Introdução à Estatística: Níveis de Medição
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As quatro escalas de medida (nominal, ordinal, intervalar, de razão) com exemplos, e por que a escala de uma variável decide quais estatísticas, como a média, fazem sentido.
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Resumo gerado por IA
Este vídeo explica como variáveis dependentes são medidas e como os procedimentos de medição se enquadram em quatro tipos de escala: nominal, ordinal, intervalar e de razão. Escalas nominais apenas nomeiam ou categorizam respostas sem ordenação implícita, enquanto escalas ordinais acrescentam ordem significativa, mas não garantem intervalos iguais entre valores adjacentes. Escalas intervalares têm intervalos iguais em toda a extensão, mas carecem de um ponto zero verdadeiro, então razões de valores não são significativas, como ilustrado com a temperatura em Fahrenheit; escalas de razão acrescentam um zero verdadeiro indicando ausência da quantidade, tornando as razões significativas, como com dinheiro. O vídeo aplica essas ideias a variáveis psicológicas: escalas de avaliação como avaliações de 5 pontos ou 7 pontos são tipicamente ordinais, enquanto o número de itens lembrados em experimentos de memória pode razoavelmente ser argumentado como uma escala de razão, embora pontuar itens fáceis versus difíceis complique se diferenças de um ponto significam a mesma coisa. Ele conclui observando que tratar escalas psicológicas como intervalares ou de razão é frequentemente inapropriado, e que calcular a média de códigos numéricos em uma escala nominal, como cor favorita, é sem sentido; se a média é significativa para dados ordinais é uma questão que estatísticos debatem há décadas. Uma simulação permite aos espectadores explorar a questão por si mesmos e chegar à sua própria conclusão, observando que a visão predominante, mas não unânime, é que, para quase todas as situações práticas, a média de uma variável medida ordinariamente é uma estatística significativa, enquanto a simulação mostra que existem situações extremas.
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Resumos de capítulos com carimbos de tempo
Medindo Variáveis Dependentes por Tipo de Escala
- [0:05] A análise estatística requer medir primeiro as variáveis dependentes.
- [0:10] Como a medição é realizada depende do tipo de variável envolvida.
- [0:19] O tempo gasto para responder a um estímulo pode ser medido com um cronômetro.
- [0:24] Cronômetros não são úteis para medir atitude em relação a um candidato político; uma escala de avaliação com rótulos como muito favorável é mais apropriada.
- [0:37] Para uma variável dependente como cor favorita, você pode simplesmente anotar a palavra de cor que o sujeito oferece.
- [0:47] Procedimentos de medição diferem, mas podem ser classificados em algumas categorias fundamentais chamadas tipos de escala, ou escalas.
Noções Básicas da Escala Nominal
- [1:05] Existem quatro escalas básicas de medição: nominal, ordinal, intervalar e de razão.
- [1:13] Uma escala nominal simplesmente nomeia ou categoriza respostas, com exemplos incluindo gênero, lateralidade, cor favorita e religião.
- [1:26] Escalas nominais não implicam qualquer ordenação entre as respostas.
- [1:32] Por exemplo, classificar pessoas por cor favorita não dá nenhuma noção de que verde está à frente de azul.
- [1:40] Respostas em uma escala nominal são meramente categorizadas.
Noções Básicas e Limites da Escala Ordinal
- [1:48] Ordinal é a próxima escala mais alta de medição depois da nominal.
- [1:51] Escalas ordinais são usadas para nomear ou categorizar quando a ordem é significativa.
- [1:59] Exemplo: um pesquisador medindo a satisfação com forno de micro-ondas usa respostas ordenadas de muito insatisfeito a muito satisfeito.
- [2:20] Diferentemente das escalas nominais, as escalas ordinais permitem comparações no grau em que os sujeitos possuem a variável dependente.
- [2:39] Outras variáveis de nível ordinal incluem posto militar e classificação de turma.
- [3:01] A diferença entre dois níveis de uma escala ordinal não pode ser assumida como igual à diferença entre dois outros níveis.
- [3:31] Estatísticos dizem que valores adjacentes da escala não representam necessariamente intervalos iguais na escala subjacente.
- [4:09] Mudar o formato de resposta para números não muda o significado da escala.
Escala Intervalar: Intervalos Iguais, Sem Zero Verdadeiro
- [4:29] Cada escala sucessiva se baseia nas escalas inferiores e acrescenta informação.
- [4:36] Escalas intervalares são escalas numéricas onde os intervalos têm a mesma interpretação em toda a extensão.
- [4:42] Escalas intervalares nomeiam ou categorizam, têm ordem significativa e intervalos iguais.
- [4:54] Em Fahrenheit, a diferença de 30 a 40 é igual à diferença de 80 a 90 porque cada intervalo de 10 graus tem o mesmo significado físico em energia cinética molecular.
- [5:14] Escalas intervalares carecem de um ponto zero verdadeiro, mesmo que um valor escalonado seja chamado de zero.
- [5:24] Zero graus Fahrenheit não representa ausência completa de temperatura ou energia cinética molecular; o rótulo zero é aplicado por razões históricas acidentais.
- [5:40] Como não há zero verdadeiro, calcular razões de temperaturas não faz sentido; as razões de 40 a 20 e de 100 a 50 não preservam nenhuma propriedade física interessante.
- [6:13] Não faz sentido dizer que 80 graus é duas vezes mais quente que 40 graus, já que isso depende de uma escolha arbitrária de onde chamar de zero.
Escala de Razão: Medição Mais Informativa
- [6:37] A escala de razão é a escala de mensuração mais informativa.
- [6:41] Uma escala de razão é uma escala de intervalo cuja posição zero indica a ausência da quantidade que está sendo medida.
- [6:48] Uma escala de razão combina as três escalas anteriores: nominal, ordinal e de intervalo.
- [6:53] Assim como uma escala nominal, ela fornece um nome ou categoria para cada objeto, com números servindo como rótulos.
- [6:59] Assim como uma escala ordinal, os objetos são ordenados de acordo com a ordenação dos números.
- [7:05] Assim como uma escala de intervalo, a mesma diferença em dois pontos da escala tem o mesmo significado.
- [7:11] Além disso, a mesma razão em dois pontos da escala carrega o mesmo significado.
- [7:17] O dinheiro no seu bolso é um exemplo de escala de razão, como 25 centavos ou 55 centavos.
- [7:25] O dinheiro é medido em uma escala de razão porque tem um ponto zero verdadeiro, além das propriedades de escala de intervalo.
- [7:33] Ter zero dinheiro implica a ausência de dinheiro.
- [7:37] Como o dinheiro tem um ponto zero verdadeiro, faz sentido dizer que alguém com 50 centavos tem o dobro do dinheiro de alguém com 25 centavos.
- [7:45] Também faz sentido dizer que Bill Gates tem um milhão de vezes mais dinheiro do que você.
Escalas de Avaliação Psicológica e Mensuração de Recordação
- [7:52] O nível de mensuração é usado para variáveis psicológicas.
- [7:56] Escalas de avaliação são usadas com frequência na pesquisa psicológica, por exemplo, para avaliar dor, gostar de um produto, atitudes sobre a pena capital ou confiança em uma resposta de teste.
- [8:12] Essas avaliações são tipicamente feitas em uma escala de 5 pontos ou de 7 pontos.
- [8:17] Tais escalas são ordinais e não de intervalo, pois não há garantia de que uma dada diferença represente a mesma coisa ao longo da escala.
- [8:26] Por exemplo, não há como ter certeza de que reduzir a dor avaliada de 3 para 2 representa o mesmo alívio que reduzi-la de 7 para 6.
- [8:44] Em experimentos de memória, a variável dependente é frequentemente o número de itens corretamente recordados.
- [8:52] Pode-se razoavelmente argumentar que o número de itens recordados é uma escala de razão: há um ponto zero verdadeiro, pois alguns sujeitos podem não acertar nenhum item.
- [9:02] Uma diferença de 1 representa uma diferença de um item recordado ao longo de toda a escala, e alguém que recordou 12 itens recordou o dobro de alguém que recordou 6.
- [9:20] O número de itens recordados é um caso mais complicado do que parece à primeira vista.
Itens Fáceis vs. Difíceis na Pontuação de Memória
- [9:25] Pede-se aos sujeitos que recordem o máximo de itens possível de uma lista de 10, supostamente contendo cinco itens fáceis e cinco difíceis.
- [9:37] Metade dos sujeitos recorda todos os itens fáceis e números variados de itens difíceis; a outra metade não recorda nenhum item difícil e números variados de itens fáceis.
- [9:53] Uma diferença de um ponto entre pontuações de 2 e 3 reflete um item fácil, enquanto uma diferença de um ponto entre pontuações de 7 e 8 reflete um item difícil.
- [10:12] A questão é se essas duas diferenças de um ponto significam a mesma diferença no desempenho de memória.
- [10:17] A inclinação é responder não, pois pode ser necessária apenas um pouco mais de memória para o item fácil adicional, enquanto pode ser necessária muito mais memória para o item difícil adicional.
Escalas de Mensuração e Estatística
- [10:29] Muitas vezes é inapropriado tratar escalas de mensuração psicológica como de intervalo ou de razão.
- [10:40] O interesse no tipo de escala de uma variável dependente decorre de suas implicações.
- [10:45] A questão central é a relação entre o nível de mensuração de uma variável e quais estatísticas podem ser calculadas de forma significativa.
- [10:53] Um exemplo hipotético pede a cinco crianças que escolham uma cor favorita entre cinco opções.
Codificação em Escala Nominal e Médias Sem Sentido
- [11:03] O pesquisador codifica e tabula os resultados em uma tabela exibida.
- [11:08] A cor favorita de uma criança é codificada como um número, por exemplo, vermelho codificado como 2 e roxo codificado como 5.
- [11:26] Como cada código é um número, a média dos códigos atribuídos às crianças pode ser calculada.
- [11:32] A média acaba sendo 3, mas concluir que a cor favorita média é amarelo (código 3) não faria sentido.
- [11:41] Esse absurdo surge porque a cor favorita é uma escala nominal, então calcular a média de seus rótulos numéricos é como contar as letras do nome de uma cobra para ver o comprimento da cobra.
- [11:53] O trecho então pergunta se faz sentido calcular a média de números medidos em uma escala ordinal.
Estatísticos Debatem o Significado da Média
- [11:59] Se a média tem significado é uma questão difícil que os estatísticos debatem há décadas.
- [12:03] Uma simulação permite que você explore a questão por conta própria e chegue à sua própria conclusão.
- [12:09] A visão predominante, mas não unânime, é que, para quase todas as situações práticas, a média de uma variável medida ordinariamente é uma estatística significativa.
- [12:21] A simulação mostra que existem situações extremas.
[0:05] Antes de podermos conduzir uma análise estatística, precisamos medir nossas variáveis dependentes. Exatamente como a mensuração é realizada depende do tipo de variável envolvida na análise. Tipos diferentes são medidos de maneiras diferentes. Para medir o tempo gasto para responder a um estímulo, você pode usar um cronômetro. Cronômetros são inúteis, é claro, quando se trata de medir a atitude de alguém em relação a um candidato político. Uma escala de avaliação é mais apropriada nesse caso, com rótulos como "muito favorável", "um tanto favorável", etc.
[0:37] Para uma variável dependente como cor favorita, você pode simplesmente anotar a palavra da cor, como vermelho, que o sujeito oferece. Embora os procedimentos de mensuração difiram de muitas maneiras, eles podem ser classificados usando algumas categorias fundamentais. Em uma dada categoria, todos os procedimentos compartilham algumas propriedades que é importante você conhecer. As categorias são chamadas de tipos de escala, ou apenas escalas, e são descritas nesta seção. Existem quatro escalas básicas de mensuração: nominal, ordinal, de intervalo e de razão.
[1:13] Ao medir usando uma escala nominal, simplesmente se nomeiam ou categorizam as respostas. Gênero, lateralidade, cor favorita e religião são exemplos de variáveis medidas em uma escala nominal. O ponto essencial sobre escalas nominais é que elas não implicam nenhuma ordenação entre as respostas. Por exemplo, ao classificar pessoas de acordo com sua cor favorita, não há sentido em que verde seja colocado à frente de azul. As respostas são meramente categorizadas. As escalas nominais incorporam o nível mais baixo de mensuração.
[1:48] A próxima escala de mensuração mais alta é a ordinal. A escala ordinal é usada quando se deseja nomear ou categorizar, e a ordem é significativa. Vejamos um exemplo. Um pesquisador que deseja medir a satisfação dos consumidores com seus fornos de micro-ondas pode pedir que eles especifiquem seus sentimentos como muito insatisfeito, um tanto insatisfeito, um tanto satisfeito ou muito satisfeito. Os itens da escala são ordenados, variando do menos ao mais satisfeito. É isso que distingue as escalas ordinais das nominais.
[2:20] Enquanto as escalas nominais não permitem comparações quanto ao grau em que dois sujeitos possuem a variável dependente, justamente esse tipo de comparação é possível com escalas ordinais. Por exemplo, nossa ordenação de satisfação torna significativo afirmar que uma pessoa está mais satisfeita do que outra com seus fornos de micro-ondas. Outros exemplos de variáveis medidas no nível ordinal são patente militar, soldado, tenente, capitão, general, etc., e classificação de turma, primeiro da turma, segundo da turma, e assim por diante.
[2:55] escalas deixam de capturar informações importantes que estarão presentes nas outras escalas que examinamos. Em particular, a diferença entre dois níveis de uma escala ordinal não pode ser assumida como igual à diferença entre dois outros níveis. Em nossa escala de satisfação, por exemplo, a diferença entre as respostas muito insatisfeito e um tanto insatisfeito não é necessariamente a mesma que a diferença entre um tanto insatisfeito e um tanto satisfeito. Nada em nosso procedimento de mensuração nos permite determinar se as duas diferenças refletem a mesma diferença na satisfação psicológica.
[3:31] Os estatísticos expressam esse ponto dizendo que as diferenças entre valores adjacentes da escala não representam necessariamente intervalos iguais na escala subjacente que dá origem à mensuração. Em nosso caso, a escala subjacente é o verdadeiro sentimento de satisfação que estamos tentando medir. E se o pesquisador tivesse medido a satisfação pedindo aos consumidores que indicassem seu nível de satisfação escolhendo um número de 1 a 4? A diferença entre as respostas 1 e 2 refletirá necessariamente a mesma diferença na satisfação que a diferença entre as respostas 2 e 3?
[4:07] A resposta é não. Mudar o formato da resposta para números não altera o significado da escala. Ainda não estamos em posição de afirmar que o passo mental de 1 para 2, por exemplo, é o mesmo que o passo mental de 3 para 4. A próxima escala de medição mais alta é a escala intervalar. Como você provavelmente notou, cada escala sucessiva se baseia nas qualidades das escalas inferiores, acrescentando informações adicionais. Escalas intervalares são escalas numéricas nas quais os intervalos têm a mesma interpretação ao longo de toda a escala.
[4:42] Portanto, a escala intervalar nomeia ou categoriza, a ordem é significativa e os intervalos são iguais. Como exemplo, considere a escala Fahrenheit de temperatura. A diferença entre 30 graus e 40 graus representa a mesma diferença de temperatura que a diferença entre 80 graus e 90 graus. Isso ocorre porque cada intervalo de 10 graus tem o mesmo significado físico em termos da energia cinética das moléculas. As escalas intervalares não são perfeitas, porém.
[5:14] Em particular, elas não têm um ponto zero verdadeiro, mesmo que um dos valores da escala acabe levando o nome de zero. A escala Fahrenheit ilustra a questão. Zero graus Fahrenheit não representa a ausência completa de temperatura, a ausência de qualquer energia cinética molecular. Na realidade, o rótulo zero é aplicado à sua temperatura por razões bastante acidentais ligadas à história da medição de temperatura. Como uma escala intervalar não tem um ponto zero verdadeiro, não faz sentido calcular razões de temperaturas.
[5:47] Por exemplo, não há sentido em que a razão de 40 para 20 graus Fahrenheit seja a mesma que a razão de 100 para 50 graus. Nenhuma propriedade física interessante é preservada nas duas razões. Afinal, se o rótulo zero fosse aplicado na temperatura que Fahrenheit acaba rotulando como 10 graus, as duas razões seriam, em vez disso, 30 para 10 e 90 para 40, não mais as mesmas. Por essa razão, não faz sentido dizer que 80 graus é duas vezes mais quente que 40 graus.
[6:20] Tal afirmação dependeria de uma decisão arbitrária sobre onde começar a escala de temperatura. a saber, qual temperatura chamar de zero. enquanto a afirmação pretende fazer uma asserção mais fundamental sobre a realidade física subjacente. A escala de razão de medição é a escala mais informativa. É uma escala intervalar com a propriedade adicional de que sua posição zero indica a ausência da quantidade que está sendo medida. Você pode pensar em uma escala de razão como as três escalas anteriores reunidas em uma só.
[6:53] Como uma escala nominal, ela fornece um nome ou categoria para cada objeto. Os números servem como rótulos. como uma escala ordinal, os objetos são ordenados em termos da ordenação dos números. Como uma escala intervalar, a mesma diferença em dois pontos da escala tem o mesmo significado. E, além disso, a mesma razão em dois pontos da escala também carrega o mesmo significado. Um exemplo de escala de razão é a quantidade de dinheiro que você tem no bolso agora. 25 centavos, 55 centavos, etc.
[7:25] O dinheiro é medido em uma escala de razão porque, além de ter as propriedades de uma escala intervalar, tem um ponto zero verdadeiro. Se você tem zero dinheiro, isso implica a ausência de dinheiro. Como o dinheiro tem um ponto zero verdadeiro, faz sentido dizer que alguém com 50 centavos tem duas vezes mais dinheiro que alguém com 25 centavos. ou que Bill Gates tem um milhão de vezes mais dinheiro que você. nível de medição, é usado para variáveis psicológicas.
[7:56] Escalas de avaliação são usadas com frequência na pesquisa psicológica. Por exemplo, os sujeitos experimentais podem ser solicitados a avaliar seu nível de dor, o quanto gostam de um produto de consumo, suas atitudes sobre a pena capital ou sua confiança em uma resposta a uma questão de teste. Normalmente, essas avaliações são feitas em uma escala de 5 pontos ou de 7 pontos. Essas escalas são ordinais e não intervalares, pois não há garantia de que uma determinada diferença represente a mesma coisa ao longo da faixa da escala. Por exemplo, não há como ter certeza de que um tratamento que reduz a dor de um nível de dor avaliado de 3 para um nível de dor avaliado de 2 representa o mesmo nível de alívio que um tratamento que reduz a dor de um nível de dor avaliado de 7 para um nível de dor avaliado de 6.
[8:44] Em experimentos de memória, a variável dependente costuma ser o número de itens corretamente recordados. Que escala de medição é essa? você poderia razoavelmente argumentar que é uma escala de razão. Primeiro, há um ponto zero verdadeiro. Alguns sujeitos podem não acertar nenhum item. Além disso, uma diferença de 1 representa uma diferença de um item recordado ao longo de toda a escala. É certamente válido dizer que alguém que recordou 12 itens recordou duas vezes mais itens que alguém que recordou apenas 6 itens.
[9:20] O número de itens recordados é um caso mais complicado do que parece à primeira vista. Considere o exemplo a seguir, em que os sujeitos são solicitados a lembrar o máximo de itens possível de uma lista de 10. Suponha que haja cinco itens fáceis e cinco itens difíceis. Metade dos sujeitos consegue recordar todos os itens fáceis e diferentes números de itens difíceis. E a outra metade dos sujeitos não consegue recordar nenhum dos itens difíceis e lembra diferentes números dos itens fáceis. Alguns dados de exemplo são mostrados aqui.
[9:53] Vamos comparar a diferença entre a pontuação de 2 do sujeito A e a pontuação de 3 do sujeito B com a diferença entre a pontuação de 7 do sujeito C e a pontuação de 8 do sujeito D. A primeira diferença é a diferença de um item fácil. A última diferença é uma diferença de um item difícil. Essas duas diferenças significam a mesma diferença no desempenho de memória? Inclinamo-nos a responder "não" a essa pergunta, já que pode ser necessária apenas um pouco mais de memória para reter o item fácil adicional, enquanto pode ser necessária muito mais memória para reter o item difícil adicional.
[10:29] O ponto geral é que muitas vezes é inapropriado considerar escalas de medição psicológica como intervalares ou de razão. Por que estamos tão interessados no tipo de escala que mede uma variável dependente? O cerne da questão é a relação entre o nível de medição da variável e as estatísticas que podem ser significativamente calculadas com essa variável. Por exemplo, considere um estudo hipotético em que cinco crianças são solicitadas a escolher sua cor favorita entre azul, vermelho, amarelo, verde e roxo.
[11:03] o pesquisador codifica e tabula os resultados como mostrado na tabela exibida. Isso significa que, se uma criança dissesse que sua cor favorita era vermelho, então a escolha era codificada como 2. Se a criança dissesse que sua cor favorita era roxo, então a resposta era codificada como 5, e assim por diante. Considere os dados hipotéticos exibidos nesta tabela. Cada código é um número, então nada nos impede de calcular o código médio atribuído às crianças. A média acaba sendo 3, mas você pode ver que seria sem sentido concluir que a cor favorita média é amarelo, a cor com código 3.
[11:41] Esse absurdo surge porque a cor favorita é uma escala nominal, e calcular médias de seus rótulos numéricos é como contar o número de letras no nome de uma cobra para ver o comprimento da cobra. Faz sentido calcular a média de números medidos em uma escala ordinal? Esta é uma questão difícil, que os estatísticos debatem há décadas. Você poderá explorar essa questão por conta própria em uma simulação e chegar à sua própria conclusão. A opinião predominante, mas de modo algum unânime, dos estatísticos é que, para quase todas as situações práticas, a média de uma variável medida ordinariamente é uma estatística significativa.
[12:21] No entanto, como você verá na simulação, há situações extremas
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[0:05] Before we can conduct a statistical analysis, we need to measure our dependent variables. Exactly how the measurement is carried out depends on the type of variable involved in the analysis. Different types are measured differently. To measure the time taken to respond to a stimulus, you might use a stopwatch. Stopwatches are of no use, of course, when it comes to measuring someone's attitude towards a political candidate. A rating scale is more appropriate in this case, with labels like "very favorable", "somewhat favorable", etc.
[0:37] For a dependent variable such as favorite color, you can simply note the color word, like red, that the subject offers. Although procedures for measurement differ in many ways, they can be classified using a few fundamental categories. In a given category, all of the procedures share some properties that are important for you to know about. The categories are called scale types, or just scales, and are described in this section. There are four basic scales of measurement: nominal, ordinal, interval, and ratio.
[1:13] When measuring using a nominal scale, one simply names or categorizes responses. Gender, handedness, favorite color, and religion are examples of variables measured on a nominal scale. The essential point about nominal scales is that they do not imply any ordering among the responses. For example, when classifying people according to their favorite color, there is no sense in which green is placed ahead of blue. Responses are merely categorized. Nominal scales embody the lowest level of measurement.
[1:48] The next highest scale of measurement is ordinal. The ordinal scale is used when one wishes to name or categorize, and the order is meaningful. Let's look at an example. A researcher wishing to measure consumers' satisfaction with their microwave ovens might ask them to specify their feelings as either very dissatisfied, somewhat dissatisfied, somewhat satisfied, or very satisfied. The items in the scale are ordered, ranging from least to most satisfied. This is what distinguishes ordinal from nominal scales.
[2:20] Whereas nominal scales don't allow comparisons in the degree to which two subjects possess the dependent variable, just this kind of comparison is possible with ordinal scales. For example, our satisfaction ordering makes it meaningful to assert that one person is more satisfied than another with their microwave ovens. Other examples of variables measured at the ordinal level are military rank, private, lieutenant, captain, general, etc., and class ranking, first in class, second in class, and so on.
[2:55] scales fail to capture important information that will be present in the other scales we examine. In particular, the difference between two levels of an ordinal scale cannot be assumed to be the same as the difference between two other levels. In our satisfaction scale, for example, the difference between the responses very dissatisfied and somewhat dissatisfied is not necessarily the same as the difference between somewhat dissatisfied and somewhat satisfied. Nothing in our measurement procedure allows us to determine whether the two differences reflect the same difference in psychological satisfaction.
[3:31] Statisticians express this point by saying that the differences between adjacent scale values do not necessarily represent equal intervals on the underlying scale giving rise to the measurement. In our case, the underlying scale is the true feeling of satisfaction which we are trying to measure. What if the researcher had measured satisfaction by asking consumers to indicate their level of satisfaction by choosing a number from 1 to 4? Will the difference between the responses of 1 and 2 necessarily reflect the same difference in satisfaction as the difference between the responses 2 and 3?
[4:07] The answer is no. Changing the response format to numbers does not change the meaning of the scale. we are still in no position to assert that the mental step from 1 to 2, for example, is the same as the mental step from 3 to 4. The next highest scale of measurement is the interval scale. As you probably noticed, each successive scale builds upon the qualities of the lower scales, adding additional information. Interval scales are numerical scales in which intervals have the same interpretation throughout.
[4:42] So the interval scale names or categorizes, the order is meaningful, and the intervals are equal. As an example, consider the Fahrenheit scale of temperature. The difference between 30 degrees and 40 degrees represents the same temperature difference as the difference between 80 degrees and 90 degrees. This is because each 10 degree interval has the same physical meaning in terms of the kinetic energy of molecules. Interval scales are not perfect, however.
[5:14] In particular, they do not have a true zero point, even if one of the scaled values happens to carry the name zero. The Fahrenheit scale illustrates the issue. Zero degrees Fahrenheit does not represent the complete absence of temperature, the absence of any molecular kinetic energy. In reality, the label zero is applied to its temperature for quite accidental reasons connected to the history of temperature measurement. Since an interval scale has no true zero point, it does not make sense to compute ratios of temperatures.
[5:47] For example, there is no sense in which the ratio of 40 to 20 degrees Fahrenheit is the same as the ratio of 100 to 50 degrees. No interesting physical property is preserved across the two ratios. After all, if the zero label were applied at the temperature that Fahrenheit happens to label as 10 degrees, the two ratios would instead be 30 to 10 and 90 to 40, no longer the same. For this reason, it does not make sense to say that 80 degrees is twice as hot as 40 degrees.
[6:20] Such a claim would depend on an arbitrary decision about where to start the temperature scale. namely, what temperature to call zero. whereas the claim is intended to make a more fundamental assertion about the underlying physical reality. The ratio scale of measurement is the most informative scale. It is an interval scale with the additional property that its zero position indicates the absence of the quantity being measured. You can think of a ratio scale as the three earlier scales rolled up in one.
[6:53] Like a nominal scale, it provides a name or category for each object. The numbers serve as labels. like an ordinal scale, the objects are ordered in terms of the ordering of the numbers. Like an interval scale, the same difference at two places on the scale has the same meaning. And in addition, the same ratio at two places on the scale also carries the same meaning. An example of a ratio scale is the amount of money you have in your pocket right now. 25 cents, 55 cents, etc.
[7:25] Money is measured on a ratio scale because, in addition to having the properties of an interval scale, it has a true zero point. If you have zero money, this implies the absence of money. Since money has a true zero point, it makes sense to say that someone with 50 cents has twice as much money as someone with 25 cents. or that Bill Gates has a million times more money than you do. level of measurement is used for psychological variables.
[7:56] Rating scales are used frequently in psychological research. For example, experimental subjects may be asked to rate their level of pain, how much they like a consumer product, their attitudes about capital punishment, or their confidence in an answer to a test question. Typically, these ratings are made on a 5-point or 7-point scale. These scales are ordinal rather than interval scales, since there is no assurance that a given difference represents the same thing across the range of the scale. For example, there is no way to be sure that a treatment that reduces pain from a rated pain level of 3 to a rated pain level of 2 represents the same level of relief as a treatment that reduces pain from a rated pain level of 7 to a rated pain level of 6.
[8:44] In memory experiments, the dependent variable is often the number of items correctly recalled. What scale of measurement is this? you could reasonably argue that it is a ratio scale. First, there is a true zero point. Some subjects may get no items correct at all. Moreover, a difference of 1 represents a difference of one item recalled across the entire scale. It is certainly valid to say that someone who recalled 12 items recalled twice as many items as someone who recalled only 6 items.
[9:20] Number of items recalled is a more complicated case than it appears at first. Consider the following example in which subjects are asked to remember as many items as possible from a list of 10. Assume that there are five easy items and five difficult items. Half of the subjects are able to recall all the easy items and different numbers of difficult items. And the other half of the subjects are unable to recall any of the difficult items and remember different numbers of the easy items. Some sample data are shown here.
[9:53] Let's compare the difference between subject A's score of 2 and subject B's score of 3 with the difference between subject C's score of 7 and subject D's score of 8. The former difference is the difference of one easy item. The latter difference is a difference of one difficult item. Do these two differences signify the same difference in memory performance? We are inclined to respond "no" to this question, since only a little more memory may be needed to retain the additional easy item, whereas a lot more memory may be needed to retain the additional hard item.
[10:29] The general point is that it is often inappropriate to consider psychological measurement scales as either interval or ratio. Why are we so interested in the type of scale that measures a dependent variable? The crux of the matter is the relationship between the variable's level of measurement and the statistics that can be meaningfully computed with that variable. For example, consider a hypothetical study in which five children are asked to choose their favorite color from blue, red, yellow, green, and purple.
[11:03] the researcher codes and tabulates the results as shown in the displayed table. This means that if a child said her favorite color was red, then the choice was coded as 2. If the child said her favorite color was purple, then the response was coded as 5, and so forth. Consider the hypothetical data displayed in this table. Each code is a number, so nothing prevents us from computing the mean code assigned to the children. The mean happens to be 3, but you can see that it would be senseless to conclude that the average favorite color is yellow, the color with a code of 3.
[11:41] Such nonsense arises because favorite color is a nominal scale, and taking averages of its numerical labels is like counting the number of letters in the name of a snake to see how long the snake is. Does it make sense to compute the mean of numbers measured on an ordinal scale? This is a difficult question, one that statisticians have debated for decades. You will be able to explore this issue yourself in a simulation and reach your own conclusion. The prevailing, but by no means unanimous, opinion of statisticians is that for almost all practical situations, the mean of an ordinarily measured variable is a meaningful statistic.
[12:21] However, as you will see in the simulation, there are extreme situations
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"Introdução à Estatística: Níveis de Medição" por onlinestatbook (https://www.youtube.com/@onlinestatbook), licenciado sob CC BY 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/). Vídeo de origem: https://www.youtube.com/watch?v=B0ABvLa_u88. Esta página é uma transcrição em texto do vídeo com quebras de parágrafo e carimbos de data/hora adicionados; o criador não é afiliado ao Vidleaf nem o endossa. O Vidleaf adicionou pontuação por IA e um resumo gerado por IA; o texto original permanece disponível nesta página.
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