TRANSCRIÇÃO · CC BY 3.0

Painel de Discussão sobre Serviços Ecossistêmicos

Tradução automática para o português do Brasil. Gerada e salva em 2026-10-23. Pode conter erros; confira os termos e as citações na versão em inglês e no vídeo original. Os horários são os mesmos da fonte. A transcrição original em inglês está disponível abaixo.

Um painel sobre serviços ecossistêmicos examina a restauração de áreas úmidas, a contabilidade ambiental, a reputação corporativa e os trade-offs no planejamento da conservação.

Miistakis Institute · Publicado em · 16 min · Inglês · Licença: CC BY 3.0 · Fonte: assista no YouTube

Fonte da transcrição: reconhecimento automático de fala no Vidleaf (pode conter erros). Pontuação por IA adicionada pelo Vidleaf; redação original e âncoras de timestamp mantidas. A transcrição original está disponível abaixo.

Resumo gerado por IA

Este painel sobre serviços ecossistêmicos conecta o planejamento ambiental com as premissas usadas para atribuir valor. Os palestrantes discutem a restauração de áreas úmidas, a reputação corporativa, a licença social e a contabilidade ambiental, e então consideram como os preços atuais podem deixar de fora a escassez futura e os efeitos cumulativos. A discussão final questiona as práticas de desconto e as contrasta com perspectivas que enfatizam abundância, compartilhamento e relações com a terra. A sessão oferece um debate sobre as ferramentas usadas para tomar decisões, em vez de uma única fórmula de valoração. As passagens vinculadas preservam o contexto por trás dos exemplos dos palestrantes e de suas preocupações com o bem-estar de longo prazo.

Pontos-chave

  • [0:21] A restauração de áreas úmidas ilustra os trade-offs entre medidas financeiras e consequências ambientais mais amplas.
  • [8:47] A contabilidade ambiental levanta questões sobre quais efeitos as medidas convencionais tornam visíveis.
  • [12:23] Valorar um habitat apenas nas condições atuais pode deixar a escassez futura e a mudança cumulativa sem contabilização.

Gerado a partir da transcrição. Verifique as passagens vinculadas em relação ao vídeo original. Resumo e pontos-chave revisados pelo Vidleaf em 2026-10-21.

Visão geral completa

A palestra aborda os serviços ecossistêmicos de áreas úmidas e os trade-offs de planejamento, a reputação corporativa e a licença social, a contabilidade ambiental e como valorar escassezes futuras na conservação. O conselho do Condado de Rocky View estava interessado na abordagem de serviços ecossistêmicos principalmente de uma perspectiva de restauração, querendo dólares de compensação para restaurar áreas úmidas, e a palestrante observa que o condado vê cifras em dólares e receita tributária, mas não as consequências não intencionais. Sobre reputação, a palestrante se baseia em anos de ensino e no trabalho inicial com as diretrizes da GRI, argumentando que não há razão convincente para ser uma boa empresa, embora boas empresas tratem marca, reputação e valor do cliente ao longo da vida como algo que vale ouro. A licença social é difícil de medir, e as empresas costumam ser motivadas pelo risco setorial em vez de sua própria marca, já que a má atuação agregada poderia fechar todo o setor de areias betuminosas. A palestrante cita a demonstração ambiental de P&L da PUMA e o primeiro relatório integrado da ENI, e argumenta que a contabilidade não mudou em 500 anos. Sobre conservação, ela adverte que precificar a perda de áreas úmidas ou de habitat em termos do estado atual do mundo deixa o risco futuro do desenvolvimento vindouro sem valor, e que os efeitos cumulativos envolvem limiares que não estamos descobrindo como pagar ao longo do caminho. Ela encerra sobre o desconto do futuro, contrastando construtores de catedrais que usavam taxas de juros negativas com povos das Primeiras Nações que não descontavam o futuro. O segmento argumenta que as ferramentas atualmente em uso levam a decisões que literalmente descontam o futuro e o valor de coisas significativas para o bem-estar humano, e que precisamos voltar e examinar as ferramentas e premissas com que estamos trabalhando. Isso é contrastado com a cultura das Primeiras Nações, em que a ênfase estava na abundância, no potlatch, na doação, no compartilhamento e em sentar em círculo, e estar na terra não era considerado trabalho, mas vida. Também observa que nem sabemos o que é dinheiro, deixando a plateia para pensar sobre o que é dinheiro.

Resumos de capítulos com carimbos de tempo

Serviços ecossistêmicos de áreas úmidas e trade-offs de planejamento

  • [0:21] O conselho do Condado de Rocky View estava interessado na abordagem de serviços ecossistêmicos principalmente de uma perspectiva de restauração, querendo dólares de compensação para restaurar áreas úmidas.
  • [0:53] O interesse pode correr na direção oposta à que o ouvinte procura.
  • [1:04] Importa se uma questão de qualidade da água é claramente compreendida por um grupo de pessoas, já que um único baterista não basta.
  • [1:15] Demonstrar os valores econômicos do desenvolvimento ao lado do que pode ser perdido pode provocar a discussão sobre consequências não intencionais, e nem sempre precisa ser dado ou um estudo científico.
  • [1:46] O condado vê cifras em dólares e receita tributária, mas não as consequências não intencionais, então essa pode ser uma área para focar, embora exija uma plateia disposta.
  • [2:23] Toda decisão de política ou orçamento deveria ser questionada sobre seu impacto esperado no bem-estar, o que exige um compromisso com a contabilidade de custo total.
  • [3:04] Os governos não fazem orçamento com base em um resultado final de bem-estar.
  • [3:19] Os planejadores seguem uma hierarquia de mitigação, mas geralmente não há base para impedir um desenvolvimento e é necessária orientação superior para determinar se se deve forçar um.
  • [3:45] Questões legais, como se todos os desenvolvedores foram tratados de forma justa, desafiam os municípios e podem explicar por que isso acontece com tanta frequência.
  • [3:54] Revisar a proposta de desempenho e dialogar sobre a incorporação de externalidades poderia influenciar como um projeto é desenvolvido ou mantido, mesmo que siga adiante.

Definindo uma boa empresa e reputação

  • [4:25] A palestrante ensinou este tópico por 10 anos na U of A e o estrutura em torno da reputação.
  • [4:44] A palestrante trabalhou nas primeiras diretrizes da GRI anos atrás, que foram uma boa tentativa de definir uma empresa sustentável.
  • [4:53] Métricas como melhor lugar para trabalhar no Canadá, o conjunto de dados de desempenho ambiental da Bloomberg e os Corporate Knights Awards podem ser combinados para avaliar empresas.
  • [5:04] A tecnologia ficou em segundo lugar nos Corporate Knights Awards, o que a palestrante questiona.
  • [5:13] A tecnologia pode ficar bem classificada porque alcança algum nível de desempenho que é sua vantagem comparativa em relação a outras indústrias, como as empresas de recursos.
  • [5:33] Não há renovação da licença para operar com base nesse desempenho, já que os documentos legais corporativos não definem nada sob o melhor interesse.
  • [5:56] Não há razão convincente para ser uma boa empresa, mas boas empresas sabem que marca, reputação e valor do cliente ao longo da vida valem ouro e deveriam estar no balanço.

Licença social e comportamento corporativo

  • [6:19] A Nação Tunaha, na região de Cranbrook, com a cidade de Invermere, a Nature Conservancy e a Columbia Basin Trust, estabeleceu uma relação para reservar terras para valores ecológicos enquanto ainda mantinha opções de mineração.
  • [6:30] A palestrante aponta empresas e alavancas, citando a Walmart como exemplo de liderar pelo bom exemplo.
  • [6:46] Muitas empresas falam em valor compartilhado, mas nas conversas da palestrante as empresas veem a licença social para operar como um possível fator limitante para ganhar dinheiro, seja por meio de crescimento ou de novos projetos.
  • [7:04] A Plains Midstream perdeu sua licença para operar quando a Seção 22 foi emitida no ano passado, e enfrentou restrições e limitações na vazão do oleoduto.
  • [7:15] A Plains Midstream teve que investir em pessoas e sistemas de gestão e mudar completamente como conduz seu negócio, e foi preciso esse nível de investimento para recuperar a licença.
  • [7:25] Tudo se resume ao que você está tentando alcançar, o que pode estar limitando e o que você precisa colocar em prática para obter a aprovação das partes interessadas sobre como você opera seu negócio.

Licença social e pressão setorial

  • [7:38] Medir a licença social é difícil, e qualquer métrica pode ser escolhida para medir qualquer coisa.
  • [7:46] A licença social pode motivar o comportamento de maneiras interessantes.
  • [7:54] As empresas costumam ser motivadas pelo setor em vez de sua própria marca, já que a má atuação agregada poderia fechar todo o setor de areias betuminosas, afetando a Shell e todos.
  • [8:07] Isso levou a uma pressão enorme sobre o governo para mudar políticas e impor políticas reguladas a todo o setor.
  • [8:16] Isso se afasta de empresas agindo de forma voluntária.
  • [8:21] Mesmo que as empresas invistam voluntariamente, há um grande risco de que todas afundem se as outras não seguirem o exemplo ou pegarem carona nelas.
  • [8:24] As empresas agora estão muito conscientes desse risco.

Contabilidade ambiental e dados cidadãos

  • [8:47] Em alguns casos, não sabemos o que não sabemos, então precisamos colocar a mão na massa, começando com algo como a demonstração ambiental de P&L da PUMA.
  • [8:58] A palestrante gostaria de trabalhar com uma empresa de petróleo e gás para descobrir como seria a divulgação de uma demonstração de P&L desse tipo.
  • [9:04] A ENI divulgou seu primeiro relatório integrado no ano passado, um olhar holístico sobre múltiplos capitais, embora poucas empresas de petróleo e gás o tenham feito.
  • [9:20] A palestrante ficaria encorajada se uma empresa ou consórcio se reunisse para descobrir como poderia ser uma demonstração de P&L de petróleo e gás.
  • [9:30] Trabalhar com pessoas internas de GIS em pequenos aplicativos permite monitoramento como contagem de pássaros e cidadãos coletando dados enviados para a nuvem.
  • [10:00] O 1.0 precisa estar no domínio do cidadão, não deixado com o governo, porque são necessárias evidências para respaldar declarações públicas controversas.
  • [10:43] A palestrante argumenta que nada mudou na contabilidade por 500 anos e ainda estamos em 1.0, sem agir com base em princípios contábeis básicos.
  • [11:05] A palestrante argumenta que muito do que está sendo feito é inventar coisas e jogar números por aí, e acreditamos em números como o PIB enquanto estamos sem noção.

Valorando escassezes futuras na conservação

  • [12:05] A palestrante está interessada em como trazer formas de valorar escassezes futuras para uma troca de conservação.
  • [12:13] Ela diz que não precisamos nos preocupar em contar penas em periquitos, mas precisamos ficar de olho em futuras escassezes.
  • [12:23] Se a perda de zonas úmidas ou de habitat for precificada em termos do estado atual do mundo, o risco futuro do desenvolvimento vindouro não é valorizado.
  • [12:41] Efeitos cumulativos envolvem limiares e um ponto final, mas não estamos descobrindo como pequenas mudanças chegam lá e fazendo todos pagarem.
  • [12:54] O resultado é que vamos chegar ao limite e então ou fechamos a indústria ou ultrapassamos onde queremos estar.
  • [13:09] Ela argumenta que podemos vender verde em um mercado futuro e contratos de opções, e pergunta por que isso não pode ser feito com ecossistemas.
  • [13:19] A discussão precisa abordar qual é o dever básico de cuidado, tanto agora quanto no futuro.
  • [13:19] A Audubon Society divulgou um relatório naquela manhã constatando que metade das aves da América do Norte está em sérios problemas.
  • [13:53] Estabelecer um dever básico de cuidado é assustador do ponto de vista governamental porque significa dizer aos proprietários de terras o que se espera, o que não tem sido feito muito ao longo do tempo.
  • [14:13] Discussões sobre equidade intergeracional são necessárias, e Alberta é descrita como o lugar perfeito para elas.

Descontando o Futuro e os Valores das Primeiras Nações

  • [14:35] O valor presente líquido é calculado descontando o futuro, como qualquer pessoa que estudou finanças sabe.
  • [14:43] Na Idade das Trevas, construtores de catedrais que passavam 200 anos ao longo de talvez quatro gerações de pedreiros usavam taxas de juros negativas em seu valor presente líquido.
  • [14:54] Construir catedrais que levam 200 anos significa valorizar o futuro e dedicar o tempo.
  • [15:00] As Primeiras Nações não descontavam o futuro, como mostrado pelo potlatch e pelo cinto de wampum que representa toda a riqueza material.
  • [15:09] As ferramentas que estão sendo usadas levam a decisões que literalmente descontam o futuro e o valor de coisas significativas para o bem-estar humano.
  • [15:19] Precisamos voltar e examinar as ferramentas e suposições com as quais estamos trabalhando.
  • [15:30] Na cultura das Primeiras Nações, tratava-se de abundância, potlatch, presentear, compartilhar e sentar em círculo, e estar na terra não era considerado trabalho, mas vida.
  • [15:41] Nem sabemos o que é dinheiro, e o público fica pensando sobre o que é dinheiro.

[0:00] ♪♪♪ Então, curiosamente, eu me apresentei ao conselho no Condado de Rocky View e eles ficaram bastante interessados na abordagem de serviços ecossistêmicos, porque para eles eu acho que, para ser honesto, o interesse deles era mais de uma perspectiva de restauração, então eles poderiam obter alguns dos dólares de restauração, quando uma zona úmida é destruída e há um cheque de compensação, isso poderia ir para realmente restaurar zonas úmidas no Condado de Rocky View, onde eles poderiam estar obtendo alguns desses serviços ecossistêmicos que estão se desenvolvendo para isso. Então há algum interesse, mas provavelmente é o caminho oposto ao que você estava procurando. Uma das coisas que me interessa, ou que eu descobri, é: está claro qual é o problema? Então sim, há dólares de impostos de desenvolvimento.

[1:04] uh... mas qual é o outro lado disso, então está claro se há um problema de qualidade da água, existe um grupo de pessoas que entende que há um problema, porque se você, caso contrário, se você conseguir apenas o baterista solitário batendo o tambor, vai ser realmente difícil. Mas se houver qualquer maneira de demonstrar: aqui estão os valores econômicos que você obtém do desenvolvimento, MAS AQUI ESTÃO AS COISAS QUE PODEM SE PERDER. como podemos mudar ou modificar ou perder. E nem sempre precisa ser dados. Você não precisa fazer um estudo científico sobre exatamente o que vai mudar no fósforo e tal. Se você puder ter um diálogo que mostre a mudança, a cadeia de mudanças, às vezes trazer isso à tona é suficiente para ter uma discussão para dizer: "Espere um minuto. Quais são as consequências não intencionais?"

[1:44] Porque parece que agora o condado vê os números em dólares e a receita de impostos, mas nenhuma das consequências não intencionais. E então, infelizmente, você tem que ter uma discussão disposta sobre isso, mas parece que as consequências não intencionais não estão claras. E essa pode ser uma área onde você quer se concentrar. Pelo menos é o que fazemos. Mas, novamente, você precisa ter esses públicos dispostos, certo? Então você tem que encontrar algo... que o conselho considere importante. E se for um aumento nos custos de qualidade da água devido a mudanças no uso de zonas úmidas, isso pode fazer parte.

[2:18] Sempre que você estiver tomando uma decisão, não importa qual decisão, sobre política ou orçamento, você pode se perguntar: qual é o impacto esperado no bem-estar de qualquer coisa que fizermos? Como isso afetará? Nos meus sonhos mais loucos, se tivéssemos um balanço, poderíamos realmente ir até esse balanço e responder a essa pergunta. Tem que haver um compromisso, eu acho, com a contabilidade de custo total. Mas se essa pergunta sobre o impacto no bem-estar estiver em jogo, ela nos leva por esse caminho de uma conversa sobre o que importa e eu acho que mesmo sem a valoração nela, temos a capacidade de descobrir essas coisas, fazer as compensações e no final ir dormir à noite dizendo, você sabe, fizemos o melhor em termos de discernimento.

[3:00] quais serão esses impactos. Mas eu sei que, você sabe, os governos não orçam com base em um resultado final de bem-estar. Então temos que cortar um pouco aqui. Só tenho mais uma coisa a acrescentar a isso. E é que, uma vez que se chega à decisão de um planejador, Julian já se referiu a isso, tipo, os planejadores passam por essa hierarquia de mitigação, então o desenvolvedor pode evitar e... Mas geralmente não há nenhuma base para impedir um desenvolvimento.

[3:30] e geralmente deve haver alguma orientação superior dada aos planejadores para determinar se eles devem forçar um desenvolvimento a prosseguir e há um monte de questões legais que seriam desafiadoras para os planejadores nos municípios, incluindo: você tratou todos os desenvolvedores de forma justa? Então há todo tipo de coisas uh... com as quais teríamos que nos preocupar, e eu acho que é por isso que isso acontece com tanta frequência. Se pudesse haver, você sabe, uma revisão da proposta de desempenho e tentar estabelecer um diálogo com eles sobre como incorporar algumas dessas externalidades, mesmo que o projeto vá em frente, talvez em como eles realmente fazem o desenvolvimento ou o mantêm a longo prazo, você poderia realmente influenciar isso.

[4:12] ♪♪♪ Obrigado por essa pergunta. É algo que ensinei por 10 anos na U of A. E para mim, é tudo uma questão de reputação. Se eu olhasse para a única coisa que olhamos como... chamamos de boa empresa. como poderia ser uma boa empresa?

[4:44] Eu trabalhei nas diretrizes da GRI. anos atrás, as primeiras diretrizes. E foi uma boa tentativa de definir como poderia ser uma boa empresa sustentável. Mas se eu olhar para métricas como, você sabe, o melhor lugar para trabalhar no Canadá ou o conjunto de dados de desempenho ambiental da Bloomberg. E eu juntar tudo isso. Eu teria que-- e eu olho para os Prêmios Corporate Knights deste ano para as melhores empresas, MEC, tech, Tech número dois. O quê? Como a tech pode ser número dois? Bem, porque eles obviamente alcançam algum nível de desempenho que eu acho que é sua vantagem comparativa em relação a outras indústrias.

[5:23] empresas de recursos e então eu olharia como um cara de medição quais são as características da tech e seu comportamento interno que claramente lhes dá uma você sabe não há renovação de licença para operar com base nesse desempenho certo, porque as corporações eu fui explicado por estudantes de negócios você olha os documentos legais das corporações em uma das seções do documento legal chamada melhor interesse, nada é definido nessa seção. advogados dirão para nem colocar responsabilidade fiduciária lá, então não há razão convincente para ser uma boa empresa, mas boas empresas sabem que marca e reputação e valor do cliente ao longo da vida valem ouro, e isso deveria estar no balanço.

[6:09] Então essas questões de operação socialista são difíceis. Eu faria. mas eu olho para o comportamento, olho para os recursos da tech, o que eles fizeram com a Nação Tunaha na área de Cranbrook com a cidade de Invermere. com a Nature Conservancy e a Columbia Basin Trust, eles estabeleceram um relacionamento para reservar algumas dessas terras para valores ecológicos em harmonia com ainda obter as opções de mineração. então novamente nós apenas olhamos, eu acho que há um comportamento querer apontar para aquelas empresas dizer, você sabe que você conhece alavancas e até mesmo a estrela do Walmart eu diria liderar pelo bom exemplo. Estou ouvindo muitas empresas falarem sobre valor compartilhado, que é uma conferência totalmente diferente.

[6:51] se você quisesse falar sobre isso. Mas realmente, na minha mente, nas conversas que estou tendo, as empresas estão olhando para a licença social para operar como quais são os potenciais fatores limitantes para elas ganharem dinheiro. seja crescimento, sejam novos projetos, etc. Eu poderia dizer que uma empresa como, você sabe, a Plains Midstream perdeu sua licença para operar quando a Seção 22 foi emitida no ano passado. eles na verdade tinham restrições e limitações em sua capacidade de transporte em seus oleodutos. e eles realmente tiveram que fazer bastante em termos de investimentos em pessoas e sistemas de gestão e mudar completamente a maneira como administram seus negócios pelo que ouvi.

[7:25] e foi preciso esse nível de investimento para eles recuperarem. E então é realmente sobre o que você está tentando alcançar e o que poderia estar limitando e o que você realmente tem que fazer para colocar em prática para obter a aprovação das partes interessadas sobre como você opera seu negócio. É difícil medir. E como qualquer coisa, você pode escolher qualquer métrica para medir qualquer coisa, realmente. Obrigado. Eu tenho uma visão diferente sobre licença social, que são algumas das maneiras interessantes pelas quais ela motiva o comportamento e geralmente, as empresas nem sempre estão nisso por sua marca, mas estão nisso pelo setor. Se as areias betuminosas forem fechadas, é a Shell, é todo mundo. E vai ser por causa do mau comportamento agregado e não apenas de uma empresa.

[8:07] E então o que isso levou é a uma pressão enorme sobre o governo para mudar algumas de suas políticas e forçar políticas regulamentadas em todo o setor. em vez de apenas empresas seguirem em frente e fazerem coisas voluntariamente. porque mesmo que elas façam investimentos voluntariamente, se todos os outros não seguirem o exemplo ou pegarem carona nelas, há um grande risco de que todas vão afundar. E eu acho que as empresas agora estão muito conscientes disso. e evitando esse risco. ♪♪♪ E eu gosto da pergunta porque acho que em alguns casos não sabemos o que não sabemos.

[8:51] e precisamos de fato entrar e arregaçar as mangas e pôr a mão na massa. E eu penso, você sabe, na declaração P&L ambiental da PUMA como um primeiro passo. Eu adoraria poder trabalhar com uma empresa do setor de petróleo e gás e descobrir como isso poderia ser se fôssemos realmente divulgá-la. Acho que a ENI no ano passado divulgou seu primeiro relatório integrado, que é realmente para onde o relatório está indo. É na verdade um olhar holístico ao longo de múltiplos capitais do seu negócio. Mas a E&I é uma das poucas empresas de petróleo e gás que fizeram isso, embora haja algumas empresas de mineração. Eu ficaria realmente encorajado como próximo passo se houvesse empresas ou uma empresa com um consórcio de pessoas para se reunirem e descobrir como seria essa declaração P&L para uma empresa de petróleo e gás. Achei realmente fascinante trabalhar com alguns dos nossos pessoal de GIS internamente, esses pequenos aplicativos, certo? Então, de serviços ecossistêmicos ou de monitoramento ou qualquer outra coisa, contagens de pássaros, há maneiras de monitorar, ter cidadãos coletando, entendendo, sabendo coisas que podem ser enviadas para algum lugar em uma nuvem ou algo assim, de novo, não é minha área de especialização

[9:53] realmente está além do indivíduo segurando as coisas agora e eu pensaria que o 1.0 seja o que for, nosso Apple, acho que precisa estar no domínio do cidadão porque quando eu proponho coisas ou desenvolvemos coisas, eles querem saber se eu, como ministro ou como vice-ministro, vou em público e digo isso. Onde está a evidência que vai me respaldar quando eu disser algo controverso? Eu fico tipo, bem... nem sempre vamos ter isso, mas sabemos a trajetória. Então acho que o 1.0 tem que ser: não deixe isso com o governo.

[10:23] Só quero dizer que tenho o iPhone original que desbloqueei, comprei em Seattle e ainda o tenho. E acho um absurdo que tenhamos i6 agora. porque o I-1 era suficiente com um pequeno, posso adicionar um termômetro a ele e fazer, você sabe, monitoramento do ar ambiente com o aplicativo certo e a atualização certa. É um absurdo. E não estou dizendo que nada mudou no mundo da contabilidade por 500 anos. Ainda estamos 1.0. O que não fizemos foi agir sobre os princípios mais básicos da contabilidade que os sumérios na verdade nos ensinaram muito antes de os italianos ficarem espertos sobre contabilidade em Veneza.

[11:02] Não há nada de novo sob o sol. Na verdade, eu argumentaria isso. A maior parte do que estamos fazendo aqui é inventar coisas. Estamos jogando números para o ar. Estamos transferindo valores de Costanza para isso e aquilo. E é simplesmente um absurdo. E não estamos-- então acreditamos nesses números. Acreditamos no PIB. E no fim do dia, eu digo, não sabemos nada. Somos tão ignorantes. E o melhor que podemos fazer é sentar em círculo, ter uma boa conversa e falar sobre o que queremos para os netos e ser pragmáticos. e os números não vão necessariamente nos ajudar.

[11:34] Eles vão nos guiar. Quer dizer, eu adoro fazer planilhas, mas você sabe, no fim do dia, minha esposa disse: ou você compra a máquina de espresso e ama, ou para de falar da planilha, sabe. Estamos com pouco tempo. Ok, vou responder a isso porque é realmente algo que me interessa muito: como você poderia trazer maneiras de valorizar as escassezes futuras para uma troca de conservação.

[12:11] Então-- Sim, não acho que precisamos nos preocupar em, tipo, contar as penas dos periquitos, mas acho que precisamos ficar de olho no que são as escassezes futuras. E-- Se começarmos a precificar a perda de zonas úmidas ou a perda de habitat em termos do estado atual do mundo. E sabemos que vem muito mais desenvolvimento por aí. Não estamos valorizando essa mudança em termos do risco futuro quando vamos encontrar as restrições. E é disso que se trata os efeitos cumulativos. Então temos limites, temos, você sabe, um ponto final. Podemos ver onde queremos chegar, mas não estamos de fato descobrindo como essas pequenas mudanças estão chegando lá, e então fazendo todo mundo pagar.

[12:54] Então o que vai acontecer é que vamos chegar ao nosso limite e então vamos fechar a indústria ou então vamos ultrapassar onde queremos estar e isso não é bom. Então podemos fazer isso em muitos outros mercados. Tchau. vender verde em um mercado futuro, podemos vender todo tipo de coisa em contratos de opções, não sei por que não podemos fazer isso. com ecossistemas. Então uma das coisas que acho que a discussão precisa acontecer é: qual é o dever de cuidado de base? O que é que esperamos? E não apenas de base para agora, mas o que esperamos no futuro? Então a Audubon Society divulgou um relatório em 5:30 esta manhã enquanto eu dirigia na seca Edmonton até meu ônibus sobre o fato de que, dado o que está acontecendo, metade dos pássaros da América do Norte está em sérios problemas. Há uma palavra técnica, mas de novo, essa não é minha área de especialização. Sou economista de formação.

[13:49] é realmente assustador, mas como é que a gente de fato, como você leva isso para algo com que as pessoas se importem e qual é o nosso dever de cuidado de base, e isso é uma coisa assustadora, eu acho, da perspectiva do governo, porque significa que temos que dizer aos proprietários de terras e temos que estabelecer o que é esperado, e não temos feito isso muito ao longo do tempo. Mas acho que essa é outra discussão que precisa acontecer no domínio do cidadão de Alberta para realmente chegar, de uma perspectiva de equidade no futuro, de toda essa parte intergeracional, não descobrimos nem em tempo real o que é isso. então não podemos até realmente termos essas discussões sobre agora, como vamos ter essas discussões de equidade intergeracional. e acho isso fascinante. Acho que Alberta é o lugar perfeito porque estamos indo com força no desenvolvimento, certo? Então acho que, sim, vou parar.

[14:35] Então este é um momento de aprendizado. Qualquer um que fez finanças sabe que o valor presente líquido é calculado descontando o futuro. Mas você sabia? na Idade das Trevas, quando estavam construindo catedrais que levavam 200 anos, ao longo de talvez quatro gerações de pedreiros, eles usavam taxas de juros negativas e seu valor presente líquido. O que isso significa? Isso significa que você constrói catedrais que levam 200 anos. Você valoriza o futuro. e você investe o tempo. Certo? PELA PRIMEIRA VEZ EM MUITO TEMPO. As Primeiras Nações nos ensinam isso. Você sabe, eles faziam potlatch, tinham o cinto de wampum, que representava toda a riqueza material. Eles não descontavam o futuro.

[15:07] Certo. Estamos usando ferramentas que estão nos fazendo tomar decisões que literalmente descontam o futuro e o valor dessas coisas como significativas para o bem-estar humano. Então-- você sabe, de novo, precisamos voltar e olhar as ferramentas, as premissas com as quais estamos trabalhando. E eu amo as Primeiras Nações por esse motivo, porque elas nos lembram. que você sabe, na cultura delas era sobre abundância e potlatch e presentear e compartilhar e sentar em círculo. e eles não consideravam estar na terra como trabalho.

[15:38] Era vida. E nós... Nós nem sabemos o que é dinheiro. Então vou deixar vocês com isso. você pensa sobre o que é dinheiro. Obrigado. Obrigado.

Ver a transcrição original em inglês

[0:00] ♪♪♪ So, interestingly enough, I presented to the council in Rocky View County and they were quite interested in the ecosystem service approach because for them I think they were to be honest their interest was from more of a restoration perspective so could they get some of the restoration dollars when when a wetland gets destroyed and there's a compensation check could that go to actually restoring wetlands back in Rocky View County where they could be getting some of these ecosystem services are developing for it. So there is some interest but it's probably the opposite way that you were interest you're looking for. One of the things that interests me, or that I've found, is what is it clear what the issue is so yes there's development tax dollars

[1:04] uh... but what's the other side of it so is it clear if there's a water quality issue is is there are there a group of people that understand that there's an issue because if if you otherwise if you can get the lone drummer beating a drum, it's going to be really difficult. But if there's any kind of way of demonstrating, here are the economic values you get from development, BUT HERE ARE THE THINGS THAT MIGHT LOSE. like we might change or modify or lose. And it doesn't always have to be data. You don't have to do a scientific study about exactly what's going to change in the phosphorus and whatever. If you can have a dialogue that shows the change, the chain of changes, sometimes bringing that up is enough to have a discussion to say, "Wait a minute. What are the unintended consequences?"

[1:44] 'Cause it sounds like right now, The county sees the dollar figures and the tax dollar revenue, but none of the unintended consequences. And so unfortunately, you have to have a willing It has to be a willing discussion about it, but it sounds like the unintended consequences aren't clear. And that might be an area where you want to focus. At least that's what we do. But again, you have to have those willing audiences, right? So you've got to find something... that the council will find important. And if it's an increase in-- water quality costs from changes in wetlands use that might be part of it.

[2:18] Whenever you're making a decision, it doesn't matter what decision, on policy or budget. can you ask yourself what is the expected well-being impact of anything we do? How will that affect? In my wildest dreams, if we had a balance sheet, we could actually go to that balance sheet and answer that question. There has to be a commitment, I think, to full-cost accounting. But if that question with the well-being impact is in play, It leads us down that path of a conversation about what matters and and I think even without the valuation on it I think we have the capacity to figure these things make the trade-offs and at the end of the and go to sleep at night saying, you know, we did the best in terms of discerning.

[3:00] what those impacts are going to be. But I know in, you know, governments They don't budget based on a well-being bottom line. So we've got to cut a little ways here. I just have one other thing to add to that. And it's once it gets down to a planner's decision, Julian referred to it already, like, planners go through this mitigation hierarchy, so can the developer avoid and... But usually there's not any basis to prevent a development.

[3:30] and there usually must be some higher guidance given to planners to determine whether they should force a development tonight go ahead and there's a whole bunch of legal issues that would be challenging the planners in municipalities including have you treated all developers fairly so there's all sorts of things uh... that that we'd have to worry about and I think that's why this happens so frequently. If there could be, you know, a review of the performance proposal and trying to strike up a dialogue with them about how to incorporate some of these externalities, even if the project does go ahead, perhaps in how they actually do the development or maintain it in the long run, you could actually influence that.

[4:12] ♪♪♪ Thank you for that question. It's something I taught for 10 years at the U of A. And to me, it's all about reputation. If I looked at the one thing that we look at as We call it the good company. could a good company look like?

[4:44] I worked on the GRI guidelines. years ago, the first guidelines. And that was a good attempt at defining what a good sustainable enterprise might look like. But if I look at metrics like you know the best place to work in Canada or Bloomberg's environmental performance data set. And I put that all together. I would have to-- and I look at Corporate Knights Awards this year for best companies, MEC, tech, Tech number two. What? How could tech make number two? Well, because they obviously achieve some level of performance that I think is their comparative advantage vis-à-vis other industries.

[5:23] resource companies and so I would look as a measurement guy what are the characteristics of tech and their internal behavior that is clearly giving them a you know there is no there is no renewal of license to operate based on that performance right because corporations I was explained by business students you look at the legal documents of corporations in one of the sections of the doc legal document called best interest nothing is defined in that section lawyers will say don't even put fiduciary responsibility in there so there is no compelling reason to be a good company but good companies know that brand and reputation and lifetime customer value is worth gold and that should be on the balance sheet.

[6:09] So These issues of socialist operate are difficult. I would. but I look at behavior, look at tech resources, what they did with the Tunaha Nation in the Cranbrook area with the town of Invermere. with Nature Conservancy and the Columbia Basin Trust, they established a relationship to set aside some of those lands for for ecological values in harmony with still getting the mining options so again we we just look at i think there is a behavior want to point to those companies say you know that you know levers and even the walmart star i would say leading by good example. I'm hearing a lot of companies talk about shared value, which is a whole other conference.

[6:51] if you wanted to talk about that. But really, in my mind, in the conversations that I'm having, companies are looking at social license to operate as what is the potential limiting factors for them to make money. whether that's growth, it's new projects, ETC. I could say a company like, you know, a Plains Midstream loss their license to operate when Section 22 was issued last year. they actually had restrictions and limitations on their throughput in their pipelines. and they actually had to do quite a bit in terms of investments in people and management systems and complete change the way that they run their business from what I've heard.

[7:25] and it's taken that level of investment for them to win it back. And so it's really about what you're trying to achieve and what could be limiting and what you actually have to do to put in place to get stakeholder approval of how you operate your business. It's difficult to measure. And like anything, you can pick any metric to measure anything, really. Thank you. I have a different take on social license which is some of the interesting ways that it motivates behavior and Usually, companies aren't always in it for their brand, but they're in it for the sector. If the oil sands get shut down, it's Shell, it's everybody. And it's going to be because of the aggregate bad acting and not just one company.

[8:07] And so what that has led to is actually enormous pressure on government to change some of its policies and force regulated policies on the whole sector. instead of just companies going ahead and doing things on a voluntary basis. because even if they do voluntarily make investments If everybody else doesn't follow suit or they free ride off them, there's a big risk that they're all going to go down. And I think companies now are very conscious of that. and avoiding that risk. ♪♪♪ And I like the question because I think in some cases we don't know what we don't know.

[8:51] and we need to actually get in and roll up our sleeves and get our hands dirty. And I think about, you know, PUMA's environmental P&L statement as a first step. I'd love to be able to work with a company in the oil and gas sector and figure out what that might look like if we were actually going to release it. I think ENI last year released their first integrated report, which is really where reporting is going. It's actually a holistic look along. multiple capitals of your business. But E&I is one of the few oil and gas companies that have done it, although there's a few mining companies. I would be really encouraged as the next step if there were companies or a company with a consortium of people to come together to figure out what what that P&L statement for an oil and gas company might look I found really fascinating working with some of our GIS people internally is these little apps, right? So from an ecosystem services or from a monitoring or whatever, bird counts, There are ways of monitoring having citizens out collecting understanding knowing things that can be uploaded somewhere into a cloud or something again not my area of expertise

[9:53] really it's beyond the individual holding things now and I would think that the 1.0 whatever our Apple I think it needs to be in the citizen's domain because when I come up with things or we develop things they want to know if I as a minister or as a deputy minister go out in public And I say this. Where is the evidence that's going to back me up when I say something controversially? I'm like, well... we're not always going to have that, but we know the trajectory. So I think it's the 1.0 has to be, Don't leave it with government.

[10:23] I just want to say I have the original iPhone that I cracked I bought it in Seattle and I still have it. And I think it's outrageous that we have i6 now. because the I-1 was sufficient with enough little, I can add a thermometer to it and do, you know, ambient air monitoring with the right app and the right upgrade. It's outrageous. And I'm saying nothing has changed in the accounting world for 500 years. We're still 1.0. What we haven't done is acted on the very basics of accounting principles which the Sumerians actually taught us a long time before the Italians got wise to accounting in Venice.

[11:02] There's nothing new under the sun. In fact, I would argue that. Most of what we're doing here is we're making stuff up. We're throwing numbers around out of the air. We're transferring values from Costanza to this and that. And it's just outrageous. And we're not-- so we believe in these numbers. We believe in GDP. And at the end of the day, I say, we don't know anything. We are so clueless. And the best we can do is sit around in a circle have a good conversation and talk about what we want for grandchildren and be pragmatic. and the numbers aren't going to help us necessarily.

[11:34] They will guide us. I mean, I love doing spreadsheets, but you know, at the end of the day, My wife said, you either buy the espresso machine and love it, Shut up about the spreadsheet, you know. We're low on time. Okay, I'm going to answer that because that's actually something that I'm really interested in how you could bring ways to value the future scarcities into a conservation exchange.

[12:11] So-- Yeah, I don't think we need to worry about, like, counting the feathers on the budgie birds, but I do think we need to have our eye on what the future scarcities are. And-- If we start pricing wetland loss or habitat loss in terms of the current state of the world. And we know that there is way more development coming We're not valuing that change in terms of the future risk when we're going to run into the constraints. And that's actually what cumulative effects is all about. So we have thresholds, we have you know, an endpoint. We can see where we want to go, but we aren't actually figuring out how these little changes are getting there, and then making everybody pay.

[12:54] So what's going to happen is we're going to run up to our threshold and then we're going to shut down industry or else we're just going to go over where we want to be and that's no good So we can do it in lots of other markets. Bye. sell green on a futures market, we can sell all sorts of things on options contracts, I do not know why we cannot do this. with ecosystems. So one of the things I think the discussion needs to happen is what is the baseline duty of care? What is it we expect? And not just for baseline for now, but what do we expect in the future? So the Audubon Society released a report at 5:30 this morning while I was driving in dry Edmonton to my bus about the fact that given what's going on, half of the birds in North America are in massive trouble. There's a technical word, but again, that's not my area of expertise. I'm an economist by training.

[13:49] is really scary but how do we actually how do you drive that into something that people care about and what is our baseline duty of care and that's a scary thing I think from a government perspective because it means that we have to tell landowners and we have to set up what is expected, and we haven't done that a lot over time. But I think that's another discussion that needs to happen in the Alberta citizen domain to actually get to from an equity perspective in the future from this whole intergenerational piece we haven't figured out even in real time what what that is so we can't until we actually have those discussions about now how are we going to have those intergenerational equity discussions and I think it's fascinating I think Alberta is the perfect place because we're We're going hard on development, right? So I think, yeah, I'm going to stop.

[14:35] So this is a teachable moment. Anyone who took finance knows that net present value is calculated on discounting the future. But did you know? in the Dark Ages when they were building cathedrals that took 200 years over maybe four generations of stonemasons, they used negative interest rates and their net present value. What does that mean? That means You build cathedrals that take 200 years. You value the future. and you spend the time Right? FOR THE FIRST TIME IN A LONG First Nations teach us that. You know, they did potlatch, they had the wampum belt, which represented all the material wealth. They didn't discount the future.

[15:07] All right. We are using tools that are causing us to make decisions that are literally discounting the future and the value of these things as significant to human well-being. So-- you know again we need to go back and and look at the tools the assumptions we're working with And I love First Nations for that reason, because they remind us. that you know in their culture It was about abundance and potlatching and gifting and sharing and sitting in circle. and they didn't consider being on the land work.

[15:38] It was life. And we... We don't even know what money is. So I'm going to leave you with that. you think about what money is Thank you. Thank you.

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Atribuição

"Ecosystem Services Panel Discussion" pelo Miistakis Institute (https://www.youtube.com/@miistakis), licenciado sob CC BY 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/). Vídeo de origem: https://www.youtube.com/watch?v=YEfBAA9S2Ds. Esta página é uma transcrição em texto do vídeo com quebras de parágrafo e carimbos de data/hora adicionados; o criador não é afiliado ao Vidleaf nem o endossa. O Vidleaf adicionou pontuação por IA e um resumo gerado por IA; o texto original permanece disponível nesta página.

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