"Este gráfico está mentindo para você!" — Uma introdução à alfabetização de dados
Tradução automática para o português do Brasil. Gerada e salva em 2026-10-23. Pode conter erros; confira os termos e as citações na versão em inglês e no vídeo original. Os horários são os mesmos da fonte. A transcrição original em inglês está disponível abaixo.
Aprenda a questionar gráficos enganosos examinando fontes de dados, amostragem, contexto e escolhas visuais nesta oficina introdutória de alfabetização de dados.
Fonte da transcrição: legendas enviadas pelo criador no YouTube. Pontuação por IA adicionada pelo Vidleaf; redação original e âncoras de carimbo de tempo preservadas. A transcrição original está disponível abaixo.
Pesquise esta transcrição na bancada de trabalhoLeia a transcrição
Resumo gerado por IA
Esta oficina de alfabetização de dados explica como ler números e gráficos em contexto. Ela começa com perguntas sobre quem coletou os dados, por que foram coletados e como são apresentados, e então usa pesquisas em bibliotecas e comparações de gráficos para colocar essas perguntas em prática. Os exemplos abrangem viés de amostragem, seleção parcial (cherry picking), confusão entre correlação e causalidade e eixos ou tipos de gráficos enganosos. O objetivo é um ceticismo informado, em vez de rejeitar toda visualização. Os leitores podem usar as passagens vinculadas para examinar as evidências por trás de uma afirmação e distinguir os dados em si do argumento construído em torno deles.
Pontos-chave
- [7:52] Pergunte quem coletou os dados, com que propósito e como seu contexto afeta a interpretação.
- [28:24] A seleção parcial (cherry picking) pode fazer um subconjunto selecionado de dados parecer apoiar uma história mais ampla.
- [33:34] Verifique eixos, linhas de base e intervalos antes de aceitar a impressão visual de um gráfico.
Gerado a partir da transcrição. Verifique as passagens vinculadas em relação ao vídeo original. Resumo e pontos-chave revisados pelo Vidleaf em 2026-10-21.
Visão geral completa
O bibliotecário de serviços instrucionais Russel Peterson abre esta oficina de alfabetização de dados delineando seus objetivos: compreender o que são dados e como são usados retoricamente, comercialmente e politicamente; identificar erros e discrepâncias na representação de dados; engajar-se com visualizações de dados com ceticismo saudável, sem tratar toda visualização como inerentemente suspeita; e comunicar interpretações a outras pessoas. A sessão explica que os dados ganham significado a partir de seu contexto — como são apresentados, coletados e quem os apresenta — e baseia-se nas definições de Chantel Risdale e Javier Calzado Prado e Miguel Angel Marzal que enquadram a alfabetização de dados como a capacidade de coletar, gerenciar, avaliar, avaliar criticamente e usar dados eticamente. Os participantes praticam busca por palavras-chave no banco de dados de estatísticas da biblioteca, começando em lib.ua.edu, encontrando estudos sobre doses da vacina COVID-19 administradas nos EUA por fabricante e sobre vaping de nicotina entre estudantes do ensino médio, e discutem dados do CDC mostrando a Pfizer como clara maioria das doses de vacina em outubro de 17, 2021, seguida pela Moderna e depois pela J&J com 15 milhões, juntamente com um estudo do CDC de 2020 mostrando um salto acentuado no uso de cigarros eletrônicos entre estudantes do ensino médio dos EUA de 2017 para 2018, seguido por uma leve queda em 2020. Um segmento posterior concentra-se em como os dados podem ser apresentados de maneiras enganosas, intencionalmente ou não, citando o livro de Darrell Huff de 1954, How to Lie with Statistics, e argumentando que os números sozinhos não podem contar uma história, fazer um argumento ou persuadir, e que o uso ético dos dados exige escritores que usem palavras com honestidade e compreensão, além de leitores que possam interpretar dados e julgar se seu uso é apropriado. Exemplos de uso indevido incluem viés de amostragem, seleção parcial (cherry picking), confundir correlação com causalidade e visualizações enganosas, como eixos y truncados, linhas de base omitidas, intervalos inconsistentes, convenções quebradas e gráficos de pizza mal utilizados. A parte final aborda a escolha de tipos apropriados de gráficos e uma atividade prática de classificação de confiabilidade de visualizações, comparando um mapa convencional de densidade populacional com um gráfico de rosca enganoso do Sun sobre assentos nas eleições do Reino Unido, criticando um gráfico de bolhas de horas gastas online por idade e gênero e um gráfico de barras empilhadas da dívida média das famílias dos EUA que exagera os empréstimos de automóveis em relação às hipotecas, e enquadra a alfabetização de dados como a capacidade de avaliar criticamente como e por que os dados são coletados, representados e apresentados para apoiar argumentos comerciais, retóricos ou políticos, incluindo a verificação de seções de metodologia e a observação de seleção parcial e eixos manipulados; o palestrante se oferece para responder perguntas, observa que os slides com notas do palestrante serão enviados por e-mail aos participantes registrados e que uma gravação será disponibilizada, e convida futuros espectadores a entrar em contato por e-mail ou telefone.
Resumos de capítulos com carimbos de tempo
Introdução à Oficina: Objetivos da Alfabetização de Dados
- [0:04] Russel Peterson abre a oficina como uma introdução à alfabetização de dados.
- [0:14] Peterson é bibliotecário de serviços instrucionais de pesquisa, trabalhando principalmente com o departamento de línguas modernas e o Centro de Sucesso Estudantil (capstone).
- [0:26] Seus interesses de pesquisa incluem desinformação, pensamento conspiratório e cultivo de habilidades de pensamento crítico, especialmente em relação a como os dados são apresentados.
- [1:01] Objetivo da sessão: os participantes entendem o que são dados e como são usados para fins retóricos, comerciais e políticos.
- [1:17] Os participantes devem ser capazes de identificar erros e discrepâncias na forma como os dados são representados.
- [1:23] Os participantes devem engajar-se com visualizações de dados com um grau saudável de ceticismo, sem tratar toda visualização como inerentemente suspeita.
- [1:43] Eles devem saber quando questionar como os dados foram coletados, como são representados e quais narrativas ou argumentos estão sendo construídos.
- [1:53] Por fim, os participantes devem ser capazes de comunicar interpretações de dados a colegas e outras pessoas.
Como os Dados Ganham Significado e Autoridade
- [2:18] Dados são informações, quantitativas ou qualitativas, frequentemente coletadas para um propósito específico, como pesquisas.
- [2:58] O Pew Research Center coleta dados qualitativos por meio de entrevistas telefônicas e grupos focais, bem como de respostas a pesquisas.
- [3:17] Os dados podem ser brutos ou tratados, exibidos em tabelas ou gráficos, ou representados como uma visualização de dados, como um mapa de calor.
- [3:37] Os dados ganham significado pelo seu contexto: como são apresentados, coletados e quem é responsável por apresentá-los.
- [4:12] Os dados são renderizados visualmente para auxiliar na identificação de padrões e na compreensão, e são usados para persuadir as pessoas em direção a um argumento.
- [4:34] Na ciência, os dados testam uma hipótese, enquanto nos negócios justificam a tomada de decisão ao transmitir uma autoridade numérica difícil de contestar.
- [5:23] Os números podem ser contestados sendo cético quanto à forma como os dados são representados, por exemplo, um aumento nas vendas do iPad 20% em meio a vendas gerais em declínio.
- [5:45] Os dados transmitem autoridade retoricamente para vencer argumentos, comercialmente para vender produtos e politicamente para ganhar poder, como pesquisas que justificam uma política.
Definindo Letramento em Dados
- [6:37] O letramento em dados é enquadrado como uma habilidade para maior fluência com dados e capacidade de interpretá-los.
- [6:51] Bibliotecários da área ajudaram a definir o que é letramento em dados.
- [6:57] Chantel Risdale define letramento em dados como a capacidade de coletar, gerenciar, avaliar e aplicar dados de maneira crítica.
- [7:09] Javier Calzado Prado e Miguel Angel Marzal definem letramento em dados como um componente do letramento informacional que permite aos indivíduos acessar, interpretar, avaliar criticamente, gerenciar e usar dados de forma ética.
- [7:20] O workshop não se concentrará em formas de coletar ou usar dados.
- [7:24] O workshop abordará como avaliar dados, avaliá-los criticamente e acessá-los por meio de algumas das bases de dados da Biblioteca.
- [7:44] Dados em contexto envolvem como os dados foram coletados e como o contexto pode ser estabelecido.
Perguntas para Avaliar o Contexto dos Dados
- [7:52] O contexto pode ser determinado fazendo perguntas de atribuição de sentido.
- [7:59] Pergunte qual é a entidade ou organização responsável pela coleta dos dados, pois um órgão de pesquisa respeitado como o Pew Research Center difere de uma fonte partidária ou com foco comercial.
- [8:32] Pergunte que tipo de dados foi coletado e o que está sendo medido, como dados quantitativos ou quantas pessoas responderam a uma pergunta.
- [8:50] Considere o método de coleta, como entrevistas telefônicas, e as implicações dos dados de telefone fixo versus celular.
- [9:08] Considere onde os dados foram coletados e se o ambiente ou local afeta a confiabilidade.
- [9:24] Considere a linha do tempo exata, pois dados coletados talvez há 20 anos podem não ser mais relevantes hoje.
- [9:32] Pergunte por que os dados foram coletados e se as intenções são declaradas ou inferidas, incluindo propósitos exigidos por lei, como dados de criminalidade.
- [10:01] Considere o método e o meio de coleta, pois enquetes na internet podem ter problemas inerentes.
Encontrando Dados Estatísticos por Pesquisa de Palavras-chave
- [10:42] Pede-se aos alunos que encontrem dados por conta própria acessando a base de dados estatísticos.
- [10:47] Eles procurarão dois estudos específicos e extrairão palavras-chave de questões de pesquisa para aplicar em uma busca.
- [10:59] Exemplo de questão de pesquisa: o número de doses da vacina COVID-19 administradas nos EUA por fabricante.
- [11:13] Palavras-chave como vacina COVID-19 e fabricante podem ser extraídas e aplicadas em uma busca.
- [11:19] Segundo exemplo: quantos estudantes do ensino médio estão usando cartuchos de vaporização de nicotina, com estudantes do ensino médio e vaporização de nicotina como palavras-chave.
- [11:34] O apresentador sairá da apresentação para ir ao site da biblioteca e mostrar como chegar às estatísticas.
- [11:51] A atividade envolve procurar conjuntos de dados e fazer perguntas de atribuição de sentido sobre eles.
- [11:59] As perguntas de atribuição de sentido incluem quem é a entidade responsável pela coleta dos dados, o que são os dados, quando e onde foram coletados, por que, com que propósito e qual meio foi usado.
Encontrando Dados de Vacinas do CDC no Site da Biblioteca
- [12:17] A instrutora navega até o site da biblioteca lib.ua.edu e clica no ícone de bases de dados.
- [12:24] Ela filtra as bases de dados para a seção "S" e rola para baixo até estatísticas.
- [12:49] Ela verifica se todos chegaram à mesma página antes de continuar.
- [13:09] Ela retorna ao slide e concede alguns minutos para que todos procurem estudos e compartilhem conclusões.
- [15:15] Um participante encontrou um estudo mostrando o número de doses de vacinas administradas, com a Pfizer sendo a clara maioria, seguida pela Moderna e depois pela J&J com 15 milhões.
- [15:57] O estudo mostra doses de vacinas administradas por fabricante em outubro de 17, 2021.
- [16:40] Os dados foram coletados pelos Centers for Disease Control, e o Link da Fonte fornece informações mais detalhadas sobre a coleta.
- [16:57] O CDC coletou dados de parceiros de vacinação, incluindo clínicas, farmácias de varejo e instalações de cuidados de longo prazo.
- [17:12] Os dados incluem isenções de responsabilidade de que totalmente vacinado significa duas doses em dois dias diferentes ou uma dose de uma vacina de dose única.
- [17:43] Como o CDC coleta essas informações para fins governamentais, é uma fonte digna de citação para quantas vacinas são administradas nos Estados Unidos.
Pesquisa de Dados sobre Vaporização de Nicotina entre Estudantes do Ensino Médio
- [18:25] O grupo passa a pesquisar dados sobre vaporização de nicotina entre estudantes do ensino médio.
- [18:38] Eles perguntam como e onde os dados do estudo foram coletados, convidando a contribuições no chat.
- [18:55] Um participante observa que o estudo parece vir do CDC.
- [19:06] Eles realizam uma busca estatística sobre cartuchos de vaporização de nicotina, prevalência por série.
- [19:33] O apresentador diz que o estudo sendo procurado parece ser do Pew Research Center, enquanto outro encontrado é o estudo mais recente de 2020.
- [19:48] Um estudo de 2020 é destacado e seu link é colocado no chat.
- [20:17] Os dados mostram um salto acentuado na porcentagem de estudantes do ensino médio dos EUA que usam cigarros eletrônicos de 2017 a 2018, depois uma leve queda em 2020.
- [20:33] A fonte é o Relatório Semanal de Morbidade e Mortalidade divulgado no final de 2020, que fornece uma descrição detalhada do uso de cigarros eletrônicos.
- [20:54] O relatório do CDC destaca os impactos à saúde dos cigarros eletrônicos, especialmente entre os mais jovens.
Avaliando Fontes de Dados e Significado
- [21:13] Vale a pena desenvolver habilidades para descobrir de onde vêm os dados.
- [21:29] Conhecer a fonte permite avaliar adequadamente o significado dos dados.
- [21:35] A fonte muitas vezes não é representada em gráficos práticos.
- [21:41] As estatísticas podem aparecer como uma captura de tela de um gráfico visto online ou no Twitter, ou ser representadas de várias maneiras diferentes.
- [21:53] Mesmo que os dados venham de um determinado lugar, você também precisa prestar atenção em como eles são apresentados.
Identificando Apresentação Enganosa de Dados
- [22:03] O estado de ser entregue e se é usado para enganar de uma certa maneira.
- [22:08] A próxima seção da apresentação aborda como identificar se os dados são apresentados de maneira enganosa, intencionalmente ou não.
- [22:18] Um trabalho seminal sobre este tópico é citado.
- [22:26] Darrell Huff, que escreveu Como Mentir com Estatística em 1954, é citado.
- [22:31] Métodos estatísticos e termos estatísticos são necessários para relatar dados de massa.
Dados Precisam de Escritores e Leitores
- [22:39] Tendências sociais e econômicas, condições comerciais, pesquisas de opinião e o censo dependem de escritores que usam palavras com honestidade e compreensão, e de leitores que sabem o que as palavras significam.
- [22:50] Sem tais escritores e leitores, há apenas absurdo semântico.
- [22:57] Números por si só não podem contar uma história, fazer um argumento ou persuadir de uma certa maneira.
- [23:03] Somente escritores são capazes de usar dados eticamente e transmitir uma narrativa.
- [23:11] Também são necessários leitores que possam interpretar os dados, atribuir-lhes sentido e exercer julgamento sobre se seu uso é apropriado ou se alguém não está sendo franco.
- [23:36] O palestrante planeja passar por exemplos de como os dados podem ser usados indevidamente e usados para enganar, começando pelo viés de amostragem.
Viés de Amostragem e Suposições de Pesquisa
- [23:54] A amostragem é uma prática estatística de selecionar um pequeno grupo de indivíduos ou estimativas para caracterizar uma população.
- [24:19] Afirmações mais fortes podem ser feitas quando uma amostra é mais representativa de toda a população, em vez de uma pequena seção.
- [24:31] O viés de amostragem ocorre quando membros de uma população pretendida estão super-representados ou sub-representados, ou quando os coletores de dados estão comprometidos.
- [24:54] O slogan "nove em cada 10 dentistas recomendam" ilustra suposições sobre quem foi pesquisado, tamanho da amostra, credenciais dos entrevistados e incentivos para mentir.
- [26:56] Tópicos sensíveis como dinheiro, uso de drogas ou sexo levam as pessoas a exagerar ou ocultar seu comportamento.
- [27:17] Um relatório de ex-alunos afirmando que o graduado médio da Universidade do Alabama ganha mais de $100,000 por ano levanta questões sobre quantos e quais ex-alunos foram pesquisados.
- [27:49] Uma pesquisa afirmando que 85% dos americanos nunca consumiram uma substância ilegal é questionável porque as pessoas são incentivadas a mentir sobre atividades ilegais.
Seleção Parcial como Estatísticas Enganosas
- [28:24] A seleção parcial é a prática de usar apenas um pequeno subconjunto de dados para vender uma determinada narrativa.
- [28:34] A Apple é citada como um possível exemplo de empresa que compartilha apenas um subconjunto de dados para parecer bem e impulsionar as ações.
- [29:02] Os números trimestrais de vendas de produtos podem ignorar tendências de vários anos de vendas em declínio.
- [29:13] Debates sobre mudanças climáticas e taxas de criminalidade são grandes vítimas da seleção parcial, porque mudanças rápidas de ano para ano não levam em conta tendências de anos ou décadas.
- [29:33] O negacionismo das mudanças climáticas pode mostrar um pequeno subconjunto de dados climáticos sugerindo resfriamento, ignorando dados de décadas mostrando a temperatura subindo a uma taxa instável.
- [30:14] Um tweet do San Francisco Chronicle dizendo que arrombamentos de carros aumentaram 753% ignora que a pandemia de 2020 manteve as pessoas dentro de casa, e dados mais longos sugerem que o crime está diminuindo constantemente desde os anos 1970.
Correlação versus causalidade nos dados de máscaras
- [31:03] Confundir correlação e causalidade é um método estatístico comum usado para enganar.
- [31:16] Duas coisas estarem correlacionadas não significa que uma causa a outra.
- [31:28] Um gráfico mostra países sem mandatos precoces de máscaras tiveram uma enorme explosão de casos, enquanto países que usaram máscaras tiveram menos casos.
- [31:50] Muitos outros fatores poderiam explicar esse fenômeno correlacionado.
- [32:02] Coreia do Sul, Japão e Singapura são todos países do Leste Asiático, então práticas particulares lá não relacionadas ao uso de máscaras podem importar.
- [32:19] O vírus pode não ter sido tão prevalente nessas comunidades quanto em países europeus e norte-americanos.
- [32:30] Mesmo que as máscaras sejam muito úteis para conter a propagação do coronavírus, outros fatores poderiam explicar a correlação.
- [32:40] Seja cético em relação a argumentos de que uma única questão causa um problema muito complexo.
Práticas de Visualização Enganosas
- [33:34] Truncar gráficos e omitir a linha de base do eixo y são práticas usadas para enganar em visualizações.
- [33:41] Definir a linha de base em um número alto como 94 milhões em vez de zero pode fazer os dados parecerem mais exagerados ou dramáticos do que realmente são.
- [34:11] Um gráfico alegando que mais de 100 milhões de pessoas recebem assistência social federal mostra uma aparente explosão de 2009 para 2011, mas com uma linha de base zero seria uma mudança muito marginal.
- [34:32] Esse gráfico conta qualquer pessoa que resida em um domicílio onde pelo menos uma pessoa recebeu um benefício de programa, como Medicaid ou Assistência Temporária para Famílias Necessitadas.
- [35:20] Um gráfico com uma linha de base definida perto de cinco pés exagera a baixa estatura de mulheres da África do Sul e da Índia, fazendo as mulheres da Letônia e da Austrália parecerem gigantes quando a diferença é de apenas alguns centímetros.
- [36:13] Os intervalos entre os eixos x e y devem ser uniformes e consistentes; manipulá-los exagera aumentos ou diminuições por meio de rótulos ou elementos ilustrados.
- [36:36] Um gráfico da Planned Parenthood mostra exames de câncer e serviços preventivos diminuindo enquanto os abortos aumentam de 2008 para 2013, mas os números (2 milhão para 900,000 versus 300,000) não parecem estar no mesmo plano.
- [37:16] Um gráfico sobre alunos que obtêm diplomas do ensino médio mostra um aumento marginal de 75% em 2009 para 82% em 2015, mas o eixo y manipulado e os livros empilhados tornam a diferença difícil de julgar.
Quebrar Convenções de Visualização de Dados Engana
- [38:20] Manipular ou enganar as pessoas com visualizações de dados muitas vezes significa ir contra as convenções padrão.
- [38:33] Uma convenção comum é que o eixo y deve começar em zero no canto inferior esquerdo para gráficos de linha e de barras.
- [38:44] Os gráficos se tornaram mais padronizados, então ir contra as convenções pode ser muito confuso à primeira vista.
- [39:14] Uma visualização notória começa o eixo y em torno de 1000 para argumentar que os homicídios por arma de fogo diminuíram após a lei Stand Your Ground de 2005.
- [39:32] Se o eixo y começasse em zero, o gráfico mostraria que os homicídios por arma de fogo na verdade aumentaram após a lei ser implementada na Flórida.
- [40:03] Mapas de densidade populacional convencionalmente usam cores mais escuras para áreas mais densamente povoadas, como Califórnia, Illinois, Nova York, Massachusetts e Nova Jersey versus Wyoming e Montana.
- [40:28] Inverter essa convenção para que cores levemente sombreadas indiquem população mais densa confundiria leitores acostumados com o padrão.
- [40:59] Uma olhada rápida em uma visualização nas redes sociais como Twitter ou Instagram que quebra uma convenção pode facilmente enganar alguém.
Gráficos de Pizza Mal Utilizados e Escolhendo a Visualização Certa
- [41:21] Gráficos de pizza são notoriamente mal utilizados e podem enganar ou confundir as pessoas.
- [41:29] Gráficos de pizza devem representar partes de um todo.
- [41:34] O exemplo à esquerda mostrando americanos que experimentaram maconha (51% hoje, 43% no ano passado, 34% em 1997) não faz sentido como gráfico de pizza.
- [41:49] Para avaliar como o uso de maconha pode ter mudado ao longo do tempo, uma visualização muito diferente deveria ser usada.
- [42:04] Um gráfico de pizza deve sempre somar 100% e mostrar partes de um todo.
- [42:31] Para dados que comparam diferenças ou semelhanças entre dois valores, gráficos de barras e gráficos de halteres são boas escolhas.
- [42:50] Mapas de calor ou gráficos de dispersão são bons para mostrar conexões nos dados ou retratar uma correlação ou falta dela.
- [43:02] Para distribuição ou mudanças ao longo do tempo, um histograma seria muito melhor do que um gráfico de pizza.
Atividade de Classificação de Confiabilidade de Visualizações
- [43:31] Dois PDFs serão colocados no chat, e os participantes podem escolher um PDF em vez do outro.
- [43:39] Os participantes classificarão as visualizações da mais confiável para a menos confiável.
- [43:51] A classificação deve usar o que os participantes aprenderam hoje sobre como as visualizações são representadas.
- [44:00] A atividade considera como as pessoas podem estar usando mal certas visualizações para transmitir um argumento.
- [44:52] O palestrante não acha que consegue compartilhar arquivos no chat.
- [45:01] Em vez disso, o palestrante compartilhará a tela com um dos arquivos contendo todas as visualizações.
Comparando a Confiabilidade de Gráficos
- [46:38] Duas visualizações são mostradas: um mapa de densidade populacional e um gráfico de rosca/pizza de assentos do Partido Trabalhista vs Conservador do Reino Unido.
- [47:22] O mapa de densidade populacional segue as convenções, usando vermelho para maior densidade e amarelo/verde para menor.
- [47:45] O gráfico de rosca do The Sun é enganoso: o UKIP não ganhou nenhum assento, mas parece ter pelo menos metade do que os Liberal Democratas ganharam.
- [48:07] O SNP parece ter quase a mesma área que os Liberal Democratas, apesar de ter ganhado mais.
- [48:29] Duas outras visualizações mostram tipos de dívida por domicílio médio dos EUA e horas gastas online por idade e gênero usando um gráfico de bolhas.
- [49:04] O gráfico de bolhas é uma forma estranha de distinguir homens e mulheres e torna as bolhas difíceis de discernir.
- [50:11] Gráficos de bolhas frequentemente demonstram frequência, mas isso não faz sentido neste contexto; um gráfico de barras seria mais apropriado.
- [50:47] A barra empilhada é provavelmente a melhor maneira de capturar os dados de dívida, mas é um pouco enganosa porque os empréstimos de automóveis parecem ser três quartos das hipotecas, embora 28,000 seja muito menor que 176,000.
- [51:12] Cartões de crédito e empréstimos de automóveis precisam ser cortados pela metade ou reduzidos significativamente em comparação com a dívida hipotecária e os empréstimos estudantis.
Letramento de Dados Futuro e Avaliação Crítica
- [52:06] A pergunta questiona como o público se envolverá com dados no futuro após ver exemplos de dados usados para enganar.
- [52:11] Entender dados exige conhecer seu contexto: como são coletados e como são representados e apresentados para apoiar um argumento específico, seja comercial, retórico ou político.
- [52:28] Ser letrado em dados significa ser capaz de avaliá-los criticamente.
- [52:35] A avaliação crítica inclui saber por que os dados são apresentados de uma maneira específica e com qual propósito.
- [52:51] O palestrante espera que os espectadores levem consigo a capacidade de ver os dados adequadamente, seja representados por meio de redes sociais ou canais como fontes acadêmicas.
- [53:04] Os espectadores podem consultar uma seção de metodologia para ver como os dados foram realmente coletados e se o argumento transmitido pode ser devidamente confiável.
Perguntas & Respostas e Disponibilidade de Slides
- [53:25] O palestrante se oferece para responder a quaisquer perguntas do público.
- [53:29] O palestrante compartilha sua página de obras citadas e explica como montou a apresentação.
- [53:46] O palestrante diz que prestará atenção em qual informação se pretende transmitir e em cherry picking e manipulação de eixos.
- [54:06] Os slides, incluindo as notas do palestrante, serão enviados por e-mail para cada participante registrado.
Agradecimentos Finais e Informações de Contato
- [54:18] Uma gravação da apresentação será disponibilizada.
- [54:25] O palestrante agradece a todos pela presença.
- [54:29] Futuros espectadores da gravação são convidados a enviar e-mail ao palestrante, cujas informações de contato serão mostradas.
- [54:40] O palestrante pode ser contatado por e-mail em rtpeterson1@ua.edu ou por telefone.
- [54:48] O palestrante terá prazer em responder perguntas por qualquer método de contato que as pessoas escolherem.
- [54:57] O palestrante agradece ao público por ouvir a apresentação.
[0:01] Tudo bem. E vocês podem ver os slides agora? Sim, eu posso. Certo. Excelente. Então, bem-vindos a este workshop, uma introdução ao letramento de dados. E só para me apresentar. Meu nome é Russel Peterson, sou Bibliotecário de Serviços de Instrução e Pesquisa. Trabalho principalmente com o departamento de línguas modernas e o Centro Capstone para o Sucesso do Estudante. Mas também tenho interesses de pesquisa em desinformação, pensamento conspiratório e cultivo de habilidades de pensamento crítico, especialmente no que se refere a como os dados são apresentados, tanto em fontes acadêmicas quanto nas informações com as quais interagimos todos os dias, como nas redes sociais ou em outros espaços de mídia mais tradicionais. E essas também são minhas informações de contato se alguém quiser falar comigo após esta apresentação. Alguns objetivos para a sessão de hoje: quero que cada participante que esteja. Participando agora, ou assistindo depois, entenda
[1:10] o que são dados e como são usados para fins retóricos, comerciais e políticos, identificando os erros e discrepâncias e como os dados são representados, além de ser capaz de se envolver com visualizações de dados em múltiplos contextos com um grau saudável de ceticismo, não vendo cada visualização como algo inerentemente suspeito, mas exercendo um grau saudável, para saber quando é o momento apropriado de dizer vamos realmente questionar, tipo, como os dados foram coletados, como estão sendo representados. E que tipo de narrativa ou argumentos estão sendo construídos aqui.
[1:53] E então, por último, ser capaz de comunicar. Interpretações de dados com seus colegas ou com qualquer outra pessoa com quem você interage diariamente quando você se depara, seja com uma visualização de dados ou algum outro tipo de representação de dados. E então vamos primeiro falar sobre o que são dados e como são usados para propósitos cotidianos. Ao defini-lo. Primeiro, posso dizer que os dados são informações, seja de forma quantitativa ou qualitativa, e muitas vezes são coletados para um propósito específico, então isso pode ser dados coletados de uma pesquisa, e ela está tentando avaliar, por exemplo, quantas pessoas estão usando um determinado produto comercial, digamos como uma marca de maquiagem ou.
[2:47] Vejamos, como uma certa tecnologia como o iPhone, ou qualquer outro tipo de tecnologia assim, então pode ser para um propósito comercial específico, podem ser dados coletados para meio que captar como as pessoas se sentem sobre uma questão específica, então o Pew Research Center, por exemplo, está coletando dados que são tanto qualitativos, como entrevistas telefônicas e grupos focais, mas também é meio que uma coleta de como as pessoas podem responder em uma situação particular se estiverem respondendo a uma pergunta de pesquisa. E então esses dados podem ser brutos ou podem ser limpos também, podem ser organizados de uma certa forma e exibidos de maneira tabular, como por meio de gráficos em uma planilha do Excel, ou podem ser representados como uma visualização de dados e você pode ver no lado direito aqui.
[3:37] É como um mapa de calor do Leste Europeu. E então os dados ganham significado pelo contexto em que estão situados, como são apresentados ou como são captados ou coletados, então quem está coletando esses dados, estão sendo representados por meio de um gráfico ou estão sendo representados por meio de um mapa, ou o que for, isso realmente é o que dá significado aos dados, não apenas que tipo de perguntas estão sendo feitas, mas como estão situados também, tipo quem é responsável por apresentar esses dados, e os dados são renderizados visualmente para auxiliar na compreensão e descoberta de padrões, eles são definitivamente usados para persuadir as pessoas a, tipo, fazer com que as pessoas concordem com um certo argumento ou para dar clareza de propósito. E então usando dados, então na comunidade científica
[4:41] os dados são usados para testar uma hipótese. Mas em outros domínios, nos negócios, como eu estava dizendo antes com tecnologia, os dados são usados para justificar a tomada de decisões transmitindo uma autoridade numérica. Isso é difícil de desafiar, então é como a Apple, por exemplo, está divulgando um conjunto de relatórios dizendo que, tipo, oh, tipo, as vendas de todos os nossos produtos aumentaram em torno de 20% neste último trimestre.
[5:11] É difícil contestar isso de imediato porque os números por si só podem ser uma autoridade difícil de disputar, a menos que você saiba algo mais. A menos que você seja mais. Eu diria cético sobre como esses dados estão sendo representados, como se eles dissessem: ah, tipo, nossas vendas do iPad têm aumentado 20% neste último trimestre. Mas então você vê que, ao longo de um período, as vendas gerais estão caindo, e isso faz você questionar como eles estão realmente apresentando esses dados e como estão transmitindo isso. E então as três principais formas pelas quais os dados são usados para transmitir autoridade são retoricamente. É usado para vencer um argumento de algum tipo. Isso é definitivamente verdade na esfera política, ou em outras esferas comerciais, para vender um produto específico. Mas na esfera política. Também é usado para ganhar poder. Então, se as pessoas estão tipo, estão divulgando
[6:16] tipo certas pesquisas para indicar que, tipo, ah, 75% dos americanos concordam com esta questão específica, ou não gostam desta política específica, isso é usado para meio que justificar a implementação dessa política em primeiro lugar. E então o que é letramento em dados, tipo, como damos sentido a essa habilidade específica, que é usada para meio que ter mais fluência com dados, ser capaz de interpretá-los.
[6:51] E eu disse isso para bibliotecários aqui que ajudaram a definir o que é letramento em dados em nosso campo específico, e Chantel Risdale diz que letramento em dados é a capacidade de coletar, gerenciar, avaliar e aplicar dados, e de maneira crítica. Enquanto Javier Calzado Prado e Miguel Angel Marzal definiram letramento em dados como o componente do letramento informacional, que permite aos indivíduos, isso acessar, interpretar, avaliar criticamente, gerenciar, lidar eticamente, usar dados. Para o workshop de hoje, não vamos realmente falar sobre formas de tipo coletar ou usar dados, mas vamos definitivamente falar sobre como avaliar dados, como avaliá-los criticamente, bem como tipo como podemos acessá-los através de alguns dos bancos de dados aqui na Biblioteca.
[7:44] E então, dados em contexto, como os dados foram coletados, então como podemos estabelecer contexto e dar sentido aos dados pelo que eles são, e formas pelas quais podemos determinar o contexto é fazendo algumas perguntas de atribuição de sentido. Por exemplo, quem, qual é a entidade organização responsável por coletar os dados, isso pode ser importante, se for, digamos, um órgão de pesquisa bem respeitado como o Pew Research Center, ou é uma fonte mais partidária, ou é uma fonte mais voltada ao comercial que poderia levar você a questionar, tipo, como esses dados foram coletados, devemos confiar na entidade por trás disso.
[8:32] Que tipo de dados foram coletados, o que está sendo medido. Então, esses são dados quantitativos, isso é apenas pelos números. Isso é tipo quantas pessoas responderam a uma pergunta específica talvez, ou é, tipo, o que esses dados reúnem, tipo entrevistas telefônicas. E quais são as implicações de, digamos, dados coletados por telefone fixo que não muitas pessoas têm mais versus dados coletados por entrevistas por celular, por exemplo, onde os dados estão sendo coletados em um ambiente ou local específico, é relevante se forem apenas dados coletados nos Estados Unidos, se forem dados coletados de dois lugares muito diferentes, como isso influencia se os dados são confiáveis ou não.
[9:24] Quando, tipo, qual é a linha do tempo exata para coletar esses dados, os dados foram coletados talvez 20 anos atrás. Isso significa que ainda são relevantes para hoje. Por quê, com que propósito esses dados foram coletados. Essas intenções são declaradas ou estão sendo inferidas. Então, quaisquer dados que estejam sendo coletados, ou qualquer propósito específico, seja isso tipo exigido por lei, talvez se, tipo, dados de criminalidade, por exemplo, tiverem que ser coletados por lei, como eles estão coletando isso.
[9:56] Então você tem que tipo considerar o propósito por trás dessa coleta de dados também. E então, sim, qual foi o método para coletar os dados e qual meio foi usado. Acho que enquetes na internet podem ter muitos problemas inerentes. Então é importante tipo ver de que maneira os dados foram coletados para que você possa avaliar adequadamente, ok, isso é tipo uma fonte que tipo avaliou adequadamente todos os diferentes desafios únicos que um determinado meio apresenta quando você está coletando de uma maneira específica. E agora vou pedir para vocês. Tipo, procurem dados por conta própria, e vamos fazer isso indo ao banco de dados de estatísticas, e vamos procurar dois estudos específicos, e ao fazer isso, vamos apenas extrair palavras-chave tipo dessas perguntas de pesquisa e aplicar essas palavras-chave
[10:59] em uma busca e city stuff, então qual é o número de doses da vacina COVID-19 administradas nos EUA por fabricante. Podemos fazer isso apenas extraindo palavras-chave como vacina COVID-19 e fabricante e aplicando essas palavras-chave no cities, e o mesmo para quantos estudantes do ensino médio estão usando cartuchos de vaping de nicotina. Estudantes do ensino médio poderia ser uma palavra-chave misturada com vaping de nicotina também. Então sim, vou sair desta apresentação aqui para que possamos ir ao site da biblioteca e mostrar a vocês como realmente chegar às estatísticas.
[11:42] E vejo que temos uma nova pessoa entrando. Olá, estamos agora começando esta atividade de procurar certos conjuntos de dados, e vamos fazer algumas perguntas de atribuição de sentido. Quem é a entidade responsável por coletar os dados. Quais são os dados. Quando foram coletados. Onde foram reunidos, por quê, com que propósito, e por qual meio foram coletados. Então vou mostrar a todos como realmente chegar ao city stuff, então estou no site da biblioteca que é lib.ua.edu. Agora, na página inicial aqui, vou clicar no ícone de bancos de dados. E então vou filtrar até os bancos de dados "S". E então rolar até estatísticas.
[12:38] Certo, aqui vamos nós. Agora, para testar. Certo, todos conseguiram chegar onde estou agora. Sim. Sim. Ok, ótimo. Vejo um joinha. Excelente. Certo, então vou voltar ao slide aqui. E vou apenas permitir alguns minutos para todos tipo procurarem esses estudos e depois compartilharem suas conclusões conosco.
[13:57] Obrigado, chat, coloquem algumas informações sobre. Então acho que você encontrou o estudo que tipo
[15:15] tipo delineou. Qual é o número de doses de vacina administradas, a Pfizer é definitivamente a clara maioria, seguida pela Moderna e depois J&J 15 milhões. Sim, então deixe-me ir ao cities e mostrar esse estudo para vocês. Vejam, doses por fabricante. Até outubro 2018 por fabricante. Ok.
[15:50] Certo, então este é o estudo exato. Em outubro de 17 2021, estes são o número de doses de vacina administradas por fabricante. E em termos de tipo perguntas de atribuição de sentido. O que vocês conseguiram tipo determinar sobre este estudo e como os dados foram coletados. Então, coletados pelo CDC, certo, sim, podemos ver tipo pela fonte. Foi coletado pelos Centers for Disease Control.
[16:45] Se você clicar no link da fonte deles, eles até dão mais detalhes. Tipo, dizendo como conseguiram coletar essas informações, então conseguiram obter esses dados de todos os seus parceiros de vacinação. Isso inclui clínicas, farmácias de varejo, instituições de cuidados de longo prazo. E vamos ver, acontece que até, tipo, alguns dando alguns avisos, contas de que foi totalmente vacinado, recebeu duas doses em dois dias diferentes, ou recebeu uma dose de uma vacina de dose única, acontece, então essas fontes de dados, incluindo pôsteres. E você pode personalizar, então é tipo, já que é o CDC, eles estão tipo coletando essas informações para fins governamentais, isso
[17:50] é tipo a responsabilidade deles, essa é a missão deles de tipo acompanhar os resultados de saúde de cada americano, especialmente durante a pandemia. É o trabalho deles acompanhar essas informações. Então você pode tipo acessar com base nisso, que este é tipo uma fonte digna de uso ao citar sobre quantas vacinas estão sendo administradas nos Estados Unidos. Ok.
[18:25] E então para o. Vamos ver o vaping de nicotina em estudantes do ensino médio antes de eu fazer a busca. Sim, acho que tipo o que as pessoas estão encontrando sobre este estudo. Em termos de tipo como os dados foram coletados e onde foram coletados. Agora, fiquem à vontade para colocar isso no chat ou falar. Ok. Certo, então este aqui também parece que foi do CDC. Sim.
[19:06] Ok. Então faça outra busca de estatística, nicotina, cartuchos de vaping de nicotina. Ok, então digamos prevalência e vaping de cartucho de nicotina em estudantes nos EUA por série. Ok. Então você pode ter encontrado outro estudo do CDC. Mas o que estou procurando aqui parece ser do Pew Research Center. Mas havia mais um, embora seja o estudo mais recente de 2020. Ok, então você encontrou um estudo de 2020, excelente, para ter, vou colocar o link. Ok, então podemos também, sim, olhar esse cenário, vaping de nicotina 2020. Coloquei o link no chat. Ok, ótimo.
[20:09] Para compartilhar conosco, estudantes do ensino médio. Ok, ótimo. Novos episódios, porcentagem de estudantes do ensino médio dos EUA usando cigarros eletrônicos e podemos tipo ver um salto acentuado de 2017 para 2018 e depois uma leve queda em 2020, pode ir ao link da fonte especificamente, e ver que este é o relatório semanal de morbidade e mortalidade, mais vívido, desculpe, morbidade e mortalidade, que foi divulgado no final de 2020, tipo dando uma descrição mais aprofundada sobre o uso de cigarros eletrônicos.
[20:50] E novamente, essa é tipo a responsabilidade do CDC. Tipo destacar quais são tipo os impactos na saúde de um produto específico como os cigarros eletrônicos, especialmente entre pessoas mais jovens. Certo. Excelente. Então, voltando à nossa apresentação aqui, acho que vale a pena tipo desenvolver essas habilidades de tentar descobrir tipo de onde os dados vêm.
[21:29] Só para que você possa avaliar adequadamente, tipo, ok, tipo como, qual é o significado desses dados. De onde vêm? porque muitas vezes podem não ser representados naqueles gráficos muito práticos, você já viu estatísticas que podem ser tipo uma captura de tela de um gráfico que você vê online, no Twitter, ou pode ser representado de várias maneiras diferentes. E então, mesmo que os dados venham de um certo lugar. Você também tem que prestar atenção em como o dado está sendo entregue e se está sendo usado para enganar de certa forma.
[22:08] E isso entra na próxima seção da nossa apresentação, que é ser capaz de identificar se, intencionalmente ou não intencionalmente, há dados sendo apresentados de certa forma que sejam enganosos e a citação tipo um trabalho seminal neste tópico, vou citar Darrell Huff que escreveu como viver com estatísticas. Lá em 1954, métodos estatísticos em termos estatísticos são necessários e reportar os dados massivos de tendências sociais e econômicas, condições comerciais. Pesquisas de opinião, o censo, mas sem escritores que usem as palavras com honestidade, compreensão e leitores que saibam o que elas significam. Há então só pode ser absurdo semântico. Então, os números por si só não podem realmente contar uma história, não podem realmente apresentar um certo argumento ou persuadir você de certa forma, são apenas os escritores que são capazes de usar esses dados eticamente e transmitir.
[23:11] talvez uma certa narrativa, ou. Também é preciso leitores que possam tipo entender, ser capazes de interpretar esses dados para dar sentido a eles e talvez exercer seu julgamento em termos de dizer tipo este é um uso apropriado dos dados ou este é um uso inapropriado ou alguém tipo não está sendo franco com a forma como está transmitindo informações. E então vou tipo passar por alguns exemplos diferentes de como os dados podem ser usados indevidamente dessa forma, e como podem ser usados para enganar.
[23:50] E então o primeiro exemplo seria algo chamado de viés de amostragem. E então esta é uma prática estatística em que alguém está tentando essencialmente é uma forma de selecionar como um pequeno grupo de indivíduos ou estimar certas características sobre uma população, então há afirmações que estão sendo feitas. Quando uma amostra é mais forte, afirmações mais fortes são feitas quando uma amostra é mais representativa de um todo, em vez de pegar como uma pequena seção desses indivíduos, e então esse viés de amostragem ocorre quando membros de uma população pretendida estão super-representados ou sub-representados, então também ocorre quando as pessoas que estão coletando os dados estão comprometidas de alguma forma. Então, por exemplo, como, eu acho que um exemplo comum
[24:54] de viés de amostragem é como um slogan que você vê em muitos, tipo, produtos dentários como nove em cada 10 dentistas recomendam usar Colgate usando este certo creme dental. E há como certas suposições que estão sendo feitas ali, tipo, Ah, isso deve significar que tipo, centenas de nossos ou dezenas de milhares de dentistas foram pesquisados sobre isso. E então tipo todos esses dentistas definitivamente tipo responderam a essa pesquisa e eles definitivamente não têm um incentivo para mentir para todos se estivessem fazendo isso por vontade própria.
[25:36] Mas então há várias suposições que estão sendo feitas, quando você se depara com uma declaração como essa, então quem estava sendo pesquisado, qual era o tamanho da amostra, então pode ser o caso de que apenas tipo 50 dentistas foram pesquisados. E então isso definitivamente não é tão representativo de toda a profissão odontológica, e quem são esses respondentes em particular, eles são realmente dentistas, a ponto de serem forçados a tipo mostrar suas credenciais, ou foram, foi apenas tipo pessoas que foram tipo encontradas na rua e dizendo tipo, ah, tipo, Você é um profissional dentista. E há incentivos para mentir, as pessoas que foram pesquisadas. Elas, foram, por exemplo, pagas para dar sua opinião, ou isso é tipo um particular.
[26:31] Eles. Como devo formular isso. Não beneficia a carreira deles de forma alguma tipo responder a uma pesquisa, talvez se for de uma fonte muito prestigiosa. Então esses poderiam ser alguns exemplos de por que você pode querer pensar sobre, existem incentivos para as pessoas não serem francas. E eu acho que isso também se aplica quando as pessoas são questionadas sobre tópicos muito sensíveis, como tópicos sobre dinheiro, ou sobre uso de drogas ou sexo. Esses são tópicos que as pessoas tendem a exagerar ou tipo ocultar seu comportamento ou atividades.
[27:17] Então alguns exemplos de viés de amostragem podem ser como um antigo, tipo um relatório de ex-alunos que diz tipo a média, graduado da Universidade do Alabama e ganha mais de $100,000 por ano. Então vale a pena perguntar tipo quantos tipo ex-alunos foram pesquisados, foi apenas tipo estudantes de administração, foi apenas tipo estudantes de engenharia, quantos tipo total de graduados do Alabama foram pesquisados. E então outro exemplo sendo tipo uma nova pesquisa afirma que 85% dos americanos nunca consumiram uma substância ilegal.
[27:55] As pessoas são incentivadas a mentir sobre esses tópicos porque podem não querer admitir ter feito algo ilegal em uma pesquisa, podem não confiar no pesquisador. Então vale a pena considerar tipo como a amostra que foi coletada de uma pesquisa em particular pode ser tendenciosa em uma direção particular. Outro método que pode ser usado, outro método estatístico que as pessoas usam para talvez enganar os outros é a seleção seletiva, e então a seleção seletiva é a prática de usar apenas um pequeno subconjunto. de dados para tipo vender uma certa narrativa. Então eu acho que mencionei, a Apple como exemplo. anteriormente de talvez uma empresa que está apenas. Eles podem querer apenas compartilhar um subconjunto particular de dados, tipo como se fazer parecer bem e talvez tentar mas aumentar a participação de mercado de suas ações e dizer tipo, tipo isso.
[29:02] Neste trimestre em particular, tipo este produto de tecnologia tipo vendeu tipo tantas unidades, mas não olha para as tendências de anos tipo daquele produto em particular não vendendo bem e na verdade declinando e vendas. E então debates sobre questões como mudanças climáticas e taxas de criminalidade são grandes vítimas da seleção seletiva porque mudanças rápidas de ano para ano, não levam em conta anos ou décadas de tendências.
[29:33] Então, muitas pessoas que se envolvem tipo negação das mudanças climáticas, tipo como mostrar talvez um pequeno subconjunto de dados climáticos dizendo tipo, Ah, na verdade está mostrando que a Terra está esfriando ao longo do tempo ou há apenas tipo tantas tipo mudanças rápidas que você não pode realmente dizer que a Terra está tipo aquecendo. Mas então não está levando em conta tipo dados de décadas que mostram que a quantidade da temperatura da Terra está na verdade subindo a uma taxa instável, e está indo acima de tipo certos níveis industriais. E o mesmo é verdade para dados de criminalidade também.
[30:14] Esta é uma captura de tela do San Francisco, San Francisco Chronicle. Eles tiveram um tweet alguns meses atrás dizendo que arrombamentos de carros aumentaram, 753%, e isso tipo levanta a questão de tipo o que realmente aconteceu em. Em 2020, houve tipo uma pandemia massiva que fez muitas pessoas ficarem dentro de casa. E então isso está contabilizando talvez tipo nós tipo talvez cinco anos de dados ou 10 anos de dados que poderiam mostrar que tipo crime.
[30:47] Poderia estar na verdade diminuindo, há muitos dados sugerindo que o crime ainda está constantemente. diminuindo ao longo dos anos, e especialmente ao longo das décadas desde o 1970, é outro estatístico. Acho que método que as pessoas usam para enganar é confundir correlação e causalidade. Só porque, tenho certeza que vocês dois já ouviram isso antes, só porque algo está correlacionado, ou duas coisas estão correlacionadas, não significa que uma é a causa da outra. Então, mesmo se tipo uma afirmação, acabar sendo verdadeira, tipo neste exemplo. Então, só para tipo descrever este gráfico aqui, está mostrando que países que não implementaram um mandato de máscara imediatamente, tiveram uma enorme explosão em casos. Bem, que países que usaram máscara tiveram menos casos.
[31:50] Este é um exemplo de algo que duas coisas que estão correlacionadas. Poderia haver um monte de fatores diferentes que podem explicar este fenômeno correlacionado. Muitos desses países, por exemplo, Coreia do Sul, Japão, Singapura, estes são todos tipo países do Leste Asiático. Talvez não documente. Talvez práticas particulares nesses países que não têm que lidar com mascaramento. Pode ser o caso de que o vírus não era tão prevalente nessas comunidades onde, enquanto era mais prevalente nesses países europeus e norte-americanos.
[32:30] Há tantos outros fatores diferentes que poderiam explicar isso, mesmo se acabar que máscaras são muito úteis em conter a propagação do coronavírus. É importante tipo como estar tipo ciente disso e ser tipo cético sobre argumentos que dizem que este tipo de questão singular é a causa deste problema muito complexo. Então vale a pena tipo como questionar, algo, mesmo se acabar que, esse tipo de coisa pode ser pode ser verdadeira em certos casos, e máscaras são muito úteis, e carbono descrito mas não leva em conta tipo a complexidade multifacetada de por que casos de coronavírus estão aumentando em alguns lugares e não em outros.
[33:22] E então há maneiras que visualizações são usadas para enganar as pessoas, e há certas práticas que são usadas dentro de visualizações para enganar as pessoas. Então um exemplo disso é gráficos com eixo truncado e omitir a linha de base no eixo y. Então, em ambos esses exemplos, a linha de base está neste número muito incrivelmente alto então tipo neste exemplo, 94 milhões é tipo o ponto de corte quando realmente deveria ser zero. E então o efeito disso é que pode deturpar dados como mais exagerados ou mais dramáticos do que realmente são. E, sim, então este gráfico à direita, diz que mais de 100 milhões de pessoas agora recebendo assistência social federal.
[34:16] E é tipo como olhar para este tipo como explosão de casos ao longo do tempo de 2009 a 2011. Mas se tivéssemos a linha de base em zero você poderia ver que isso é tipo uma mudança muito marginal comparada aos números reais. E eu acho que esse gráfico conta qualquer pessoa recebendo assistência social federal como qualquer pessoa residindo em uma casa e, na qual pelo menos uma pessoa recebeu benefícios de um programa que poderia ser Medicare, Medicaid, ou, desculpe, então qualquer coisa. Aqui está assistência social testada por meios, não Seguridade Social ou Medicare. Ok, então poderia ser tipo qualquer pessoa em uma casa particular que é afetada então isso poderia ser Medicaid ou um programa de assistência federal diferente como.
[35:06] Assistência Temporária para Famílias Necessitadas, por exemplo. Então qualquer pessoa que está recebendo esse benefício. Eles contam todos na casa como recebendo esse benefício então isso é apenas algo para ter em mente para esse gráfico em particular. E o da esquerda. Há muitos problemas com este gráfico, mas um é que está tipo exagerando a, a baixa estatura de mulheres da África do Sul, Índia, porque a linha de base está definida muito perto de cinco pés e então isso não é tipo intervalos iguais.
[35:47] Então tipo faz parecer que pessoas são mulheres da Letônia e Austrália são gigantes comparadas a mulheres da África do Sul e Índia quando é apenas algumas polegadas, e não tipo uma enorme tipo diferença marginal ou significativa. Outro exemplo é apenas mais manipulações do eixo y. Então intervalos entre eixo x e y deveriam ser uniformes e consistentes, e visualizações que manipulam esses intervalos, o fazem exagerando, um aumento ou diminuição através do uso de tipo rótulos ou elementos ilustrados para cor. E então, tipo este exemplo à esquerda, se vocês podem ver é exames de câncer, e serviços preventivos estão diminuindo para Planned Parenthood, mas abortos estão aumentando de 2008 para 2013.
[36:52] Mas o problema é que esses dois números deveriam ser tipo completamente diferentes. Isso é tipo ir de tipo 2 milhões para 900,000, mas para algum exame. Por alguma razão os 300,000 abortos ou, ou tipo acima deste número aqui, então os números nem parecem estar no mesmo plano ali, é tipo uma manipulação do eixo y. Enquanto para este exemplo à direita, sob o Presidente Obama, mais estudantes estão obtendo seus diplomas do ensino médio do que nunca. Mesmo que seja tipo um aumento marginal de 75% em 2009. Para 82% em 2015.
[37:38] É tipo mostrado que isso é tipo mais de tipo metade deste número particular baseado na quantidade de livros que estão sendo empilhados. E então, tipo, já que a linha de base. Já que o eixo y tipo sendo manipulado aqui. Você não pode tipo realmente ver quão profunda a diferença realmente é para o número de estudantes com diploma do ensino médio.
[38:09] Eu diria que um dos exemplos mais notórios de ir contra. Tipo como manipular pessoas ou enganar pessoas com visualizações de dados é ir contra convenções, ir contra convenções padrão de visualizações de dados, tipo o eixo y deveria começar no canto inferior esquerdo e deveria começar em zero. Isso é tipo uma convenção bastante comum. Quando se trata de gráficos de linha e gráficos de barras.
[38:44] E a razão para isso é que gráficos e tabelas se tornaram mais padronizados e ir contra essa padronização contra essas convenções, pode ser muito confuso para as pessoas à primeira vista, e então é tipo geralmente acordado que você deveria tipo começar o eixo y em zero no canto inferior esquerdo para não confundir as pessoas. E este tipo como notório visualização começa o eixo y tipo 1000, para transmitir um argumento que depois de 2005.
[39:23] Depois da lei Stand Your Ground, o número de homicídios cometidos com armas de fogo na verdade diminuiu. Mas o problema é que, se você inverter isso para onde deveria ser zero, na verdade estava aqui embaixo. Você poderia ver que o número de homicídios cometidos com armas de fogo na verdade aumentou depois que essa lei foi implementada na Flórida. E então, isso é como um exemplo de como ir contra as convenções pode enganar as pessoas, porque não é devidamente.
[39:55] Começando o eixo y em seu ponto adequado. Um é, este exemplo aqui na verdade está seguindo as convenções, os mapas de densidade populacional. Normalmente cores mais escuras devem representar que algo é mais densamente povoado, então os estados da Califórnia, Illinois e Nova York, Massachusetts, Nova Jersey são mais densamente povoados do que Wyoming e Montana. Mas se essa convenção fosse invertida de alguma forma. Se as pessoas, se, por exemplo, você tentasse dizer que as cores mais claras indicam um lugar mais densamente povoado.
[40:41] Isso confundiria os leitores que já estão acostumados a saber que um lugar com sombreamento claro deve ser menos densamente povoado, então eles podem confundir certos lugares como sendo mais populares do que deveriam ser. E então isso pode ser bastante importante quando você vê uma visualização como nas redes sociais, como no Twitter ou Instagram, e você apenas dá uma olhada rápida, não está realmente estudando em profundidade. Se for contra uma certa convenção, isso pode facilmente enganar alguém levando a pensar que uma certa ideia é verdadeira ou não. E então, estou usando o gráfico errado, pode ser uma grande forma de enganar as pessoas ou pelo menos confundi-las, gráficos de pizza, por exemplo, são notoriamente mal utilizados. Eles devem representar partes de um todo.
[41:34] Então este exemplo à esquerda não faz muito sentido de americanos que experimentaram maconha. 51% dizem hoje, 43% dizem no ano passado, 34% dizem 1997. Sim, isso simplesmente não faz sentido porque se você está tentando avaliar como talvez o uso de maconha mudou ao longo do tempo, você usaria um tipo muito diferente de visualização para exibir isso versus um gráfico de pizza, que sempre deve somar 100%, e deve ser como partes de um todo, deve ser como mostrar como a variável representa, ou como está relacionada à variável e como está representando partes de um todo versus certos outros tipos de visualizações. Existem dados que correspondem a certos tipos de visualização, então são dados que estão sendo usados para comparar dois valores, para as diferenças
[42:40] ou semelhanças, e esses valores que usariam comparação, então gráficos de barras, gráficos de halteres são muito bons para aqueles que estão tentando avaliar relacionamentos, um mapa de calor. Por exemplo, você está tentando mostrar se são conexões e dados ou retratar uma correlação ou falta dela, mapas de calor ou gráficos de dispersão são bons para isso, distribuição visualmente, visualizações que exibem frequência ou talvez mudanças ao longo do tempo, um histograma seria muito melhor para esse tipo de dados aqui, esse tipo de gráfico mostrando uma mudança ao longo do tempo comparado a um gráfico de pizza.
[43:20] Certo, então agora vamos classificar as visualizações. E então, já que temos que ter você aqui, vou colocar dois PDFs no chat. Sinta-se à vontade para talvez escolher um PDF em vez do outro, mas essencialmente você classificará as visualizações de qual visualização é mais confiável vs. quais são as menos confiáveis, e apenas usando o que você aprendeu hoje sobre como as visualizações são representadas.
[44:00] Como as pessoas talvez estejam usando mal certas visualizações para transmitir um argumento. Você pode ver quais visualizações seriam mais confiáveis versus quais podem ser menos confiáveis. Então vou parar. Agora o que vou fazer é realmente colocar isso no chat para que todos possam ver. Vamos ver se consigo compartilhar um PDF aqui.
[44:48] um segundo aqui. Acho que o que vou fazer é, não acho que consigo compartilhar arquivos no chat. Minhas desculpas. Então o que vou fazer é compartilhar a tela de um desses arquivos que contém todas aquelas visualizações para que todos vocês possam ver esse arquivo e comentar qual é mais confiável versus qual é menos confiável.
[45:19] Então deixe-me encontrar isso, e então compartilharei com todos. Vou usar o segundo. Certo, então vou compartilhar minha tela mais uma vez. Ok.
[46:08] E todos vocês podem ver este PDF agora. Me dê um joinha se puderem. Ótimo. Sim, ótimo. Então, vejamos estas quatro visualizações aqui, vou diminuir o zoom. Ok, vamos ver.
[46:38] Ok, então temos duas visualizações aqui, uma é um mapa de densidade populacional, outra é tipo um donut ou outro tipo de gráfico de pizza. Isso está mostrando quantos assentos o Partido Trabalhista no Reino Unido tem versus quantos assentos os Conservadores têm, com base nas suas primeiras impressões dessas visualizações. Como você caracterizaria a confiabilidade delas? Uma parece mais confiável que a outra, definitivamente.
[47:22] Definitivamente está seguindo as convenções de mapas de densidade populacional, o vermelho é usado para indicar lugares com mais densidade populacional versus cores como amarelo e verde, e então sim, o do The Sun. Acho que uma coisa a notar é que o partido UKIP é tipo, mesmo que não tenha ganhado nenhum assento, é mostrado como tendo pelo menos metade do que os Liberal Democratas ganharam com esse gráfico, e o SNP quase tem a mesma área exata que os Liberal Democratas, mesmo tendo ganhado mais.
[48:11] Então é definitivamente enganoso, como isso é representado aqui, mesmo que esse partido não tenha ganhado nada, de alguma forma está representado neste gráfico de donut. Sim, o UKIP nem deveria estar aparecendo, está em zero aqui, exatamente. Certo, e então como essas duas outras visualizações aqui. Uma está mostrando tipos de dívida por domicílio médio dos EUA. E então este segundo gráfico aqui embaixo.
[48:45] Está mostrando horas gastas online por idade e gênero. Vamos usar um gráfico de bolhas. Um é mais confiável que o outro aqui. Sim, eu diria, sim, o segundo, essa é uma maneira estranha de distinguir diferenças entre homens e mulheres mostrando. Sim, é difícil até discernir o que essas diferentes bolhas significam, mesmo que esteja comparando algo com outra coisa.
[49:25] Sim, então talvez homens de 12 anos estejam gastando mais horas, ou gastando menos horas online do que mulheres de 12 anos, pode ser difícil avaliar isso à primeira vista. Sim, acho que o tamanho diferente dos círculos é suposto transmitir que aqueles. Isso é suposto indicar que mais pessoas estão passando tempo online, sim, é meio difícil avaliar como isso é sequer relevante.
[50:04] Sim, o gráfico de bolhas é bastante pouco claro. Sim, gráficos de bolhas são frequentemente usados para demonstrar frequência. Acho que mapas de calor, por exemplo, mostram se um lugar é mais densamente povoado ou mais pessoas estão respondendo a um determinado problema, a bolha se expande, fica maior. Mas neste contexto não faz muito sentido.
[50:37] Você pensaria que talvez um gráfico de barras fosse mais apropriado ali, enquanto este. Sim, eu diria que esta é provavelmente a melhor maneira de capturar esses dados é com o gráfico de barras empilhadas ali. É um pouco enganoso, no entanto, que os empréstimos de automóveis sejam considerados como três quartos das hipotecas, mesmo que 28,000 seja definitivamente muito menos que 176,000.
[51:12] E então acho que este gráfico aqui precisa ser ajustado em termos de quanto os cartões de crédito e empréstimos de automóveis precisam ser reduzidos pela metade, encolhidos significativamente em comparação com a dívida hipotecária e eu e empréstimos estudantis especialmente. Certo, então vamos voltar aos slides aqui e apenas perguntar algumas considerações finais sobre como você acha que vai lidar com dados no futuro. Agora que você viu esses exemplos de como os dados podem ser usados para enganar, sabendo a importância do contexto
[52:18] dos dados, como são coletados, como são representados e apresentados para dar um argumento particular, seja para fins comerciais, retóricos ou políticos. Sim, eu apenas acho que ser capaz de ser alfabetizado com dados significa ser capaz de avaliá-los criticamente e saber, por exemplo. Por que os dados estão sendo apresentados de uma maneira particular e com que propósito. Então espero que após esta apresentação, você tenha a conclusão de que pode adequadamente.
[52:55] Ver, dados, seja representado através das redes sociais ou outros canais como em fontes acadêmicas, por exemplo, e ser capaz de talvez olhar a seção de metodologia e ver como eles realmente coletaram esses dados, podemos confiar adequadamente. O argumento que me foi transmitido. Então, sim, espero que as pessoas tenham essa conclusão após ver esta apresentação hoje. Mas ficarei feliz em responder a quaisquer perguntas que você tenha. Deixe-me compartilhar minha página de obras citadas aqui e apenas compartilhar como montei isso hoje, mas estou feliz em responder a quaisquer perguntas. Ok.
[53:46] No chat aqui... vou ter cuidado, prestar atenção em quais informações se pretende transmitir, também prestar atenção em coisas como cherry picking, manipulação de eixos. Sim, absolutamente. Os slides serão disponibilizados? Sim! Os slides, incluindo minhas notas neles, enviarei por e-mail para cada um dos participantes registrados. E a gravação desta apresentação também será disponibilizada. Certo! Maravilhoso! Obrigado a todos por comparecerem!
[54:29] E se você estiver assistindo a esta gravação mais tarde, sinta-se à vontade para me enviar um e-mail. Vou colocar minhas informações de contato para que todos possam ver. Você pode me contatar por e-mail em rtpeterson1@ua.edu ou entrar em contato por telefone também. Fico feliz em responder às suas perguntas da maneira que você quiser me contatar. Então, obrigado a todos! Agradeço muito por entrar em contato e ouvir minha apresentação hoje. Obrigado!
Ver a transcrição original em inglês
[0:01] All right. And can you see the slides right now. Yes, I can. Alright. Excellent. So welcome to this workshop an introduction to data literacy. And just to introduce myself. My name is Russel Peterson, I am a research instructional Services Librarian. I work mostly with the modern languages department and the capstone Center for Student Success. But I also have research interests in disinformation conspiratorial thinking and cultivating critical thinking skills, especially when it comes to how data is presented, both in scholarly sources but also just like the information we interact with every day like on social media or within other more traditional media spaces. And that is also my contact information if anyone wants to get ahold of me after this presentation, some goals for today's session, I want every participant who is either. Participating now, or watching later to understand
[1:10] what data is and how it's used for rhetorical commercial and political purposes, identifying the errors and discrepancies and how data is represented as well as being able to engage with data visualizations in multiple contexts with a healthy degree of skepticism not seeing every single visualization as something to be inherently skeptical about but to exercise, a healthy degree to know when it's the appropriate time to say let's actually question like how the data was gathered how it's being represented. And what kind of narrative or arguments are being constructed here.
[1:53] And then lastly, being able to communicate. Interpret interpretations of data with your peers or with anyone else that you interact with on a daily basis when you come across, either data visualization or some other type of representation of data. And so let's first talk about what is data and how it's used for everyday purposes. By defining it. First, I can say the data is information, either in a quantitative or qualitative fashion and it's often collected for a specific purpose so this could be data that is collected from a survey, and it's trying to gauge, for instance, how many people are using a particular commercial product, say like a makeup brand or.
[2:47] Let's see like a certain technology like the iPhone, or any other type of technology like that so it could be for specific commercial purpose it could be data that's gathered to kind of glean how people feel about a particular issue so the Pew Research Center for instance, is gathering data that is both qualitative like people's phone interviews and focus groups but it's also kind of a gathering, how people might respond in a particular situation if they're answering a survey question. And so that data could be raw or could be cleaned as well it could be organized in a certain fashion and displayed in a tabular way like through charts in Excel spreadsheet or it could be represented as like a data visualization and you can see on the right hand side here.
[3:37] It's like a heat map of Eastern Europe. And so data is given meaning by the context of it's situated in how it is presented or how it is gleaned or gathered so whoever is gathering that data is it being represented through a chart or is it being represented through a map, or what have you, that really is what it's giving the data, meaning not just what kind of questions it's asking but how it's kind of situated as well like who is responsible for presenting this data and data is rendered visually to aid in pattern finding comprehension, it's definitely used to persuade people as to kind of like to have people agree on a certain argument or to give like a clarity of purpose. And then using data so in the scientific community
[4:41] data is used to probe a hypothesis. But in other realms, business, like I was saying earlier with technology data is used to justify decision making by conveying a numerical authority. That's difficult to challenge so it's like Apple for instance is releasing a set of reports saying that that like, oh, like sales of all of our products have been going up by like 20% in this past quarter.
[5:11] It's hard to kind of like challenge that on its face because numbers by themselves can be an authority that can be hard to dispute unless you know something more. Unless you're more. I would say skeptical about how that data is being represented like if they're saying oh like our sales for the iPad have been going up 20% this past quarter. But then you see like over a set of time that overall sales are declining and that makes you question, how they're actually presenting that data and how they're conveying that. And so the three main ways that data is used to convey authority is rhetorically. It's used to win an argument of some sort. This is definitely true in the political sphere, or in other spheres commercial to sell a particular product. But in the political sphere. It's also used to gain power. So if people are like having are releasing
[6:16] like certain polls to indicate that like oh 75% of Americans are in agreement on this particular issue or they do not like this particular policy that is used to kind of justify putting in that pol icy in the first place. And so what is data literacy like how do we like make sense of this particular skill that is used to kind of like have a more fluency with data being able to interpret it.
[6:51] And I've said it to librarians here who helped define what data literacy is in our particular field, and Chantel Risdale says data literacy is the ability to collect manage evaluate and apply data and a critical manner. While Javier Calzado Prado and Miguel Angel Marzal defined data literacy as the component of information literacy, that enables individuals this access interpret critically assess manage handle ethically use data. For today's workshop we won't be really talking about ways of like collecting or using data but we'll definitely be talking about how to evaluate data, how to critically assess it, as well as like how can we access it through so me of the databases here at the Library.
[7:44] And so, data in context, how was data gathered so how can we establish context and give data, meaning for what it is and ways that we can determine context is by asking some sense making questions. For example, who what is the entity organization responsible for gathering the data that could be important, if it is like say a well respected research body like the Pew Research Center, or is it like a more partisan source or is it a more commercially focused source that could lead you to question, like how is this data gathered should we trust the entity behind it.
[8:32] What's what kind of data has been collected what is being measured. So is this quantitative data is this just by the numbers. This is like how many people have responded to a particular question maybe, or is it, like, what's this data gather to like telephone interviews. And what are the implications of, say, data that's gathered through a landline that not many people own anymore versus data that's gathered through cell phone interviews for example, where where's the data being gathered in a particular setting or location, is it relevant if it's just data gathering United States if its data gathered from two very different places, how does that play into whether the data is trustworthy or not.
[9:24] When when is like the exact timeline for collecting this data, the data was collected maybe 20 years ago. Does that mean that it's still relevant for today. Why, for what purpose was this data gathered. Are these intentions stated are being inferred. So any data that is being gathered, or any particular purpose, whether that is like required by law, maybe if, like crime data for instance has to be gathered by law, how are they gathering that.
[9:56] So you have to kind of consider like the purpose behind that data gathering as well. And then yeah, what was the method for collecting the data and what medium to take place. I think internet polls can have a lot of inherent problems. So it's important to kind of see what manner was was data gathered so that you can properly evaluate okay is this like a source that that properly kind of like assessed all like the unique different challenges that a particular medium presents when you are gathering the in a particular way. And now I'm going to have you. Kind of like, look for data on your own, and we're going to do this by going to the statistics database, and we're going to look up two particular studies, and by doing this, we're just going to extract keywords from like these research questions and apply those keywords
[10:59] in a search and city stuff so what are the number of COVID-19 vaccine doses administering us by manufacturer. We can do that by just extracting keywords like COVID-19 vaccine and manufacture and applying those keywords into cities, and the same for how many high school students are using nicotine vaping cartridges. High school students could be a key word mixed in with nicotine vaping as well. So yeah, I'm going to exit out of this presentation here so that we can go to the library's website and can show you actually how to get to statistics.
[11:42] And I see we have a new person enter Hello, we are just now going to starting this activity of looking up certain data sets, and we're going to ask some sense making questions of. Who is the entity that is responsible for gathering the data. What is the data. When was the gathered. Where was it together why, for what purpose, and what medium was it gathered. So I'm going to show everyone just how to actually get to the city stuff so I'm at the library's website which is lib.ua.edu Now on the homepage here I'm going to click the databases icon. And then I'm going to filter down to the "S" databases. And then scroll down to statistics.
[12:38] All right, here we go. Now, to test. All right, was everyone able to get to where I am right now. Yeah. Yes. Okay, great. See a thumbs up. Excellent. Alright so I'm just going to go back to the slide right here. And all just like allow a few minutes for everyone to kind of like look up these studies and then share your conclusions with us.
[13:57] Thank chat, put down some information about. So I think you did find the study that kind
[15:15] of like outlined. What are the number of vaccine doses administered Pfizer's definitely the clear majority, followed by Madonna and then J&J 15 million. Yeah, so let me go to cities and show you that study. See that scene doses manufacturer. By October 2018 by manufacturer. Okay.
[15:50] All right, so this is the this is the exact study. As of October 17 2021, these are the number of vaccine doses administered by manufacturer. And in terms of like sense making questions. What were you able to like determine about this study and how the data was gathered. So scattered by the CDC right so yeah we can see like from the source. It was gathered by Centers for Disease Control.
[16:45] If you click on their Source Link they even give you like more in depth. Kind of like telling you how they were able to collect this information so they were able to get this data from all their vaccine partners. So that includes clinics retail pharmacies long term care facilities. And let's see happen there even, like, some giving some disclaimers accounts we was fully vaccinated receive two doses on two different days, or a seed one dose of a single dose vaccine happen so this data sources so including posters. And you can customize so it's like since it's the CDC like they're kind of collecting this information for governmental purposes, that
[17:50] is like their charge that is their mission to kind of like track the health outcomes for every American, especially during the pandemic. It is their job to keep track of this information. So you can kind of like access like based on that that this is kind of like a worthy source to use when citing about how many vaccines are being administered in the United States. Okay.
[18:25] And then for the. Let's see the nicotine vaping high schoolers up before I do the search. Yeah, I guess like what were people finding about this study. In terms of like how was the data gathered and where it was gathered. Now, feel free to put that in the chat or to speak up. Okay. All right, so this one also looks like it was from the CDC. Yeah.
[19:06] Okay. So do another statistic search nicotine Nicotine vaping cartridges. Okay, so let's say prevalence and nicotine cartridge vaping one students and us by grade. Okay. So you might have found another CDC study. But the one I'm looking up here seems to be from the Pew Research Center. But there was one more although it's the latest study of 2020. Okay, so you found a 2020 study, excellent, to have on, I'll put the link. Okay, so we can also yeah look at that setting nicotine vaping 2020. I put the link in the chat. Okay, great.
[20:09] To share with us high school students. Okay, great. New episodes percentage of us high school students using e cigarettes and we can kind of like see a sharp jump from 2017 to 2018 and then a slight dip in 2020 can go to like the Source Link specifically, and see this is the more ability, more vivid, sorry, morbidity and mortality weekly report that was released at the end of 2020, kind of like giving a more like in depth description about the use of e-cigarettes.
[20:50] And again, that is like the charge of the CDC. Kind of like highlight like what are like the health impacts for a particular product like e-cigarettes, especially among younger people. All right. Excellent. So going back to our presentation here I think it's worthwhile to kind of develop these skills of trying to figure out like where data is coming from.
[21:29] Just that you can properly assess like okay like how, what is the meaning of this data. Where's it coming from because it can be often not represented in those like very handy charts, have you seen statistics might be like a screenshot of a graph that you see online, on Twitter, or it could be represented in multiple different ways. And so even if data is coming from a certain place. You also have to pay attention to how is the state of being delivered and is it being used to mislead in a certain way.
[22:08] And that goes into the next section of our presentation is being able to spot whether intentionally or unintentionally there is data that's being presented a certain way that it is misleading and the quote kind of like a seminal piece in. In this topic I'm going to quote Darrell Huff who wrote how to live statistics. Back in 1954 statistical methods in statistical terms are necessary and reporting the mass data of social and economic trends business conditions. Opinion polls the census, but without writers who use the words with honesty, understanding and readers who know what they mean. There is so can only be semantic nonsense. So, the numbers by themselves can't really tell you a story that can't really tell you a certain argument or persuade you in a certain way it's only writers who are able to ethically use that data and convey.
[23:11] maybe a certain narrative, or. It also takes readers who may be able to like kind of understand able to interpret that data in order to make sense of it and maybe be exercise their judgment in terms of saying like this is an appropriate use of data or this is ina ppropria te use or some, someone is like not being forthright with how they're kind of conveying information. And so I'm going to kind of go through a couple of different examples of how data can be misused in this way, and how it can be used to mislead.
[23:50] And so the first example would be something called sampling bias. And so this is a statistical practice where someone is trying to essentially it's a way of selecting like a small group of individuals or estimates certain characteristics about a population so there are claims that are being made. When a sample is more stronger claims are made when a sample is more representative of a whole rather than taking like a small section of those individuals, and so that sampling bias occurs when members of an intended population are over represented or under represented it so it also occurs when the people who are gathering the data or compromised in some way. So, for example, like, I think a common example
[24:54] of sampling bias is like a slogan that you see in a lot of, like, dental products like nine out of 10 dentists recommend using Colgate using this certain toothpaste. And there are like certain assumptions that are being made there in that like, Oh, that must mean that like hundreds of our tens of thousands of Dentists have been surveyed on this. And then like all like all these dentist dentist definitely like responded to that survey and they definitely don't have an incentive to lie to everyone if they were doing this on their own volition.
[25:36] But so there's several assumptions that are being made, when you come across a statement like this so who was being surveyed what was the sampling size so it could be the case that only like 50 dentists were surveyed. And so that's definitely not as representative of like the entire dentistry profession, and who are those particular respondents are they actually dentists to where they forced to kind of like show their credentials or were, was it just lik e people that were kind of like found in the straight and saying like, oh, like, You are a Dentist professional. And are there like incentives to lie were people that were surveyed. Did they were they, for example, paid to give their opinion, or is this like a particular.
[26:31] Do they. How should I frame this. It doesn't benefit their career in any way to like respond to a survey, maybe if it's from a very prestigious outlet. So that could be some examples of why you might want to think about, are there any incentives for people to not be forthright. And I think this also plays into when people are asked about very sensitive topics like topics about money, or about drug use or sex. These are topics that people tend to either exaggerate or kind of conceal their behavior or activities.
[27:17] So some examples of sampling bias might be like an old, like an alumni report that says like the average, University of Alabama graduate and makes over $100,000 per year. So it's worth asking like how many like alarms were surveyed was this only like business students was this only like engineering students, how many like total Alabama graduates were surveyed. And then another example being like a new poll states at 85% of Americans have never consumed an illegal substance.
[27:55] People are incentivized to lie about those topics because they might not want to admit to doing anything illegal in a survey they might not trust the survey taker. So it's worth kind of considering like how might the sample that was gathered from a particular survey might be biased in a particular direction. Another method that can be used another statistical method that people use to maybe mislead others is cherry picking and so cherry picking is the practice of only using a small subset of data to kind of sell a certain narrative. So I think I brought up, Apple as example earlier of maybe a company that is only. They might only want to share a particular subset of data, kind of like make themselves look good and maybe try but drive up market share of of their stock and saying like, like this.
[29:02] This particular quarter like this technology product like sold like this many units, but it doesn't look at like the years long trends of like that particular product not selling well and actually declining and sales. And so debates over issues like climate change and crime rates are a big victim of cherry picking because rapid changes from year to year, do not account for years or decades on trends.
[29:33] So, a lot of people who engage in like climate change denialism, kind of like show like maybe a small subset of climate data saying like, Oh, it's actually showing that the earth is cooling over time or there's just like so much lik e rapid changes that you can't really say that the earth is like warming. But then it's not taking into account like decades long data that's showing that the amount of the temperature of the Earth is actually rising at and unsteady rate, and it's going above like certain industrial levels. And the same is true for crime data as well.
[30:14] This is a screenshot from the San Francisco, San Francisco Chronicle. They had a tweet on a few months ago saying that car break ins are up, 753%, and that like begs the question of like what what actually happened in. In 2020, there was like a massive like pandemic that caused a lot of people to stay inside. And so that is an accounting for maybe like us like maybe five years of data or 10 years of data that could show that like crime.
[30:47] Could be actually decreasing there's a lot of data to suggest that crime is still steadily declining across the years and especially over the decades since the 1970 is another statistical. I guess method that people use to mislead is to conflate correlation and causation. Just because I'm sure you both have heard this before, just because something is correlated, or two things are correlated doesn't mean that one is the cause of the other. So for, even if like a claim, turns out to be true like in this example. So, just to kind of describe this graph here, it's showing that countries that didn't implement a mask mandate right away, had a huge explosion in cases. Well, that countries that did mask up had fewer cases.
[31:50] This is an example of something that two things that are correlated. There could be a whole bunch of different factors that might explain this correlated phenomenon. A lot of those countries, for example, South Korea, Japan, Singapore, these are all like East Asian countries. Maybe it doesn't document. Maybe particular practices in those countries that don't have to deal with masking. It could be the case that the virus was not as prevalent in those communities where, whereas it was more prevalent in these European and North American countries.
[32:30] There are so many other different factors that could explain that, even if it turns out that mass are very helpful in curbing the spread of coronavirus. It's important to kind of like be kind of aware of that and be kind of skeptical about arguments that say that this like one singular issue is the cause of this very complex problem. So it is worth kind of like questioning, something, even if it turns out that, that kind of thing might be might be true in certain cases and mass are very helpful and carbon described but it doesn't account for kind of the multifaceted complexity of why coronavirus cases are rising in some places and not others.
[33:22] And then there are ways that visualizations are used to mislead people, and there are certain practices that are used within visualizations to mislead people. So one example of this is trunk hating graphs and omitting the baseline on the y axis. So, in both of these examples, the baseline is at this very incredibly high number so like in this example, 94 million is like the cutoff point when it really should be zero. And so the effect of that is that it can misrepresent data as more exaggerated or more dramatic than it actually is. And, yeah, so this chart on the right, it says that over 100 million people now receiving federal welfare.
[34:16] And it's kind of like looking at this kind of like explosion of cases over time from 2009 to 2011. But if we had the baseline at zero you could see that that's like a very marginal change compared to the actual numbers. And I think that chart counts anyone receiving federal welfare as anyone residing in a household and, which at least one person received a program benefits that could be Medicare, Medicaid, or, sorry so anything. Here's countenance tested welfare not Social Security or Medicare. Okay, so it could be like anyone in a particular household that's affected so that could be Medicaid or a different federal assistance program like.
[35:06] Temporary Assistance for Needy Families, for example. So anyone who is receiving that benefit. They count everyone in the household as receiving that benefit so that's just something to keep in mind for that particular chart. And the one on the left. There are many problems with this chart, but one is It's kind of exaggerating the, the shortness of women from South Africa, India, because the baseline is set at very close to five feet and so this isn't like equal intervals.
[35:47] So it kind of like makes it seem like people from are women from Latvia and Australia are gigantic compared to women from South Africa and India when it just is just a couple inches, and not like a huge like marginal or significant difference. Another example is just more manipulations of the white access. So intervals between x and y axis should be even consistent and visualizations that manipulate those intervals, do so by exaggerating, an increase or decrease through the use of like labels or illustrated elements for color. And so, like this example on the left, if y'all can see it is cancer screenings, and preventive services are going down for Planned Parenthood but abortions are going up from 2008 to 2013.
[36:52] But the issue is that these two numbers should be like completely different. This is like going from like 2 million to 900,000, but for some exam. For some reason the 300,000 abortions or, or like above this number right here so the numbers don't even seem to be on the same plane there it's like a manipulation of the white access. Whereas for this example on the right under President Obama more students are earning their high school diplomas than ever before. Even though it is like a marginal increase from 75% in 2009. To 82% into 2015.
[37:38] It's kind of like shown that this is like over like half of like this particular number based on the amount of books that are being stacked. And so, like, since the baseline. Since the y axis like being manipulated here. You can't like really see how profound the difference actually is for the number of students with high school diploma.
[38:09] I would say one of the most notorious examples of going against. Kind of like manipulating people or misleading people with data visualizations is going against conventions going against standard conventions of data visualizations like the why access should start at the bottom left and should start at zero. That's like a pretty common convention. When it comes to line graphs and bar graphs.
[38:44] And the reason for that is that charts and graphs are have become more standardized and to go against that standardization against those conventions, can be very confusing for people at first glance, and so it's kind of generally agreed upon that you should like start the y-axis at zero at the bottom left so you're not confusing people. And this kind of like notorious visualization starts the y axis I'd like 1000, to convey an argument that after 2005.
[39:23] After the Stand Your Ground law, the number of murders committed using firearms actually decrease. But the problem is, is that if you actually flip this to where it should be zero was actually down here. You could see the number of murders committed using firearms actually increased after that law was implemented in Florida. And so, that's like one example of just like how going against conventions can mislead people, because it's not properly.
[39:55] Starting the y-axis at its proper point. One is, this example right here is actually going with conventions, what population density maps. Usually darker colors are meant to represent that something is more densely populated so the states of California, Illinois and New York Massachusetts, New Jersey are more densely populated than Wyoming and Montana. But if that convention was reversed in some way. If people if, for example you tried to say that the lightly shaded colors indicate more densely populated place.
[40:41] That would confuse readers who are already used to knowing that a place that is lightly shaded should be less densely populated so they might confuse certain places to be more popular than then they should be. And so that that can be pretty important when you see like a visualization like on social media like on Twitter or Instagram, and you're just kind of like briefly glancing on it, you're not really studying it in depth. If it goes against a certain convention that could easily like mislead someone to thinking, a certain idea is true or not. And then, I'm using the wrong chart, I can be a pretty big way of misleading people or at least confusing them pie charts for example are notoriously misused. They're supposed to represent parts of a whole.
[41:34] So this example on the left doesn't really make sense of Americans who have tried marijuana 51% say today 43% say last year 34% say 1997. Yeah, that just doesn't make any sense because if you're trying to gauge like how maybe marijuana use has changed over time you would use a very different kind of visualization to display that versus like a pie chart which should always like, add up to 100% and it should be kind of like parts of a whole it should be like the show like how the variable represents, or how it's related to the variable and how it's representing parts of a whole versus certain other types of visualizations. There are data that correspond with certain types of visualization so it's data that is being used to compare two values to the differences
[42:40] or similarities and those values who would use comparison so like bar charts dumbbell plots are pretty good for those who are trying to kind of gauge relationships that heat map. For example, you're trying to show, whether it's connections and data or depicting a correlation or lack thereof of heat maps or scatter plots are good for that distribution visually visualizations that display frequency or maybe changes over time, histogram would be a lot better for this kind of data right here this kind of pull showing a change over time compared to a pie chart.
[43:20] Alright so now we are going to rank visualizations. And so, since we have to have you here I'm going to put two PDFs in the chat. Feel free to maybe choose one PDF over the other, but essentially you'll be ranking visualizations from which visualization is most reliable vs. which ones are the least reliable, and just using what you've kind of like learned today about how visualizations are represented.
[44:00] How people maybe are misusing certain visualizations to convey an argument. You can see just like what visualizations I'd be more reliable versus what might be least reliable. So I'm going to stop. Now what I'm going to do is actually put this in the chat so everyone can see it. Let's see if I can actually share a PDF here.
[44:48] one second here. I think what I'm going to do is, I don't think I'm actually able to share files in the chat. My apologies. So what I'm going to do is gonna do a screen share of one of one of those files that contains all those visualizations that you all can see that file and be able to kind of comment which one is most reliable versus which one is least reliable.
[45:19] So let me go ahead and find that, and then I will share that everyone. What I'm going to use second one. Alright so I'm going to share my screen one more time. Okay.
[46:08] And you all can see this PDF right now. Give me a thumbs up if you can. Awesome. Yeah, great. So, um, let's see these four visualizations right here I'm going to zoom out of it. Okay, let's see.
[46:38] Okay, so we have two visualizations right here one is a population density map, one is kind of a donut or another kind of like pie chart. That is showing how many seats that the Labour Party in the UK one versus how many seats of the Tories one based on your first impressions of these visualizations. How would you characterize their reliability. One seems more reliable than to definitely.
[47:22] It's definitely following the conventions of a population density maps of red is used to indicate that places more as more population density versus colors like yellow and green, and then yes the one from The Sun. I think one thing to kind of like note is that the UKIP party is kind of like, even though it didn't win any seats is shown to like have at least half of what the Liberal Democrats won with that with this chart, and the SNP almost has like the exact same area as the Liberal Democrats, even though they won more.
[48:11] So it is definitely misleading like how this is represented here is even though this party didn't even win anything it's somehow like represented on this donut chart. Yeah, UKIP shouldn't even be showing it's at zero here exactly. All right, and then like these two other visualizations right here. One is showcasing types of debt by the average us household. And then this second chart at the bottom here.
[48:45] It's showing our spent online by age and gender. Let's using a bubble chart. One since more reliable than to hear. Yeah, I would say, yeah, the second one this is like a weird way to kind of like distinguish differences between like men and women by like showing. Yeah, it's hard to kind of like even discern what these different bubbles me even if it's like comparing something to something else.
[49:25] Yeah, so maybe 12 year old men are spending more hour, or spending less hours online than 12 year old women, it can be hard to kind of gauge that at first. Yeah, I think the different size of the circles is that supposed to convey that that those. This is this supposed to indicate that more people are spending time online there yeah it's it's kind of difficult to kind of gauge like how that is even relevant at all.
[50:04] Yeah, the bubble chart is quite unclear. Yeah bubble charts are often used to kind of demonstrate frequency. I think like heat maps for example, show like. If a place is like more densely populated or more people are responding to a particular issue like the bubble like expands it gets bigger. But in this context doesn't really make sense.
[50:37] You would think that like maybe a bar chart would be more appropriate there, whereas this one. Yeah, I would say it's this is probably the best way to capture that data is with comic the stacked bar there. It is like a little bit misleading though and that auto loans are taken to be like three fourths of mortgages Even though 28,000 is definitely a lot less than 176,000.
[51:12] And so I think that this chart here needs to be adjusted in terms of like how how much credit cards and auto loans kind of need to be like kind of cut in half shrunken significantly compared to mortgage debt and I and student loans especially. Alright so we're gonna go back to slides here and just kind of ask some final thoughts about how do you think you will engage with data in the future. Now that you've kind of like seen these examples of how data can be used to mislead knowing the importance of the context
[52:18] of data how it's gathered, how it's being represented and presented to give a particular argument whether that is for commercial rhetorical or political purposes. Yeah, I just, I think being able to be literate with data means being able to critically assess it and being able to know for example. Why data is being presented in a particular way and for what purpose. So I'm hoping after this presentation, you'll have the takeaway of. You can properly.
[52:55] See, data, whether that's, like, it's represented through social media or other channels like in scholarly sources for example and be able to kind of maybe look at the methodology section and see like how did they really gather this data can we properly trust. The argument that's been conveyed to me. So, yeah, I hope that folks kind of like how that takeaway after viewing this presentation today. But I'd be happy to answer any questions that you have. Let me just share my work cited page right here and just kind of sharing how I put this together today but I'm happy to answer any questions. Okay.
[53:46] In the chat here...I'm going to be careful pay attention to what information is intended to be conveyed also pay attention to things like cherry picking manipulation of axes. Yeah, absolutely. Will the slides be made available? Yes! The slides including my notes on those slides I will email to each of the registered participants And this recording of this presentation will also be made available as well All right! Wonderful! Thank you everyone for attending!
[54:29] And if you're watching this recording later, feel free to email me. I'll put up my contact information so that everyone can see that You can reach me via email at rtpeterson1@ua.edu or contact me via phone as well. I'm happy to answer your questions in whatever way you want to get ahold of me. So, thanks everyone! I really appreciate you reaching out and listening to my presentation today. Thank you!
Abrir no ambiente de trabalho do Vidleaf
Pesquise a transcrição, selecione linhas, copie citações com carimbos de data/hora, traduza.
Atribuição
"Este Gráfico Está Mentindo para Você!" — Uma Introdução à Alfabetização de Dados" pela University of Alabama Libraries (https://www.youtube.com/@universityofalabamalibraries), licenciado sob CC BY 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/). Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=0SDYnwa4ir4. Esta página é uma transcrição em texto do vídeo com quebras de parágrafo e carimbos de data/hora adicionados; o criador não é afiliado e não endossa o Vidleaf. O Vidleaf adicionou pontuação por IA e um resumo gerado por IA; o texto original permanece disponível nesta página.
Você é o criador ou detentor de direitos? Solicite uma correção ou remoção: copyright@vidleaf.app (veja Sobre estas páginas).
Última atualização
Todas as páginas de transcriçãoFerramenta de transcrição do YouTube