudam para lá; da mesma forma, novas experiências não resolverão o problema da largura de banda.
Crescimento e Oportunidade dos Dados de Edge Computing
- [23:37] Analistas dizem que os dados gerados na borda estão crescendo e ultrapassarão a quantidade de dados que chega à nuvem, em termos de volume de dados.
- [23:37] Em termos de infraestrutura realmente implantada, pode-se argumentar que a borda já está aqui e já é maior que a nuvem, só não está conectada ainda.
- [23:56] No chão de fábrica, PCs industriais ficam em cada máquina, possivelmente executando versões antigas do Windows e provavelmente sem patches e não conectados à rede.
- [24:17] As pessoas querem extrair esses dados, talvez implantando um PC industrial separado executando software mais moderno ao lado do antigo.
- [24:32] A oportunidade é coletar esses dados, fazer computação localmente, decidir o que exportar para a nuvem e tornar o sistema fácil de aproveitar para desenvolvedores de aplicativos e implantadores de serviços de rede.
[0:00] Obrigado, Arpit. Bom dia a todos. Eu estava pensando, por que não jogamos Jeopardy ou... Você sabe, a briga de família. Quer dizer, eu digo uma coisa, como realmente estabelecemos o padrão para os moderadores, onde quer que vocês estejam? Dê todas as nossas respostas e perguntas. Isso mesmo. E vou limitá-los a 60 segundos. O que é a borda? Venha, Melissa. Tudo bem. Bem, ótimo. Bem, vamos entrar nisso. Então, sim, o que é a borda? Então, é o Velho Oeste lá fora, certo? Você sabe, da minha perspectiva, muita maquiagem, muita terminologia.
[0:31] Da minha perspectiva, muitas pessoas tentando fazer as coisas por conta própria, e isso está causando fragmentação. Eu sei, Jason, já falamos sobre isso, e você definitivamente tem uma opinião a respeito. Vamos começar com você e obter sua visão. Sim, é engraçado. Então, quando desenhamos arquiteturas de borda para nuvem, sempre as colocamos no modo retrato porque é mais fácil de caber em um PowerPoint. E literalmente, a borda está à esquerda o tempo todo. É o Velho Oeste, o lado oeste, e o lado leste. É meio que originalmente a nuvem e tudo mais, mais civilizado. Eles são mais longos, os data centers centralizados, mas...
[1:04] Então, ponto-chave, não existe uma única borda. E isso faz parte da confusão. Depende de quem você é, de como você define. A maneira como eu defino computação de borda é mover a computação o mais próximo possível, tanto quanto necessário e viável, dos assinantes ou, você sabe, dos dispositivos. Se eu sou uma operadora de telecomunicações, vou mover a computação o mais perto que preciso, para reduzir a latência, você sabe, para os assinantes, reduzir o congestionamento de largura de banda nas minhas próprias redes, então isso poderia ser minha borda de nuvem, ou talvez eu a empurre para equipamentos CPE no local porque tenho que fazer isso. Então essa é a outra coisa: elas estão meio que associadas a locais, mas isso é até mesmo, é uma fronteira orgânica. Se eu sou uma operação, necessariamente vou mover a computação.
[1:46] você sabe, no local. Sabe, se eu sou uma usina nuclear, não vou fazer a nuvem. Certo. Você sabe, e coisas assim. Então esse espectro de bordas, muito da fragmentação se deve a complexidades inerentes à medida que você vai da nuvem para a borda do dispositivo, software e hardware sempre se tornam mais personalizados e se acumulam. Então você pode meio que visualizar essa curva onde, nos data centers da nuvem, a padronização de TI aconteceu ao longo dos anos. É relativamente padrão, sem dizer que é trivializado.
[2:17] Mas à medida que você avança em direção à borda do dispositivo, o Velho Oeste, o hardware começa a ficar mais complexo primeiro. Sabe, preciso de suporte a temperaturas elevadas, preciso de robustez, depois preciso de todos os tipos de IO, depois preciso de classe 1 div 2 para prova de explosão, depois preciso de hardware personalizado para cada coisa no planeta, como em termos de produtos conectados. Sabe, um carro é um pouco diferente de uma torradeira. E... O software fica plano por um pouco mais de tempo. Todo mundo quer um sabor diferente de SO, e então você entra em todos os protocolos malucos. E então há um ponto em que você atinge esse trade-off na restrição de memória, e é isso que chamamos de borda de computação fina, onde você não pode mais fazer virtualização ou conteinerização. Você quer estender os princípios nativos da nuvem o mais próximo possível da nuvem até aquele último ponto onde agora você precisa ir para o embarcado por causa da memória.
[3:06] há esses trade-offs inerentes. Parte da razão pela qual há tanta fragmentação, historicamente, na borda é porque os modelos por muito tempo eram: vou te prender com meu protocolo proprietário. Eu argumentaria que IoT é mais sobre IoT e Edge, é mais sobre o movimento maker do que qualquer outra coisa. O movimento maker, Kickstarter, Indiegogo, apenas Raspberry Pi, Arduino, whatever. Esse ecossistema levou as pessoas a mudar. Não posso mais te prender porque alguém vai inovar mais rápido que você. Então agora é sobre quão rápido você pode inovar, e você vence por mérito, não por lock-in. E então em IoT, você viu todas essas plataformas surgirem. Todo mundo pensa que se eu conseguir te prender, então posso vender seus dados se você me deixar. A realidade é, e é por isso que estamos todos colaborando na LF Edge e em comunidades mais amplas, é que o aberto sempre vence no final para escala.
[3:54] Certo. Sempre. E se você quer realmente escalar, precisa de uma estratégia multicloud que comece com uma borda aberta. Claro. E então isso é tudo o que estamos trabalhando. E quero dizer, há tantas coisas diferentes sobre as quais poderíamos falar, mas você sabe. Sim. Bem, você acertou na mosca, certo? Você sabe, proprietário. E esse é o poder do código aberto, realmente. Sabe, Melissa, vamos ouvir sua visão aí também. Bem, acho que parte do que tem sido também realmente tremendo na mudança que está acontecendo. Você sabe, Jason meio que falou sobre quais são os movimentos que estão subindo a pilha. Acho que também vimos as tecnologias de nuvem e o software de infraestrutura que foi bem estabelecido e está se tornando, você sabe, cada vez mais produtizado e implementado de maneiras comuns, e acho que Dan provavelmente falará um pouco sobre isso em seu keynote também, estão descendo a pilha. Mas então quando você complementa isso com a diversidade de cargas de trabalho subindo a pilha, você sabe, para todos esses diferentes casos de uso, e então você introduz IA e FPGA e GPU, a complexidade de qual carga de trabalho precisa ir para onde,
[5:00] fisicamente onde, e quanto posso colocar nessa carga de trabalho, você sabe, e então como eu... balancear a carga e garantir que tenho os recursos certos, recursos físicos com relação a, você sabe, IA, redes neurais, GPU, etc., onde se torna realmente, realmente complexo. E acho que essa é uma das coisas que ouço muito de nossos parceiros: me ajude a descobrir isso. Entendo por que o aberto vai vencer. Certo. Mas nossa, é realmente complicado. Como o aberto é diferente?
[5:34] fazer isso? Como o código aberto torna mais fácil gerenciar essa complexidade? Bem, acho que parte do que você vê no diálogo em sessões como esta na ONS e outros encontros de código aberto é uma conversa sobre qual é a arquitetura, e ao ser aberto você obtém o melhor da mente da comunidade e é capaz de aproveitar o melhor da inteligência de para onde a tecnologia está indo. Não sou apenas eu fazendo meu desenvolvimento por conta própria. Claro, sim. E então podemos realmente, se conseguirmos concordar, acho que leva um pouco mais de tempo para chegar a um consenso comum sobre o que deveria ser, mas uma vez que chegamos a um consenso comum, podemos ir muito mais rápido. E então você também tem o ônus da manutenção compartilhada porque todos não estão apenas contribuindo para a criação, mas contribuindo para a manutenção à medida que avança. Excelente. Excelente. Eric, seus pensamentos. Sim. Estou me apoiando no que Melissa disse. Quer dizer, acho que a natureza horizontal ou
[6:36] quebrar a integração vertical para reduzir o atrito e facilitar a implantação das coisas. Acho que essa é uma das coisas que trazemos para a mesa, certo? Isso é o que foi feito nos data centers com todo o tipo de como as pilhas de código aberto evoluíram ao longo do tempo. E a mesma coisa precisa acontecer na borda e vai acontecer na borda. Estamos apenas tentando acelerar isso. Mas em termos do que é a borda? Bem, parece que se você ler a imprensa especializada, é qualquer coisa que não esteja na nuvem, certo? definição muito útil. O que estou tentando fazer é separar quais são os requisitos exclusivos da borda, e eles são diferentes para diferentes partes da borda ou diferentes bordas no sistema. Então, uma coisa que para mim é interessante é essa borda muito profunda ou borda empresarial. Em muitos casos, são coisas que são implantadas meio que 1C, 2Cs, um servidor sentado no teto ali gerenciando o ar-condicionado ou algo assim, certo?
[7:31] algo que faz alguma análise de vídeo, análise de vibração, ao lado de um gerador ou algo assim. E como você realmente gerencia isso? É muito diferente do que as pessoas fizeram com seu laptop e até com seu celular, porque a suposição é que você não quer enviar um ser humano até lá para atualizar o software porque é muito caro. certo, porque essa coisa é, você precisa de uma escada para qualquer coisa, um guindaste para chegar lá, em outro lugar é, você sabe, você precisa dirigir por algumas horas para chegar lá, então o que podemos realmente fazer do ponto de vista de software para abordar essas coisas únicas, seja sobre segurança física, sobre o acesso às coisas, e como Jason disse, você sabe, os diferentes requisitos de IO que você tem naquela borda, certo, lidando com portas seriais legadas, hum, rádio aleatório. Mas como podemos tornar essas coisas mais acessíveis para que seja mais fácil implantar aplicativos lá? Sim. E o que é empolgante, da minha perspectiva, na iniciativa LF Edge é unificar esses domínios e reduzir essa complexidade e essa fragmentação quando você olha para telecomunicações, IoT, empresas e nuvem. E pode haver algum desacordo aqui no painel.
[8:52] desafios quando você olha para questões de latência, localização e mobilidade. Então, Eric, vamos começar com você. Existem melhores práticas ou aprendizados que o domínio de telecomunicações pode tirar desses outros domínios? Bem, quer dizer, eu acho que isso meio que se baseia nas camadas horizontais, quer dizer, uma coisa, trabalhando a partir do hardware, é olhar para o que é realmente comum em termos de obter raiz de confiança no hardware, ser capaz de ter algumas noções de boot medido no espaço.
[9:23] onde você pode realmente pegar e inicializar algo, tipicamente Linux, mas talvez seja um sistema operacional de tempo real ou outra coisa que vai rodar lá fora, e então construir a partir daí fornecendo... Hum, você sabe, conectividade comum para suas aplicações. As aplicações, aplicações nativas da nuvem, elas assumem que, oh, o que eu recebo parece com uma Ethernet. Bem, mas você está rodando um Rail-T, certo? E porque você está lá fora. Então a aplicação precisa saber disso? Bem, ela não deveria precisar, certo? Você deveria ser capaz de abstrair isso. Então essa noção de inserir uma camada de virtualização é algo em que estamos trabalhando no Projeto EVE e como parte da LF Edge.
[10:02] Jason, suas percepções sobre os diferentes projetos que também estão impulsionando esse momentum? Bem, vou começar pelo lado das telecomunicações. assim como muitas pessoas, como muitas empresas nos últimos anos, IoT Edge, tanto faz, Todo mundo está tentando prender todo mundo de novo, porque é tipo, se eu puder apenas te prender, então posso ganhar dinheiro com seus dados. se você me deixar. Historicamente, isso é historicamente, mas a realidade é que isso é como tentar possuir a Internet. Então o que qualquer um, operadoras de telecomunicações ou não, você sabe, nós olhamos é que você deve abrir isso e então há você usa tecnologia para trazer verificações de volta de estranhos, isto é, isto é como também se faz as escalas, há um monte de coisas em que estamos trabalhando, você sabe, você vai ouvir falar em breve, você sabe sobre isso, você sabe, esta noção de inserir confiança em nível de sistema, hum, para que você possa cruzar entre sistemas de sistemas, então o passo um, porém, é tipo resolver a insanidade em torno de todo mundo reinventar o meio, sim, você sabe, para você sabe, com IoT especificamente, então um dos primeiros projetos, bem, projeto que eu ajudei a iniciar com uma ótima equipe na Dell e se tornou um projeto da Linux Foundation com EdgeX Foundry, um dos projetos âncora junto com o Crano e há um monte de outros, Eve e outros chegando, vamos falar sobre isso. EdgeX era, ei, vamos estender os princípios nativos da nuvem até a borda de computação fina, por assim dizer. Gateways é uma maneira de olhar para isso. Vamos fazer isso de uma forma que você então abra uma API no meio. E se você conseguir gente suficiente usando algo através da colaboração, então isso se torna um padrão de fato. E então se você tem essa API aberta que permite substituir componentes, seja conectores de dispositivos, e eu não me importo
[11:25] me importo com qual protocolo você fala porque você nunca terá um protocolo southbound especialmente. Há milhares de protocolos southbound em IoT. Por quê? Por causa das jogadas de lock-in. E todo mundo criou protocolos para que fosse realmente difícil mudar do meu sistema de controle. Bem, agora todo mundo está se movendo em direção a: é sobre software e serviços, não sobre o lock-in. Você precisa democratizar o sul para poder monetizar o norte. Certo. E então, EdgeX... Você tem essa agilidade, sim. Sim, EdgeX é tudo sobre tipo, 'Ei, eu não me importo com qual hardware você usa, qual SO você usa, independente de plataforma, nativo da nuvem, microsserviços fracamente acoplados. Você pega seu protocolo de captação, você o conecta à API aberta, e então tudo pode ser heterogêneo ao redor.' E então, isso é o que EdgeX era e é tudo sobre. E então, estamos vendo muita captação nessa comunidade.
[12:08] Então coisas boas aconteceram lá. Me dê aquele ponto de desacoplamento no momento em que os dados são criados, e então posso enviar dados para onde eu quiser. A estratégia de nuvem normalmente seria – minha estratégia multi-nuvem, tipo, eu sou uma grande nuvem, é tipo me envie todos os seus dados, e então você pode enviá-los para onde quiser se me pagar muito dinheiro. Certo. A estratégia do EdgeX é desacoplar seus dados no momento em que são criados, e então você escolhe... qualquer permutação da borda para a nuvem, então todas as permutações funcionam. Sim. E então você pode meio que transportar coisas, você sabe, para a esquerda e para a direita através da cadeia. O outro, você sabe, eu mencionei, então estivemos falando sobre isso mais cedo hoje, tipo o projeto de glossário, muito importante. Você mencionou a terminologia. Há muito bingo de palavras da moda. Sim, tipo fog e foggy. O fog é basicamente todas as bordas. Bem, fog é nebuloso. É por isso que não subscrevemos realmente a esse termo, mas tipo, você sabe, fog é basicamente -- não consigo ver. O fog é tudo que não está em uma nuvem, a mesma coisa.
[13:01] entre ou qualquer coisa. Mas quando eu era realmente importante como projeto foi como glossário de computação é tipo, basicamente, como nos alinhamos em terminologia? E semântica até certo ponto, mas sim, Aqui estão alguns exemplos. Então, primeiro, depende de quem você é, mas no mundo das Telcos, é near edge, far edge. Mas o que é perto e o que é longe? Esses são termos carregados. É tipo, você já viu Vila Sésamo, Oscar o Rabugento, eles estão longe. O que você quer dizer? É melhor falar em absolutos. As pessoas dizem tempo real, demais. Tempo real para uma pessoa de automação predial é 15 minutos. Tempo real para um airbag é tipo uma fração de segundo e deve ser determinístico.
[13:40] tempo real para uma pessoa de finanças é milissegundos, mas ninguém morre se você não conseguir seu Starbucks. No mundo 5G, é menos de cinco milissegundos de latência. Então precisamos falar sobre absolutos, você sabe, minúsculo. Eu ouço o tempo todo pessoas de data center dizerem: 'Minúsculo? É minúsculo. São 500 megabytes de footprint.' Você sabe, o mundo em que Eric vive, são cinco kilobytes, você sabe, em alguns casos. Então temos que nos alinhar em absolutos. que são descritivos em torno de trade-offs inerentes. E é aí que acho que há alguma terminologia geral. E então há tipo, vamos não usar termos carregados. Vamos usar absolutos. Sim. E isso importa porque acho que tipo toda conversa em que estou, passamos os primeiros 15 minutos da conversa apenas nos fundamentando sobre o que estamos falando. Você fica tipo, supere isso. Certo.
[14:33] o que aconteceu com a transformação para a nuvem e, as telcos e operadoras de nuvem e tier twos, você sabe, todas elas implementaram projetos de código aberto comuns, muitas delas implementaram projetos de código aberto comuns para sua infraestrutura de nuvem. Mas porque estavam montando-os enquanto as coisas estavam sendo desenvolvidas, cada uma delas fez isso de forma ligeiramente diferente. você sabe, OpenStack rodando o Kubernetes rodando OpenStack, tudo VM contêiner, nativo da nuvem.
[15:07] todas essas diferentes empresas estão gastando enormes recursos mantendo o que é essencialmente código aberto que se tornou proprietário por causa da maneira como o integraram era única para seu negócio específico, e então tirando a lição aprendida disso e realmente focando em, ei, se a visão da borda deve ser realizada, hum, enquanto eu ainda estou trabalhando, precisamos parar hum tipo o qual desses projetos de código aberto são consumidos. Certo. E precisamos trabalhar como uma comunidade não apenas na construção desses componentes, mas na maneira como eles são integrados para realizar casos de uso reais. E então há um projeto como parte da LF Edge chamado Acrano, onde é exatamente sobre isso que o projeto trata. É a comunidade se reunindo com casos de uso específicos em mente e dizendo, ok, para este caso de uso específico, eu gostaria de arquitetar isso com esses componentes, esses ativos, e integrá-lo de uma forma completamente declarativa. Este hardware, este software, esta versão deste software, etc., é assim que você integra, é assim que você renderiza,
[16:18] validar a funcionalidade que eles atestam. Eles terão um recurso e o lançam, mas como é validado e que tipo de casos de teste, que tipo de restrições de largura de banda, etc. E então Acrano está realmente tentando dizer, ei, vamos simplificar isso. Ninguém vai se diferenciar em software de infraestrutura, certo? Tudo vai ser sobre os serviços de aplicativos, modelos de negócios rodando nisso, toda a comunidade se beneficia agora e a longo prazo. E acho isso realmente, realmente atraente. É um tipo diferente de projeto de código aberto no sentido de que, você sabe, não é tanto um projeto de desenvolvimento. Há alguns aspectos de desenvolvimento, mas é realmente gente se reunindo para fazer o trabalho sujo de tornar essas coisas produtizáveis. E acho que isso é realmente um esforço tremendo.
[17:18] Acho que deveria ser, e acho que estamos meio que no limiar de ver algo disso. Acho que o OpenStack fez algo disso. A Cloud Native Compute Foundation está fazendo algo disso. Mas o que acho diferenciado no Cranio é que ele está realmente puxando de todos os projetos upstream para renderizar esses casos de uso como stacks verticais completos e stacks de referência para a comunidade. de código aberto, e veremos se funciona. Há definitivamente céticos.
[17:53] Incrível, incrível. Bem, temos algum tempo restante, então quero lançar uma pergunta bônus para a equipe aqui. Arpit se levantou e largou o microfone quando o ONS começou e falou sobre como o impacto da borda... potencialmente poderia ser um forex daquele que vimos com a nuvem. A nuvem tem sido bem... bem aceita, você sabe, então para mim, isso foi, isso foi bem de cair o queixo. Então, eu adoraria ter a percepção de cada um de vocês sobre como vocês veem isso acontecendo. Quer dizer, existem certos pontos-chave que ocorrerão que realmente impulsionarão isso? Então Melissa, talvez comece com você.
[18:30] Obrigada. Então me desculpo, eu não estava ouvindo sua pergunta. Eu estava pensando no fato de que falhei em mencionar algumas coisas quando estava falando sobre, fiquei totalmente apaixonada por um Crano. Sim. E falhei em mencionar o fato de que há alguns outros projetos como parte da LF Edge, incluindo os que o Arpit mencionou ontem. Quando você disse isso, eu fiquei tipo, oh, merda. Vá em frente. Eu não disse nada sobre aqueles. De qualquer forma, então há alguns novos projetos que faziam parte da LFH que foram anunciados. Badal e Fledge também foram. Há sete projetos no total.
[19:04] Como parte da LF Edge, você ouviu alguns mencionados aqui, há também uma lista de novos projetos que estão sendo contribuídos para a LF Edge. Então há muita oportunidade para as pessoas se envolverem. E acho que a razão de haver tanto interesse do ecossistema e dos participantes da LF Edge e desses diferentes novos projetos é a diversidade de casos de uso. existem quando o contexto das tecnologias de borda são únicos e são diferentes e exigem software diferente e capacidades e componentes diferentes, hum, e então eu encorajaria você a dar uma olhada em alguns dos novos projetos que foram anunciados, há uma tonelada de documentação no site da lf edge, o wiki.lfedge.org, então você pode, é muito fácil se informar na verdadeira moda do código aberto, tudo é aberto, hum, então por favor aproveite o que está disponível para se informar mais sobre esses diferentes projetos, obrigado, e então a chave, claro, está dentro da lf edge, todos os projetos da linux foundation é a governança, quer dizer
[20:10] governança neutra. O ponto principal de um projeto guarda-chuva, como provavelmente muitas pessoas sabem, computação nativa da nuvem, redes LF, há vários modelos diferentes que foram comprovados repetidamente. É ser inclusivo, trazer projetos para dentro, mesmo que haja alguma sobreposição inicial, mas depois deixar a comunidade trabalhar com essa governança estruturada, o comitê consultivo técnico e tudo mais, ajudar a harmonizar esses projetos ao longo do tempo. Isso é uma parte fundamental dessa missão: ninguém ganha, como Melissa disse tão bem, reinventando o meio. sobre minimizar o levantamento de peso indiferenciado. Certo. Isso é importante.
[20:45] - Pensei nisso por um tempo. - Sim, mas para responder à sua pergunta sobre a nuvem. Então, há muitas coisas. Quero dizer, todos os dados são criados na borda. E não há dúvida de que há cada vez mais dispositivos aparecendo nas redes. E isso vai causar, você sabe, muita congestão e muita necessidade de meio que deslocar a computação. Você sabe, a nuvem vai desaparecer? Não. Não. Há muito clickbait. Ah, a nuvem vai desaparecer. Não. Certo. A nuvem sempre fará o mais profundo do aprendizado profundo? Sim. Você vai ver mais aprendizado acontecendo nas bordas? Com certeza. Eu chamo isso de aprendizado raso. Sim. Você sabe, mais perto das bordas. Sim. Você vai ver. O ponto é que não sabemos onde as coisas vão rodar. Certo. Você sabe, no final. Ainda nem arranhamos a superfície dos modelos de negócios e dos casos de uso.
[21:29] de tipo festa de POC de um só, agora tente escalar essa solução. Agora tente fazer essa solução que se cruza com outros domínios. Esse é o potencial real. E é por isso que você precisa de aberto. Você não pode cruzar público e privado e todas essas pessoas diferentes sem confiança em nível de sistema. Então essa é a grande próxima conversa. O ponto é que se você arquitetar corretamente, mesmo que sua resposta certa no primeiro dia seja enviar todos os seus dados para alguma nuvem e fazer as coisas de forma centralizada. Certo. Mas você não vai querer ficar lá porque vai receber a conta. Vai ser um modelo híbrido. Você vai querer um modelo híbrido. E então, ao longo do tempo, você precisa ter essa transportabilidade de cargas de trabalho em qualquer lugar ao longo desse continuum.
[22:04] E isso significa que você, agora, precisa arquitetar corretamente, e é por isso que coisas como no Cranow e outras com Eve, e estamos fazendo, quero dizer, HomeEdge é outro projeto dentro do LF Edge. Mesmo em casa, você vai começar a ver pessoas, seu gateway se parece mais com um servidor hospedando todos os diferentes serviços. E todas essas tendências, abstraia tudo o que puder, abstraia, computação, armazenamento, rede, sempre separe os dados da infraestrutura subjacente. No final, trata-se de infraestrutura consistente, com conhecimento de domínio aplicado. Os vencedores terão o melhor algoritmo, terão o melhor hardware especializado, software especializado, Ninguém ganha reinventando o meio. Certo. Então a resposta curta é tipo...
[22:46] você vai ver uma mudança massiva em todos os aspectos. A última coisa que vou dizer, quero dar tempo ao Eric, é que me perguntam o tempo todo: o 5G não vai apenas tornar a computação de borda uma coisa de curto prazo? Sim, latência, você sabe, muito baixa. Mas número um, não me importa quantos noves você tenha de confiabilidade. Não vou deixar você implantar meu airbag a partir da nuvem. Sim. Não vai acontecer. E número dois, largura de banda sempre tem um custo. Certo. Então a analogia que uso é: se você constrói rodovias, as pessoas pensam, ah, vou resolver o problema do trânsito construindo rodovias. Bem, o que acontece? Mais pessoas se mudam para a cidade, subúrbios, e então você tem mais trânsito. Sim. Tudo aumenta. Então você tem novas experiências. Vai ser incrível, tipo todas essas coisas legais. Mas não vai resolver o problema de largura de banda. Certo.
[23:27] impulsionar isso também, você sabe, espectro licenciado versus não licenciado, podemos falar o dia todo, Eric, por que você não nos encerra, você sabe, quaisquer pensamentos adicionais aqui Sim, quero dizer, se você olhar onde estão as bordas, quero dizer, sim, Todas as pessoas que estão analisando isso estão dizendo que a quantidade de dados gerados lá está crescendo e vai crescer e vai assumir a quantidade de dados que realmente chega à nuvem, apenas em termos de quantidade de dados. Se você olhar para a infraestrutura realmente implantada, pode até argumentar que a borda já está aqui e já é maior que a nuvem. Só não está conectada ainda. Se você entrar em um chão de fábrica, encontrará PCs industriais em cada máquina no chão. Eles podem estar executando algum aplicativo rodando Windows ou algo assim, e esperançosamente uma versão antiga dele, mas esperançosamente não conectado à rede porque provavelmente não foi corrigido há um tempo desde que instalaram a máquina. Mas as pessoas querem tirar esses dados, certo?
[24:17] E como elas podem tirar os dados? Bem, talvez elas implantem um PC industrial separado ao lado dele que execute algo mais moderno em termos de software, não Windows 98 ou algo assim. E então construam a partir daí. Mas acho que a oportunidade está lá. a capacidade de coletar esses dados, fazer um monte de computação localmente, e então dizer, ok, o que preciso exportar daqui para a nuvem, como construir um sistema, e tornar isso fácil de aproveitar da perspectiva das pessoas que desenvolvem aplicativos, bem como das pessoas que querem implantar os serviços de rede.
[24:50] que pode realmente conectar essas coisas. Então acho que isso é uma coisa chave. Excelente. Excelente. Bem, Eric, Jason, Melissa, muito obrigado. Ótimas percepções. Aproveitem o resto do evento. Obrigado. Obrigado. Tudo bem. Olha só isso.
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[0:00] Thank you, Arpit. Good morning, everyone. I was thinking, why don't we play Jeopardy or... You know, the family feud. I mean, I tell you what, how do we really set the bar for moderators, wherever you are out there? Give all of our answers and questions. That's right. And I'm going to limit you to 60 seconds. What is the edge? Come, Melissa. All right. Well, great. Well, let's get into it. So, yeah, what is the edge? So, it's the Wild West out there, right? You know, from my perspective, lots of whitewashing, lots of terminology.
[0:31] From my perspective, lots of folks kind of trying to do things on their own, and it's driving fragmentation. I know, Jason, we've spoken about this, and you definitely have some opinion there. Let's start with you and get your insight. Yeah, it's funny. So when we draw edge-to-cloud architectures, we always put it in portrait mode because it's easier to fit in a PowerPoint. And literally, the edge is on the left all the time. It's the Wild West, the west side, and the east side. It's kind of originally the cloud and all that, more civilized. They're longer, the centralized data centers, but...
[1:04] So key point, there's no single edge. And this is part of the confusion. It depends on kind of who you are, how you define it. The way I define, edge computing, it's moving compute as close as both necessary and feasible to subscribers or, you know, devices. If I'm a telco, I'm going to move compute, you know, as close as I need to, to reduce latency, you know, for subscribers, reduce bandwidth congestion on my own networks, you know, so that could be my cloud edge, you know, or maybe I push it into CPE equipment on premise because I have to do that. So that's the other thing is there's, they're kind of associated with locations, but that is even, that's an organic boundary. If I'm an operations necessarily going to move compute.
[1:46] you know, on-prem. You know, if I'm a nuclear plant, I'm not going to do the cloud. Right. You know, and stuff like that. So this spectrum of edges, a lot of the fragmentation is due to inherent complexities as you go from cloud to device edge, software and hardware always gets more customized and collects. So you can kind of envision this curve where in the cloud data centers, IT standardization has happened over the years. It's relatively standard, not to say it's trivialized.
[2:17] But as you get further towards the device edge, the Wild West, hardware starts to get more complex first. You know, I need elevated temperature support, I need ruggedization, then I need all kinds of IO, then I need class 1 div 2 for explosion proof, then I need custom hardware for every single thing on the planet, like in terms of connected products. You know, a car is a little bit different than a toaster. And... Software goes flat a little bit longer. Everyone wants a different flavor of OS, and then you get into all the crazy protocols. And then there's a point where you hit this tradeoff at memory constraint, and this is what we call the thin compute edge, where you can no longer do virtualization or containerization. You want to extend cloud-native principles as close from the cloud all the way down to that last point where you now have to go embedded because of memory.
[3:06] there's these inherent trade-offs. Part of the reason why there's so much fragmentation, historically, in the edge is because the models for a long time was, I'm going to lock you in with my proprietary protocol. I would argue that IoT, is more about IoT and Edge, is more about the maker movement than anything. The maker of movement, Kickstarter, Indiegogo, just Raspberry Pi, Arduino, whatever. That ecosystem has driven people to change. I can no longer lock you in because someone's going to out-innovate you faster. So now it's about how fast can you innovate, and you win by merit, not lock-in. And so in IoT, you've seen all these platforms pop up. Everyone thinks that if I can just lock you in, then I can sell your data if you let me. The reality is, and this is why we're all collaborating in LF Edge and broader communities, is Open always wins in the end for scale.
[3:54] Right. Always. And if you want to really scale, you need a multi-cloud strategy that starts with an open edge. Sure. And so this is all the stuff that we're working on. And I mean, there's so many different things we could talk about, but you know. Yeah. Well, you hit the nail on the head, right? You know, proprietary. And that's the power of open source is really . You know, Melissa, let's get your insight there as well. Well, I think part of what has been also really, tremendous in the shift that's happening. You know, Jason kind of talked about what's the movements that are moving up the stack. I think we've also seen the cloud technologies and the infrastructure software that's been well established and is becoming, you know, more and more productized and implemented in common ways, and I think Dan will probably talk a little bit about this in his keynote as well, are coming down the stack. But then when you complement that with the diversity of workloads coming up the stack, you know, for all of these different use cases, and then you introduce AI and FPGA and GPU, the complexity of what workload needs to go where,
[5:00] physically where, and how much can I put at that workload, you know, and then how do I... load balance and make sure that I've got the right resources, physical resources with regard to, you know, AI, neural networks, GPU, et cetera, where it becomes really, really complex. And I think that's one of the things that I hear from our partners a lot is help me figure this out. I get why open is going to win. Right. But holy heck, it's really complicated. How is open different?
[5:34] do that? How does open source make it easier to manage that complexity? Well I think part of what you see in the dialogue at sessions like this at ONS and other open source gatherings is a conversation around what is the architecture and by being open you get the best of the community's mind and you are able to leverage the best of the intelligence of where technology is headed It's not just me doing my development on my own kind of thing. Sure, yeah. And so we can actually, if we can agree i think it takes a little longer to get to common consensus on what that should be but once we get to a common consensus we can go much faster. And then you also have the shared maintenance burden because everybody's not only contributing to the creation but contributing to the maintenance of it as it moves forward. Excellent. Excellent. Eric, your thoughts. Yes. I'm falling onto what Melissa said. I mean, I think that the horizontal nature or
[6:36] breaking up the vertical integration so that you reduce friction and making it be easier to go deploy things. I think that that's one of the things that we bring to the table, right? This is what's been done in the data centers with the whole sort of how the open source stacks have evolved over time. And the same thing needs to happen on the edge and is going to happen on the edge. We're just trying to accelerate it. But in terms of what is the edge? Well, it seems like if you read, you know, the trade press, it's anything that isn't in the cloud, right? very useful definition. What I'm trying to do is tease apart what are the edge unique requirements, and they're different for different parts of the edge or different edges in the system. So one thing that to me is interesting is this very sort of deep edge or enterprise edge. In many cases, it's things that are deployed sort of 1C, 2Cs, a server sitting in the ceiling over there managing the AC or whatever, right?
[7:31] something that does some video analytics, vibration analytics, next to a generator or something. And how do you actually manage that? It's very different than what people have done with your laptop and even with your phone, because the assumption is that you don't want to send a human being out there to update the software because it's too expensive. right because this thing is it's you need a ladder to whatever a crane to get up there somewhere else it's you know you need to drive for a couple hours to get there so so what can actually do from a software perspective to go address those unique things whether it's about physical security about the the access to the things and as jason said you know the different io requirements you have at that edge right dealing with legacy serial ports um random radio But how can we make that stuff be more accessible so that it's easier to deploy applications out there? Yeah. And what's exciting about, from my perspective, the LF Edge initiative is unifying these domains and reducing that complexity and that fragmentation when you look at telco, IoT, enterprise, and cloud. And there may be some disagreement here on the panel.
[8:52] challenges when you look at latency, location, and mobility issues there. So, Eric, let's start with you. Are there any best practices or learnings that the telco domain can take from those other domains? Well, I mean, I think that sort of building on the sort of horizontal layers, I mean, one thing, working up from the hardware, is looking at what is actually common in terms of getting hardware root of trust, being able to have some notions of measured boot in the space.
[9:23] where you can actually take and boot something, typically Linux, but maybe it's a real-time OS or something else that's going to run out there, and then build up from there by providing... Um, you know, common connectivity for your applications. The applications, cloud-native applications, they assume that, oh, what I get looks like an Ethernet. Well, but you're running a Rail-T, right? And because you're sitting out there. So does the application need to know about that? Well, it shouldn't have to, right? You should be able to abstract that thing away. So that notion of inserting a layer of virtualization is something that we're working on in Project EVE and as part of LF Edge.
[10:02] Jason, your insights into the different projects that are also driving that momentum? Well, I'll start on the telco side. just like many folks, like many companies over the past couple of years, IoT Edge, whatever, Everyone's trying to lock everybody in again, because it's like, if I can just lock you in, then I can make money on your data. if you let me. Historically, that's historically, but the reality is that's like trying to own the Internet. So what what anyone telcos or otherwise you know we look at is you must open it up and then there's you use technology to bring checks back from strangers this is this is how it's also making the scales there's a lot of stuff that we're working on you know you'll hear about soon you know about that you know this this notion of inserting trust at a system level um so that you can cross between systems of systems so step one though is like solve the insanity around everybody reinventing the middle yeah you know for you know with iot specifically so one of the first projects um well project that i helped to get started with a great team at dell and it became a linux foundation project with EdgeX Foundry, one of the anchor projects along with the Crano and there's a bunch of others, Eve and others coming in, we'll talk about. EdgeX was, hey, let's go extend cloud native principles down to the thin compute edge, so to speak. Gateways is one way to look at it. Let's do it in a way where you then open up an API in the middle. And if you get enough folks using something through collaboration, then that becomes a de facto standard. And so if you have this open API that allows you to replace components, whether it's device connectors, and I don't care
[11:25] care what protocol you speak because you'll never have one protocol southbound especially. There's there's thousands of protocols southbound in IOT. Why? Because of the lock-in plays. And Everyone created protocols so that it was really hard to switch from my control system. Well, now everyone's moving towards it's about software and services, not about the lock-in. You need to democratize the south so you can monetize the north. Right. And so, EdgeX... You've got that agility, yeah. Yeah, EdgeX is all about like, "Hey, I don't care what hardware you use, what OS you use, platform independent, cloud native, loosely coupled microservices. You take your pickup protocol, you plug it into the open API, and then everything can be heterogeneous around it." And so, that's what EdgeX was all about and is all about. And so, we're seeing a lot of pickup in that community.
[12:08] So good stuff happened there. Give me that decoupling point the moment data is created, and then I can send data wherever I want. The cloud strategy would normally be – my multi-cloud strategy, like I'm a big cloud, is like send me all of your data, and then you can send it anywhere you'd like if you pay me a lot of money. Right. The EdgeX strategy is decouple your data the moment it's created, and then you pick... any permutation from edge to cloud, so all permutations work. Yeah. And then you can kind of transport stuff, you know, left and right across the chain. The other one, you know, I've mentioned, so we've been talking about it earlier this morning, like the glossary project, very important. You mentioned the terminology. There's a lot of buzzword bingo. Yeah, like fog and foggy. The fog is basically all the edges. Well, fog is foggy. That's why we didn't really subscribe to that term, but like, you know, fog is basically -- I can't see. The fog is everything that's not in a cloud, same thing.
[13:01] between or whatever. But when I was really important as a project was as computing glossary is like, basically, how do we get aligned on terminology? And semantics to some degree, but yeah, Here's some examples. So first off, depends on who you are, but Telco world, it's near edge, far edge. But what's near and what's far? These are loaded terms. It's like, you ever seen Sesame Street, Oscar the Grouch, they're far. What do you mean? It's better to talk in absolutes. People say real time, way too much. Real time to a building automation person is 15 minutes. Real time to an airbag is like a fraction of a second and it must be deterministic.
[13:40] real time to a financial person is milliseconds, but no one dies if you don't get your Starbucks. In the 5G world, it's less than five millisecond latency. So we need to talk about absolutes, you know, tiny. I hear all the time data center people say, "Tiny? It's tiny. It's 500 megabytes of footprint." You know, the world that Eric lives in, it's five kilobytes, you know, in some cases. So we have to get aligned on absolutes. that are descriptive around inherent trade-offs. And that's where I think there's some general terminology. And then there's like, let's not use loaded terms. Let's use absolutes. Yeah. And it matters because I think like every conversation I'm in, we spend the first 15 minutes of the conversation just getting grounded on what we're talking about. You're like, get over this. Right.
[14:33] what happened with the cloud transformation and, telcos and cloud operators and tier twos, you know, they all implemented common open many of them implemented common open source projects for their cloud infrastructure. But because they were standing them up as things were being developed, each one of them did it slightly differently. you know, OpenStack running the Kubernetes running OpenStack, all VM container, cloud native.
[15:07] all of those different companies are spending enormous resources maintaining what is essentially is open source that became proprietary because of the way that they integrated it was unique to their particular business and so taking the lesson learned from that and really being focused on hey if the vision of edge is to be realized um while i'm still working we need to stop um kind of the which these open source projects get consumed. Right. And we need to work as a community not only in their building of these components, but in the way they get integrated to realize actual use cases. And so there's a project as part of LF Edge called Acrano, where that's exactly what the project is about. It's the community coming together with specific use cases in mind and saying, okay, for this specific use case, I would like to architect this with these components, these assets, and integrate it in a completely declarative fashion. This hardware, this software, this release of this software, et cetera, this is how you integrate it, this is how you render it,
[16:18] validate the functionality that they attest to. They'll have a feature and they release it, but how is it validated and what kind of test cases, what kind of bandwidth constraints, etc. And so Acrano is really trying to say, hey, let's simplify this. Nobody's going to differentiate on infrastructure software, right? It's all going to be on the app services, business models running on that the whole community benefits for now and for the long term. And I think that's really, really compelling. It is a different type of open source project in the sense that, you know, it's not as much of a development project. There are some development aspects, but it's really folks coming together to do the dirty work of making this stuff productizable. And I think that that's really a tremendous effort.
[17:18] I think it should be, and I think we're kind of at the cusp of seeing some of this. I think OpenStack's done some of this. The Cloud Native Compute Foundation's doing some of this. But what I think is differentiated about a Cranio is it's actually pulling from all the upstream projects to render these use cases as complete vertical stacks and reference stacks for the community. of open source, and we'll see if it works. There are definitely skeptics.
[17:53] Awesome, awesome. Well, we've got some time left, so I want to throw a bonus question to the team here. Arpit stood up and dropped the mic when ONS got kicked off and talked about how the impact of the edge... potentially could be a forex that of what we've seen with cloud. Cloud's been pretty... pretty accepted, you know, so for me, that's, that was pretty mind-blowing. So, I'd love to get each of your insight on how you see that happening. I mean, are there certain linchpins that'll occur that'll really drive that? So Melissa, maybe start with you.
[18:30] Thank you. So I apologize, I wasn't listening to your question. I was thinking about the fact that I failed to mention a couple things when I was talking about, I got totally passionate about a Crano. Yeah. And I failed to mention the fact that there are a couple other projects as part of LF Edge, including the ones that Arpit mentioned yesterday. When you said that, I was like, oh, shit. Go for it. I didn't say anything about those. Anyway, so there are some new projects that were part of LFH that were announced. Badal and Fledge were also. There are seven projects total.
[19:04] As part of LF Edge, you've heard a couple mentioned here, there's also a laundry list of new projects that are being contributed to LF Edge. So there's a lot of opportunity for folks to get engaged. And I think the reason that there's so much interest from the ecosystem and from the participants in LF Edge and these different new projects is the diversity of use cases. exist when the context of edge technologies are are unique and they're different and they require different software and different capabilities and components um and so i'd encourage you to get you know to check out some of the new projects that were announced there's a ton of documentation on the lf edge website the wiki.lfedge.org so you can it's very easy to get informed in true open source fashion everything's open um so please leverage what's available to get more informed about these different projects thanks and then the key of course is within lf edge all linux foundation projects is the governance i mean
[20:10] neutral governance. The whole point of an umbrella project, as probably many people know, cloud native compute, LF networking, there's a bunch of different models that have been proven time and time again. It's be inclusive, bring projects in, even if there's some overlap up front, but then let the community working with that structured governance, the technical advisory committee and all that, help to harmonize these projects over time. That's a key part of that mission is that nobody wins as Melissa said so well, reinventing the middle. about minimizing undifferentiated heavy lifting. Okay. This is important.
[20:45] - I thought about that one for a while. - Yeah, but to answer your question on the cloud. So there's a lot of stuff. I mean, all data is created at the edge. And there's no doubt that there's just more and more devices popping up on networks. And this is gonna cause, you know, A lot of congestion and a lot of need to kind of shift compute. You know, is the cloud going away? No. No. There's a lot of clickbait. Oh, the cloud is going to disappear. No. Right. Will the cloud always do the deepest of deep learning? Yeah. Are you going to see more learning happening at the edges? Absolutely. I call that shallow learning. Yeah. You know, closer to the edges. Yes. You're going to see. The point is that we don't know where things are going to run. Sure. You know, in the end. We haven't even scratched the surface yet on the business models and the use cases.
[21:29] of just like POC party of one, now try to scale that solution. Now try to do that solution that intersects with other domains. That's the real potential. And this is why you need open. You can't cross public and private and all these different folks without trust at a system-wide level. So that's the big next conversation. The point is if you architect properly, even if your right answer day one is to send all your data to some cloud and do stuff centralized. Right. But you're not going to want to stay there because you're going to get the bill. It's going to be a hybrid model. You're going to want a hybrid model. And so over time, you need to be able to have that transportability of workloads anywhere along that continuum.
[22:04] And that means that you right now have to architect properly, and this is why things like in Cranow and stuff with Eve, and we're doing, I mean, HomeEdge is another project within LF Edge. Even in the home, you're going to start seeing folks, your gateway looks more like a server hosting all the different services. And all of these trends, abstract everything you can, abstract, compute storage, networking, always separate the data from the underlying infrastructure. In the end, it's about consistent infrastructure, with domain knowledge applied. The winners will have the best algorithm, have the best specialty hardware, specialty software, No one wins reinventing the middle. Right. So the short answer is like...
[22:46] you're going to see a massive change across the board. The last thing I'll say, I want to give time to Eric, is I get asked all the time, isn't 5G just going to make edge computing a short-term thing? Yeah, latency, you know, very low. But number one, I don't care how many nines you have on reliability. I'm not going to let you deploy my airbag from the cloud. Yeah. Not going to happen. And number two, bandwidth always comes with a cost. Right. So the analogy I use is if you build freeways, people think, oh, I'll solve the traffic problem by building freeways. Well, what happens? More people move to town, suburbs, and then you have more traffic. Yeah. Everything raises up. So you get new experiences. It's going to be incredible, like all this cool stuff. But it's not going to solve the bandwidth problem. Right.
[23:27] drive it as well you know license versus unlicensed spectrum we can go all day eric why don't you close us out you know any additional thoughts here Yes, I mean, if you look at where the edges are, I mean, yes, All the people that are analyzing this stuff are saying that the amount of data that's generated there is growing and it's going to grow and it's going to take over the amount of data that actually makes it to the cloud, just in terms of amount of data. If you look at actually deployed infrastructure, you can even argue that the edge is already here and already bigger than the cloud. It's just not connected yet. If you walk into a factory floor, you will find industrial PCs sitting in every machine on the floor. They might be running some app running Windows or whatever, and hopefully an old version of it, but hopefully not connected to the network because it probably hasn't been patched in a while since they installed the machine. But people want to get that data out, right?
[24:17] And how can they get the data out? Well, maybe they deploy a separate industrial PC next to it that runs something more modern software-wise, not Windows 98 or whatever. And then build it up. But I think the opportunity is there. the being able to gather that data, do a bunch of the computing locally, and then saying, okay, what do I need to export from here to the cloud, how to build a system, and making that easy to leverage from the perspective of people developing applications as well as the people that want to deploy the network services.
[24:50] that can actually connect that stuff together. So I think that that's a key thing. Excellent. Excellent. Well, Eric, Jason, Melissa, thank you so much. Great insights. Enjoy the rest of the event. Thank you. Thank you. All right. Look at that.
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"Keynote Panel Discussion: Unifying the Edge - IoT, Enterprise, Telco and Cloud" pela The Linux Foundation (https://www.youtube.com/@linuxfoundationorg), licenciado sob CC BY 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/). Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=0x4Md1FSGNA. Esta página é uma transcrição em texto do vídeo com quebras de parágrafo e carimbos de data/hora adicionados; o criador não é afiliado e não endossa o Vidleaf. O Vidleaf adicionou pontuação por IA e um resumo gerado por IA; o texto original permanece disponível nesta página.
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