A Arte e Ciência Perdidas da Respiração - James Nestor | Float Conference 2018
Tradução automática para o português do Brasil. Gerada e salva em 2026-10-23. Pode conter erros; confira os termos e as citações na versão em inglês e no vídeo original. Os horários são os mesmos da fonte. A transcrição original em inglês está disponível abaixo.
James Nestor relata experimentos de mergulho livre e respiração, discutindo mudanças nas vias aéreas e sua interpretação da pesquisa na Float Conference 2018.
Fonte da transcrição: reconhecimento automático de fala no Vidleaf (pode conter erros). Pontuação por IA adicionada pelo Vidleaf; redação original e âncoras de timestamp mantidas. A transcrição original está disponível abaixo.
Pesquise esta transcrição na bancada de trabalhoLeia a transcrição
Resumo gerado por IA
O palestrante descreve como o mergulho livre lhe ensinou que a respiração é central para prender a respiração e mergulhar, e que os mergulhadores livres se conectam com o oceano, consigo mesmos e com os animais oceânicos. Os médicos que consultaram disseram que a forma como respiramos praticamente não importava, mas depois de praticar técnicas de respiração aprendidas com mergulhadores livres, o palestrante se sentiu melhor, teve mais energia, teve menos dores de cabeça e perdeu um pouco de peso; uma primeira tentativa de Sudarshan Kriya o deixou suando através das roupas em cerca de cinco minutos. Pesquisadores disseram ao palestrante que uma boa respiração é essencial para a saúde e a longevidade e que uma respiração ruim contribui para problemas como hipertensão, depressão, sinusite crônica e refluxo ácido. O palestrante relaciona a respiração ruim à evolução humana: os humanos são descritos como os únicos mamíferos com dentes tortos e apneia do sono, e crânios antigos mostram rostos largos e grandes cavidades nasais, com a maior mudança ocorrendo nos últimos 400 anos, à medida que os rostos se tornaram retraídos e recuados, encolhendo as vias aéreas. Como a estrutura esquelética é muito difícil de mudar, o palestrante argumenta que otimizar as 20,000 respirações feitas todos os dias pode reduzir muito ou, às vezes, eliminar os sintomas de muitas doenças crônicas modernas. A palestra se baseia em alguns anos de pesquisa para um livro sobre a arte e a ciência perdidas da respiração, e o palestrante agradece a Ashkahn e à equipe do Float On.
Gerado a partir da transcrição. Verifique as passagens vinculadas em relação ao vídeo original.
Resumos de capítulos com carimbos de tempo
Mergulho livre, respiração e conexão com o oceano
- [0:18] Alguns anos atrás, o palestrante falou sobre a conexão do corpo humano com o oceano.
- [0:23] Os humanos nascem com reflexos de mergulho anfíbios que permitem mergulhar fundo por minutos a fio.
- [0:30] Os mergulhadores livres aperfeiçoaram essas habilidades e se conectam com o oceano, consigo mesmos e com os animais oceânicos.
- [0:42] Os mergulhadores livres mergulham cara a cara com tubarões, com golfinhos, e têm encontros com cachalotes.
- [0:54] A primeira coisa que o palestrante aprendeu sobre mergulho livre foi que tudo girava em torno da respiração.
- [0:59] Prender a respiração por cerca de três a quatro minutos e mergulhar algumas centenas de pés exige saber como respirar, otimizar cada respiração, segurá-la de certas maneiras e acalmar a si mesmo e o coração.
- [1:15] A capacidade de prender a respiração e de mergulhar livremente estavam completamente conectadas.
Médicos descartam a importância do método de respiração
- [1:23] O narrador se perguntou que outros benefícios esse método de respiração tinha em terra firme.
- [1:29] Os iogues entendiam que a respiração fazia absolutamente parte da saúde e que não se pode ter saúde antes de dominar a respiração.
- [1:43] Os médicos a quem o narrador perguntou disseram que a forma como respiramos praticamente não importava.
- [1:50] A visão dos médicos era que diferentes padrões de respiração eram iguais e o ponto era apenas colocar oxigênio em nós.
- [1:58] Desde que não estivéssemos doentes, nossos corpos fariam o resto por meio de mecanismos que compensam a respiração rápida demais, lenta demais ou profunda demais.
- [2:12] O narrador diz que o corpo sempre manteria a homeostase, então o narrador desistiu.
Técnicas de respiração e efeitos pessoais
- [2:17] O palestrante continuou praticando várias técnicas de respiração aprendidas com mergulhadores livres sem pesquisá-las de forma realmente séria.
- [2:22] Depois de praticar, o palestrante se sentiu muito melhor, teve mais energia, teve menos dores de cabeça e perdeu um pouco de peso.
- [2:36] Esses benefícios pessoais deixaram o palestrante ainda mais interessado e levaram a experimentar técnicas de respiração mais rigorosas e intensas.
- [2:44] O Sudarshan Kriya envolve sentar-se com as pernas cruzadas e respirar em certos padrões.
- [2:51] Em cerca de cinco minutos após experimentar o Sudarshan Kriya pela primeira vez, o palestrante estava suando através da camiseta, das meias, do jeans, e o cabelo estava molhado.
- [3:01] O palestrante argumenta que, se a respiração não importasse, sentar-se parado e respirar em um padrão específico não provocaria tal transformação e energia.
O papel da respiração na saúde e na longevidade
- [3:21] Pesquisadores disseram ao palestrante que a forma como respiramos era tudo e que uma boa respiração é essencial para a saúde e a longevidade.
- [3:21] A respiração ruim foi descrita como um problema que contribui para vários problemas diferentes.
- [3:36] A forma como respirávamos era, em muitos aspectos, tão importante quanto o que comíamos, com cerca de 30 libras de ar entrando e saindo dos pulmões todos os dias.
- [3:41] A forma como respirávamos também era tão importante quanto quanto nos exercitávamos.
- [3:59] Os maus hábitos respiratórios foram atribuídos a problemas crônicos, incluindo hipertensão, depressão, sinusite crônica e refluxo ácido, que eram exacerbados ou às vezes causados pela respiração ruim.
- [4:10] O palestrante reconhece que isso soa maluco, mas diz que foi esclarecido por dezenas e dezenas de estudos ao longo de décadas e décadas.
Evolução do crânio humano e problemas respiratórios
- [4:31] Compreender a evolução humana é apresentado como a forma de entender por que respiramos mal agora.
- [4:51] De 5,400 mamíferos, os humanos são descritos como os únicos com dentes tortos, enquanto chimpanzés, macacos, mamíferos marinhos e cães têm dentes perfeitos.
- [5:27] 80 a 90 por cento dos humanos têm dentes tortos.
- [5:40] Os humanos são descritos como os únicos mamíferos com apneia do sono; alguns buldogues roncam, mas além disso os humanos são os únicos, com 50% de nós roncando e um quarto sofrendo de apneia do sono.
- [5:58] Dentes tortos não são simplesmente genéticos, já que os pais do palestrante tinham ótimos dentes e ele tinha dentes terríveis.
- [6:02] A apneia do sono não é apenas um problema de obesidade: dezenas de milhões de pessoas magras e com peso normal também a têm.
- [6:19] Crânios antigos de cerca de um milhão de anos atrás mostram rostos largos e cavidades nasais enormes, e um crânio de cerca de 300,000 anos atrás ainda tinha uma cavidade nasal enorme e dentes remanescentes perfeitamente retos.
- [6:43] Cerca de 10,000 anos atrás, os rostos eram mais finos, mas ainda largos, com uma cavidade nasal menor, e os neandertais tinham crescimento facial para a frente que lhes permitia respirar facilmente, enquanto os humanos ficaram mais achatados.
- [7:26] A maior mudança veio nos últimos 400 anos, quando os rostos passaram do crescimento facial para a frente para um crescimento retraído e recuado.
- [7:42] Cerca de 90% das pessoas agora têm crescimento facial recuado e achatado.
- [7:49] Quase todo crânio antigo fica acima de uma linha traçada a partir do topo das orelhas, enquanto cerca de 10% da população, ou 5% da população moderna, está abaixo dessa linha.
- [8:18] Quando o rosto cresce para trás e a boca fica menor, os dentes não têm para onde ir e nascem tortos.
Rostos e vias aéreas encolhendo
- [9:29] Bocas e rostos que encolhem afetaram a respiração porque as vias aéreas também encolhem.
- [9:35] O palestrante apresenta o que aconteceu com as vias aéreas humanas como a causa da apneia do sono, dos dentes tortos e da incapacidade de respirar direito.
- [9:49] Isso também é citado como uma das principais razões para muitos problemas crônicos.
- [9:55] Uma busca no PubMed encontrou cerca de 7,000 artigos mostrando os efeitos deletérios da apneia do sono.
- [10:08] O palestrante diz que descobrir tudo isso o deixou deprimido, mas fazia todo o sentido e não pode ser negado.
Estados alterados e respiração
- [10:19] Bocas que encolhem, respiração e flutuação não são tão desconexas quanto podem parecer.
- [10:33] O clipe é de Altered States, descrito como um dos maiores filmes já feitos, pelo menos sua primeira metade.
- [10:43] O filme acompanha um professor interpretado por William Hurt que flutua por longos períodos e volta no tempo, tornando-se um homem das cavernas primordial.
- [11:07] O filme trata a regressão a uma espécie pré-humana como algo realmente ruim; o desejo é permanecer em corpos modernos.
- [11:29] A espécie regredida tem um rosto enorme e largo, narinas enormes e dentes perfeitos.
- [11:41] Como ele conseguia respirar sem obstrução respiratória, nunca teve TDAH, fibromialgia, asma, hipertensão ou síndrome das pernas inquietas.
- [12:01] O palestrante pergunta como chegamos disso de volta àquilo.
Respirar para reduzir doenças crônicas
- [12:15] Mudar a estrutura esquelética é muito difícil e ninguém vai fazer isso.
- [12:20] O que você pode mudar é a forma como está respirando.
- [12:24] Otimizar as 20,000 respirações feitas todos os dias produz algo incrível.
- [12:33] Muitas doenças crônicas modernas podem ter os sintomas muito reduzidos, ou às vezes eliminados por completo.
Pesquisa sobre respiração e agradecimentos da conferência
- [12:46] O palestrante diz que certas pessoas já sabiam disso e que nós também podemos fazer isso.
- [12:55] O palestrante passou os últimos dois anos pesquisando para um livro sobre a arte e a ciência perdidas da respiração.
- [13:01] A pesquisa acompanha uma única inalação pelo nariz, boca, garganta, pulmões e até cada célula saudável.
- [13:08] O palestrante diz que tudo começa na boca e que isso é tudo o capítulo um, depois do qual as coisas ficam realmente estranhas.
- [13:18] O palestrante agradece a Ashkahn e ao resto da equipe do Float On por tê-lo convidado mais um ano.
- [13:30] O palestrante observa que não é toda conferência que apresenta palestras sobre reflexos de mergulho de mamíferos, a capacidade inata do corpo de se orientar pelo campo eletromagnético da Terra, ou desevolução oral.
- [13:42] O palestrante agradece às pessoas de mente livre por ouvirem e se despede.
[0:00] Tanya Cushman Revisor Nome do revisor Nome do revisor Muito obrigado. Então, alguns anos atrás, eu vim aqui e falei sobre a conexão do corpo humano com o oceano, como todos nós nascemos com esses reflexos de mergulho anfíbios que nos permitem mergulhar muito fundo por minutos e minutos a fio.
[0:30] E falei sobre as pessoas que aperfeiçoaram essas habilidades e as usaram, esses mergulhadores livres que estavam se conectando com o oceano, que estavam se conectando consigo mesmos e com os animais oceânicos. E eles estavam fazendo coisas assim. Estavam mergulhando cara a cara com tubarões. Estavam mergulhando com golfinhos. Estavam até tendo encontros com cachalotes. E ao longo do caminho, aprendi a mergulhar livremente. E a primeira coisa que aprendi sobre mergulho livre foi que tudo girava em torno da respiração. A única maneira de você prender a respiração por cerca de três a quatro minutos de cada vez e mergulhar algumas centenas de pés é se você soubesse respirar e otimizar cada respiração e fosse capaz de segurá-la de certas maneiras e de se acalmar e acalmar seu coração.
[1:15] Então a capacidade de prender a respiração e de mergulhar livremente, essas coisas estavam completamente conectadas. Eram uma coisa só. Mas eu continuava me perguntando: quais eram os outros benefícios de respirar dessa forma em terra firme? Bem, esses caras sabiam. Os iogues, eles entendiam que a respiração fazia absolutamente parte da saúde. Você não pode ter saúde antes de dominar a respiração. Então perguntei a alguns médicos se a forma como respiramos realmente importava. E a resposta que ouvi foi praticamente que não. Basicamente, respirar assim era o mesmo que respirar assim. O ponto era que só precisávamos colocar oxigênio em nós. Desde que não estivéssemos doentes, nossos corpos fariam o resto. Todos nós fomos construídos com esses mecanismos incríveis que nos permitem compensar se estivermos respirando rápido demais, lento demais ou profundo demais.
[2:12] Nossos corpos podiam fazer tudo e sempre manteriam a homeostase. Então desisti de pesquisar isso de qualquer forma real, mas continuei praticando todas essas diferentes técnicas de respiração que aprendi com os mergulhadores livres. E notei algo. Me senti muito melhor, tive muito mais energia, tive muito menos dores de cabeça, perdi algum peso. E então fiquei ainda mais interessado nisso apenas de um ponto de vista pessoal. E comecei algumas técnicas de respiração mais rigorosas e intensas. Isso se chama Sudarshan Kriya, onde você apenas senta com as pernas cruzadas e respira em certos padrões. E notei que em cerca de cinco minutos de tentar isso pela primeira vez, transpirei através da minha camiseta, transpirei através das minhas meias, através do meu jeans, meu cabelo estava molhado. Então, se a forma como respiramos não importasse, por que sentar parado e respirar em um padrão específico provocaria tal transformação no meu próprio corpo? Me daria tanta energia. Me faria
[3:14] suar assim. Então, obviamente, havia algo acontecendo aqui. Então comecei a conversar com mais alguns pesquisadores que me disseram que sim, a forma como respiramos era tudo. E eles estavam descobrindo que uma boa respiração era essencial para a saúde e a longevidade, e que uma respiração ruim era um problema que estava contribuindo para vários problemas diferentes. E a forma como respirávamos era, na verdade, em muitos aspectos, tão importante quanto o que comíamos. Absorvíamos cerca de 30 libras de ar para dentro e para fora dos nossos pulmões todos os dias. A forma como respirávamos também era tão importante quanto a quantidade de exercício que fazíamos. Então, essa boa respiração, que era muito boa, era muito saudável. A respiração ruim era realmente ruim. E, de fato, os maus hábitos respiratórios foram atribuídos a uma série de problemas crônicos. Hipertensão, depressão, sinusite crônica, refluxo ácido, todas essas coisas eram exacerbadas ou às vezes causadas por uma respiração ruim. Então percebi que tudo isso parece bastante maluco, mas tudo isso foi esclarecido por dezenas e
[4:19] dezenas de estudos diferentes ao longo de décadas e décadas. Então pensei em explorar um pouco mais. E ouvi dizer que a única maneira de realmente entender o que aconteceu conosco, por que respiramos tão mal agora, é entender nossa evolução. Então fui à Universidade da Pensilvânia, ao Museu de Antropologia e Arqueologia, onde eles têm uma das maiores coleções de crânios pré-industriais do mundo. E uma coisa que esses pesquisadores me disseram, eles disseram, se você vai entender a respiração, você tem que entender os mecanismos dela.
[4:51] E eles disseram, dos 5,400 diferentes mamíferos do planeta, por que os humanos são os únicos com dentes tortos? Se você olhar os chimpanzés, dentes perfeitos. Este senhor, o macaco Berberaph, dentes perfeitos. Mamíferos marinhos, adivinhe? Todos eles têm dentes perfeitos. Até minha cadela. Eu a imobilizei, tirei uma foto dos dentes dela, e eles eram perfeitos. Enquanto isso, isto é o que temos.
[5:22] Isso é bastante comum para jovens terem dentes assim. E se não fizermos nada a respeito, eles podem acabar assim. Então 80 a 90 por cento de nós temos dentes tortos. Por quê? então a próxima pergunta que eles me fizeram, eles disseram, dos 5,400 diferentes mamíferos, por que os humanos são os únicos que têm apneia do sono, por que somos os únicos que roncam, alguns buldogues roncam, mas além disso, os humanos são os únicos, 50% de nós roncam e um quarto de nós sofre de apneia do sono, então por que, por que isso aconteceria, eu sempre pensei que dentes tortos, eu pensava que isso era um problema genético, mas então pensei um pouco mais e meus pais tinham dentes ótimos e eu tinha dentes horríveis. Então pensei, hã, apneia do sono, isso é sempre um problema associado à obesidade, mas na verdade não é. Dezenas de milhões de pessoas magras e com peso normal também têm apneia do sono.
[6:14] Então as respostas, eles me disseram, estão nos crânios humanos. E ao olhar para a evolução, tudo isso se torna claro. Isto é como éramos há cerca de um milhão de anos. Então você pode ver como o rosto é largo. Se você pudesse ver a boca dele, seria enorme, uma cavidade nasal enorme aqui há cerca de 300,000 anos. Parecia praticamente o mesmo, um pouco mais magro, um pouco mais esguio, ainda uma cavidade nasal enorme. Você pode ver os dentes restantes dele aqui perfeitamente retos. Há cerca de 10,000 anos, éramos assim. Muito mais magro no rosto, ainda bastante largo, uma cavidade nasal menor e saudável. Se você comparar com o Neandertal com um humano, o Neandertal está à direita, é claro. Você pode ver esse crescimento facial para frente, esse crescimento facial prognático aqui. Esse cara podia respirar tão facilmente, enquanto os humanos estavam ficando cada vez mais achatados. Nos últimos 10,000 anos, foi aí que as coisas ficaram realmente loucas.
[7:09] Isto é como éramos há cerca de 8,000 anos. Isto é há cerca de 2,000 anos. E chegando aqui está como éramos há cerca de 300 a 400 anos. Então você vê o quanto nossos rostos ficaram mais magros e mais longos. Mas de longe, a maior mudança aconteceu nos últimos 400 anos. Foi quando passamos de todos ter esse crescimento facial para frente para ter esse crescimento facial retruído e recessivo. Então isso é há cerca de 300 anos, isso é há cerca de 200 anos, e agora cerca de 90% de nós temos um crescimento facial que é recessivo e plano, muito parecido com o meu.
[7:49] Então, se você traçasse uma linha do topo das orelhas e uma linha perpendicular na frente dela, quase todos os crânios antigos estão acima dessa linha. E agora cerca de 10% da população, ou 5% da população moderna, está abaixo dessa linha, às vezes bem abaixo dela. Então aqui está outra maneira de olhar para isso. Esta mulher representa o tipo de crescimento facial que tínhamos há cerca de 500 anos. Conforme os séculos passam, ela começa a representar onde estamos agora. Então, o que acontece quando seu rosto cresce para trás e sua boca fica menor?
[8:24] Os dentes não têm para onde ir. Então eles nascem tortos. Eles têm que lutar por espaço. Não há espaço para eles. Há cerca de 300,000 anos, este é o esqueleto humano mais antigo que temos. Veja os dentes dele. É perfeito. então esta é uma espécie pré-humana, dentes perfeitos mais uma vez, então esses caras não tinham dentistas, não tinham aparelhos, não tinham headgear ou ortodontistas ou, você sabe, scope ou invisalign e todos eles tinham dentes perfeitos, então embora possa parecer que não estou aqui para falar sobre odontologia, não estou aqui para falar sobre os méritos do crescimento facial, hum, você sabe, todo mundo é bonito à sua maneira. Esse cara tem falado sobre essas coisas por 60 anos e ninguém o ouviu. Nos últimos 10 anos, este é John Mew, nos últimos 10 anos pesquisadores estão descobrindo que ele estava quase inteiramente certo. Seu filho Mike Mew agora está fazendo algumas pesquisas incríveis. Assim como Ted Belfour e Marianna Evans e assim por diante. Mas o que estou aqui para falar é como tudo isso
[9:29] encolhendo em nossas bocas e rostos afetou nossa respiração. Porque adivinhe o que mais encolhe? nossas vias aéreas. Então o que você está vendo agora é o que aconteceu com as vias aéreas nos humanos. É por isso que temos apneia do sono. É por isso que temos dentes tortos. É por isso que não conseguimos respirar direito. E é também por isso que uma das principais razões pelas quais temos tantos problemas crônicos. Acabei de procurar apneia do sono em um bom amigo PubMed aqui, e há cerca de 7,000 artigos diferentes mostrando os efeitos deletérios da apneia do sono. Então vocês estão deprimidos ainda? Porque eu certamente estava quando descobri tudo isso, mas fazia tanto sentido. Você simplesmente não pode negar. Mas percebo que estou aqui em uma conferência de flutuação. Pessoas vieram de todo o mundo para estar aqui para falar sobre flutuação. E eu asseguro que bocas encolhendo e respiração não estão tão dissociadas da flutuação como pode parecer agora.
[10:31] E vou lhes dizer por quê. Porque agora você está vendo um clipe de um dos maiores filmes já feitos, pelo menos a primeira metade dele. Este é, claro, Altered States. Sim. Então, todo esse filme é sobre um professor interpretado por William Hurt, que flutua por longos períodos de tempo e volta no tempo, torna-se um homem das cavernas primordial. Aqui está ele, é EEG, ele está enlouquecendo, você vai ver esse braço peludo e assustador saindo daqui.
[11:02] Ele é revertido para uma espécie pré-humana. Agora todo esse filme é baseado no fato de que isso é realmente ruim. Não queremos involuir. Queremos estar em nossos corpos modernos. Queremos ser quem somos agora. Então você vai ver, eles até mostram ele, quero dizer, aqui está ele em Boston. Ele está jogando coisas em cachorros. Tipo, é uma má notícia. Ele não sabe o que fazer. Mas se você parar este filme aqui e realmente olhar para esse cara dessa espécie involuída, você vai notar bem aqui, rosto enorme e largo.
[11:41] Ele tem narinas enormes, dentes perfeitos. Então ele nunca teve TDAH ou fibromialgia ou asma ou hipertensão ou síndrome das pernas inquietas porque ele podia respirar. Ele não tinha respiração obstruída. Então, como voltamos disso para aquilo? E como voltamos disso para aquilo? E disso, de volta para aquilo.
[12:15] Então mudar sua estrutura esquelética, isso é realmente difícil, e ninguém vai fazer isso. Mas o que você pode fazer é mudar a maneira como está respirando. E ao otimizar as 20,000 respirações que você dá todos os dias, algo incrível acontece. Muitas dessas doenças crônicas modernas, você pode reduzir muito os sintomas, ou às vezes pode se livrar delas completamente. Então esses são os fatos. Esse cara sabia tudo sobre isso.
[12:50] Esses caras sabem tudo sobre isso. E nós podemos fazer isso também. Então isso é o que descobri nos últimos dois anos pesquisando um livro sobre a arte e a ciência perdidas da respiração, seguindo uma única inalação enquanto ela faz seu caminho através de nossos corpos, através de nossos narizes, através de nossa boca, descendo nossa garganta, para dentro de nossos pulmões, para dentro de cada célula saudável do nosso corpo. Tudo começa aqui na nossa boca. Este é todo o capítulo um. E depois disso é onde as coisas ficam realmente estranhas. Antes de me dividir aqui, só quero dizer muito obrigado a Ashkahn e ao resto da equipe do Float On por me receberem aqui mais um ano para falar sobre todas essas coisas estranhas em que estou trabalhando. Porque não é toda conferência que tem alguém subir aqui e falar sobre reflexos de mergulho de mamíferos, a habilidade inata do corpo humano de se orientar pelo campo eletromagnético da Terra, ou sobre a desevolução oral.
[13:42] Então agradeça a eles. Agradeça a todos vocês, pensadores livres, por ouvirem. Tudo bem, cuidem-se.
Ver a transcrição original em inglês
[0:00] Tanya Cushman Reviewer Reviewer's Name Reviewer's Name Thanks a lot. So a couple of years ago, I came here and talked about the human body's connection to the ocean, how we're all born with these amphibious dive reflexes that allow us to dive very deep for minutes and minutes at a time.
[0:30] And I talked about the people who had honed these abilities and used it, these freedivers who were connecting with the ocean, who were connecting with themselves and with oceanic animals. And they were doing stuff like this. They were diving face to face with sharks. They were diving with dolphins. They were even having encounters with sperm whales. And along the way, I learned how to freedive. And the first thing I learned about freediving was that it was all about breathing. The only way that you can hold your breath for about three to four minutes at a time and dive down a few hundred feet is if you knew how to breathe and optimize each breath and were able to hold it in certain ways and to calm yourself and to calm your heart.
[1:15] So the ability to hold your breath and to freedive, those were completely connected. They were one thing. But I kept wondering, what were the other benefits of breathing this way on dry land? Well, these guys knew it. Yogis, they understood that respiration was absolutely part of health. You can't have health before you master respiration. So I asked a few doctors if how we breathe really mattered. And the answer I heard was pretty much, it didn't. Basically, breathing like this was the same as breathing like this. The point was we just needed to get oxygen into us. As long as we weren't diseased, our bodies would do the rest. We were all built with these amazing mechanisms that allow us to compensate if we're breathing too fast or too slow or too deep.
[2:12] Our bodies could do everything and they would always maintain homeostasis. So I gave up researching this in any real way, but I kept practicing all of these different breathing techniques I learned from the freedivers. And I noticed something. I felt a lot better, had a lot more energy, got a lot fewer headaches, I lost some weight. And so I got even more interested in this just from a personal standpoint. And I started some more stringent and intense breathing techniques. This is called Sudarshan Kriya, where you just sit cross-legged and you breathe in certain patterns. And I noticed within about five minutes of trying this for my first time, I sweated through my t-shirt, I sweated through my socks, through my jeans, my hair was wet. So if how we breathe didn't matter, why would sitting stationary and breathing in a specific pattern elicit such a transformation in my own body. Give me so much energy. Make me
[3:14] sweat like this. So obviously there was something going on here. So I started talking to some more researchers who told me that yes how we breathe was everything And they were discovering that good breathing was essential to health and longevity and poor breathing was a problem that was contributing to a bunch of different problems. And how we breathed was actually in many ways as important to what we ate. We took in about 30 pounds of air in and out of our lungs every day. How we breathed was also as important as how much we exercised. So this good breathing, that was very good, it was very healthy. Poor breathing was really bad. And as a matter of fact, poor breathing habits were attributed to a number of chronic problems. Hypertension, depression, chronic sinusitis, acid reflux, all of these things were either exacerbated or sometimes caused by poor breathing. So I realize this all sounds pretty wacko, but this was all clarified by dozens and
[4:19] dozens of different studies over decades and decades. So I thought I'd explore it a little more. And I heard that the only way to really understand what has happened to us, why we breathe so poorly now, is to understand our evolution. So I went to the University of Pennsylvania, to the Anthropology and Archaeology Museum, where they have one of the largest collections of pre-industrial skulls in the world. And one thing these researchers told me, they said, if you're going to understand breathing, you have to understand the mechanisms of it.
[4:51] And they said, of the 5,400 different mammals on the planet, why are humans the only ones with crooked teeth? If you look at chimpanzees, perfect teeth. This gentleman, the Berberaph macaque, perfect teeth. Marine mammals, guess what? They all have perfect teeth. Even my dog. I pinned her down, took a picture of her teeth, and they were perfect. Meanwhile, this is what we have.
[5:22] This is pretty common for young people to have teeth like this. And if we don't do anything about it, they can end up like this. So 80 to 90 percent of us have crooked teeth. Why? so the next question they asked me they said of the 5,400 different mammals why are humans the only ones who have sleep apnea why are we the only ones that snore some bulldogs snore but beyond that humans are the only ones 50% of us snore and a quarter of us suffer from sleep apnea so why why would this happen I've always thought that crooked teeth I thought that this was a genetic problem but then I thought about a little more and my parents had great teeth and I had awful teeth. Then I thought, huh, sleep apnea, that's always a problem associated with obesity, but it's actually not. Tens of millions of skinny and normal weight people also have sleep apnea.
[6:14] So the answers, they told me, are in the human skulls. And by looking at evolution, all of this becomes clear. This is what we looked like about a million years ago. So you can see how broad the face is. If you could see his mouth, it would be huge, enormous nasal cavity here about 300,000 years ago. Looked pretty much the same, little skinnier, little slimmer, still a huge nasal cavity. You can see his remaining teeth here perfectly straight. About 10,000 years ago, we looked like this. A lot skinnier in the face, still pretty broad, healthy smaller nasal cavity If you compare it to Neanderthal with a human Neanderthal is on the right of course You can see this forward facial growth this pronathic facial growth here This guy could breathe so easily whereas humans were getting flatter and flatter. In the last 10,000 years, here's where things got really crazy.
[7:09] This is how we looked like about 8,000 years ago. This is about 2,000 years ago. And coming up here is how we looked about 300 to 400 years ago. So you see how much skinnier and how much longer our faces have become. But by far, the biggest change happened in the last 400 years. That's when we went from all having this forward facial growth to having this retruded and recessed facial growth. So that's about 300 years ago, that's about 200 years ago, and now about 90% of us have a facial growth that is recessed and flat, much like mine.
[7:49] So if you drew a line from the top of the ears and a perpendicular line in front of it, almost every single ancient skull is above that line. And now about 10% of the population, or 5% of the modern population, is below that line, sometimes way below it. So here's another way of looking at it. This woman represents the sort of facial growth that we had about 500 years ago. As the centuries pass, she starts representing where we are now. So what happens when your face grows backwards and your mouth grows smaller?
[8:24] Teeth have nowhere to go. So they come in crooked. They have to fight for space. There's no room for them. About 300,000 years ago, this is the oldest human skeleton that we have. Check out its teeth. It's perfect. so this is a pre-human species perfect teeth once again so these guys didn't have dentists they didn't have braces they didn't have headgear or orthodontists or um you know scope or invisalign and they all had perfect teeth so although it may seem like i'm not here to talk about dentistry i'm not here to talk about the merits of facial growth um you know everyone is beautiful in his or her own way. This guy has been talking about this stuff for 60 years and no one has listened to him. The last 10 years, this is John Mew, last 10 years researchers are finding that he's been almost entirely true. His son Mike Mew is now doing some amazing research. So is Ted Belfour and Marianna Evans and on and on and on. But what I'm here to talk about is how all of this
[9:29] shrinking in our mouths and our faces has affected our breathing. Because guess what else shrinks? are airways. So what you're seeing right now is what has happened to the airways in humans. This is why we have sleep apnea. This is why we have crooked teeth. This is why we can't breathe right. And this is also why one of the main reasons why we have so many chronic problems. I just looked up sleep apnea on a good friend PubMed here, and there's like 7,000 different articles showing the deleterious effects of sleep apnea. So are you guys depressed yet? Because I certainly was when I discovered all of this, but it made just such perfect sense. You just can't deny it. But I realize I'm here at a float conference. People have come from all over the world to be here to talk about floating And I assure you that shrinking mouths de and breathing aren as disassociated from floating as it may seem right now
[10:31] And I'm going to tell you why. Because right now you are seeing a clip from one of the greatest films ever made, at least the first half of it. This of course is Altered States. Yes. So, this whole film is about a professor played by William Hurt, who floats for extended periods of time and goes back in time, becomes a primordial caveman. Here he is, he's EEG, he's going crazy, you're going to see this hairy, creepy arm coming out of here.
[11:02] He is reverted back to a pre-human species. Now this whole film is predicated on the fact that this is really bad. We don't want to devolve. We want to be in our modern bodies. We want to be who we are now. So you're going to see, they even show him, I mean, here he is in Boston. He's throwing stuff at dogs. Like, it's bad news. He doesn't know what to do. But if you stop this film here and really take a look at this guy of this devolved species, you're going to notice right here, huge wide face.
[11:41] He's got enormous nostrils, perfect teeth. So he never had ADHD or fibromyalgia or asthma or hypertension or restless leg syndrome because he could breathe. He didn't have obstructed breathing. So how do we get from this back to that? And how do we get from this back to that? And from this, back to that.
[12:15] So changing your skeletal structure, that's really hard, and no one's going to do that. But what you can do is change the way you're breathing. And by optimizing the 20,000 breaths you take every day, something amazing happens. So many of those modern chronic diseases, you can either greatly reduce the symptoms, or in some times you can get rid of them entirely. So these are the facts. This guy knew all about it.
[12:50] These guys know all about it. And we can do it too. So this is what I've discovered over the last couple of years researching a book on the lost art and science of breathing following a single inhale as it makes its way through our bodies, through our noses, through our mouth, down our throat, into our lungs, into every healthy cell of our body. It all starts here in our mouth. This is all chapter one. And after this is where things get really weird. Before I split here, I just want to say thank you so much for Ashkahn and the rest of the Float On crew for having me up here yet another year to tell you about all this weird crap I'm working on. Because it's not every conference that has someone come up here and talk about mammalian dive reflexes, the human body's innate ability to home in on the Earth's electromagnetic field, or about oral de-evolution.
[13:42] So thank them. Thank all you free-thinking people for listening. All right, take care.
Abrir no ambiente de trabalho do Vidleaf
Pesquise a transcrição, selecione linhas, copie citações com carimbos de data/hora, traduza.
Atribuição
"A Arte e a Ciência Perdidas da Respiração - James Nestor | Conferência Float 2018" por Conferência Float (https://www.youtube.com/@floatconference), licenciado sob CC BY 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/). Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=-WWDqKljmCU. Esta página é uma transcrição em texto do vídeo com quebras de parágrafo e carimbos de data/hora adicionados; o criador não é afiliado e não endossa o Vidleaf. O Vidleaf adicionou pontuação por IA e um resumo gerado por IA; o texto original permanece disponível nesta página.
Você é o criador ou detentor de direitos? Solicite uma correção ou remoção: copyright@vidleaf.app (veja Sobre estas páginas).
Última atualização
Todas as páginas de transcriçãoFerramenta de transcrição do YouTube