TRANSCRIÇÃO · CC BY 3.0

História Oral (2)_Preparando os alunos para conduzir entrevistas de história oral

Tradução automática para o português do Brasil. Gerada e salva em 2026-10-23. Pode conter erros; confira os termos e as citações na versão em inglês e no vídeo original. Os horários são os mesmos da fonte. A transcrição original em inglês está disponível abaixo.

Prepare os alunos para entrevistas de história oral por meio de prática de escuta, dramatização, perguntas abertas e acompanhamento respeitoso.

EuroClio Associação Europeia de Educadores de História · Publicado em · 18 min · Inglês · Licença: CC BY 3.0 · Fonte: assista no YouTube

Fonte da transcrição: reconhecimento automático de fala no Vidleaf (pode conter erros). Pontuação por IA adicionada pelo Vidleaf; correções de nomes revisadas aplicadas ao texto de leitura; âncoras de carimbo de data/hora mantidas. A transcrição original está disponível abaixo.

Resumo gerado por IA

Esta é a segunda de três sessões de webinar gravadas com Bridget Martin, membro da equipe de Ensino e Aprendizagem da Historiana e professora de história que trabalhou com a EuroClio em vários projetos, incluindo história oral. Com base na cobertura da primeira sessão sobre coisas a considerar antes de usar história oral com alunos, esta sessão se concentra em como preparar os alunos para conduzir entrevistas de história oral eles mesmos, oferecendo ideias práticas para desenvolver suas habilidades de entrevista. Estratégias sugeridas incluem fazer os alunos analisarem vídeos de entrevistas de celebridades e entrevistas genuínas de história oral de fontes como a British Library e o Columbia Center for Oral History, usar dramatizações para ensinar escuta profunda e encenar o que não fazer em uma entrevista, e realizar mini entrevistas de prática com feedback para que a primeira entrevista real de um aluno não seja sua primeira experiência em entrevistas. A sessão também aborda a escrita de perguntas de história oral de qualidade informadas pela pesquisa do aluno, preferindo perguntas abertas em vez de fechadas, evitando perguntas indutoras, enviando uma lista de perguntas preliminar para sinalizar áreas sensíveis e preparando algumas perguntas-chave com espaço para adicionar, remover ou alterar. Termina com os alunos posicionados para conduzir entrevistas de história oral. Este segmento é a parte final de uma minissérie sobre história oral na sala de aula, com foco em como os alunos analisam entrevistas após concluí-las, e o palestrante agradece a Brigitte por compartilhar seus pensamentos sobre preparar os alunos para entrevistas de história oral.

Gerado a partir da transcrição. Verifique as passagens vinculadas em relação ao vídeo original. Revisado pelo Vidleaf em 2026-10-20.

Resumos de capítulos com carimbos de tempo

Preparando Alunos para História Oral

  • [0:01] Esta é a segunda de três sessões gravadas com Bridget como parte de uma série de webinars sobre história fora da sala de aula.
  • [0:01] Bridget Martin é membro da equipe de Ensino e Aprendizagem da Historiana e professora de história que trabalhou com a EuroClio em vários projetos, incluindo história oral.
  • [0:31] A primeira sessão abordou coisas a considerar antes de usar história oral com alunos.
  • [0:31] Esta sessão se concentra em como preparar os alunos para história oral.

Preparando Alunos para Entrevistas de História Oral

  • [0:49] O foco está em preparar os alunos para conduzir entrevistas de história oral eles mesmos, assumindo que os professores já introduziram o conceito e as principais características da história oral.
  • [1:19] A seção visa oferecer ideias práticas para desenvolver as habilidades de entrevista dos alunos.
  • [1:26] Uma primeira estratégia útil, antes que os alunos atuem como entrevistadores em dramatizações ou entrevistas de prática, é fazê-los assistir a outros entrevistadores por meio de vídeos de diferentes entrevistas.
  • [1:26] Os alunos analisam esses vídeos de entrevistas para ver como diferentes técnicas e estratégias de entrevista podem impactar a entrevista.

Ensinando Entrevistas com Clipes de Celebridades e História Oral

  • [1:55] Um professor da sétima série (alunos com cerca de 12 anos) começa com entrevistas que não são de história oral, usando entrevistas de celebridades familiares para introduzir a entrevista de forma mais ampla.
  • [2:25] A atividade usa a mesma celebridade discutindo o mesmo tópico geral em contextos muito diferentes, como uma entrevista jornalística séria individual e uma entrevista apressada no tapete vermelho, para que os alunos possam compará-las.
  • [3:00] Depois de assistir a ambas as entrevistas, os alunos discutem como as abordagens dos entrevistadores diferiram e qual foi mais eficaz e por quê.
  • [3:00] Os alunos notaram diferenças em quantas perguntas foram feitas, com que rapidez foram feitas, quanto tempo restou para responder e a atmosfera (barulhenta ou calma).
  • [3:34] O professor sugere seguir isso com entrevistas genuínas de história oral, como exemplos da British Library e do Columbia Center for Oral History, para mostrar como historiadores orais profissionais conduzem entrevistas.
  • [4:08] Os alunos podem comparar entrevistas de diferentes entrevistadores e observar diferentes estratégias e técnicas e o que torna uma entrevista melhor ou pior.

Dramatização e Prática de Entrevista

  • [4:29] Atividades de dramatização e entrevista de prática ajudam a preparar os alunos para entrevistas reais.
  • [4:46] A primeira entrevista real de um aluno com um familiar ou membro da comunidade não deve ser sua primeira experiência em entrevistar.
  • [4:46] As habilidades de entrevista devem ser desenvolvidas em sala de aula o máximo possível para que os alunos estejam prontos para fazer um bom trabalho em entrevistas reais.

Ensinando Escuta Profunda por Meio de Role Play

  • [5:03] Escuta profunda significa perceber uma desconexão entre o que o entrevistado diz e como ele diz, extraído de um guia feito com Judith Pereira.
  • [5:26] Na conversa cotidiana, as palavras nem sempre correspondem ao significado, como no sarcasmo ou emoção oculta, então expressões faciais, tom de voz ou postura podem transmitir um significado diferente do que apenas as palavras.
  • [5:36] A atividade visa ajudar os alunos a alcançar a escuta profunda, identificar essas desconexões e interpretar o que elas significam.
  • [6:06] Alguns alunos podem achar esta tarefa realmente desafiadora, então os professores devem usar o bom senso sobre expectativas razoáveis ou considerar uma atividade alternativa, embora ensinar essas habilidades a todos os alunos continue sendo importante.
  • [6:21] No role play, o professor atua como entrevistado e inclui intencionalmente respostas que mostram uma desconexão entre as palavras e o significado transmitido, como um comentário sarcástico.
  • [6:51] As desconexões também podem mostrar tristeza, como dizer que foi um dia maravilhoso com olhos baixos e tom triste, e os professores podem exagerar mais ou menos dependendo da idade dos alunos.
  • [7:03] Os alunos devem então identificar os momentos de desconexão e discutir o que eles podem significar.
  • [7:16] Os alunos também devem discutir como os entrevistadores devem responder, sendo empáticos, não pressionando as pessoas a discutir coisas desconfortáveis e oferecendo explicitamente uma pausa, parada ou mudança de direção.
  • [7:54] Se alguém insinuar outro significado, o entrevistador pode fazer mais perguntas para ter uma ideia melhor do que estava insinuando.

Role play de entrevista e feedback dos colegas

  • [8:19] Um role play do que não fazer durante uma entrevista é uma atividade popular entre os alunos.
  • [8:27] Dois alunos voluntários atuam como entrevistado e entrevistador, concordando sobre um tópico possivelmente difícil, como férias aos cinco anos de idade.
  • [8:59] Erros a serem encenados incluem interromper, fazer mais de uma pergunta por vez e fazer perguntas indutoras.
  • [9:06] Dependendo da idade dos alunos, o professor pode precisar trabalhar com eles como mostrar o erro.
  • [9:20] Depois que a turma encena a entrevista, o grupo discute qual foi o problema, por que foi um problema, seu efeito no fluxo da entrevista ou no rapport, e como evitá-lo.
  • [9:47] Se o tempo permitir, siga com uma mini entrevista real em sala de aula, além de sessões regulares de reflexão e feedback.
  • [9:55] Se isso não for viável, os alunos podem praticar em casa com um familiar ou amigo, receber feedback e compartilhar reflexões juntos.
  • [10:16] Em uma prática de cinco minutos, o aluno A entrevista o aluno B, e B dá feedback honesto, mas construtivo, antes de os alunos trocarem e realizarem uma reflexão com toda a turma.

Estratégias de Prática de Entrevista para Alunos

  • [10:49] Mini entrevistas de prática são muito úteis e devem fazer parte da preparação para entrevistas, mesmo no nível de mestrado.
  • [10:58] Praticar uma entrevista com toda a turma com um palestrante convidado cria um espaço seguro onde os alunos praticam juntos e refletem em grupo.
  • [11:23] O professor pode orientar a reflexão do grupo sobre como a entrevista se desenrolou, oferecendo uma maneira segura de praticar com estranhos reais em vez de colegas de classe.
  • [11:38] Os alunos podem ser solicitados a criar sua própria lista de dicas, como a lista desenvolvida pelos alunos do sétimo ano do palestrante (cerca de 12 anos de idade) durante um projeto sobre sistemas de crenças.
  • [11:59] A lista gerada pelos alunos serve como um lembrete útil do que prestar atenção antes de fazer sua entrevista real.
  • [12:14] Pedir aos alunos que gerem essa lista pode ser realmente útil.

Escrevendo Perguntas de Qualidade para História Oral

  • [12:32] As perguntas devem ser informadas pela pesquisa dos alunos sobre o tópico histórico e o entrevistado, para que sejam direcionadas e relevantes.
  • [13:02] Os alunos devem fazer perguntas abertas em vez de fechadas, embora algumas perguntas fechadas possam ocasionalmente ser necessárias para detalhes contextuais.
  • [13:33] Em uma entrevista de história oral, o entrevistador deve falar quase nada e principalmente guiar a discussão.
  • [14:11] Os alunos devem evitar perguntas indutoras que impliquem a resposta, pois estas também costumam ser perguntas fechadas.
  • [15:05] Os alunos precisam ter cautela com questões sensíveis e os professores devem fazê-los enviar primeiro uma lista de perguntas preliminar para sinalizar áreas sensíveis.
  • [15:38] Os entrevistados podem ou não se sentir confortáveis em discutir questões sensíveis, então os alunos devem permitir que eles façam uma pausa, parem ou mudem de direção.
  • [16:09] Os alunos não devem escrever muitas perguntas, pois trabalhar sistematicamente com uma longa lista perde o diálogo e a abertura.
  • [16:33] Os alunos devem preparar algumas perguntas-chave e estar prontos para adicionar, remover ou alterar perguntas, incluindo acompanhamentos importantes.

Encerramento do Segundo Vídeo e Próximos Passos

  • [17:27] O segundo vídeo termina com os alunos posicionados para conduzir entrevistas de história oral.
  • [17:27] A parte final da minissérie abordará como os alunos analisam as entrevistas após concluí-las.
  • [17:27] O palestrante agradece a Brigitte por compartilhar suas ideias sobre como preparar os alunos para entrevistas de história oral.
Correções de nomes revisadas pela Vidleaf

Revisado 2026-10-20. As legendas originais permanecem disponíveis abaixo.

[0:00] - Sim. Olá a todos, e bem-vindos de volta à nossa série de gravações em vídeo sobre o uso da história oral na educação histórica. Esta é a segunda de nossas três sessões gravadas junto com Bridget. Nossas sessões fazem parte da série de webinars sobre história fora da sala de aula, e aqui conosco como palestrante temos Bridget Martin, que é membro da equipe de Ensino e Aprendizagem da Historiana, mas também professora de história e tem trabalhado conosco na EuroClio em vários projetos, incluindo história oral. Na primeira sessão, falamos sobre coisas a considerar antes de usar história oral com seus alunos, e agora Bridget nos contará mais sobre como preparar os alunos. Então, Bridget, a palavra é sua.

[0:44] Obrigada. Certo. Então estamos na parte dois, onde eu gostaria de focar especificamente em preparar os alunos para conduzir entrevistas de história oral eles mesmos. Presumo, neste ponto do processo de ensino e aprendizagem, que os professores introduziram o conceito de história oral aos seus alunos, que eles têm uma ideia geral sobre o que é, como é especial e específico, e algumas das principais características da história oral como campo de estudo. E agora estamos realmente entrando nas praticidades de como podemos [desenvolver] essas habilidades de entrevista para os alunos. Então, espero dar a vocês muitas ideias realmente práticas nesta seção.

[1:26] Acho que a primeira estratégia que é realmente útil antes de entrarmos nos alunos atuando como entrevistadores em role plays ou em entrevistas de prática é, na verdade, pedir que eles primeiro assistam a outros entrevistadores, e a melhor maneira que encontro de fazer isso é usar vídeos de diferentes entrevistas e analisá-los, observando como diferentes técnicas e estratégias de entrevista, etc., podem impactar a maneira como a entrevista se desenrola e a narrativa e a história que ouvimos. Então este foi um exemplo ou atividade que usei com meus alunos do sétimo ano. Então estamos falando de alunos de cerca de 12 anos de idade, mais ou menos. Onde, na verdade, comecei com entrevistas que não eram de história oral, olhei para entrevistas que tinham propósitos totalmente diferentes, apenas para pegar a ideia de entrevista de forma mais ampla e começar com algo que talvez seja um pouco mais familiar aos alunos, que são, claro, entrevistas com celebridades.

[2:25] feminismo, mas você pode escolher fazer isso com qualquer celebridade. A ideia é encontrar alguém, a mesma pessoa, falando sobre o mesmo tópico em geral em contextos muito diferentes, e assim você pode comparar as diferentes entrevistas e assim por diante. Então, neste caso, acho que encontrei apenas no YouTube uma que era uma entrevista jornalística muito séria, individual com um fundo preto muito vazio e assim por diante, e a outra era no tapete vermelho, muito animada, com pressa, e todos esses tipos de As entrevistas em si tinham estilos e propósitos diferentes, mas o tópico geral era diferente.

[3:00] Então assistimos às duas entrevistas, e depois pedi aos alunos que discutissem estas perguntas. O que foi diferente na maneira como o entrevistador conduziu suas entrevistas? E qual você acha que foi mais eficaz e por quê? E os alunos apontaram muitas coisas diferentes sobre quantas perguntas foram feitas, com que rapidez foram feitas e quanto tempo foi deixado para ela responder, sobre a atmosfera, se era barulhenta ou calma, e todos esses tipos de coisas. entrevistando. Então isso pode ser apenas um ponto de partida divertido e acessível.

[3:34] E então o que você pode fazer é mostrar a eles algumas entrevistas de história oral genuínas para ter uma ideia de como historiadores orais profissionais conduzem suas entrevistas. Agora, coloquei dois exemplos de arquivos online aqui. Um é da Biblioteca Britânica. Outro é do Centro de História Oral da Columbia. Mas há montanhas e montanhas de arquivos de histórias orais online de todos os diferentes países sobre todos os diferentes tópicos. segmentos de entrevistas que podem ser relevantes para seus alunos.

[4:08] E você pode fazer a mesma coisa, dar uma olhada em algumas entrevistas diferentes conduzidas, particularmente por entrevistadores diferentes, e ver o que os alunos podem observar sobre as diferentes estratégias e técnicas e aspectos da entrevista, o que faz uma entrevista melhor ou pior e por quê, e assim por diante. Então este pode ser um ponto de partida muito bom. A partir daqui, podemos entrar em atividades divertidas de role play e prática de entrevistas. E eu realmente acho isso importante porque queremos garantir que a primeira vez que os alunos realmente saem e conduzem sua entrevista com um membro da família ou um membro da comunidade ou quem quer que seja, não seja sua primeira experiência entrevistando alguém. Queremos garantir que já desenvolvemos essas habilidades na sala de aula o máximo que pudermos, e que então eles estejam realmente prontos para fazer um bom trabalho quando forem conduzir suas entrevistas reais.

[5:03] Então, um aspecto que devemos incentivar os alunos a praticar é a escuta profunda, e eu na verdade tirei isso do nosso guia que foi feito com Judith Pereira e eu, e está escrito aqui que escuta profunda significa que os alunos serão capazes de perceber e entender que há uma desconexão entre o que o entrevistado está dizendo e como ele está dizendo. E isso está ligado à ideia de que mesmo em conversas cotidianas, as palavras que dizemos nem sempre correspondem ao nosso significado e se estamos sendo.

[5:36] sendo sarcásticos talvez, ou tentando esconder uma emoção, ou todos os tipos de razões diferentes, pode fazer com que nossas expressões faciais ou nosso tom ou nossa postura transmitam um significado muito diferente do que as palavras reais que estamos dizendo por si só. E então esta atividade está tentando ajudar os alunos a serem capazes de alcançar essa escuta profunda e identificar essas desconexões e tentar interpretar o que elas significam. Acho que provavelmente é importante reconhecer aqui que pode achar esse tipo de tarefa realmente desafiadora. E você como professor provavelmente só precisa usar seu julgamento sobre qual é a expectativa razoável para esses alunos, ou talvez uma atividade alternativa. Mas além disso, acho importante que estejamos ensinando todos os alunos esses tipos de habilidades.

[6:21] Então, neste exemplo, você como professor poderia assumir o papel do entrevistado, e você pede aos alunos que entrevistem você sobre qualquer tópico acordado. E então você pode incluir intencionalmente em suas respostas, respostas que mostrem essa desconexão entre as palavras que você está dizendo e o significado transmitido pela sua voz e linguagem. Então pode ser um comentário sarcástico. Sim, este é um lugar realmente maravilhoso para trabalhar. pode ser mostrar tipo tristeza de alguma forma, foi um dia maravilhoso, mas com olhos baixos e um tom triste, por exemplo. E você pode, dependendo da idade dos seus alunos, exagerar mais ou menos.

[7:03] Mas a esperança é que os alunos então sejam capazes de identificar aqueles momentos em que houve uma desconexão entre as palavras e a maneira como foram ditas. então ter uma discussão sobre, bem, o que isso pode significar? O que podemos entender dessa desconexão? E também ter uma discussão sobre como eles como entrevistadores devem responder a esses tipos de cenários. Então, se eu talvez como entrevistado mostrasse que estava bastante desconfortável ou chateado com algo que precisamos discutir com os alunos ou como você deve responder? Como podemos garantir que estamos sendo empáticos, que não estamos pressionando as pessoas a discutir coisas com as quais elas não estão confortáveis, que estamos dando a elas explicitamente uma oportunidade de fazer uma pausa ou parar a entrevista ou ir em uma direção diferente e assim por diante. Então, como podemos fazer da pessoa, ou talvez se não fosse algo particularmente negativo, mas alguém insinuando outra coisa ou outra verdade ou outro significado, talvez essa seja uma oportunidade para você como entrevistador perguntar.

[8:07] mais perguntas para ter um pouco mais de ideia do que eles podem estar insinuando. Então há uma enorme quantidade de discussão que pode então acontecer em torno desse tipo de interação. Então essa é uma atividade de role play. Outra que eu realmente amo e os alunos realmente gostam é um role play do que não fazer durante uma entrevista. Então, neste caso, eu pediria a dois alunos para se voluntariarem. Um será o entrevistado e concordaríamos com eles qual será o tópico, talvez suas férias quando tinham cinco anos de idade ou algo que possa ser um pouco difícil, mas algo nessa linha.

[8:57] que poderia ser algo como. interromper a pessoa que estão entrevistando, fazer mais de uma pergunta por vez, fazer perguntas indutoras. e assim por diante. E às vezes, dependendo novamente da idade do aluno, você pode precisar trabalhar com eles um pouco, como eles poderiam mostrar esse erro neste cenário. Eles entram. Eles encenam a entrevista na frente da classe. E então discutimos como grupo, qual foi o problema? Qual foi o erro? Por que foi um problema? E é realmente útil usar o role play para ver qual foi o efeito que essa pessoa interrompendo teve no fluxo da entrevista ou na relação entre o entrevistador e o entrevistado, por exemplo. E então como podemos evitar isso? O que precisamos garantir que estamos fazendo em vez disso? OK, e então eu sugeriria fazer uma revisão real.

[9:45] mini entrevista. Se você tiver tempo, é ótimo fazer isso na sala de aula e então adicionar essas sessões regulares de reflexão e feedback. Se por qualquer motivo isso não for viável, isso também é algo que você pode pedir aos alunos para fazerem sozinhos em casa como tarefa de casa, por exemplo, fazer uma prática com um membro da família ou um amigo, e então obter algum feedback dessa pessoa e eles refletem e você pode compartilhar isso juntos também. Então, essencialmente, vocês concordariam com um tópico, você daria aos alunos um limite, talvez cinco minutos.

[10:16] Primeiro, você teria o aluno A entrevistando o aluno B, e o aluno B daria seu feedback ao aluno A. Aqui está o que eu acho que você fez muito bem. Eu me senti um pouco desconfortável quando você disse isso, você parecia não estar realmente me ouvindo, seja o que for, dê esse feedback e tente ser honesto mas construtivo. E então também peça ao próprio aluno para refletir. E depois que você fez isso e os alunos trocaram e assim por diante, você pode então ter uma sessão de reflexão de toda a classe sobre o que foi difícil, o que estamos fazendo bem, o que foi bom, o que poderíamos melhorar, e assim por diante.

[10:49] Então mini entrevistas de prática são super úteis. Eu até fiz isso no nível de mestrado. Então definitivamente deveria ser um elemento dessa preparação. você Outra estratégia que achei útil no passado é também praticar fazendo uma espécie de entrevista com toda a classe. Então, antes que os alunos saiam e façam entrevistas por conta própria, você pode pedir ao grupo inteiro para preparar uma entrevista de um palestrante convidado que você convida para vir falar com a classe. E isso cria um pouco de espaço seguro e os alunos podem praticar juntos e então podem refletir como grupo.

[11:23] E você pode orientar essa reflexão um pouco sobre como essa entrevista se desenrolou. E isso pode ser uma maneira segura e agradável de começar a praticar com estranhos reais em vez de seus colegas de classe, por exemplo. E então o que eu recomendaria fazer é realmente pedir aos alunos que criem sua própria lista de dicas, por exemplo. Então aqui eu tenho apenas como exemplo, a lista que foi desenvolvida pela minha sétima série. Então, novamente, estamos falando de alunos de 12 anos. Alguns anos atrás, estávamos fazendo um projeto sobre sistemas de crenças e como esses sistemas de crenças afetaram a vida de diferentes pessoas.

[11:59] E eles desenvolveram esta lista para si mesmos com base em todo o trabalho anterior que havíamos feito. E isso é uma coisa realmente útil para eles se lembrarem antes de fazerem sua entrevista real, do que precisam prestar atenção. Então pedir aos alunos que gerem uma lista como essa pode ser realmente útil. Tudo bem, então uma vez que desenvolvemos todas essas habilidades e assim por diante, ou talvez em conjunto com isso, também devemos estar falando sobre escrever perguntas e como escrever perguntas de qualidade e assim por diante. Então eu tenho algumas.

[12:32] Dicas muito simples. Há, é claro, muitas mais que poderíamos adicionar a esta lista, mas apenas para manter simples. Como mencionamos no primeiro vídeo, é realmente importante que os alunos estejam conduzindo pesquisas sobre o tópico histórico e sobre a pessoa que estão entrevistando. E eles estão usando essa pesquisa para escrever perguntas realmente direcionadas e relevantes que os ajudarão a responder sua própria pergunta de pesquisa para o projeto. E também garantirá que eles estejam aproveitando ao máximo essa entrevista. Então deve sempre ser informado pela pesquisa. você Os alunos devem sempre fazer perguntas abertas e não fechadas. Então uma pergunta fechada é aquela que terá uma resposta muito curta como.

[13:11] 1961 ou sim ou não ou esses tipos de coisas, ocasionalmente você pode precisar incluir algumas, apenas para obter alguns detalhes contextuais corretos, mas você definitivamente quer evitar um cenário onde você tem uma longa série de perguntas fechadas, porque você não terá esse diálogo que é o que estamos procurando em uma entrevista de história oral, então eu sempre digo aos alunos que essencialmente em uma entrevista de história oral. O entrevistador deve fazer quase nada da fala, e seu papel é realmente garantir que o entrevistado seja capaz de compartilhar suas experiências e memórias e comentários. E pode ser apenas o papel do entrevistador orientar essa discussão, mas eles devem falar muito pouco eles mesmos. Então perguntas abertas são o caminho a seguir. Você poderia me contar sobre, você pode descrever, por que você, etc. Isso convidará respostas muito mais amplas e desenvolvidas do entrevistado.

[14:10] você Junto com isso, os alunos também precisam ter cuidado para evitar perguntas indutoras. Então uma pergunta indutora é aquela em que você já implicou a resposta, na pergunta que está fazendo. Então, por exemplo, você pode perguntar, você se mudou daquela vila por causa dos seus pais? Agora você já implicou que por causa dos seus pais foi a razão pela qual a pessoa pode ter saído. Também é uma pergunta fechada, o que não é ótimo. Então uma pergunta menos indutora poderia ser algo mais como, por que você se mudou daquela vila? E então você está deixando todas as respostas possíveis abertas para a pessoa. Então, especialmente quando os alunos têm um foco de pesquisa específico, eles às vezes podem fazer essas perguntas indutoras sem realmente pensar sobre isso. Então tentar aumentar a conscientização deles e garantir que as perguntas sejam o mais abertas possível é realmente importante.

[15:05] Os alunos também precisam ter cuidado com perguntas sobre questões sensíveis. Então é realmente importante que os alunos estejam cientes de quais questões podem ser sensíveis para as pessoas e muitas vezes, bem, não muitas vezes, mas às vezes eles podem não estar cientes do que é ou não sensível. Então eu sempre encorajaria você como professor a pedir ao aluno que envie uma lista de perguntas preliminar para você primeiro, para que você possa talvez sinalizar quaisquer áreas que eles estão abordando que possam ser sensíveis para o entrevistado.

[15:36] para que estejam preparados para isso. Pode ser que alguns entrevistados estejam muito à vontade para falar sobre questões sensíveis. Pode ser que alguns entrevistados não estejam à vontade e, novamente, precisamos ter discussões com os estudantes sobre permitir que os entrevistados pausem ou parem ou mudem a direção de uma entrevista se não estiverem à vontade, e também garantir que sejamos respeitosos na forma como fazemos perguntas sobre coisas sensíveis. Então isso é apenas algo para você e os estudantes estarem cientes.

[16:09] Outra chave é não escrever muitas perguntas, especialmente quando fizeram muita pesquisa. Os estudantes ficam muito animados e escrevem uma lista enorme. Mas o que realmente queremos evitar é uma situação em que a entrevista seja algo como pergunta um, pergunta dois, e assim por diante. E eles estão trabalhando nessa lista muito longa sistematicamente. E, novamente, estamos perdendo esse diálogo e essa abertura e esse relacionamento com a pessoa. Então eu sugeriria algumas perguntas-chave que possam focar a discussão. E então os estudantes também precisam estar prontos para mudar e remover e adicionar perguntas, então quaisquer perguntas que preparem de antemão não devem ser exatamente as mesmas que fizeram ao final da entrevista, porque naturalmente.

[16:53] Eles podem precisar adicionar perguntas, especialmente perguntas de acompanhamento, são realmente importantes. Você poderia me contar um pouco mais sobre X ou o que quer que tenha sido mencionado. Eles podem precisar remover uma pergunta. Este é um erro que vejo frequentemente, especialmente com estudantes mais jovens, que eles têm sua lista e chegam à pergunta seis, mas na verdade a pessoa já havia discutido esse tópico. Os estudantes ainda fazem a pergunta de qualquer maneira. Então eles precisam realmente estar ouvindo a conversa e estar prontos para remover uma pergunta se não for mais relevante ou apropriada, ou talvez mudar a pergunta um pouco se precisarem.

[17:27] Então isso nos leva ao final do segundo vídeo. Isso deve colocar os estudantes em uma ótima posição para conduzir entrevistas de história oral maravilhosas. E na próxima e última parte desta minissérie, veremos como eles podem então analisar essas entrevistas depois de concluí-las. Obrigado, Brigitte, mais uma vez, muito, muito mesmo por compartilhar conosco seus pensamentos sobre como preparar os estudantes para entrevistas de história oral. parte do vídeo.

[18:03] *sniff*

Ver a transcrição original em inglês

[0:00] - Yeah. Hello everyone and welcome back to our series of video recordings on the use of oral history in history education. This is the second of our three sessions recorded together with Bridget. Our sessions are part of the webinar series on history outside of the classroom and here with us as a speaker we have Bridget Martin who is a member of the History Anna Teaching and Learning team but also a history teacher and has been working with us at Uroclia on several projects including a oral history. In the first session we talked about things to consider before using oral history with your students and now Bridget will tell us more about how to prepare students. So Bridget, the floor is yours.

[0:44] Thank you. Okay. So we are in part two. where I would like to focus specifically on preparing students to conduct oral history interviews themselves. I'm assuming at this point in the teaching and learning process that teachers have introduced the concept of oral history to their students, that they have a general idea about what it is, how it's special and specific, and some of the key features of oral history as a field of study. And now we're really getting into the practicalities of how we can those interview skills for students. So I'm hoping to give you lots of really practical ideas in this section.

[1:26] I think the first strategy that's really useful before we get into students acting as interviewers themselves in role plays or in practice interviews is actually asking them first to watch other interviewers and the best way I find to do this is using videos of different interviews and analyzing those and looking at how different interview techniques and strategies and so on can impact on at the way that the interview unfolds and the narrative and the story that we hear. So this was one example or activity that I use with my grade seven students. So we're talking 12 year old students more or less. Where actually I started with interviews that weren't oral histories, I looked at interviews that had entirely different purposes, just to take the idea of interviewing more broadly and to start with something that's maybe a bit more familiar to the students, which is of course celebrity interviews.

[2:25] feminism, but you could choose to do this with any celebrity. The idea is to find someone, the same person, talking about the same topic in general in very different contexts, and that way you can compare the different interviews and so on. So in this case, I think I found just on YouTube one that was a very serious journalistic interview, one-to-one with a very blank black backdrop and so on, and the other one was on the red carpet, very excited, in a rush, and all those kinds of The interviews themselves had different styles and purposes, but the overall topic was different.

[3:00] So we watched both of those interviews, and then I asked the students to discuss these questions. What was different about the way the interview conducted their interviews? And which one do you think was more effective and why? And the students pointed out lots of different things around how many questions were asked, how quickly they were asked, and how much time was left for her to answer them, about the atmosphere, whether it was noisy or calm, and all of those kinds of things. interviewing. So this can be just kind of a fun accessible starting point.

[3:34] And then what you might do is show them some actual genuine oral history interviews to get a bit of an idea of how professional oral historians conduct their interviews. Now, I've put two examples of online archives here. One is from the British Library. One is from the Columbia Center for Oral History. But there are mountains and mountains of archives of oral histories online from all different countries about all different topics. segments of interviews that might be relevant to your students.

[4:08] And you can do the same thing, have a look at a few different interviews conducted, particularly by different interviewers, and see what the students can observe about the different strategies and techniques and aspects of the interview, what makes a better or worse interview and why, and so on. So this can be a really nice starting point. From here, we can get into some fun sort of role play and practice interview activities. And I do think this is really important because we want to make sure that the first time students are actually going out and conducting their interview with a family member or a member of the community or whoever it may be, is not their first experience of interviewing someone. We want to make sure that we've developed those skills already in the classroom as much as we can, and that then they're really ready to do a good job when they go and conduct their real interviews.

[5:03] So, one aspect that we should be encouraging students to practice is deep listening, and I've actually pulled this from our guide that was made with Judith Pereira and myself, and it's written here deep listening means that students will be able to sense and to understand that there's a disconnect between what the interviewee is saying, and how they're saying it. And this is linked to the idea that even in everyday conversation, the words that we say don't always correspond to our meaning and whether we're.

[5:36] being sarcastic perhaps, or trying to hide an emotion, or all kinds of different reasons, might make it that our facial expressions or our tone or our posture convey a very different meaning than the actual words that we're saying by themselves. And so this activity is trying to help students to be able to achieve that deep listening and identify those disconnects and try to interpret what they mean. I think it's probably important to acknowledge here that may find this type of task really challenging. And you as a teacher probably just need to use your judgment about what is reasonable expectation for those students, or perhaps an alternative activity. But beyond that, I think it is important that we're teaching all students these types of skills.

[6:21] So in this example, you as the teacher could take on the role of the interviewee, and you ask the students to interview you about whatever agreed upon topic. And then you can intentionally include in your responses, responses that show this disconnect between the words that you're saying and the meaning that's conveyed by your voice and language. So it might be a sarcastic comment. Yeah, this is a really wonderful place to work. it might be showing sort of sadness somehow, it was a wonderful day, but with downcast eyes and a sad tone, for example. And you might, depending on the age of your students, you might exaggerate it more or less.

[7:03] But the hope is that the students are then able to identify those moments where there was a disconnect between the words and the way they were said. then have a discussion about, well, what might that mean? What can we understand from that disconnect? And also have a discussion about how they as interviewers should respond to in these kinds of scenarios. So if I perhaps as the interviewee showed that I was quite uncomfortable or upset about something that we need to discuss with the students or how should you respond? How can we make sure that we're being empathetic, that we're not pushing people to discuss things that they are not comfortable with discussing, that we're giving them explicitly an opportunity to take a break or to stop the interview or to go in a different direction and so on. So how can we make of the person, or perhaps if it was not something particularly negative, but someone hinting at something else or another truth or another meaning, maybe that's an opportunity for you as the interviewer to ask.

[8:07] more questions to get a little bit more of an idea of what they might have been hinting at. So there's a huge amount of discussion that can then happen around this kind of interaction. So that's one role play type activity. Another one that I really love and the students really enjoy is a role play of what not to do during an interview. So in this case, I'd ask two students to volunteer. One will be the interviewee and we would agree with them what the topic will be, maybe their holidays when they were five years old or something that might be a little bit difficult but something on those lines.

[8:57] that might be something like. interrupting the person they're interviewing, asking more than one question at a time, asking leading questions. and so on. And sometimes, depending again on the age of the student, you might need to workshop with them a little bit, how they might be able to show that mistake in this scenario. They come in. They act out the interview in front of the class. And then we discuss as a group, what was the problem? What was the mistake? Why was it a problem? And it's really useful to use the role play to see what was the effect that this person interrupting had on the flow of the interview or the relationship between the interviewer and the interviewee, for instance. And then how can we avoid it? What do we need to make sure that we're doing instead? OK, and then I would suggest doing a real review.

[9:45] mini interview. If you have time, it's great to do this in the classroom and then add in these regular reflections and feedback sessions. If for whatever reason that's not feasible, this is also something that you could ask students to do on their own at home for homework, for example, do a practice with a member of their family or a friend, and then get some feedback from that person and they reflect and you can share that together as well. So essentially you'd agree on a topic, you'd give students a limit, maybe five minutes.

[10:16] First, you'd have student A interview student B, and student B would give their feedback to student A. Here's what I think you did really well. I felt a little bit uncomfortable when you said this, you looked like you weren't really listening to me, whatever it is, give that feedback and try to be honest but constructive. And then also ask the student themselves to reflect. And once you've done that and the students have swapped and so on, you can then have a whole class reflection session about what was difficult, what are we doing well, what was good, what could we improve on, and so on.

[10:49] So mini practice interviews are super helpful. I even did this at the master's level. So it definitely should be an element of that preparation. you Another strategy that I have found useful in the past is also to practice doing sort of a whole class interview. So before the students go off and do interviews by themselves, you can ask the whole group to prepare an interview of a guest speaker that you invite to come and talk to the class. And this creates a bit of a safe space and the students can practice together and then they can reflect as a group.

[11:23] And you can guide that reflection a little bit around how that interview unfolded. And this can be a nice sort of safe way to start practicing with real strangers as opposed to your classmates, for instance. And then what I'd recommend doing is actually asking the students to create their own list of tips, for example. So here I've got just as an example, the list that was developed by my grade seven. So again, we're talking 12 year old students. A couple of years ago, we were doing a project about belief systems and how those belief systems had affected different people's lives.

[11:59] And they developed this list for themselves based on all of the previous work that we had done. And this is a really useful thing for them to remind themselves before they do their real interview what they need to pay attention to. So asking the students to then generate a list like this can be really helpful. All right, so once we've developed all of those skills and so on, or perhaps in conjunction with that, we should also be talking about writing questions and how to write quality questions and so on. So I've got a few.

[12:32] Very simple tips. There are of course many more that we could add to this list, but just to keep it simple. As we mentioned in the first video, it's really important that students are conducting research about the historical topic and about the person they're interviewing. And they're using that research to write really targeted and relevant questions that will help them answer their own research question for the project. And we'll also make sure they're getting the most out of that interview. So it should always be informed by research. you Students should always be asking open and not closed questions. So a closed question is one that will have a very short answer like.

[13:11] 1961 or yes or no or these kinds of things occasionally you might need to include a couple just to get some contextual details right but you definitely want to avoid a scenario where you have a big long series of closed questions because you won't get that dialogue which is what we're looking for in an oral history interview so i always say to the students that essentially in an oral history interview. The interviewer should do almost none of the talking, and their role is really to make sure that the interviewee is able to share their experiences and memories and commentary. And it might just be the role of the interviewer to guide that discussion, but they should be doing very little of the talking themselves. So open questions are the way to go. Could you tell me about, can you describe, why did, etc. This will invite much broader and more developed answers from the interviewee.

[14:10] you Along with that, students also need to be careful to avoid leading questions. So a leading question is one in which you've implied the answer, already in the question that you're asking. So for example, you might ask, did you move away from that village because of your parents? Now you've already implied that because of your parents was the reason that the person might have left. It's also a closed question, which is not great. So a less leading question might be something more like, why did you move away from that village? And then you're leaving all possible answers open to the person. So especially when students have particular research focus, they can sometimes ask these leading questions without really thinking about it. So trying to raise their awareness and making sure that questions are as open-ended as possible is really important.

[15:05] Students also need to be cautious of questions on sensitive issues. So it's really important that students are aware of which issues might be sensitive to people and often, well not often, but sometimes they might not be aware of what is or is not sensitive. So I'd always encourage you as the teacher to ask the student to submit a draft question list to you first so that you can perhaps flag any areas that they're going into that could perhaps be sensitive for the interviewee.

[15:36] so that they're prepared for that. It may be that some interviewees are very comfortable to talk about issues that are sensitive. It may be that some interviewees are not comfortable and again we need to have discussions with students around allowing interviewees to pause or stop or change the direction of an interview if they're not comfortable and also making sure that we are respectful in the way that we're asking questions about sensitive things. So this is just something for you and the students to be aware of.

[16:09] Another key is not to write too many questions, especially when they've done a lot of research. Students get very excited and write a big long list. But what we really want to avoid is a situation in which the interview is something like question one, question two, and so on. And they're working through this very long list systematically. And again, we're losing that dialogue and that openness and that relationship with the person. So I would suggest a few key questions that can focus the discussion. And then students also need to be ready to change and remove and add questions so whatever questions they prepare beforehand should not be exactly the same as what they've asked by the end of the interview, because naturally.

[16:53] They might need to add questions, especially follow up questions are really important. Could you tell me a little bit more about X or whatever it was that was mentioned. They might need to remove a question. This is a mistake that I see often, especially with younger students, that they've got their list and they arrive at question six, but actually the person had already discussed that topic. The students still ask the question anyway. So they need to really be listening to the conversation and be ready to remove a question if it's no longer relevant or appropriate, or perhaps change the question a little bit if they need to.

[17:27] So that brings us to the end of the second video. This should get the students in a really great position to be conducting wonderful oral history interviews. And in the next and final part of this mini series, we'll have a look at how they can then analyse those interviews once they've completed them. Thank you, Brigitte, once again, very, very much for sharing with us your thoughts about how to prepare students for oral history interviews. part of the video.

[18:03] *sniff*

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Atribuição

"História Oral (2)_Preparando estudantes para conduzir entrevistas de história oral" por EuroClio European Association of History Educators (https://www.youtube.com/@euroclioeuropeanassociation), licenciado sob CC BY 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/). Vídeo fonte: https://www.youtube.com/watch?v=PmkwcNgIbgE. Esta página é uma transcrição em texto do vídeo com quebras de parágrafo e carimbos de data/hora adicionados; o criador não é afiliado e não endossa o Vidleaf. O Vidleaf adicionou pontuação por IA e um resumo gerado por IA; o texto original permanece disponível nesta página. O texto de leitura também inclui correções de nomes verificadas na fonte pelo Vidleaf.

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