TRANSCRIÇÃO · CC BY 3.0

Aprendizado de máquina - introdução

Tradução automática para o português do Brasil. Gerada e salva em 2026-10-23. Pode conter erros; confira os termos e as citações na versão em inglês e no vídeo original. Os horários são os mesmos da fonte. A transcrição original em inglês está disponível abaixo.

A primeira aula de aprendizado de máquina de Nando de Freitas: por que os programas devem aprender com dados, mostrado com visão, recomendação, texto em escala web e percepção animal.

Nando de Freitas · Publicado em · 1 h 00 min · Inglês · Licença: CC BY 3.0 · Fonte: assistir no YouTube

Fonte da transcrição: reconhecimento automático de fala no Vidleaf (pode conter erros). Pontuação por IA adicionada pelo Vidleaf; redação original e âncoras de timestamp mantidas. A transcrição original está disponível abaixo.

Resumo gerado por IA

Nando de Freitas apresenta o aprendizado de máquina contrastando regras programadas com sistemas que aprendem a partir de exemplos. Uma demonstração de cegueira à mudança motiva a dificuldade da visão, seguida por exemplos envolvendo previsão, recomendações, linguagem e fala. A palestra enfatiza o papel dos dados e explica por que os métodos de aprendizado se tornam úteis quando o conhecimento explícito está ausente ou a tarefa continua mudando. Seções posteriores conectam sistemas neurais, representação e as ideias por trás do aprendizado profundo. A palestra é uma introdução às questões e intuições do campo, com suas demonstrações e exemplos históricos preservados nos capítulos vinculados.

Pontos-chave

  • [8:26] Aprender a partir de exemplos oferece uma abordagem diferente de especificar cada regra visual manualmente.
  • [21:10] Os métodos de aprendizado são úteis quando regras especializadas não estão disponíveis ou a tarefa muda com o tempo.
  • [37:40] A palestra conecta redes neurais e representações aprendidas com avanços em tarefas de reconhecimento.

Gerado a partir da transcrição. Verifique as passagens vinculadas em relação ao vídeo original. Resumo e pontos-chave revisados pelo Vidleaf em 2026-10-21.

Visão geral completa

Esta palestra começa com uma demonstração de cegueira às mudanças, na qual a maior parte da plateia não percebe as alterações, e mesmo reassistindo ao vídeo ainda se revelam apenas algumas; o palestrante argumenta que o olho se move cerca de três vezes por segundo e que muito do que vemos é imaginado, o que torna extremamente difícil programar uma máquina para ver. Ela introduz aprendizado de máquina, a revolução dos big data, o poder computacional e sistemas neurais inspirados em sistemas biológicos, contrastando a visão frágil codificada manualmente com o aprendizado baseado em exemplos usando grandes coleções de imagens e florestas aleatórias para rostos e pedestres. Um exercício com 'tufa' mostra que as pessoas aprendem novos conceitos rapidamente a partir de poucos exemplos, com concordância forte, mas um tanto subjetiva, enquanto as máquinas não conseguem fazer esses saltos indutivos e, em vez disso, extraem características, padrões ou estatísticas para fazer previsões. As aplicações discutidas incluem previsão de demanda de energia e vendas, recomendações de filmes, detecção de mutações do HIV, pontuação de crédito, diagnóstico médico, ranking e busca de imagens do Google, cuja melhoria veio dos cliques humanos, além do Zite. O aprendizado de máquina é apresentado como a verdadeira IA, necessário quando falta expertise, como com um robô em Marte, e para problemas que mudam continuamente, como recomendações na web. O segmento também argumenta que a escala torna os sistemas automáticos necessários, citando o crescimento dos conjuntos de dados de um milhão de palavras em 1960 para um trilhão em 2006, e apresenta tecnologia de linguagem, Google Translate e reconhecimento de fala como sucessos em que os dados são a matéria-prima essencial e o verdadeiro obstáculo. Ele contrasta a busca por índice invertido e o ranking de popularidade do Google com a correspondência difícil de citações, observa que a web contém verdade, mas também lixo, e encerra observando que o aprendizado também envolve intervenções e causalidade e que o aprendizado profundo impulsionou avanços recentes em reconhecimento de objetos e reconhecimento de fala. A parte final passa da memória associativa para a cognição de aranhas e células de lugar, neurônios V1 e aprendizado hierárquico de características, incluindo os experimentos de Hubel e Wiesel com gatos, ativação de neurônios e reconstrução de entrada, e o pipeline de reconhecimento de fala, com a próxima aula começando o aprendizado supervisionado com modelos lineares.

Resumos de capítulos com carimbos de tempo

Cegueira às Mudanças e o Desafio da Visão de Máquina

  • [0:26] Pergunta-se à plateia quais mudanças percebeu na cena.
  • [1:39] A imagem original era diferente: o prédio não era rosa, tinha janelas em cima em vez de portas, o corrimão estava completo, e havia pessoas e uma placa de abaixo-assinado.
  • [1:56] A maior parte da plateia ficou completamente alheia à maioria dessas mudanças.
  • [2:03] Reassistir ao vídeo mostra que, mesmo sabendo que as mudanças estão ocorrendo, você verá algumas, mas não todas.
  • [2:21] O olho não vê o mundo e a cabeça é pequena demais para contê-lo; o olho se move e olha cerca de três vezes por segundo e compõe uma imagem do que o mundo é.
  • [2:42] Muito do que você vê é na verdade imaginado, e a imaginação desempenha um papel importante neste curso.
  • [3:07] Programar uma máquina que vê é um problema sério porque achamos que sabemos como vemos, mas a demonstração mostra que essa noção está errada e não sabemos como vemos.
  • [3:27] Se não sabemos como vemos, é extremamente difícil codificar em Python ou MATLAB e dizer a uma máquina para ver, porque não conseguimos introspeccionar.

Aula de Introdução ao Aprendizado de Máquina

  • [3:41] Sem a capacidade de introspecção, replicar um cérebro é muito difícil.
  • [4:03] A aula explicará o que é aprendizado de máquina e onde ele pode ser usado.
  • [4:08] Ela abordará a revolução dos big data e por que o aprendizado de máquina de repente se tornou relevante dado o acesso a vastas quantidades de dados.
  • [4:23] O poder computacional está disponível para processar esses dados.
  • [4:31] Sistemas neurais serão uma grande parte do curso, inspirando-se em sistemas biológicos para construir máquinas que aprendem.
  • [4:42] Algumas aplicações serão abordadas para fornecer motivação.

Aprendizado de Máquina vs Visão Codificada Manualmente

  • [4:55] Um problema central é que o mundo é difícil de descrever para as máquinas, por exemplo, definir uma girafa é difícil porque as girafas variam em forma, fundo e cor.
  • [5:46] Mesmo codificar algo tão simples como a detecção de rostos é extremamente difícil de fazer manualmente.
  • [6:12] Apenas três ou quatro estudantes na plateia sabem como construir um detector de rostos.
  • [6:33] Construir um detector de rostos é muito fácil com tecnologia de aprendizado de máquina, mas extremamente difícil se você tentar codificá-lo.
  • [6:39] Um fabricante de carros no Japão tinha um detector de rostos codificado manualmente que falhou em encontrar o rosto de um amigo alto e loiro, Jesse, porque foi codificado para sobrancelhas e olhos escuros.
  • [7:25] O sistema codificado manualmente era extremamente frágil, funcionando apenas em condições ideais.
  • [7:44] A solução de aprendizado de máquina é coletar uma grande coleção de imagens de rostos de todos os tipos de pessoas e populações, e então usar um algoritmo simples para detectar rostos.
  • [8:03] Em vez de escrever um programa que diga exatamente às máquinas o que é um rosto, você mostra à máquina quais são rostos e quais não são, e deixa que ela aprenda o que os diferencia.
  • [8:26] A abordagem de aprendizado de máquina é baseada em exemplos em vez de regras, deixando as máquinas descobrirem as características ou padrões.

Treinando máquinas para detectar rostos e pedestres

  • [8:47] Construir um detector de rostos começa coletando uma enorme coleção de imagens de rostos e um grande conjunto de dados de rostos conhecidos.
  • [9:02] O curso ensina isso com uma técnica chamada florestas aleatórias.
  • [9:11] A mesma abordagem funciona para qualquer objeto, não apenas rostos.
  • [9:16] Você pode pegar muitas imagens de pedestres e treinar uma máquina para reconhecer pedestres.
  • [9:31] O reconhecimento de pedestres é importante para carros automatizados, que já são aprovados na Califórnia.
  • [9:53] 20,000 ou 40,000 pessoas morrem todos os anos nos EUA em acidentes de carro, a maioria pedestres.
  • [10:24] Na Índia, o palestrante lembra de um número de 113,000 pessoas quando verificou há alguns anos.
  • [10:53] Sistemas comerciais como o Mobile já detectam chamas e carros, e tais inovações são essenciais para carros automáticos.

Aprendizado Humano vs Aprendizado de Máquina

  • [11:51] Humanos e todos os animais são muito bons aprendizes, sendo os humanos particularmente bons.
  • [12:06] Um exercício com a plateia testa quão bem os humanos aprendem o conceito de 'tufa' a partir de alguns exemplos destacados.
  • [12:25] Os membros da plateia votam em quais objetos apontados são tufas, com concordância majoritária em alguns e poucos em outros.
  • [13:21] Um participante explica uma tufa pelo seu caule, raízes e cabeça.
  • [13:59] As pessoas estão confiantes ao julgar tufas, embora achem difícil descrever os critérios.
  • [14:26] As pessoas aprendem o que é uma tufa muito rapidamente a partir de pouquíssimos exemplos.
  • [14:39] As opiniões sobre o que é uma tufa são um tanto subjetivas, mas ainda assim há forte concordância.
  • [14:51] Características como um caule longo, pernas ou cabeça definem uma tufa, mas a extração de características é em grande parte feita no subconsciente.
  • [15:19] O objetivo é projetar máquinas que possam aprender novos conceitos rapidamente a partir de poucos exemplos.
  • [15:32] As máquinas não são capazes de fazer esses saltos indutivos, como Josh e Yvonne chamam.
  • [15:42] O aprendizado de máquina extrai as características, padrões ou estatísticas que nos permitem identificar coisas como uma tufa, um rosto ou um pedestre, e então faz previsões.

Tarefas Preditivas e Aplicações de AM

  • [16:17] Uma previsão pode funcionar como uma decisão, como decidir se algo é um rosto ou não é um rosto.
  • [16:26] As previsões também podem ser de natureza diferente, como julgar se algo é perigoso e se deve fugir.
  • [16:46] A previsão é uma tarefa preditiva popular, por exemplo, prever a demanda de energia de um prédio para ajustar quanta energia você compra.
  • [17:11] A previsão de vendas é outro exemplo, como prever a demanda por um produto como itens rosa da Lululemon.
  • [17:32] O aprendizado de máquina pode avaliar automaticamente os filmes que você não avaliou para ajudar a construir um sistema de recomendação melhor.
  • [17:50] Pode-se ensinar ao aprendizado de máquina o que é um vírus HIV e então detectar mutações, o que importa porque detectar uma mutação permite escolher um tratamento diferente.
  • [18:22] Sistemas de pontuação de crédito classificam rapidamente se você é digno de crédito, e é por isso que usar cartões de crédito é tão fácil hoje em dia.
  • [18:49] O diagnóstico médico em coisas como mamografias é algo que as máquinas podem eventualmente fazer muito melhor que os humanos.
  • [19:01] O ranking é outra tarefa em que o aprendizado de máquina é muito útil.

Busca de Imagens, Ferramentas de Sumarização e AM como IA

  • [19:07] Clicar em uma imagem na busca de imagens do Google informa ao Google que a imagem corresponde à palavra pesquisada.
  • [19:21] A Busca de Imagens do Google melhorou com o tempo porque os humanos rotularam imagens clicando.
  • [19:30] Pesquisas por termos de aprendizado de máquina frequentemente mostram imagens de modelos sensuais nos primeiros 50 resultados porque é onde as pessoas clicam.
  • [19:40] Essas falhas dos algoritmos fizeram o palestrante perceber o que estava acontecendo.
  • [20:00] No enorme fluxo de informação de hoje, ser capaz de resumir informações também é importante, e muitas ferramentas já tentam condensar notícias ou outras informações.
  • [20:18] O Zite foi construído por dois estudantes que fizeram este curso muitos anos atrás, junto com alguns capitalistas de risco na Colúmbia Britânica, e acabou sendo vendido para a CNN.
  • [20:35] Os algoritmos que alimentam a CNN foram desenvolvidos aqui.
  • [20:48] O aprendizado de máquina é a verdadeira IA, ou certamente um componente enorme da IA necessário para construir máquinas inteligentes.

Quando o Aprendizado de Máquina é Necessário

  • [21:10] O aprendizado de máquina é necessário quando nossa expertise está ausente.
  • [21:17] Um robô em Marte não pode ser controlado remotamente porque a transmissão de sinal leva muito tempo, então ele deve entender seu ambiente e se reparar.
  • [21:29] Não conseguimos entender como vemos, reconhecemos coisas ou vemos conceitos a partir de sons, e essa falta de capacidade de introspecção motiva o uso do aprendizado.
  • [21:53] O aprendizado é útil para problemas que mudam continuamente, como recomendações na web, já que os interesses das pessoas mudam com o tempo.
  • [22:10] Depender de curadores exigiria muita coragem, então sistemas automáticos são importantes para continuar fornecendo conteúdo à medida que os interesses mudam.
  • [22:33] Como todos são diferentes, um milhão de clientes precisaria de um milhão de recomendadores automáticos em vez de um milhão de curadores.
  • [23:04] O aprendizado também serve para problemas em que os humanos não conseguem raciocinar, e em mecanismos de busca ou análises da web você não pode confiar em regras.

Crescimento dos Dados e Dependência do Aprendizado de Máquina

  • [23:17] Como a escala do problema é tão grande, você não pode depender de pessoas e deve depender do aprendizado de máquina.
  • [23:33] Os dados aumentaram muito nos últimos anos.
  • [23:40] Pesquisadores do Google Lon, Halaby, Peter Norbeck e Fernando Pereira apontam isso em um artigo de 2009.
  • [23:52] Em 1960, um milhão de palavras era considerado um grande conjunto de dados.
  • [23:58] Em 2006, um conjunto de dados de um trilhão de palavras era considerado grande na academia.
  • [24:17] Houve enormes aumentos de ordens de magnitude nos conjuntos de dados que podem ser gerenciados.

Histórias de Sucesso em Tecnologia de Linguagem

  • [24:44] O Watson é citado como uma história de sucesso tecnológico.
  • [25:00] Histórias de sucesso são definidas como criar receita para muitas pessoas e resolver os problemas das pessoas.
  • [25:02] O Google Translate é chamado de uma história de sucesso brilhante.
  • [25:07] Uma esposa que compra tecidos da Índia e da China pode enviar e-mails para pessoas que talvez falem hindi ou mandarim porque todas usam o Google Translate.
  • [25:30] O Google Translate revoluciona completamente o comércio eletrônico ao tornar o mundo um lugar menor, onde as pessoas não precisam falar a mesma língua para se comunicar.
  • [25:40] Ocasionalmente há alguns problemas com isso.
  • [25:46] Até mesmo pequenas empresas em Vancouver se envolvem em negócios globais com seu produto dessa forma.

Reconhecimento de Fala e Dados de Multidão

  • [26:16] O reconhecimento de fala do Google funciona extremamente bem, especialmente em celulares.
  • [26:25] Toda vez que os usuários acertam ou erram o reconhecimento de fala, eles fornecem feedback que ajuda o Google a melhorar.
  • [26:34] O palestrante assume que o reconhecimento de fala é um daqueles problemas que está resolvido.
  • [26:52] A tradução em tempo real para outro idioma é mencionada como uma possibilidade relacionada.
  • [27:24] Duas equipes trabalham no reconhecimento de fala usando redes profundas; a primeira equipe que começou foi na soft, e então o Google começou a trabalhar nisso.
  • [27:42] Um fator comum entre essas aplicações é a grande quantidade de dados, incluindo dados correspondentes, como texto em francês e sua tradução.
  • [28:02] Os conjuntos de dados continuam crescendo porque empresas como Google e Microsoft permitem que os usuários corrijam traduções, então os usuários sempre fornecem dados para essas empresas melhorarem seus produtos.
  • [28:24] As empresas estão aproveitando as multidões.

Dados como a Commodity Chave

  • [28:32] Para o reconhecimento de fala, o verdadeiro obstáculo é ter os dados, não saber como construir a tecnologia.
  • [28:44] Os dados são descritos como a commodity.
  • [28:52] Alyosha Efers na CMU mostrou que usar algumas imagens para preencher uma casa removida não funcionou, mas aumentar o número permitiu que as máquinas compusessem automaticamente novas imagens plausíveis.
  • [29:35] Para que isso aconteça, você realmente precisa de muitos dados.
  • [29:46] Os caras do Google afirmam em seu artigo ter resolvido o problema de como fazer as pessoas contribuírem com dados, e Facebook e Google fizeram um ótimo trabalho nisso.
  • [30:01] Eles afirmam ter resolvido o problema tecnológico de agregar e indexar os dados, feito até certo ponto, embora ainda haja muito a ser feito.
  • [30:14] Mais importante, o conteúdo ainda não foi interpretado.

Correspondência de Citações vs Busca por Popularidade

  • [30:30] A busca do Google usa um índice invertido para encontrar correspondências exatas de palavras em páginas da web e então classifica os resultados com um algoritmo.
  • [30:52] O exercício em Python no site do Python é uma forma de aprender a codificar um mecanismo de busca do Google.
  • [31:07] A busca baseada em popularidade é um problema porque o Google é uma máquina de popularidade.
  • [31:21] A correspondência de citações é o problema de decidir se duas citações são a mesma, o que é provado ser extremamente difícil.
  • [31:38] A correspondência de citações é difícil porque as pessoas frequentemente escrevem nomes errados, omitem ou incluem volume e páginas, ou têm as páginas erradas.
  • [32:03] As pessoas frequentemente copiam citações sem ler o artigo original, então os erros podem se propagar facilmente.
  • [32:33] Com 898 citações tendo o número de página errado e 22 o correto, a popularidade sozinha escolhe as erradas, então uma intervenção é necessária.

Extração de Informação e os Limites da Verdade na Web

  • [33:06] A extração de informação é apresentada como um tópico que vale a pena perseguir em projetos de curso.
  • [33:19] O motor de extração de informação mostrado é de Oren Ezioni e Dan Weld, professores da Universidade de Washington em Seattle.
  • [33:53] O objetivo são respostas semânticas, como quem se casou com Obama, em vez de páginas que meramente contêm as palavras da consulta.
  • [33:59] O motor funciona extraindo triplas substantivo-verbo-substantivo da web.
  • [34:19] A web contém verdade, mas também está cheia de lixo, e extrair informações de forma confiável usando apenas contagens ou popularidade é extremamente difícil.
  • [34:38] A abordagem atual usa um monte de regras, o que é descrito como o melhor disponível hoje e o tipo de coisa que o Google e muitas empresas usam.
  • [35:07] Ir além das regras atuais tem duas rotas, uma sendo parametrizar as regras que os linguistas atualmente criam.
  • [35:34] Uma máquina de aprendizado poderia estimar os melhores rótulos previstos, com pessoas votando sim/não nos rótulos por meio de um aplicativo.
  • [35:43] Descobrir a verdade, em última análise, requer lidar com causalidade e conduzir experimentos ou ações.
  • [36:14] A ação é declarada necessária para a verdade.

Aprendizado por intervenção e causalidade

  • [36:39] O aprendizado não é apenas aprender com dados abundantes; em 540 o curso também examina buscar ativamente dados e fazer intervenções.
  • [37:02] A maioria dos sistemas não é apenas inundada com dados, mas na verdade faz intervenções no mundo.
  • [37:12] Muitos dados são obtidos conduzindo experimentos, o que está no cerne do método científico.
  • [37:20] Para entender algo, precisamos realizar ações.
  • [37:24] O curso cobrirá um pouco de causalidade este ano porque é importante para o eventual entendimento verdadeiro.

Redes Neurais e Aprendizado Profundo

  • [37:40] O curso também cobrirá muitas redes neurais.
  • [37:43] Muitas coisas legais têm acontecido recentemente em uma área chamada aprendizado profundo.
  • [37:51] O palestrante pergunta quantos alunos viram a rede de aprendizado profundo do Google Frontline no New York Times.

Cérebro, Memória e Aprendizado Profundo

  • [37:59] O aprendizado de máquina fez grandes notícias, incluindo a rede neural do Google que aprendeu a reconhecer gatos e rostos a partir de vídeos do YouTube.
  • [38:29] O aprendizado profundo teve avanços incríveis nos últimos três anos, nos aproximando muito mais do reconhecimento ativo de objetos em geral.
  • [38:44] O reconhecimento de fala melhorou na Microsoft e no Google por causa do aprendizado profundo, e este tópico de inspiração biológica será cerca de um terço do curso.
  • [39:20] A informação visual que entra no olho é minúscula e dinâmica, com a parte de alta resolução do tamanho de um polegar e a de menor resolução do tamanho de uma mão.
  • [39:54] Os sinais de visão viajam pelo nervo óptico até a parte de trás do cérebro, onde o LGN tem cerca de um milhão de fibras, dando aproximadamente resolução de mil por mil, e a área V1 é muito interessante.
  • [40:30] O cérebro é um bom dispositivo de memória e previsão que armazena coisas de maneira associativa, recuperando um avião quando mostrado um avião com nuvens.
  • [41:29] Um aluno diz que seu número de telefone significativamente mais devagar de trás para frente porque as pessoas armazenam padrões e sequências, não números como a RAM do computador.
  • [42:14] Um falante não nativo de inglês diz seu número de telefone rápido em chinês, mas mais devagar em inglês, sugerindo que ele lê uma imagem do número em inglês.
  • [42:53] A associação pode ser espacial e também temporal; pessoas boas em memorizar compõem uma imagem de objetos e recitam essa imagem, criando um padrão e contexto.

Cognição de aranhas e células de lugar

  • [43:37] O ponto chave é que a memória é associada.
  • [43:45] Pede-se à audiência que escolha qual imagem é uma aranha saltadora, e os votos são contados por imagem.
  • [44:45] As imagens foram mostradas a uma aranha saltadora macho para ver se ele veria uma como fêmea que quer ter sexo de aranha.
  • [45:07] Até mesmo pequenos animais não estão tão longe de nós em sua capacidade de nos reconhecer.
  • [45:15] Aranhas podem reconhecer caricaturas e desenhos simples, não apenas imagens reais.
  • [45:28] Aranhas saltadoras podem reconhecer comportamentos de acasalamento mesmo a partir de caricaturas.
  • [45:35] Aranhas saltadoras podem reconhecer profundidade 3D, o que é essencial para viajar no mundo.
  • [45:51] O cérebro de nível muito baixo da aranha é uma peça de maquinário extremamente sofisticada que ainda lutamos para replicar com nossos dispositivos eletrônicos.
  • [46:16] Algumas criaturas, como esta mariposa, evoluíram para parecer aranhas saltadoras para não serem presas por elas.
  • [46:27] A maior parte do que vemos é codificada em nosso cérebro, e ainda mais a localização das coisas no mundo.
  • [46:41] Monitorar se um neurônio dispara mostra intervalos periódicos particulares na caixa onde ele dispara, que é como você pode dizer onde está.

Neurônios V1 e aprendizado hierárquico de características

  • [47:17] Hubel e Wiesel sondaram células V1 em gatos na parte de trás do cérebro com barras verticais e horizontais.
  • [47:56] Um neurônio não dispara para uma barra horizontal, mas só dispara quando a barra está em um ângulo particular.
  • [48:10] Cada neurônio V1 é ajustado a orientações de linha específicas, então diferentes neurônios disparam para diferentes bordas.
  • [48:35] Há aproximadamente 20 milhões de neurônios em V1, cada um monitorando um patch, coordenada ou borda.
  • [48:50] Composições dessas características básicas permitem reconhecer se algo é um rosto ou não.
  • [49:27] A ideia básica é que cada neurônio é ajustado a um estímulo particular, como uma borda em parte da imagem.
  • [49:36] Um neurônio dispara e produz picos quando vê contraste entre claro e escuro, e não dispara caso contrário.
  • [50:43] O aprendizado profundo alimenta a saída desses neurônios em uma segunda rede e aprende seus parâmetros, produzindo coisas como partes de sujeitos e rostos inteiros.
  • [51:22] O Google treinou uma grande rede sem supervisão em imagens do YouTube, e neurônios capazes de reconhecer rostos emergiram.
  • [52:28] Isso também é biologicamente plausível, ecoando a famosa história do neurônio de Halle Berry da neurociência.

Ativação de Neurônios e Reconstrução de Entrada

  • [52:52] Um neurônio dispara toda vez que o gato vê uma foto de Halle Berry.
  • [53:11] Como os campos receptivos são aprendidos, pode-se ativar um neurônio e aprender qual entrada o faz disparar.
  • [53:18] Essa imagem reconstruída chegou à primeira página do New York Times.
  • [53:26] O curso cobrirá como calcular essa imagem.
  • [53:31] A mesma ideia de reconstruir a entrada pode ser usada para rastreamento e completação.
  • [53:47] O reconhecimento de fala agora funciona em celulares.

Pipeline de Reconhecimento de Fala e Próxima Aula

  • [53:53] O primeiro nível converte sons em coeficientes centrais, descrito como muito fácil.
  • [54:03] Uma rede neural de aprendizado profundo então mapeia características de som para características que podem ser alimentadas em um HMM para reconhecimento.
  • [54:16] O curso passará pelos elementos necessários para isso.
  • [54:22] A próxima aula começará a cobrir aprendizado supervisionado.
  • [54:30] Começará com modelos lineares porque são muito fáceis de entender.

Capacidade da Estação e Considerações Finais

  • [55:40] A estação é grande e multiuso, com capacidade para cerca de 1,000 pessoas.
  • [59:10] O palestrante não acha que estão em uma situação federal.

[0:00] Vou reproduzir isto e então apenas seguir as instruções aqui no topo. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. Obrigado. OK, então quais mudanças vocês-- perceberam na cor do Mais alto das portas.

[0:36] Nesse ritmo. Perdão? Não vou gritar. Oh, sim, o sinal, o sinal de participação mudou. Obrigado. O que mais mudou? E isso é para todos, 340. Obrigado. O quê? O corrimão desapareceu. Obrigado. Então, em particular-- Havia-- este link vermelho desapareceu. o sinal É aquele amigo? Obrigado.

[1:09] O prédio à direita. Quantas pessoas acham que este prédio à direita é completamente diferente do inicial Vá em frente. Há 340 pessoas. OK. Quantas pessoas acham que havia um cachorro aqui na frente? Suba esta porta. Há três, quatro pessoas. Não havia. Eu estava apenas brincando com vocês. Há uma pessoa ali. Esta era a imagem original. Então, como podem ver, o prédio não era rosa. Era um prédio diferente.

[1:43] Havia janelas no topo em vez de portas. O corrimão estava completo. havia pessoas, havia uma petição assinada E-- tudo isso mudou diante dos seus olhos. e a maioria de vocês estava completamente alheia à maioria dessas mudanças. Vou reiniciar e reproduzir mais uma vez. só para ilustrar o ponto de que mesmo que você saiba que essas mudanças estão acontecendo. você ainda assim não será capaz de ver todas elas.

[2:18] Você verá algumas, mas não verá todas. E é porque seu olho não vê o mundo. Você não tem o mundo na sua cabeça. Sua cabeça é pequena demais. o mundo não pode preenchê-la. Então o que você faz é seu olho se mover. e olhar para o mundo cerca de três vezes por segundo, e então você compõe com esses casos uma imagem do que é o mundo. E a maior parte do que você vê é na verdade imaginada. E a imaginação desempenha um grande papel neste curso. Este curso, em grande parte, é sobre imaginação.

[2:50] Se você consegue imaginar o mundo. isso significa que você aprendeu. o que é o mundo. Os vídeos também ilustram uma coisa importante, E é que-- Se você quisesse programar uma máquina que vê, Estamos enfrentando um problema sério aqui. Porque achamos que sabemos como vemos e o que vemos. E ainda assim acabei de provar a você que essa noção está na verdade errada.

[3:23] que na verdade não sabemos como vemos. veja e agora se não sabemos como vemos Como podemos codificar? e ou Python ou MATLAB. e dizer a uma máquina para ver. torna-se extremamente difícil porque não podemos introspeccionar E se não podemos introspeccionar, é muito difícil replicar um cérebro. Obrigado. Certo. Isso-- a introdução de um minuto ao tópico de hoje.

[3:57] que será apenas a sua-- primeira aula. E na aula de hoje, eu vou-- contar um pouco sobre o que é aprendizado de máquina. E onde você pode usar aprendizado de máquina? Vou falar sobre o tipo de revolução dos big data, por que o aprendizado de máquina de repente se tornou e comprovado pelo fato de que agora temos acesso a zilhões de dados. poder computacional para processar esses dados. Obrigado. Vou falar sobre--sobre o--sobre o--sobre o--sobre o--sobre o--sobre a Parte do curso-- algo que vai ser uma Grande parte do curso, sistemas neurais, e como nos inspiramos em sistemas biológicos para construir máquinas de aprendizado.

[4:40] E finalmente, vou apenas-- tocar em algumas aplicações. que espero que já comecem a dar alguma motivação para o que fazer no seu projeto. Certo. Então, como ensinamos as máquinas a ver? coisas Então, um dos grandes problemas é que o mundo não é fácil de descrever. Se você quisesse dizer a uma máquina como reconhecer uma girafa, isso seria muito difícil porque existem girafas de todos os formatos. Pode não ser tão ruim quanto essas girafas aqui, que foram exageradas.

[5:17] Mas é muito difícil dizer a um computador o que é uma girafa. porque elas vêm em todos os tipos de formas ou em fundos diferentes Você poderia ter uma girafa na África, mas de repente, você tem uma girafa na neve. Calgary em breve. E pode ser uma girafa albina, caso em que a cor então ajudaria. Hum. Então, como ensinamos--como codificamos? o que é o Azure Office. Acontece que é extremamente difícil. ou E um problema ainda mais simples, como codificamos-- o que é um rosto Como dizemos a uma máquina Que há um rosto naquela imagem.

[5:54] E isso é meio que-- algo que você considera garantido porque-- todos os seus iPhones ou celulares têm detector de rosto. Suas câmeras hoje em dia vêm com FaceTime. detector. Você usa o Facebook, ele tem detectores de rosto. Ele sabe onde estão os rostos. nas imagens. hora. Quantos de vocês sabem como construir um detector de rosto? Há apenas três, quatro alunos com as mãos levantadas. Vocês viram random forests. Não coloque combustível. Talvez faremos isso neste curso como exercício de casa.

[6:28] Construir um Facebook. É muito fácil com tecnologia de aprendizado de máquina. Mas se você tentar fazer isso codificando, é extremamente difícil. Então, uma anedota que eu sempre conto às pessoas é que, Uma vez eu estava fazendo-- consultoria para um fabricante de carros no Japão e quando eu sentei eu estava fazendo uma visita lá à fábrica. E eu sentei no carro. E ele imediatamente sabia onde estava meu rosto. Então há uma câmera. e intenção para que eles saibam o que estou fazendo, o que estou olhando. e se estou adormecendo.

[6:59] guerra. produtos de chá ligados. E então, mas então, Um amigo meu, Jesse, que agora é professor em Waterloo, E Jesse é alto e loiro. E essa coisa não conseguia encontrar o rosto dele. E a razão é porque havia apenas engenheiros japoneses nisso. E eles codificaram os rostos essencialmente sobrancelhas escuras, e olhos, e assim por diante. Então o sistema, o sistema hand-corder era extremamente frágil. Então é como um sistema codificado para reconhecer seu op.

[7:32] e condições ideais. mas impossível reconhecer você quando fugindo de um predador. Tchau. A solução de aprendizado de máquina é-- Coletar uma grande coleção de imagens de rostos. Estas serão de todos os tipos de pessoas diferentes. e populações e assim por diante. e então criar um algoritmo muito simples que permitirá detectar rostos. Então você não pode dizer a uma máquina-- Como?

[8:06] Você não pode escrever um programa que diga às máquinas exatamente o que é um rosto, mas você pode codificar um programa que... diga explique à máquina estes são rostos. Estes não são rostos. E então deixe a máquina aprender automaticamente o que é que diferencia um rosto de um não-rosto. E essa é a abordagem de aprendizado de máquina. É baseada em exemplos em vez de nós dizermos as regras. Deixamos as máquinas descobrirem quais são as coisas, quais são as características, nós as chamamos de características ou padrões, ou estatísticas que tornam um rosto diferente de qualquer outra imagem.

[8:47] Então a primeira parte é coletar essa enorme coleção de imagens de rostos. Você então coleta um grande conjunto de dados de rostos conhecidos. E-- O resultado é este. É assim que seus-- detectores de rosto são construídos. Hum. Vou mostrar como fazer isso no curso com uma técnica chamada random forests. e assim você pode ter bons eletrônicos de consumo e assim por diante. Hum. Claro, não é só para rostos. Você poderia fazer isso para qualquer coisa. qualquer objeto. Então você pode tirar muitas imagens de pedestres, e treinar uma máquina para reconhecer pedestres.

[9:24] Agora, por que eu iria querer que uma máquina reconhecesse pedestres? Obrigado. O que você quer dizer? carros automatizados. Carros automatizados não estão longe. Eles já foram aprovados na Califórnia. Hum, e, hum... Em breve. uh... esperamos ter carros automatizados nas ruas. Hum... Estou tentando lembrar um número vinte ou quarenta Ou 20 ou 40.

[9:56] Eu configurei meu poder para confundir. Ou 20,000 ou 40,000 pessoas morrem todos os anos nos Estados Unidos em acidentes de carro. principalmente pedestres. Para colocar isso na importância deste projeto, em contexto, imagine a população de UBC desaparecendo todos os anos. Esse é o custo. de não dirigir adequadamente e depender de humanos Tente. Na Índia, quando verifiquei alguns anos atrás quando estava visitando, Era 113,000 pessoas.

[10:31] essa carreira que pode ou não ser ruim dependendo de como você conta. Agora, hum... Na verdade, é ruim independentemente de como você conta. 113,000 sobe. Enorme número de pessoas. Obrigado. Então-- Mesma ideia. *tosse* Você ensina uma máquina, aqui está um monte de imagens, neste caso imagens de carros, E então novamente, sistemas comerciais hoje em dia, como o Mobile já são capazes de detectar chamas, detectar carros e assim por diante.

[11:06] Então-- Mas a chave para todas essas grandes inovações, poder ter um automático-- porque sem essas inovações, não seria possível de jeito nenhum ter um carro automático. Porque como você poderia implantar um carro que não consegue ver e entender o que é um pedestre na frente dele. isso seria como assassinato. Hum... a chave foi chegar a essa percepção de que podíamos ensinar máquinas. o que elas captam. Então este curso, de fato, será sobre como escrever os programas que permitem às máquinas capturar dados E.

[11:42] decidir o que é um rosto e/ou o que é um pedestre, e assim por diante. Hum. Agora, existem outras máquinas de aprendizado por aí, e essas máquinas de aprendizado são os humanos. Os humanos são muito bons. Na verdade, não só os humanos, todos os animais são muito bons aprendizes. Hum. Os humanos são particularmente bons. Hum. e estou prestes a testar agora. quão bons os humanos são em aprender com este exemplo. Então, eu destaquei aqui, eu tenho um monte de imagens.

[12:15] de objetos. quais três deles eu estou chamando de tufas. Certo, vocês não os rotularam colocando uma caixa vermelha ao redor deles. Então agora a pergunta para vocês é quantos de vocês acham que este aqui que eu estou apontando com a seta é uma tufa? Certo. a maioria. Quantos de vocês acham que este é um two-fly? E este aqui? Esse é um cético.

[12:48] E este aqui? Esse é uma tufa? Só um? Então vamos para uma amostra interessante, esta aqui. Obrigado. Certo, não, não tantas pessoas. Hum... Esse aqui. - Esse aqui? Pessoas queridas, Sim. OK, vamos escolher alguém que gosta Vamos começar com aquele.

[13:21] Por que isso é uma tufa? Deus te abençoe. caule, e meio que tem raízes. e OK, caule, raiz, e uma cabeça. É isso que faz dela. uma tufa. Uh... Quem mais gostaria de comentar por que disse que algo é uma tufa? ou não. - Olhando para o cachorro, o Tem uma carranca longa. Tem uma parte solta.

[13:52] meio que uns Red Bulls. Obrigado. Vamos lá. É difícil descrever, mas de algum jeito você sabe. Porque você-- muito confiante para levantar a mão ou manteve as mãos abaixadas. Mesmo que você não conseguisse descrever, dizer que aquilo era uma tufa ou não era uma tufa. Viu? Vocês sabem o que é um two-finger? Obrigado. a maioria das pessoas Mais alguém?

[14:23] Obrigado. Obrigado. Então... Isso ilustra várias coisas. Uma é quão rapidamente você aprende o que é uma tufa. Vocês nunca viram uma tufa, pessoas. talvez no campo de dados de vocês, Mas vocês aprendem muito rapidamente o que é uma 2P. Obrigado. a partir de pouquíssimos exemplos. Hum... Nem todos vocês têm a mesma opinião sobre o que é uma tufa, é por isso que fiz várias perguntas. Então é um tanto subjetivo. Mas há, no entanto, forte concordância Hum... E então... Há características que fazem uma tufa ser uma tufa, seja um caule longo ou as pernas cabeça Hum...

[14:59] *tosse* Mas em geral, nem estamos pensando nessas características quando as extraímos conscientemente. É no subconsciente. Muita da extração de características e interpretação do mundo é feita pelo subconsciente. O subconsciente é muito poderoso. talvez mais que o consciente. Hum. Gostaríamos de projetar máquinas capazes de fazer isso. que conseguem ver alguns exemplos de dados, E apenas a partir de poucos exemplos, conseguem aprender novos conceitos muito rapidamente.

[15:32] As máquinas não são capazes de fazer essas induções. SALTOS. como Josh e Yvonne chamam. Então o aprendizado de máquina é sobre Ser capaz de extrair as características, ou os padrões, ou as estatísticas. A coisa que nos faz dizer o que é uma tufa, E uma vez que você tem essas características, E você pode não fazer isso conscientemente. Nós humanos não fazemos isso conscientemente, e é por isso que É difícil. tentar codificar as coisas à mão, e em vez disso temos que depender das máquinas.

[16:07] é extrair os padrões que fazem uma tufa. Os padrões que fazem um rosto ou um pedestre, E então, uma vez que você tem esses, fazer uma previsão. Onde uma previsão pode ser como uma decisão. decidir se algo é um rosto ou não é um rosto. se algo é uma tufa ou não é um rosto. ou uma previsão de natureza diferente, como, essa coisa vai me comer? Devo fugir? Isso é muito perigoso ou não? Obrigado.

[16:39] Existem outros tipos de tarefas preditivas que são muito populares agora, então vou mostrar algumas delas rapidamente. Hum. previsão. Hum... E isso eu farei como exemplo na próxima aula. Muitas vezes estamos vendo isso -- prever quanta demanda de energia seu prédio precisa, porque com base nisso você pode ajustar Hum... você sabe, quanta energia você compra. E -- você sabe, potencialmente economizar. Hum... Gastar os fins dos dólares. para a economia.

[17:10] Obrigado. Você pode querer prever vendas. Se você trabalha para a Lululemon, você vai prever quantas pessoas vão atrás do rosa Esse é um -- na Taskware. O aprendizado de máquina é realmente muito útil. Certamente o GAAP e assim por diante lojas em toda a América do Norte muito -- série de outros aprendizados de máquina. Obrigado. Você pode querer -- você pode querer -- você pode querer -- você pode ter avaliado alguns filmes E então você gostaria que uma máquina avaliasse automaticamente o restante deles para proteger o que você teria quantas estrelas você teria atribuído a qualquer outro filme para que eles possam construir um sistema de recomendação melhor.

[17:48] Hum... você pode querer usar aprendizado de máquina depois de ensinar ao aprendizado de máquina o que é um vírus HIV você quer que a máquina seja capaz de então detectar qualquer desvio dessa coisa que ela está monitorando de ser um vírus. Em outras palavras, você quer que as máquinas detectem mutações. Agora essas são muito importantes porque no momento em que você detecta uma mutação você pode escolher um tratamento diferente uh... tratar o vírus.

[18:21] Hum. A razão pela qual usar seus cartões de crédito é tão fácil hoje em dia é porque existem sistemas de pontuação de crédito muito bons. Então o aprendizado de máquina classifica isso rapidamente. determinará se você -- uh... se você passa no teste ou não, se você é digno de crédito ou não. Então muito da nossa economia já -- depende do uso de Dinheiro clássico em grande escala. bem como médica você sabe, diagnóstico.

[18:51] em coisas como noces de mamografias e assim por diante é algo que as máquinas eventualmente fazem muito melhor do que hum Humanos. Ranking, outra tarefa onde o aprendizado de máquina é muito útil. Então se você usa a pesquisa de imagens do Google, por exemplo, muitas vezes você faz uma pesquisa. e então você clica em uma imagem. Quando você faz isso, você basicamente está dizendo ao Google, Ei Google, para esta palavra, Esta é a imagem que corresponde a ela.

[19:21] E é assim que a Pesquisa de Imagens do Google ficou cada vez melhor ao longo do tempo, porque nós -- nós Todos os humanos estávamos rotulando as imagens clicando. Muitas vezes você faz uma pesquisa por um termo de aprendizado de máquina. E no topo, as primeiras 50 imagens mostradas, há essas fotos de modelos sensuais. E isso é porque é aí que as pessoas clicam quando pesquisam por máquinas de vetores de suporte ou qualquer técnica que queiram. Então há algumas falhas no algoritmo, o que é o que me fez perceber o que era que eles estavam fazendo.

[19:54] Obrigado. uh... E é claro -- Hum... Nesse enorme fluxo de informação em que vivemos hoje, ser capaz de resumir informações também é importante. E já existem muitas ferramentas que tentam condensar informações para você, seja notícias ou qualquer outro tipo de informação, e disponibilizá-las. Uma dessas ferramentas é -- hum, foi o Zite, e foi construído por dois estudantes que fizeram este curso muitos anos atrás, minha aula e Eric Berchu.

[20:26] Eles, junto com alguns capitalistas de risco aqui na BC, eventualmente construíram esta empresa que foi vendida para a CNN. Se você for ao site da CNN, os algoritmos que alimentam a CNN foram desenvolvidos aqui. Ok, então... e finalmente Hum. Muitas vezes falando sobre IA, acho que o aprendizado de máquina é a verdadeira IA. certamente um enorme componente da IA.

[20:58] ou é necessário para construir máquinas inteligentes, mas é certamente um enorme componente E um grande progresso foi feito na última década. Muito obrigado, Imran. Obrigado. Agora, quando precisamos de aprendizado de máquina? Quando nossa expertise está ausente. Se você quer enviar um robô para Marte, Hum... Controle remoto não vai funcionar, porque leva muito tempo para transmitir o sinal. Então você precisa de um robô que possa entender o ambiente, e que possa se reparar, e assim por diante. Obrigado. Hum... Pelo vídeo, ficou claro que não conseguimos entender como vemos ou reconhecemos.

[21:34] coisas, ou mesmo não entendemos como Nós -- vemos conceitos a partir de sons. E então -- a falta de capacidade de introspecção motiva o uso de aprendizado Hum... Também é útil quando você está lidando com problemas que mudam constantemente. Como se você estivesse tentando dar a alguém boas recomendações para, sei lá, gatinhos ou cachorros ou o que quer que as pessoas recomendem hoje em dia na web.

[22:06] Hum. O interesse das pessoas muda com o tempo. E então se você dependesse de curadores, Hum... isso seria -- exigiria muita coragem. Então é importante Hum. automatizar para ter sistemas automáticos para que À medida que os interesses das pessoas mudam com o tempo, você ainda possa fornecer a elas o conteúdo de que precisam. Hum. Conectado a isso está -- este problema de que muitas vezes cada um é diferente. Se eu quisesse recomendar notícias, eu não teria que construir um sistema de recomendação de notícias para cada pessoa diferente.

[22:41] porque cada pessoa Isso significa que se eu tenho um milhão de clientes, eu precisarei, digamos, -- em vez de ter um milhão de curadores, o que eu quero tentar ter é um milhão de conteúdos de recomendação automática. Hum... E é claro -- Hum. para problemas em que nós humanos não conseguimos raciocinar. E quando você trabalha para um mecanismo de busca, para uma empresa fazendo análise web, logo fica claro que você não pode confiar em regras de -- você não pode confiar em pessoas para fazer as coisas A escala do problema é tão grande que você realmente precisa depender do aprendizado de máquina.

[23:31] Agora, dados. Os dados -- aumentaram muito nos últimos anos. Em Hum, como -- Lon, Halaby, Peter Norbeck e Fernando Pereira, pesquisadores do Google, de alguns dos principais pesquisadores em linguagem do Google. Hum. apontam no artigo. em 2009. Em 1960, sete Hum. Um milhão de palavras era considerado um grande conjunto de dados. Em 2006, eu nem sei qual é esse número.

[24:03] Hum -- Trilhão. É isso. Obrigado. uh... Obrigado. Conjunto de dados de palavras é o que era considerado um grande conjunto de dados na academia. Então houve enormes ordens de magnitude. nos conjuntos de dados que vocês são capazes de realmente gerenciar em suas conversas pessoais. E então se você for para Amazon EC2 e assim por diante, fica ainda mais divertido. Quais foram as histórias de sucesso da linguagem.

[24:37] Estou fora. nos últimos anos. sucesso tecnológico. Watson. Perdão? O que é isso? Watson? Jeffrey Lee Chan. Fofo. história de sucesso. Histórias de sucesso como -- E que eles realmente criaram receita para muitas pessoas e resolveram os problemas das pessoas. Google Translate. ERIC SCHMIDT: Mas Watson é um bom exemplo. Google Translate. Esse é brilhante. Porque... Hum.

[25:07] Minha esposa pode estar na Aritzia fazendo o trabalho dela, e ela precisa de tecidos da Índia, e ela precisa de alguém para tecer esses tecidos na China, E ela está enviando e-mails para todas essas pessoas na Índia China. que podem estar falando híndi, que podem estar falando mandarim, e todos eles são capazes de se comunicar porque todos estão usando o Google Translate. Então isso revoluciona completamente o comércio eletrônico. porque agora o mundo se torna um lugar menor. Você nem precisa que todos falem a mesma língua para se comunicar.

[25:40] Ocasionalmente, há alguns problemas com isso. É mais ou menos assim que as pessoas fazem as coisas. mesmo em pequenas empresas em Vancouver, é assim -- é assim -- é assim que estamos indo as corporações são capazes de se envolver em negócios globais. com seu produto. Qual é outro exemplo? A Apple o comercializou. fortemente. terno Reconhecimento de fala. Então, é teoria de reconhecimento de imagem e Mais ou menos. Muitas partículas.

[26:12] Estamos no Canadá. Mas -- Google. o reconhecimento de fala funciona extremamente bem. Não sei se você experimentou recentemente. Se o reconhecimento de fala no celular. A coisa bonita também é que toda vez que você acerta ou erra, Você fornece feedback. para o Google. melhorar. Então estou assumindo que o reconhecimento de fala é um daqueles resolvidos. Hum. Como -- você Obrigado.

[26:45] professor combinado do ano Saúde. É muito estranho. pelos meus livros. Perdão? Algo como tradução em tempo real. para outro idioma. E... Oh, sim. Você pode até fazer as duas coisas. Então eventualmente seremos capazes de falar se você quiser. Sim, como ficção científica. Onde todos nós podemos... Talvez eu fale por toque. Pai. Eu não ficaria surpreso.

[27:17] Em termos de reconhecimento de fala usando redes profundas, Hum. algo que vou abordar mais adiante no curso. Há duas equipes fazendo isso. A primeira equipe que começou foi na verdade na soft. E então o Google começou nisso. E então eles estão usando mais ou menos a mesma -- tipo de infraestrutura. sobre isso. coisa comum entre todos esses? é que há muitos dados. Há muitos dados em dois idiomas. E há -- muitos -- em outras palavras, dados correspondentes. Então este é o texto em francês e esta é a tradução.

[27:55] hum E o mesmo para reconhecimento de fala. As pessoas criaram esses enormes conjuntos de dados. Além disso, os conjuntos de dados continuam ficando maiores a cada minuto porque onde empresas como Google e Microsoft e assim por diante foram brilhantes é que elas oferecem um serviço e se você não gosta da tradução Elas permitem que você a corrija. E agora por causa disso, você está sempre fornecendo dados para essas empresas melhorarem. em fornecer seus produtos. Então eles estão aproveitando a multidão.

[28:26] Obrigado. uh... Agora, para muitas dessas aplicações, você realmente precisa de muitos dados. Muitos dados são essenciais. Se você vai fazer reconhecimento de fala, Realmente, o obstáculo não é nem saber como construir a tecnologia. Hum... mas é realmente ter os dados. para treinar a tecnologia. Dados são a mercadoria. Sim. Aqui está um exemplo para ilustrar este ponto. por Alyosha Efers na CMU. Então ele tinha inicialmente uma imagem que ele não gostava muito porque tinha uma casa Então o que ele queria era -- eu poderia remover esta casa?

[29:05] Então você pode obviamente removê-la. E então a questão é, Se você tem uma coleção de outras imagens da web, Você pode usar esta outra coleção para preencher isso? Você sabe. de uma forma que ficará melhor que isso. Se -- ele descobriu que se usasse algumas imagens, não funcionava. Mas então quando ele aumentou isso, Ela foi capaz de fazer as máquinas comporem automaticamente novas imagens Isso -- ainda parecem muito plausíveis. Para isso acontecer, você realmente precisa de muitos dados.

[29:42] Agora, voltando aos caras do Google, eles dizem, No artigo deles -- que eles resolveram o problema de como fazer as pessoas contribuírem com dados. E -- Certamente Facebook e Google fizeram um ótimo trabalho nisso. Hum... Dave? Eles afirmam ter resolvido o problema tecnológico de agregar e indexar os dados. Eles fizeram isso até certo ponto, e o Google certamente fez um bom trabalho. Ainda há muito a ser feito.

[30:14] Mas o mais importante é o fato de que Ainda não interpretamos o conteúdo. Então aqui está um exemplo, correspondência de citações. Agora, quando você faz uma pesquisa no Google, você essencialmente usa um índice invertido e procura aquele termo na pesquisa e verifica se essa palavra exata aparece na página da web e então traz de volta essas páginas da web. E então há alguma classificação que é feita usando um algoritmo que -- se você fizer o exercício de Python no site de Python, esse será -- essa será uma maneira de aprender a aprender como codificar um mecanismo de busca do Google.

[31:04] Agora... No entanto, o problema de fazer a pesquisa dessa maneira é que ela é muito baseada em popularidade. O Google é uma máquina de popularidade. Agora, um contra-exemplo é a correspondência de citações. Então a correspondência de citações é o problema de tentar decidir se duas citações. Então em artigos científicos, você sempre cita o trabalho de outras pessoas no final. Então isso é algo que você fará quando escrever seu relatório para o seu projeto.

[31:38] Decidir se duas citações são a mesma é, na verdade, comprovadamente extremamente difícil. E isso porque as pessoas frequentemente erram os nomes. Muitas vezes escrevem o volume ou não, incluem as páginas, ou têm as páginas erradas. E o que costuma acontecer muito com acadêmicos é que, se eu cito um trabalho e não acertei o número da página, e então outra pessoa quer citar meu trabalho, mas meu trabalho na verdade remete ao outro artigo. Eles não leram o outro artigo, mas simplesmente o citam mesmo assim. E o que fazem é copiar a citação.

[32:14] E também você está a apenas algumas horas do prazo, tem que entregar um artigo que é só recortar e colar com um monte de citações. Você vai ver o que quero dizer quando for entregar o projeto no final. E então o problema com isso é que, se algo está errado, pode se propagar muito facilmente. Agora você tem 898 citações com o número de página errado e 22 com o número de página certo. Se você for apenas pela popularidade, vai escolher aquelas. Então você tem que fazer outra coisa. Você tem que realmente fazer uma intervenção para conseguir resolver esse problema.

[32:54] Deixe-me mostrar outro exemplo disso. Um... Este é o problema da extração de informação. E eu adoraria ver alguns projetos sobre este tópico no curso. Então este motor de extração de informação é de Oren Ezioni e Dan Weld, que são professores na Universidade de Washington em Seattle.

[33:26] E então isso permite que você digite coisas como Obama. Casado. E agora estamos começando a fazer algo um pouco mais interessante, algo com valor semântico, não apenas uma consulta, como, você sabe, não apenas-- colocar algo como Obama casado e recuperar um monte de páginas que dizem Obama casado, mas você realmente quer saber quem casou com Obama ou com quem ele se casou e se você fizer uma busca E eles fazem isso extraindo triplas de substantivo, verbo, substantivo da web.

[34:08] E então é isso que você obtém e os números que estou imaginando é a frequência. Essa é a web. A web tem verdade, mas a web também está cheia de lixo. E extrair informação de forma confiável da web apenas usando contagens de popularidade é extremamente difícil. E a única maneira de consertar isso é intervindo. E bem, há duas maneiras de fazer isso. No momento, eles usam um monte de regras. E esta é a melhor, por sinal.

[34:44] Este é o creme, o que você está vendo aqui, quanto ao que podemos fazer hoje. Este é o tipo de coisa que o Google vai usar. e assim por diante. provavelmente e muitas empresas usam. Orin Asuncion é um grande empreendedor e vendeu muitas empresas usando esse tipo de tecnologia. Se quisermos ir além disso, há duas rotas. Uma é começar a parametrizar essas regras. Porque no momento, os linguistas tendem a criar todas essas regras de sintaxe e assim por diante.

[35:19] Tem que ser um sintagma nominal seguido de um sintagma verbal seguido de um sintagma nominal e assim por diante. Ou então eles começam a adicionar um monte de exceções. Se você pudesse simplesmente parametrizar tudo isso e então ter uma máquina de aprendizado estimando quais são os melhores, prever rótulos, e então ter pessoas votando sim/não nos rótulos. Se você pudesse criar um aplicativo legal que permita às pessoas fazer isso, aprenderíamos a fazer extração de informação muito melhor. Mas se você quer descobrir a verdade, em última análise precisamos lidar com o conceito de causalidade. Precisamos realmente saber o que é... precisamos conduzir um experimento.

[35:56] ou precisamos realmente sondar, precisamos conduzir uma ação para conseguir realmente descobrir. Teríamos que fazer algo agora, depois deste ponto. Teríamos que clicar, teríamos que fazer alguma pesquisa, e teríamos que decidir como vamos fazer essa pesquisa para poder descobrir a verdade. Então a ação é necessária para a verdade. Isso me leva à próxima parte.

[36:38] que é-- Aprendizado não é algo que simplesmente acontece onde você tem muitos dados e então aprende com eles. Foi assim que fiz em 340, para aqueles ali. Mas em 540, também vamos olhar quando nós realmente ativamente vamos buscar os dados, quando fazemos intervenções. Porque a maioria dos sistemas não se trata apenas de... ser inundado com dados e fazer algo como resultado, mas você realmente faz intervenções no mundo. E a maioria dos dados, você sabe, para obter dados conduzimos experimentos. Quer dizer, isso está praticamente no cerne do método científico.

[37:20] Se queremos entender algo, precisamos realizar ações. Então, vou fazer um pouco de causalidade este ano neste curso porque acho importante. eventualmente para ter verdadeira compreensão. Certo. O curso também terá muitas redes neurais. E recentemente, tem acontecido muita coisa legal em uma área chamada aprendizado profundo. Quantos de vocês viram a rede de aprendizado profundo do Google Frontline no New York Times?

[37:59] Um, então o aprendizado de máquina foi grande nas notícias. Grande o suficiente para que duas pessoas, três pessoas, quatro, cinco conseguissem ver. Estava na primeira página do New York Times. Então o Google estava alegando que havia construído essa rede neural que pode olhar vídeos do YouTube e, só fazendo isso, pode aprender o que é um gato ou o que é um rosto e assim por diante. E então vamos examinar cuidadosamente esse experimento neste curso.

[38:29] estado da arte em aprendizado profundo. Mas nem é preciso dizer que houve avanços realmente incríveis nos últimos três anos nesta área que estão nos aproximando muito mais de fazer reconhecimento ativo de objetos em geral. O reconhecimento de fala que melhorou muito nos últimos-- na Microsoft e no Google, a razão pela qual melhorou foi por causa desse aprendizado profundo. E então uma boa parte do curso, e é tudo muito inspirado biologicamente. E então vamos cobrir isso no curso.

[39:03] Vai ser quase como um terço do curso. Não vou entrar em neurociência, mas não estarei nessa pequena caricatura aqui na tela, que é: há um cérebro. Se você está olhando informação visual, há um sinal visual que entra no seu olho. Novamente, esse sinal visual é muito pequeno, e é dinâmico, e é do tamanho do seu, a parte de alta resolução é do tamanho do seu polegar.

[39:37] - A esta distância. e então o menos, a resolução mais baixa, cerca do tamanho da sua mão. Mas você realmente não vê muito. Isso é realmente em grande parte imaginado. Então há-- tudo passa por-- este nervo óptico até a parte de trás do seu cérebro, que é a primeira parte da visão, e tente fazer isso, tente bater na parte de trás da sua cabeça. As coisas ficam pretas. Há uma razão. É onde está sua visão.

[40:10] Aqui com o LGNAs há cerca de um milhão de fibras. Então isso começa a dar uma ideia aproximada de qual é a resolução dessa imagem, mil por mil. E então lá atrás, há uma área chamada V1, que é muito interessante. Agora vou ter que dizer algumas coisas sobre isso. Ora, o cérebro é um bom dispositivo de memória e é um dispositivo preditivo. A maneira como armazenamos coisas no cérebro é de forma associativa.

[40:45] E o que quero dizer com isso é, por exemplo, algo assim, onde há-- se você quer recuperar algo, quando você apresenta uma nova consulta, como neste caso, um avião com nuvens, você recupera um avião. Então ele entende que há um avião ali. Um... Quem não se importa de dar o telefone? Você pode dizer seu número de telefone em voz alta para frente? 604-442-7185.

[41:19] Você pode dizer de trás para frente? Eu ouvi 280. - Ok, então significativamente mais devagar quando ele diz de trás para frente. E a razão é porque você realmente não processa números como um computador faz. Você não armazena números, tipo, você sabe, com uma memória de acesso aleatório ou algo assim. O que você aprendeu é esse padrão que você repete, que é 7782391190. Tão fácil, porque é assim, você armazena esse padrão, que é o seu número de telefone. Você não armazenou os números.

[41:55] armazenou um padrão, aquela sequência, o mesmo vale para o alfabeto. muitas pessoas não têm problema em dizer o alfabeto para frente, mas as pessoas têm dificuldade em dizer o alfabeto de trás para frente porque o que aprenderam e armazenaram são padrões, ok, sequências e assim por diante, então eu tenho uma experiência diferente, não sou falante nativo de inglês, mas quando estou dizendo meu número de telefone para alguém, usando chinês, bem rápido. Então quando estou falando usando inglês, leva um tempo.

[42:33] Então meu sentimento é que quando estou falando meu número de telefone usando inglês, eu... a imagem do meu número de telefone e leio aquela imagem. E acho que essa pode ser a parte onde o tempo está. Sim, é verdade. Mas você está fazendo isso por associação. Então associação, por sinal, aqui eu fiz associação com tempo, mas poderia ser espacial. Na verdade, muitas pessoas que são muito boas em memorizar coisas, é porque pensam em uma imagem.

[43:07] Como se eu te der uma lista de 100 objetos, então o que eles tentam fazer, 100 é na verdade exagero, 10 objetos. Então a maioria das pessoas acharia realmente difícil lembrar de 10 objetos. Mas se eu, os que são bons nisso, eles compõem uma imagem com os 10 objetos. e então eles apenas recitam essa imagem. Mas eles criam um padrão e um contexto, e isso torna mais fácil. um pouco semelhante ao que você está dizendo. O ponto chave é que a memória é associada.

[43:41] um jogo, para hoje. Se você tivesse que escolher um destes para ser uma aranha, qual seria? Uma aranha saltadora. Quantos de vocês já viram uma aranha saltadora? Elas estão por toda parte. Então quantas pessoas votariam neste primeiro cara sendo uma aranha saltadora? Você só pode escolher um, então há dois votos para este. Este. Zero. Próximo.

[44:12] Zero. Próximo. Três votos, quatro. Próximo. Quatro. Próximo. Um, três. Este cara. Um voto, dois, três. Próximo cara. Ok, então é tipo, e quanto a 30? Ok. Agora...

[44:45] Se compararmos esses números, então aquelas eram imagens que foram mostradas a uma aranha saltadora macho para ver se aquele macho veria isso como uma fêmea que quer fazer sexo de aranha. Você nunca esperou que eu fosse te surpreender com essa. Então-- e O ponto aqui que quero ilustrar é que até pequenos animais não estão tão longe de nós em termos de sua capacidade de nos reconhecer.

[45:15] Então as aranhas são realmente capazes de reconhecer caricaturas simples, desenhos. Então não apenas imagens reais de-- essa é uma aranha saltadora. E aqui você vê aquelas aranhas saltadoras reconhecendo, podem reconhecer comportamentos de acasalamento e assim por diante, mesmo quando é apenas de caricaturas e assim por diante. Então aranhas Também, essas aranhas saltadoras, elas são capazes de reconhecer profundidade 3D. e assim por diante, o que é essencial para viajar no mundo. Então, não precisamos chegar aos cérebros de alto nível.

[45:48] Comecei com os cérebros de alto nível, eles estão mostrando um cérebro humano. mas o cérebro de nível muito baixo da aranha é uma peça de maquinário extremamente sofisticada que ainda estamos lutando para replicar com nossos próprios dispositivos eletrônicos. E a evolução é linda, assim como as aranhas aprenderam todas essas incríveis-- uh... características mentais, reconhecimento e assim por diante. Há criaturas que evoluíram, como esta mariposa, que evoluíram para replicar parecer com aranhas saltadoras para que elas não caiam presas delas.

[46:26] Um... A maior parte do que vemos no mundo é codificada em nosso cérebro, mas ainda mais, a localização das coisas no mundo. Como neste caso, o que vemos em vermelho. Então isso é uma caixa. E isso é quadrado. E há uma jangada que se move na caixa. E então o que estamos monitorando é se um neurônio dispara ou não. E como você pode ver, há porções periódicas particulares no intervalo na caixa. onde um neurônio dispara. E é assim que você pode dizer onde está. feche os olhos, apenas deixe esse neurônio fluir.

[46:58] o fogo me diz onde você está. Onde você está está codificado no seu cérebro. Agora, voltando à visão, voltando a isto, Todas essas fibras chegam a este primeiro nível de células. e V1. E as pessoas fizeram o mesmo tipo de experimentos. ali, sondas. em gatos. Obrigado. na parte de trás do cérebro. E então eles atalham essas barras como mostrado na tela.

[47:30] barras verticais e barras horizontais. E quando você faz isso, Um... O experimento é de Hubel e Wiesel. Você pode realmente ver o vídeo completo no YouTube, se você pesquisar no Google Hubel e Wiesel. Um-- O que eles descobriram foi o seguinte. Se-- Se a barra é vertical-- é horizontal, desculpe-- como mostrado aqui no primeiro desenho. Se a barra é horizontal-- que o neurônio não dispara. O neurônio só dispara quando a barra está em um ângulo específico.

[48:05] Ângulo é onde o neurônio começa a disparar. Isso significa que cada um desses neurônios é basicamente sintonizado para-- linhas verticais, específicas. Linhas são diferentes. orientação. Então todos esses neurônios basicamente têm um mapa de idade. do mundo. porque eles disparam-- neurônios diferentes dispararão para bordas diferentes. Agora há muitos neurônios. ali em V1. Cada uma das pequenas caixas nesta colagem é um desses neurônios. E cada um deles vai-- todos 20 milhões ou mais.

[48:37] estará monitorando verificando se há um patch aqui, se há coordenada ali. se há uma borda aqui. E são todas essas características Não apenas as sobrancelhas. Mas são essas 20 milhões de características, quando você faz composições delas, que nos permitem reconhecer se algo é um rosto ou não é um rosto. Elas são todas muito básicas. E é-- Mas tendo essas enormes composições, somos capazes de fazer todos os tipos de reconhecimento. Obrigado.

[49:08] Então a ideia básica-- e vamos repassar isso no curso Eu só... Neste estágio, estou apenas dando uma visão geral que espero que inspire você. a continuar. Um. E mais tarde no curso, vamos realmente olhar os detalhes de como construímos esses. uh... Mas a ideia básica é que você terá neurônios E cada neurônio é sintonizado para um estímulo particular. Como neste caso, uma borda. que acontece nesta parte da imagem. Obrigado. Então nossa natureza é basicamente um contraste entre claro e escuro.

[49:41] E quando esse neurônio vê isso, ele vai disparar. FIKE é produzido. vários spikes começam a ser produzidos. Se um neurônio não vê isso, ele não dispara. E esta é a base para construir uma rede neural. algo que olha para uma imagem e então quando você tem 2000 neurônios conectados à imagem inteira e algumas dessas unidades vão disparar, algumas delas não vão disparar. A implicação disso é que estamos mapeando uma imagem para um código.

[50:17] de cerca de 2,000 anos. Veremos neste curso como aprender esses. como aprender, quais são os-- campos receptivos para cada neurônio. o que é O que cada neurônio deveria estar prestando atenção? Quais idades? Então isso vamos aprender. para cada um desses neurônios Vamos aprendê-los automaticamente a partir dos dados. E então o que os pesquisadores fizeram e o aprendizado profundo é que eles então pegam a saída desses neurônios e a alimentam em uma segunda rede.

[50:50] onde eles aprendem novamente os parâmetros dessa rede. E eles descobrem que aprendem coisas como as partes do sujeito, e assim por diante, quando usam imagens. quando eles apenas treinam com, digamos, imagens de rostos. E então mais para baixo aqui, você tem na verdade rostos inteiros. Então, tudo isso é feito automaticamente hoje em dia, e isso é essencialmente o que o Google estava O Google estava pegando uma dessas grandes redes e era capaz de apenas treiná-la E-- E a maneira como é treinada aqui será sem supervisão.

[51:27] Então isso vai ser um interessante Não vamos dizer que estas são imagens de rostos não são imagens de rostos. Vamos aprender como pegar uma enorme coleção de imagens E apenas usando alguns conceitos, que é basicamente o que você imagina que deveria parecer o que você vê. essa ideia muito básica. Se eu tenho um sistema de aprendizado que é capaz de imaginar Um-- o que ele vê. ele deveria ser capaz de aprender conceitos interessantes. E isso é essencialmente o que o Google demonstrou. Eles pegaram um sistema onde você pegou muitas imagens, A ideia tinha sido demonstrada, para ser justo, por muitos grupos na academia.

[52:06] Mas o Google apenas levou ao próximo nível, em grande escala. E então eles-- apenas treinando com todos os tipos de imagens no YouTube, neurônios capazes de reconhecer rostos emergiram. Então há um neurônio particular neste conjunto de neurônios. Toda vez que ele vê um desses rostos, ele dispara. Então agora isso também é biologicamente plausível. Há-- artigo. Há uma história muito famosa do Neurônio Halle Berry, onde a neurociência na verdade conduziu um estudo onde você sabe, Qual animal eu usei?

[52:42] para isso do chat. Provavelmente um gato. uh... Humanos não são permitidos nessas coisas. Um-- que dispara-- tem um neurônio que dispara toda vez que este gato vê Halle Berry, uma foto de Halle Berry. Obrigado. Obrigado. e uh... Obrigado. E então eles também podem, na prática, processar. ligar este neurônio, e porque você aprendeu os campos receptivos, você pode realmente aprender, "Qual é a entrada que faz este neurônio disparar?"

[53:18] E essa foi a imagem que chegou à capa do New York Times. século. Vamos ver como calcular esta imagem no resto do curso. Também vou ver como A mesma ideia de que você pode reconstruir a entrada pode ser usada para fazer esse tipo de-- rastreamento e ser capaz de completar este visto. para tornar isso aberto. proteções. Um... Finalmente, para encerrar, isto é... o reconhecimento de fala que funciona hoje em dia no seu celular. Ele faz um primeiro nível, que é ir dos sons para coeficientes centrais. Isso é meio que muito fácil.

[53:59] - Dois, dois? Padrão. Ele então usa aprendizado profundo, novamente, uma rede neural para ir dessas basicamente características de som. para características que podem ser alimentadas em algo chamado HMM. para fazer o reconhecimento. Então ao longo do curso, vamos olhar os elementos Um-- que são necessários desculpe publicar E é basicamente isso. Então a próxima aula vai começar já com--com o--com a cobertura de aprendizado supervisionado.

[54:30] E vamos começar com modelos lineares porque eles são muito fáceis de entender e eu vou deixar ele segurar. Obrigado. Tchau. Obrigado. Obrigado. Na próxima vez, quero Rússia.

[55:10] Sim, sim. A estação é uma estação grande e multiuso com capacidade para cerca de 1,000 pessoas. A estação é uma estação grande e multiuso com capacidade para cerca de 1,000 pessoas.

[56:10] Obrigado. Sim, eu sei.

[57:10] Obrigado. *Legendas por Project readOn* Obrigado.

[58:40] Estou apenas sentado aqui. Não acho que estamos em uma situação federal.

[59:40] .

Ver a transcrição original em inglês

[0:00] I'm going to play this and then just follow the instructions here at the top. Thank you. Thank you. Thank you. Thank you. Thank you. Thank you. Thank you. Thank you. OK, so which changes did you-- perceived color of Taller of the doors.

[0:36] At this rate. Pardon? I'm not going to be screaming. Oh, yeah, the sign, the participates sign change. Thank you. What else changed? And this is for everyone, 340. Thank you. The what? The railing disappeared. Thank you. So in particular-- There was-- this red link has disappeared. the sign Is that friend? Thank you.

[1:09] The building on the right. How many people think that this building on the right is completely different than the initial Go ahead. There's 340 people. Okay. How many people think there was a dog here in front? Up this door. There's three, four people. There wasn't. I was just tricking you. There's a person there. This was the original image. So as you can see, the building wasn't pink. It was a different building.

[1:43] There were windows on top instead of doors. The rail was complete. there were people there was a petition signed And-- that all change in front of your eyes. and most of you were completely oblivious to most of these changes. I'm going to restart it and play it one more time. just to illustrate the point that even if you know that these changes are taking place. you will yet again not be able to see them all.

[2:18] You will see some, but you won't see them all. And it's because your eye does not see the world. You don't have the world in your head. Your head is too small. the world cannot fill it in. So what you do is your eye moves. and gazes at the world about three times second and then you compose with those cases an image of what the world is about. And most of what you see is actually imagined. And imagination plays a big part in this course. This course, to a large extent, is about imagination.

[2:50] If you can imagine the world. that means that you have learned. what the world is about. The videos also illustrate an important thing And it's that-- If you wanted to program a machine that sees We are confronting a serious problem here. Because we think we know how we see and what we see. And yet I've just proven to you that that notion is actually wrong.

[3:23] that we actually don't know how we see. see and now if we do not know how we see How can we code? and or Python or MATLAB. and tell a machine to see. comes extremely hard because we can't introspect And if we can't introspect, it's very hard to replicate a brain. Thank you. All right. That-- his minute introduction to the topic of today.

[3:57] which will be just your-- first lecture. And in today's lecture, I will-- tell you a bit about what is machine learning. And where you can use machine learning? I'll talk about the sort of the big data revolution, why machine learning has all of a sudden become and attested with the fact that we now have access to gazillions of data. computing power to process that data. Thank you. I'll talk about--about the--about the--about the--about the--about the--about the Part of the course-- something that's going to be a Big part of the course, neural systems, and how we draw inspiration from biological systems in order to build learning machines.

[4:40] And finally, I'll just-- touch on a few applications. which hopefully will start already giving you some motivation for what to do for your project. Okay. So how do we tell machines how to see? things So one of the big problems is that the world is not easy to describe. If you wanted to tell a machine how to recognize giraffe, that's going to be very hard because there's giraffe of all shapes. It might not be as bad as these giraffe here, which have been exaggerated.

[5:17] But it's very hard to tell a computer what a giraffe is. because they come in all sorts of shapes or in different backgrounds You could have a giraffe in Africa, but all of a sudden, you get a giraffe in the snow. Calgary soon. And it might be an albino giraffe, in which case, color would then help you. Um. So how do we tell--how do we code? what Azure Office is. It turns out to be extremely hard. or And even simpler problem, how do we code-- what a face How do we tell a machine There's a face in that image.

[5:54] And that's sort of-- something that you take for granted because-- all your iPhones or phones have face detector. Your cameras these days come with FaceTime. detector. You use Facebook, it has face detectors. It knows where the faces are. in the images. time. How many of you know how to build a face detector? There's just three, four students their hands up. You've seen random forests. Don't put fuel out. Maybe we'll do that in this course as a homework exercise.

[6:28] Build a Facebook. It's very easy with machine learning technology. But if you try to do it by coding it, it's extremely hard. So one anecdote that I always tell people is that, Once I was doing-- consulting for a car manufacturer in Japan and when I sat I was doing a visit there to the factory And I sat at the car. And it immediately knew where my face is. So there's a camera. and intent so that they know what I'm doing, what I'm looking. and whether I'm falling asleep.

[6:59] warfare. tea goods on. And so, but then, A friend of mine, Jesse, who's now a professor in Waterloo, And Jesse's tall and blonde. And this thing could not find his face. And the reason is because there were only Japanese engineers in this. And they coded the faces essentially dark eyebrows, and eyes, and so on. So the system, the hand-corder system was extremely brittle. So it's like a system coded to recognize your op.

[7:32] and optimal conditions. but impossible to recognize you're out when running away from a predator. Bye. The machine learning solution is-- Collect a large collection of face images. These will be from all sorts of different types of people. and populations and so on. and then come up with a very simple algorithm that will allow you to detect face. So you can't tell a machine-- How to?

[8:06] You can't write a program that will tell machines exactly what a face is, but you can code a program that will... tell explain to machine these are faces These are not faces. And then let the machine automatically learn what it is that differentiates a face from a non-face. And that's the machine learning approach. It's based on examples as opposed to we telling the rules. We let the machines figure out which are the things, which are the features, we call them features or patterns, or statistics that make a face different than any other image.

[8:47] So the first part is to collect that huge collection of images of faces. You then collect a big data set of known faces And-- The result is this. That's how your face-- detectors are built. Um. I will show you how to do that in the course with a technique called random forests. and so you can have nice consumer electronics and so on. Um. Of course, it's not just for faces. You could do this for anything. any object. So you might take lots of images of pedestrians, and train a machine to recognize pedestrians.

[9:24] Now, why would I want a machine to recognize pedestrians? Thank you. What do you mean? automated cars. Automated cars are not far. They're already approved in California. Um, and, um... Soon. uh... will hopefully have automated cars on the street. Um... I am trying to remember a figure twenty or forty Either 20 or 40.

[9:56] I've got my power set to confuse. Either 20,000 or 40,000 people die every year in the United on car accident. mostly pedestrian. To put this into the importance of this project, in context, imagine the population of UBC dissipated every year. That's the cost. to not driving properly and relying on humans Try it. In India, when I checked a couple years ago when I was visiting, It was 113,000 people.

[10:31] that career which may or may not be bad depending on how you count. Now, um... Actually, it is bad regardless of how you count. 113,000 rises. Huge number of people. Thank you. So-- Same idea. *coughs* You teach a machine, here's a bunch of images, in this case images of cars, And then again, commercial systems these days, like Mobile already are able to detect flames, detect cars and so on.

[11:06] So-- But the key to all these huge innovations, be able to have an automatic-- because without these innovations, it wouldn't be possible at all to have an automatic car. Because how could you deploy a car that can't see a and understand what a pedestrian is in front of it. that would be like murder. Um... the key to it was to come up with this realization that we could teach machines. what they take. So this course, indeed, will be about how to write the programs that let machines grab data And.

[11:42] decide what a face is and and/or what a pedestrian is, and so on. Um. Now, there's other learning machines out there, and those learning machines are humans. Humans are very good. In fact, not just humans, all animals are very good learners. Um. Humans are particularly good. Um. and I'm about to now test. how good humans are at learning with this example. So, I have highlighted here, I have a bunch of images.

[12:15] of objects. which three of them I'm calling tufas. Okay, you're not labeled them by putting a red box around them. So now the question to you guys is how many of you think this one here that I'm pointing with the arrow is a tufa? Okay. the majority. How many of you think this is a two-fly? How about this one? That's a Skeptics.

[12:48] How about this? That a tearful? Just one? So go to an interesting sample, this one here. Thank you. Okay, no, not as many people. Um... This guy here. - This guy? Dear people, Yeah. OK, let's pick someone who likes Let's start with that.

[13:21] Why is that a tufa? God bless you. stem, and it's kind of got roots. and OK, stem, root, and a head. That's what makes it. to do fat. Uh... Who else would like to comment on why they said something is a twofer? or not. - Looking at the dog, the There's a long frown. There is a loose.

[13:52] just sort of Red Bulls. Thank you. Come on. It's hard to describe, but somehow you know. Because you-- very confident to put your hand up or kept your hands down. Even though you couldn't describe it, say that that was a tufa or not a tufa. See? Do you know what a two-finger is? Thank you. most people Anyone else?

[14:23] Thank you. Thank you. So... This illustrates several things. One is how quickly you learn what a two-fay is. You've never seen a two-foot people. maybe in your data field, But you very quickly learn what a 2P is. Thank you. from very few examples. Um... Not all of you have the same opinion on what a truffe is, that's why I asked several questions. So it's somewhat subjective. But there is nonetheless strong agreement Um... And then... There are features that make a twofer be a twofer, whether it's a long stem or the legs head Um...

[14:59] *cough* But by and large, we're not thinking even of those features when we extract them consciously. It's down subconscious. A lot of the feature extraction interpretation of the world is done through the subconscious. Subconscious is very powerful. perhaps more than the conscious. Um. We would like to design machines that are capable of doing this. that can see a few examples of data And just from a few examples, can very quickly learn new concepts.

[15:32] Machines are not capable of making these induction. LEAPS. as Josh and Yvonne calls it. So machine learning is about Being able to extract the features or the patterns or the statistics. The thing that makes us tell what a twofer is, And once you have those features, And you might not do this consciously. We humans don't do this consciously and that's why It's hard. called to try to code things by hand, and instead we have to rely on machines.

[16:07] is to extract the patterns that make a two-fold. The patterns that make a face or a pedestrian And then once you have those, to make a prediction. Where a prediction could be like a decision. deciding whether something is a face or not a face. whether something is a tooth or not a face. or a prediction of a different nature as in, is this thing going to eat me? Should I run away? Is this too dangerous or not? Thank you.

[16:39] There's other types of predictive tasks that are very popular right now, so I'm just going some of them quickly. Um. forecasting. Um... And this I will do as an example in the next class. We're quite often viewing it-- forecast how much energy demand. your building needs, because based on that you can adjust Um... you know, how much energy you buy. And-- you know, potentially safe. Um... Spend the ends of the dollars. for the economy.

[17:10] Thank you. You might want to forecast sales. If you work for Lululemon, you're going to forecast how many people will go for the pink That's a-- at Taskware. Machine learning is actually very useful. Certainly the GAAP and so on stores across North America very-- series of other machine learning. Thank you. You might want--you might want to--you might want to you might have rated a few movies And so you would want a machine to automatically rate the rest of them to protect what you would have how many stars you would have assigned to any other movie so that they can build a better recommendation system.

[17:48] Um... you might want to use machine learning once you teach machine learning what is an HIV virus you want the machine to be able to then detect any departure from this thing that it's monitoring from being a virus. In other words, you want machines to detect mutations. Now those are very important because the moment you detect a mutation you you can choose a different treatment uh... treat the virus.

[18:21] Um. The reason why using your credit cards is so easy these days is because there's very good credit scoring systems. So machine learning classifies that quickly. will determine whether you're-- uh... whether you pass the test or not, whether you're credit worthy or not. So a lot of our economy already-- relies on the usage of very large scale classical Cash in. as well as medical you know, diagnosis.

[18:51] on like noces of mammograms and so on is something that machines eventually do a lot better than um Humans. Ranking, another task where machine learning is very useful. So if you use Google image search for example, quite often you do a search. and then you click on an image. When you do that, you're basically telling Google, Hey Google, for this word, This is the image that matches it.

[19:21] And this is how Google Image Search got better and better over the time because we were--we All humans were labeling the images by clicking. Often you do a search for a machine learning term. And at the top, the top 50 images shown, there's these pictures of hot models. And that's because that's where people click when they search for support vector machines or whatever technique they want. So there's some failures to the algorithm, which is what makes what made me realize what it is that they were doing.

[19:54] Thank you. uh... And of course-- Um... In this huge flow of information that we live in today, being able to summarize information is also important. And already there's lots of tools that will try to condense information for you, whether it's news or any other type of information and make it available. One of these tools is-- um, was Zite, and that was built by two students who take took this course many years ago, my class and Eric Berchu.

[20:26] They, together with some venture-- capitals here in BC eventually built this company that was sold to CNN. If you go to CNN website, the algorithms that power CNN were developed here. Okay, so... and finally Um. Often talking about AI, I think machine learning is the real AI. certainly a huge component of AI.

[20:58] or there is needed in order to build intelligent machines, but it's certainly a huge component And great progress has been made in the last decade. Thanks so much, Imran. Thank you. Now, when do we need machine learning? When our expertise is absent. If you want to send a robot to Mars, Um... Remote control is not going to work, because it takes too long to transmit the signal. So you need a robot that can understand the environment, and it can repair itself, and so on. Thank you. Um... From the video, it was clear that we can't understand how we see or recognize.

[21:34] of things, or even we don't even understand how We-- see concepts from sounds. And so-- lack of ability to introspect motivates the use of learning Um... It's also useful when you're dealing with problems that keep changing. Like if you're trying to give someone good recommendations for, I don't know, kitties or dogs or whatever it is that people recommend these days on the web.

[22:06] Um. People's interest change with time. And so if you relied on curators, Um... that would be--would require a lot of courage. So it's important to Um. to automate to have automatic systems so that As people's interests change with time, you can still provide them with the content they need. Um. Connected to that is-- this problem that often everyone is different. If I wanted to recommend news, I wouldn't have to build a news recommendation system for each different person.

[22:41] because each person That means that if I have a million customers, I will need, say, to the-- instead of having a million curators, what I want to try to have is a million automatic recommending contents. Um... And of course-- Um. for problems where we humans can't reason. And when you work for a search engine, for a company doing web analytics, then it soon becomes clear that you can't rely on rules of-- you can't rely on people to do things The scale of the problem is so large, you do really have to of relying on machine learning.

[23:31] Now, data. Data has-- increased a lot over the last few years. In Um, as-- Lon, Halaby, Peter Norbeck, and Fernando Pereira, researchers at Google, from some of the leading researchers on language at Google. Um. point out in the paper. in 2009. In 1960, seven Um. One million words was considered a large data set. In 2006, I don't even know what that number is.

[24:03] Um-- Trillion. That's it. Thank you. uh... Thank you. Word dataset is what was regarded a large dataset set in academia. So there's been huge orders of magnitude. on the data sets that you guys are capable of actually managing in your personal conversations. And then if you go to Amazon EC2 and so on, it gets even more fun. What were the success stories of language.

[24:37] I'm out. over the last few years. technological success. Watson. Pardon? What's that? Watson? Jeffrey Lee Chan. Cute. success story. Success stories as-- And that they've actually created revenue for a lot of people and solved people's problems. Google Translate. ERIC SCHMIDT: But Watson is a good one. Google Translate. That's a brilliant one. Because... Um.

[25:07] My wife can be at Aritzia doing her job, and she needs textiles from India, and she needs someone to weave those textiles in China, And she's sending emails to all these people in India China. who might be speaking Hindi, who might be speaking Mandarin, and they're all able to communicate because they're all using Google Translate. So it completely revolutionizes e-commerce. because now the world becomes a smaller place. You don't even need to all speak the same language in order to communicate.

[25:40] Occasionally, there's some problems with that. That's pretty much how people do things. even in small companies in Vancouver, this is how--this is how--this is how we're going corporations are able to engaging global business. with their product. What's another example? Apple marketed it. heavily. suit Speech recognition. So, it's picture recognition theory and So-so. Many particles.

[26:12] We're in Canada. But-- Googles. speech recognition works extremely well. I don't know if you've tried it recently. If speech recognition on mobile phone. The beautiful thing as well is that every time you get it right or wrong, You provide feedback. for Google. get better. So I'm assuming that speech recognition is one of those solved. Um. How-- you Thank you.

[26:45] combined teacher of the year Cheers. It's very strange. by my books. Pardon? Something like real time translation. into another language. And... Oh, yeah. You can even do both of those. So eventually we'll be able to speak if you like. Yeah, like science fiction. Where we can all... Maybe I'll tap talk. Father. I wouldn't be surprised.

[27:17] In terms of speech recognition using deep nets, Um. something I'm going to come to later in the course. There's two teams doing it. The first team that started it was actually in soft. And then Google got started on it. And so they're using slightly the same-- sort of infrastructure. about that. common thing among all these? is that there's lots of data. There's lots of data in two languages. And there's-- lots of-- in other words, match data. So this is the text in French and this is the translation.

[27:55] um And the same for speech recognition. People created this huge data. sets. Moreover, the data sets keep getting larger by the minute because where companies like Google and Microsoft and so on have been brilliant is that they give you a service and if you don't like the translation They allow you to correct it. And now because of that, you're always providing data for these companies to get better. at providing their products. So they're harnessing the crowds.

[28:26] Thank you. uh... Now, for a lot of these applications, you do need a lot of data. A lot of data is essential. If you're going to do speech recognition, Really, the stumbling block is not even knowing how to build the technology. Um... but it's actually having the data. to train technology. Data is the commodity. Yeah. Here's an example to illustrate this point. by Alyosha Efers at CMU. So he had initially an image that he didn't quite like because it had a house So what he wanted was-- could I remove this house?

[29:05] So you can obviously remove it. And then the question is, If you have a collection of other images from the web, Can you use this other collection to fill this in? You know. in a way that will look better than this. If-- he found that if he used a few images, it didn't work. But then when he increased this, She was able to have the machines automatically composing new images That's-- still look very plausible. For this to happen, you really need a lot of data.

[29:42] Now, coming back to the Google guys, they say, In their paper-- that they've solved the problem of how to get people to contribute data. And-- Certainly Facebook and Google have done a great job at this. Um... Dave? They claim to have solved the technological problem of aggregating and indexing the data. They have done this to some extent, and Google certainly has done a good job. There's still a lot to be done.

[30:14] But most importantly is the fact that We still have not interpreted the content. So Here's an example, citation matching. Now, when you do a search in Google, you essentially use an inverted index and you look for that term in the search and you check if that exact word appears in the web page and then you bring back those web pages. And then there's some ranking that gets done using an algorithm which--if you do the Python exercise in the Python website, that's the--that will be a way of learning to learn how to code a Google search engine.

[31:04] Now... However, the problem with doing search this way is it's very much based on popularity. Google is a popularity machine. Now, a counter example is citation matching. So citation matching is the problem of trying to decide whether two citations. So in scientific papers, you always cite other people's work at the end. So this is something you will do when you write your report for your project.

[31:38] Deciding whether two citations are the same is actually proved to be extremely hard. And that's because people often misspell names. Often people write the volume or not, include the pages, or have the wrong pages. And what tends to happen a lot with academics is if I cite a work and I didn't get the page number right, And then someone else. wants to cite my work, but my work really goes back to the other paper. They haven't read the other paper, but they just cite it nonetheless. And what they do is they copy the citation.

[32:14] And also you're just a couple of hours behind the deadline, you have to submit a paper that's just cut and paste with a bunch of citations. You'll see what I mean when it comes to handing the project at the end. And so the problem with this is that if something is wrong, it can very easily propagate. Now you have 898 citations with the wrong page number and 22 with the right page number. If you just go with popularity, you will pick those. So you have to do something else. You have to actually do an intervention to be able to solve that problem.

[32:54] Let me show you another example of this. um This is the issue of information extraction. And I'd love to see a few projects on this topic in the course. So this information extraction engine is by Oren Ezioni and Dan Weld, who are professors at the University of Washington in Seattle.

[33:26] And so this allows you to type things like Obama. Married. And now we're starting to do something a bit more interesting, something with semantic value, not just a query, like, you know, not just-- putting in like Obama married and retrieving a bunch of pages that say Obama married but you actually want to know who married Obama who or who did he marry and if you do a search And they do this by extracting triplets of noun, verb, noun from the web.

[34:08] And so that is what you get and the numbers I'm imagining is the frequency. That's the web. The web has truth, but the web is also full of garbage. And extracting information reliably from the web just by using counts popularity is extremely hard. And the only way you can fix this is by intervening. And well, there's two ways to go about it. Right now, they use a bunch of rules. And this is the best, by the way.

[34:44] This is the cream, what you're looking at here, as to what we can do today. This is the sort of thing that Google will use. and so on. likely and a lot of companies use it. Orin Asuncion is a great entrepreneur and he's sold many companies using this type of technology. If we are to go beyond this, there are two routes. One is to start parameterizing these rules. Because right now, linguists tend to create all these rules of syntax and so on.

[35:19] It has to be a noun phrase followed by a verb phrase followed by a noun phrase and so on. Or then they start adding a bunch of exceptions. If you could just parameterize all these and then having a learning machine estimate what are the best, predict labels, and then have people vote yay/nay on labels. If you could create a cool app that allows people to do that, we would learn to do information extraction. a lot better. But if you want to uncover truth, ultimately we need to contend with the concept of causality. We need to actually know what is... we need to conduct an experiment.

[35:56] or we need to actually probe, we need to conduct an action to be able to actually figure out. We would have to do something now, after this point. We would have to click, we would have to do some research, and we would have to decide how we're going to do that research in order to be able to discover truth. So action is necessary for truth. That brings me to the next part.

[36:38] which is-- Learning is not something that just happens where you have a lot of data and then you learn from it. That's how I did it in 340, for those there. But in 540, we're also going to look at when we actually actively go and seek the data, when we do interventions. Because most systems are not just about... being flooded with data and doing something as a result, but you actually do interventions in the world. And most of the data you know, in order to get data we conduct experiments. I mean, this is pretty much at the heart of the scientific method.

[37:20] If we want to understand something we need to perform actions. So, I'm going to do a bit of causality this year in this course because I think it's important. eventually to have true understanding. Okay. The course will also have a lot of neural networks. And recently, there's been a lot of cool stuff happening in an area called deep learning. How many of you saw the Google Frontline deep learning network in the New York Times?

[37:59] One, so machine learning was big in the news. Big enough that two people, three people, four, five managed to see it. It was in the front page of the New York Times. So Google was claiming that they had built this neural network that can look at YouTube videos and just by doing that it can learn what a cat is or what a face is and so on. And so we're going to go carefully over that experiment in this course.

[38:29] state of the art in deep learning. But needless to say, there's been some really amazing advances over the last three years in this area that are bringing us much closer to doing active general object recognition. The speech recognition that got a lot better over the last--at Microsoft and Google, the reason why it got better was because of this deep learning. And so quite a bit of the course, and it's all very biologically inspired. And so we are going to cover that in the course.

[39:03] It's going to be almost like a third of the course. I'm not going to go into neuroscience, but I will not be on this little caricature here on the screen, which is there's a brain. If you're looking at vision information, there's a visual signal that comes into your eye. Again, that visual signal is very tiny, and it's dynamic, and it's about the size of your, the high-resolution bit is the size of your thumb.

[39:37] - At this distance. and then the less, the lower resolution about the size of your hand. But you really don't see much. This is really mostly imagined. Then there is--everything goes by-- this optic nerve to the back of your brain which is the first part of vision and try doing this, try hitting the back of your head. Things go black. There's a reason. That's where your vision is.

[40:10] Over here with LGNAs there's about a million fibers. So that starts giving a rough idea of what the resolution of that image is, thousand by a thousand. And then at the back there, there's an area called V1, which is very interesting. Now I'm going to have to say a few things about that. Now the brain is a good memory device and it's a predictive device. The way we store things in the brain is in an associative manner.

[40:45] And what I mean by that is, for example, something like that, where there's--if you want to retrieve something, when you present a new query, like in this case, a plane with clouds, you retrieve a plane. So it understands that there's a plane there. um Who doesn't mind giving their phone away? Can you say your phone number loud forward? 604-442-7185.

[41:19] Can you say it backwards? I heard 280. - Okay, so significantly slower when he says it backward. And the reason is because you don't really process numbers like a computer does. You don't store numbers, like the, you know, with a random access memory or whatever. What you've learned is this pattern that you repeat, which is 7782391190. So easy, 'cause it's like this, you store that pattern, which is your phone number. You haven't stored the numbers.

[41:55] stored a pattern that sequence same is true with the alphabet a lot of people can have no problem saying the alphabet forward but people struggle saying the alphabet backward because the what they've learned stored is patterns okay sequences and so on so i have a different experience so i'm not a native english speaker but when i'm telling somebody my phone number using chinese pretty fast. So when I'm speaking it using English it takes some time.

[42:33] So my feeling is when I'm speaking my phone number using English, I... the picture of my phone number and read that picture. And I think that might be the part of where time is . Yeah, it's true. But you're doing it by association. So association, by the way, here I did association with time, but it could be spatial. In fact, a lot of people who are very good at memorizing things, it's because they think of an image.

[43:07] Like if I give you a list of 100 objects, then what they try to do, 100 is actually an overkill, 10 objects. So most people would find it really hard to remember 10 objects. But if I, the ones that are good at it, they compose an image with the 10 objects. and then they just recite that image. But they create a pattern and a context, and that makes it easier. somewhat similar to what you're saying. The key point being that memory is associated.

[43:41] one game for today. If you were to pick one of these to be a spider Which one would it be? A jumping spider. How many of you have seen a jumping spider? They're all over the place. So how many people would vote for this first guy being a jumping spider? You only get to pick one, so there's two votes for this one. This one. Zero. Next.

[44:12] Zero. Next. Three volts, four. Next. Four. Next. One, three. This guy. One vote, two, three. Next guy. Okay, so that's like what about 30 Okay. Now...

[44:45] If we compare these numbers, so those were images that were shown to a male jumping spider to see if that male jumping spider would see this as a female that wants to have spider sex. You never expected I was going to pull this one on you. So-- and The point here that I want to illustrate is that even little animals are not that far from us in terms of their ability to recognize us.

[45:15] So spiders are actually able to recognize simple caricatures, drawings. So not just actual images of-- that's a jumping spider. And here you see those jumping spider recognizing can recognize mating behaviors and so on, even when it just of caricatures and so on. So spiders Also, these jumping spiders, they're able to recognize 3D depth. and so on, which is essential to travel in the world. So, we don't need to get to the high-level brains.

[45:48] I started with the high level brains, they're showing a human brain. but the very low level brain of the spider is an extremely sophisticated piece of machinery that We still are struggling to replicate with our own electronic devices. And evolution is beautiful, just like spiders have learned all these amazing-- uh... mental traits, recognition and so on. There's creatures that have evolved, like this moth, that they've evolved to replicate to look like jumping spiders so that they Don't fall prey to them.

[46:26] Um... Most of what we see in the world gets encoded in our brain, but even more, the location of things in the world. Like in this case, what we see in red. So that's a box. And that's square. And there's a raft that moves in the box. And then what we're monitoring is whether a neuron fires or not. And as you can see, there are particular portions periodic interval in the box. where a neuron fires. And that's how you can tell where you are. close your eyes just let that neuron flow.

[46:58] fire tells me where you are. Where you are is encoded in your brain. Now, going back to vision, back to this, All these fibers get into these first level of cells. and V1. And people did the same sort of experiments. there probes. on cats. Thank you. at the back of the brain And then they shortcuts these bars as shown in the screen.

[47:30] vertical bars and horizontal bars. And when you do that, Um... The experiment is by Hubel and Wiesel. You can actually see the whole video in YouTube, if you Google Hubel and Wiesel. Um-- What they found was the following. If-- If the bar is vertical-- is horizontal, sorry-- as shown here in the first drawing. If the bar is horizontal-- that the neuron doesn't fire. The neuron only fires when the bar is at a particular angle.

[48:05] Angle is where the neuron starts firing. That means that each of these neurons is basically tuned to-- vertical, specific lines. Lines are different. orientation. So all these neurons basically have an age map. of the world. because they fire-- different neurons will fire for different edges. Now there's many neurons. there in V1. Each of the little boxes in this collage is one of those neurons. And each of those will-- all 20 million or so.

[48:37] will be monitoring checking whether there's a patch here, whether there's coordinate there. whether there's an edge here. And it's all those features Not just the eyebrows. But it's these 20 million features, when you take compositions of them, that allow us to recognize whether something's a face or not a face. They're all very basic. And it's-- But in having these huge compositions, we're able to do all sorts of recognition. Thank you.

[49:08] So the basic idea-- and we will go over this in the course I'm just... At this stage, I'm just giving an overview which hopefully will inspire you. to continue. Um. And later in the course, we'll actually look at the details of how we build these. uh... But the basic idea is that you will have neurons And each neuron is tuned to one particular stimuli. Like in this case, an edge. that happens in this part of the image. Thank you. So our nature is basically a contrast between light and dark.

[49:41] And when that neuron sees this, it will fire. FIKE gets produced. several spikes start getting produced. If a neuron doesn't see this, it doesn't fight. And this is the basis for constructing a neural network. something that looks at an image and then when you have 2000 neurons connected to the entire image and some of this units will fire, some of them will not fire. The implication of this is that we're mapping an image to a code.

[50:17] of about 2,000 years. We will see in this course how to learn these. how to learn, what are the-- receptive fields for each neuron. what's What should each neuron be paying attention to? What ages? So this we will learn. for each of these neurons We will learn them automatically from data. And then what researchers have done and deep learning is that they then take the output of these neurons and they feed them to a second network.

[50:50] where they learn again the parameters of that network. And they find that they learn things like the subject parts, and so on, when they use images. when they just train it with, say, images of faces. And then further down up here, you have actually entire faces. So, all this gets done automatically these days and this is essentially what Google was Google was taking one of these large networks and was able to just train it And-- And the way it's trained here will be without supervision.

[51:27] So that's going to be an interesting We're not going to be saying these are images of faces are not images of faces. We will learn how to take a huge collection of images And just by using some concepts, which is basically what you imagine should look like what you see. that very basic idea. If I have a learning system that's capable of imagining Um-- what it sees. it should be able to learn interesting concepts. And that's essentially what Google demonstrated. They took a system where you took many images, The idea had been demonstrated to be fair by many groups in academia.

[52:06] But Google just took it to the next level, very large scale. And so they-- by just training on all sorts of images in YouTube neurons that were capable of recognizing faces emerged. So there's one particular neuron in this ensemble of neurons Every time it sees one of these faces, it fires. So now that's also biologically plausible. There's-- paper. There's a very famous story of the Halle Berry Neuron where neuroscience actually conducted a study where you know, Which animal did I use?

[52:42] for that from the chat. Probably a cat. uh... Humans are not allowed in these things. Um-- that that fires-- has a neuron that fires every time this cat sees Halle Berry, a picture of Halle Berry. Thank you. Thank you. and uh... Thank you. And then they can also, in practice, process. switch this neuron on and because you've learned the receptive fields, you can actually learn, "What is the input that makes this neuron fire?"

[53:18] And that was the picture that made it to the front of the New York Times. century. We're going to see how to compute this picture in the rest of the course. I will also see as to how The same idea that you can reconstruct the input can be used in order to do this sort of-- tracking and be able to complete this seen. in order to make this open. protections. Um... Finally, to end this, this is... the speech recognition that works now these days on your phone It does a first level which is it goes from sounds come to central coefficients. That's sort of very easy.

[53:59] - Two, two? Standard. It then uses a deep learning, again, a neural network to go from those basically sound features. to features that can be fed into something called an HMM. in order to do recognition. So throughout the course, we'll go and look at the elements Um-- that are necessary sorry to publish And that's pretty much it. So the next class will start already with--with the--with the covering supervised learning.

[54:30] And we'll start with linear models because they happen to be very easy to understand and I'll let him hold it. Thank you. Bye. Thank you. Thank you. Next time, I want Russia.

[55:10] Yes, yes. The station is a large, multi-use station with a capacity of about 1,000 people. The station is a large, multi-use station with a capacity of about 1,000 people.

[56:10] Thank you. Yeah, I know.

[57:10] Thank you. *Captions by Project readOn* Thank you.

[58:40] I'm just sitting there. I don't think we're in a federal situation.

[59:40] .

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Atribuição

"Machine learning - introduction" por Nando de Freitas (https://www.youtube.com/@profnandodf), licenciado sob CC BY 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/). Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=w2OtwL5T1ow. Esta página é uma transcrição em texto do vídeo com quebras de parágrafo e carimbos de data/hora adicionados; o criador não é afiliado ao Vidleaf nem o endossa. O Vidleaf adicionou pontuação por IA e um resumo gerado por IA; o texto original permanece disponível nesta página.

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