TRANSCRIÇÃO · CC BY 3.0

Como Passar na Entrevista de Product Manager por Gayle McDowell

Tradução automática para o português do Brasil. Gerada e salva em 2026-10-23. Pode conter erros; confira os termos e as citações na versão em inglês e no vídeo original. Os horários são os mesmos da fonte. A transcrição original em inglês está disponível abaixo.

Gayle McDowell explica entrevistas para gerente de produto, cobrindo transições de carreira, apresentações pessoais, perguntas comportamentais e pensamento de produto.

Product School · Publicado em · 1 h 15 min · Inglês · Licença: CC BY 3.0 · Fonte: assistir no YouTube

Fonte da transcrição: reconhecimento automático de fala no Vidleaf (pode conter erros). Pontuação por IA adicionada pelo Vidleaf; redação original e âncoras de timestamp mantidas. A transcrição original está disponível abaixo.

Resumo gerado por IA

A palestrante, autora de Cracking the PM Interview, com formação em ciência da computação e experiência em entrevistas e comitê de contratação no Google, dirige o Career Cup e trabalha com empresas em reforma de contratação, incluindo coaching de aquisição que lhe permite entrevistar a mesma pessoa repetidamente e comparar sua percepção com a visão do gerente dela. Ela define PM como gestão de produto e APM como uma função de nível inicial, muitas vezes rotativa, descrevendo o PM como alguém que gerencia o produto e não as pessoas, com liderança sobre os desenvolvedores, mas não necessariamente autoridade sobre eles, e chama o PM perfeito de mito que abrange habilidades técnicas, de produto, de negócios, de liderança/execução e do setor. A sessão cobre como os candidatos devem se apresentar em entrevistas de PM, desde hobbies e apresentações até perguntas comportamentais e de design de produto: hobbies quase nunca prejudicam, a menos que reflitam mal sobre você, hobbies técnicos são um ponto positivo, e uma apresentação não deve ser essencialmente um passeio pelo currículo. Para perguntas comportamentais, os candidatos devem preparar histórias usando uma grade de empregos e perguntas amplas, responder à pergunta real, transmitir uma mensagem positiva, usar estruturas como nugget first ou SAR/STAR, dizer 'eu' em vez de 'nós', e ser reais e emocionalmente vulneráveis em histórias de fracasso. Também cobre insight de produto, estimativa, caso e perguntas diversas, métricas de negócios da empresa, e como entrevistas de PM dependem mais de instinto e estrutura do que casos de consultoria, com o conselho de fazer menos preparação para entrevistas e mais melhoria fundamental.

Gerado a partir da transcrição. Verifique as passagens vinculadas em relação ao vídeo original.

Resumos de capítulos com carimbos de tempo

Contexto da palestrante e configuração da sessão

  • [0:00] A palestrante é a autora de Cracking the PM Interview.
  • [0:10] Ela tem formação em ciência da computação com bacharelado e mestrado e trabalhou no Google, onde fez entrevistas e atuou no comitê de contratação.
  • [0:16] Ela fundou o Career Cup, um fórum de perguntas & respostas sobre entrevistas técnicas, e escreveu Cracking the Coding Interview, Cracking the PM Interview e Cracking the Tech Career.
  • [0:41] Ela trabalha com empresas que tentam reformar seu processo de contratação, incluindo a implementação de treinamento para entrevistas e a criação de um processo de contratação estruturado em engenharia e gestão de produto.
  • [0:53] Startups frequentemente a contratam para o que ela chama de coaching de aquisição, onde engenheiros e PMs são entrevistados como candidatos típicos durante entrevistas de aquisição ou acqui-hire.
  • [1:20] Esse trabalho lhe dá dados incomuns porque ela pode entrevistar a mesma pessoa repetidamente e conversar com o gerente dela para comparar sua percepção com o que eles realmente fazem.
  • [1:34] Os slides estão online em go.gale.com/pmprepslides, ou as pessoas podem enviar e-mail para gail@gail.com com o assunto PM Prep como uma palavra para receber uma resposta automática com os slides, um folheto e outros materiais.
  • [1:54] Tirar fotos dos slides é permitido.

Definições das funções de PM e APM

  • [2:09] PM é uma abreviação que pode significar gestão de produto, gerente de produto associado, gestão de projetos ou gestão de programas.
  • [2:28] A palestrante focará em gestão de produto e gestão de produto associado, não em gestão de projetos ou programas, embora haja alguma sobreposição.
  • [2:39] A função de gerente de produto associado é tipicamente para recém-formados ou pessoas no início de carreira, embora nem sempre.
  • [2:50] APM é uma função de PM de nível inicial que frequentemente tem um componente rotativo e é uma espécie de programa de treinamento.
  • [2:57] O gerente de produto gerencia o produto, não as pessoas, e tipicamente não é uma função de gestão de pessoas.
  • [3:06] O trabalho do PM inclui descobrir quem são os usuários, quais são os recursos e como e quando lançar.
  • [3:20] O PM tem alguma autoridade e liderança sobre os desenvolvedores, mas não necessariamente autoridade real sobre eles.

O mito do PM perfeito

  • [3:38] Um PM perfeito combinaria habilidades técnicas, de produto, de negócios, de liderança/execução e do setor.
  • [3:43] Habilidades de produto envolvem pensar sobre quem é o usuário e quais recursos são necessários.
  • [3:43] Habilidades de negócios são o tipo de coisa que você pode adquirir em um MBA, como marketing e publicidade.
  • [4:00] Habilidades do setor variam por produto; para uma empresa de software financeiro, significariam habilidades financeiras.
  • [4:21] É essencialmente impossível entrar na gestão de produto com todas essas habilidades, então o PM perfeito é um mito.
  • [4:50] Para chegar perto do PM perfeito, avalie quais dos cinco grupos você tem e o que precisa adquirir.
  • [5:02] Em entrevistas, as pessoas frequentemente assumem erroneamente que há uma transferibilidade mágica, onde ter um atributo significa que o entrevistador o conhecerá.

Apresentação em torno de estereótipos de formação

  • [5:17] As pessoas fazem suposições com base na sua formação, então os candidatos não devem fingir que os estereótipos não existem.
  • [5:48] Além do racismo e do sexismo, outros estereótipos baseados na formação também afetam como os candidatos são percebidos.
  • [6:07] Em um contexto de aquisição, ele ajudou alguém cuja formação era artista, depois diploma em IHC, depois designer de UI, depois fundador de uma empresa de dois funcionários com um produto bonito.
  • [6:54] Essa formação faz as pessoas assumirem design em vez de análise de dados ou decisões de negócios difíceis, embora ele quisesse gestão de produto.
  • [7:28] Como ninguém concluiria que ele é ruim em design, ele precisou reformular sua apresentação para vender negócios, números, pensamento de PM e liderança de desenvolvedores.
  • [8:09] Ele revisou sua apresentação para trazer números e decisões de negócios tanto quanto possível, tornando o design quase uma reflexão tardia.
  • [8:21] A nova apresentação deixa os ouvintes vendo um PM bem equilibrado que também entende profundamente de design.
  • [8:47] Vindo do suporte ao cliente, as pessoas assumem empatia com o cliente e habilidades de comunicação, mas provavelmente não habilidade técnica ou execução, então venda estratégia e habilidades técnicas em vez de exagerar nas forças presumidas.
  • [10:22] Vindo de uma formação em marketing, as pessoas assumem que o candidato não é nada técnico.

Transição para a gestão de produto

  • [10:31] O conhecimento de marketing é muito aplicável para ser um gerente de produto.
  • [10:38] Se as habilidades de marketing são relevantes depende do lado do marketing.
  • [10:48] O marketing pode exagerar nas coisas, o que é perigoso para um gerente de produto que exagera.
  • [11:12] Desenvolvedores em transição para a gestão de produto provavelmente não são tão bons em marketing, o que é um problema.
  • [11:28] Desenvolvedores são frequentemente estereotipados como maus comunicadores, o que a palestrante considera um tanto injusto.
  • [11:37] Um desenvolvedor se candidatando à gestão de produto não precisa vender o algoritmo legal que construiu.
  • [12:18] Se você não tem habilidades técnicas, adquira algumas, como um curso da Codecademy de 10 semanas ou 10 horas, em vez de um diploma de Ciência da Computação.
  • [13:07] Os gerentes de contratação muitas vezes ficam presos em por que um candidato apaixonado por gestão de produtos não passou algumas horas aprendendo a programar.
  • [13:15] Habilidades de produto podem ser adquiridas escrevendo blogs e dissecando produtos recém-lançados para refinar o pensamento de produto.
  • [13:46] Pessoas vindas de outra indústria, como banco de investimento, devem encontrar uma empresa que valorize essas habilidades financeiras.
  • [14:20] Fazer um MBA apenas para entrar na gestão de produtos é um caminho realmente caro, custando cerca de 50 mil por ano em mensalidade mais o custo de oportunidade.
  • [15:02] Um MBA ajuda por outros motivos, como construir uma rede de contatos e credibilidade, mas não o faça apenas pela gestão de produtos.

Valor do MBA e viés do Vale do Silício

  • [15:24] Seja realista sobre o prestígio da sua carreira e qual programa de MBA você escolhe.
  • [15:33] Ir de uma empresa de ponta como o Google para um programa de MBA de baixo ranking não vai ajudar e significa dar um passo para trás.
  • [15:44] Você não obterá a rede de contatos necessária de um programa fraco; vá para um programa de MBA realmente bom, se for fazer algum.
  • [15:51] Um dos principais motivos para fazer um MBA é credibilidade e rede de contatos, o que está enormemente ligado ao prestígio da escola.
  • [16:04] Para aprender, existem muitas formas mais eficientes do que a educação formal, como aprender online.
  • [16:20] O Vale do Silício tem certo viés contra MBAs; as pessoas são, em média, positivas, mas muitas são negativas, então evite parecer arrogante.
  • [16:44] Bons programas de MBA oferecem networking e recrutadores de grandes empresas para gerentes de produto, mas recrutadores de startups não aparecem em grande número.
  • [17:03] Startups que miram formados em Wharton, particularmente as muito pequenas, muitas vezes não estão nas melhores posições e podem ter precisado de engenheiros em vez disso.

Perguntas comportamentais na entrevista e apresentação do currículo

  • [17:41] A discussão aborda perguntas comportamentais no processo de entrevista.
  • [17:44] Esteja pronto para fazer uma rápida apresentação do seu currículo, para qualquer cargo e qualquer entrevista.
  • [17:54] Um grande erro é falar demais; geralmente no máximo dois minutos.
  • [18:03] As apresentações da maioria das pessoas são basicamente aceitáveis, desde que tenham o comprimento certo.
  • [18:16] Uma apresentação aceitável pode simplesmente ir do ponto A ao ponto B ao ponto C.
  • [18:22] Siga a ordem cronológica direta, não inversa, já que a inversa é muito confusa.

Estrutura da apresentação: sinais de sucesso e hobbies

  • [18:32] Inclua rápidos 'sinais de sucesso' — indícios que demonstram sucesso, não apenas realizações como lançar uma funcionalidade.
  • [18:53] Ser recrutado por um antigo gerente não é uma realização, mas sinaliza que você estava indo muito bem; se for um velho amigo da faculdade, não diz nada.
  • [19:25] Mencione hobbies; eles quase nunca vão te prejudicar, a menos que reflitam mal sobre você, o que é raro.
  • [19:47] Hobbies técnicos são um ponto positivo, como fazer um curso de machine learning no Coursera ou construir um aplicativo nas horas vagas.
  • [20:14] Um hobby aparentemente não técnico, como um galinheiro, tornou-se relevante quando o candidato revelou que construiu um braço mecânico para prender as galinhas à noite.
  • [20:40] Aquele projeto de galinheiro mostrou que ele colocou a mão na massa e aprendeu a construir algo fisicamente, o que é relevante para um gerente de produto.
  • [21:11] Um hobby de corrida importou porque ele se inscreveu para uma ultramaratona de 100 milhas e continuou até a milha 60 depois de machucar o tornozelo na milha 30.
  • [21:55] A história da ultramaratona mostrou que ele trabalha incrivelmente duro e é persistente, o que é desejável em alguém que você contrata.
  • [22:23] Ótimas apresentações trazem tudo isso com uma mensagem, por exemplo, um gerente de produto que coloca a mão na massa, é persistente e é apaixonado por dar vida às histórias das pessoas.
  • [23:14] Pense no que o entrevistador vai presumir sobre você e corrija isso para mostrar um histórico mais completo.
  • [23:28] Dar vida às histórias significa adicionar cor, como dizer que entrou na Amazon porque estava empolgado com o Kindle e adora ler e aprender, em vez de listar cargos.

Apresentação vs. leitura do currículo

  • [23:52] Uma apresentação não deve ser essencialmente uma leitura do seu currículo.
  • [23:55] Uma apresentação que alguém poderia fazer apenas com base no seu histórico e currículo é aceitável, mas não vai te ajudar.
  • [24:02] Ser capaz de fazer ótimas apresentações é fantástico.

Preparando histórias para entrevistas comportamentais

  • [24:17] Os candidatos devem estar prontos para perguntas típicas de entrevistas comportamentais sobre iniciativa, assumir riscos e fracasso.
  • [24:34] Um método útil é uma grade com empregos ou trechos do currículo como colunas e perguntas amplas, como desafios de liderança, como linhas.
  • [25:00] Tente preencher cada célula com uma história; alguma sobreposição é aceitável, e resumir cada história a uma única palavra-chave ajuda a associar histórias às perguntas do entrevistador.
  • [25:32] Outra abordagem útil é começar por listas de pontos fortes e fracos para estimular a memória para histórias.
  • [26:14] Boas histórias comportamentais costumam ser interações muito particulares, em vez de grandes eventos amplos, o que as torna difíceis de lembrar sem estímulos.
  • [27:06] As respostas devem responder à pergunta real, mas muitos candidatos param por aí sem transmitir a mensagem positiva que querem enviar sobre si mesmos.
  • [27:50] Histórias melhores explicam o que foi especificamente desafiador e as formas como o candidato lidou com isso, não apenas responder literalmente à pergunta.
  • [28:09] Terceiro, seja bem estruturado, para que no mínimo você tenha uma boa estrutura mesmo que as duas primeiras coisas falhem.

Estruturas de histórias para entrevistas comportamentais

  • [28:22] Começar pela conclusão significa que a resposta à pergunta é a primeira frase.
  • [28:53] Começar pela conclusão permite que o ouvinte priorize as informações e ajuda você a se concentrar nos detalhes certos.
  • [28:59] Começar com as palavras-chave rápidas da história é um conselho geral de boa comunicação, não apenas para entrevistas.
  • [29:11] A outra estrutura é frequentemente chamada de SAR ou STAR: Situação, Ação, Resultado, muitas vezes precedida pela conclusão.
  • [29:42] Um erro comportamental comum é pouca ação; a maior parte do tempo deve ser sobre as ações tomadas, não sobre a situação.
  • [30:04] Outro erro é não ter mensagem: uma história sobre enviar uma lista de clientes por e-mail não ensina nada sobre a pessoa.
  • [31:14] Uma resposta mais forte personaliza as mensagens por cliente, por exemplo, ligando primeiro para um cliente importante e dizendo que ele foi o primeiro.
  • [32:03] Essa abordagem sinaliza que você entende as pessoas e está disposto a personalizar mensagens dependendo de com quem está falando.

Use 'eu', não 'nós', nas entrevistas

  • [32:20] O uso excessivo de 'nós' em vez de 'eu' é visto desproporcionalmente entre pessoas em cargos de liderança, na maioria dos gerentes de produto e entre mulheres.
  • [32:32] Diga 'nós' apenas quando for realmente um esforço de equipe, mas muitos candidatos usam um 'nós' global nas entrevistas.
  • [32:44] As pessoas dizem 'nós' mesmo quando era o próprio projeto delas e ninguém mais poderia estar envolvido.
  • [33:07] O entrevistador está contratando você, não sua equipe, então articule seu lugar, o que você fez e como você influenciou a equipe.
  • [33:24] Nunca leve crédito pelo trabalho de outra pessoa, mas quando forem suas próprias ações, diga 'eu'.
  • [33:35] O padrão tende a ser relativamente binário: respostas que começam com 'nós' geralmente permanecem 'nós' o tempo todo, então fique atento às suas primeiras frases.
  • [34:03] Prepare pelo menos cinco histórias principais cobrindo a grade de erros de liderança, preenchendo situação, ação e resultado.
  • [34:20] Saiba a mensagem que cada história diz sobre você e esteja pronto para falar sobre o que você faz de diferente.

Respondendo a perguntas sobre fracassos nas entrevistas

  • [34:40] Prepare-se para perguntas sobre o que você faria diferente, erros, fracassos e fraquezas, que os entrevistadores costumam favorecer.
  • [34:57] Não adoce as coisas ruins; os entrevistadores querem principalmente ver se você realmente admitirá fracassos.
  • [35:26] Uma suposição comum é que pessoas em posições importantes tomando decisões importantes não podem ser perfeitas e devem ter realmente fracassado; isso é um tanto justo para pessoas muito experientes, mas um tanto injusto para quem tem menos experiência.
  • [35:48] Os entrevistadores também querem ver como você realmente respondeu à situação ruim, não apenas se você a admite.
  • [35:56] Histórias de fracasso podem fazer você parecer muito melhor se abordadas da maneira certa, em vez de serem vistas apenas como um risco de se prejudicar.
  • [36:08] Seja real e emocionalmente vulnerável, e escolha um fracasso que foi convincente, significativo e que mudou você de alguma forma.
  • [36:27] Cerca de 95% das vezes as histórias dos candidatos são fracas demais e precisam ser intensificadas; apenas cerca de 5% das vezes o fracasso talvez seja demais.
  • [36:44] Conselho por gênero: tipicamente os homens se saem melhor sendo mais emocionalmente vulneráveis, como suavizar a voz e admitir que as coisas doeram ou foram difíceis.
  • [37:23] Para as mulheres, chegar superemocional pode sair pela culatra; dependendo da personalidade, seja mais clara e específica sobre o que aconteceu em vez de mais emocional.
  • [37:58] Seja você homem ou mulher, as melhores histórias se conectam com as pessoas e mostram que foi difícil e que mudou você de alguma forma.

Perguntas de entrevista sobre design de produto

  • [38:16] Perguntas de design de produto são o cerne das perguntas típicas de entrevista para gerente de produto.
  • [38:28] Formatos comuns incluem projetar para uma deficiência, redesenhar um aplicativo favorito ou melhorar um produto dado.
  • [38:53] Os entrevistadores buscam comunicação, empatia com o usuário, criatividade limitada equilibrada por bom instinto e percepção geral de produto.
  • [39:14] A abordagem padrão começa definindo quem é o usuário.
  • [39:39] Defina especificidades como a idade exata; uma faixa como de dois a 10 anos é ampla demais, já que uma criança de dois anos e uma de 10 anos diferem muito.
  • [40:36] Esclareça os casos de uso, já que mesmo para uma criança de três anos há propósitos diferentes, como ensinar a pegar, diversão ou ensinar cores.
  • [41:15] Para produtos infantis, os pais e os irmãos mais novos também são partes interessadas a considerar.
  • [41:37] Os entrevistadores essencialmente têm uma caixa de seleção para saber se o candidato definiu adequadamente o usuário, então exagere um pouco.
  • [41:49] Em seguida, discuta casos de uso, problemas e objetivos, incluindo usos inesperados, como jogar ou pisar na caneta.

Perguntas sobre produto favorito em entrevistas de gerente de produto

  • [42:33] Perguntas do lado de produto pedem seu produto favorito em uma categoria, como um aplicativo móvel ou produto físico.
  • [42:46] Ao entrevistar em uma grande empresa como o Google, tenha um produto ou subproduto dessa empresa pronto para discutir e explicar como você o melhoraria.
  • [42:57] Nunca entre em uma entrevista de gerente de produto sem respostas preparadas para todos esses tipos de pergunta, já que são muito comuns.
  • [43:13] O produto que você escolher deve, idealmente, ser algo que você realmente usa e ama, não apenas algo que os outros acham legal.
  • [43:38] Esteja pronto para definir quem são os usuários, por que os outros o usam, quais são a concorrência e as alternativas e quais problemas existem.
  • [44:04] Respostas que respondem literalmente à pergunta, como dizer que o Uber é conveniente e mais barato que táxis, são válidas, mas não fazem nada para te destacar.
  • [45:18] Você quer respostas que não sejam apenas verdadeiras, mas que realmente mostrem percepção, o que é a parte difícil dessas perguntas.
  • [45:53] Um exemplo forte foi um candidato argumentando que o Snapchat se assemelha à comunicação do mundo real porque é efêmero, ao contrário da comunicação online gravada.

Percepção de produto e escolha de produtos para discutir

  • [48:07] Uma resposta válida é aquela que mostra uma perspectiva única demonstrando habilidade de gerente de produto, embora essa percepção seja realmente difícil de obter.
  • [48:54] O design do Pinterest é repleto de imagens, colocando as imagens em primeiro lugar e escondendo em grande parte o texto.
  • [49:15] A inspiração vem principalmente por meio de imagens, enquanto o texto não ajuda muito a se inspirar.
  • [49:28] O Pinterest gira fortemente em torno da criação de coisas, o que exige imagens visuais, em oposição ao conhecimento, que é mais baseado em texto.
  • [49:48] Se você não tiver uma resposta sólida de insight, pode recorrer aos casos de uso que o produto aborda e como ele os resolve de forma eficaz.
  • [50:10] Nem todos os produtos são criados iguais; produtos sociais como o Reddit são muito difíceis porque não têm casos de uso claros, enquanto o Uber tem um caso de uso e um problema muito claros.
  • [50:59] Você pode não querer escolher seu produto favorito, mas sim um sobre o qual você consiga realmente falar de casos de uso e de como ele resolve problemas, o que permite discutir como ele poderia ser melhor.
  • [51:25] O Pinterest é muito bom em inspirar, mas não tão bom em mostrar como chegar lá, já que os links costumam estar quebrados e ele não dá instruções.
  • [51:52] O palestrante adoraria filtrar o Pinterest por coisas que têm passos claros, semelhante a filtrar o Google Imagens por licenças Creative Commons.

Perguntas de Estimativa em Entrevistas de PM

  • [52:26] As perguntas de estimativa costumam ser chamadas de quebra-cabeças, mas não são quebra-cabeças.
  • [52:36] As alegações de que o Google baniu essas perguntas são falsas; os quebra-cabeças foram banidos há muitos anos, mas estas não são quebra-cabeças.
  • [52:52] Estas são chamadas de perguntas de estimativa ou de estimativa de Fermi, e são realmente resolução de problemas.
  • [53:05] Os entrevistadores usam perguntas de algoritmo para entrevistar desenvolvedores quanto à inteligência, e recorrem a perguntas de estimativa para PMs.
  • [53:20] Muitas pessoas sentem que a capacidade de estimar um número por alto é uma habilidade fundamentalmente importante para um gerente de produto.
  • [53:42] Os entrevistadores querem saber que você lida bem com números e não tem medo de números; a menos que o entrevistador seja excepcionalmente ruim, ele não está olhando para a resposta final.
  • [54:00] Para abordar essas perguntas: faça perguntas para resolver ambiguidades, estruture sua abordagem, decomponha os componentes e depois faça uma verificação básica.
  • [55:23] Definir o problema adequadamente e não fazer suposições ruins é uma das coisas que os entrevistadores realmente procuram.
  • [55:33] Muitas vezes é útil ter várias estruturas em mente, como começar pelas pessoas ou pelos aeroportos.
  • [56:19] Você deveria, esperançosamente, ter uma ideia básica da população dos EUA e, se não tiver, é justo perguntar ao entrevistador.

Dimensionamento de Mercado: Suposições e Verificações de Coerência

  • [56:35] Use um número redondo de ordem de grandeza, como 300 milhões, para a população dos EUA, em vez de um número preciso.
  • [56:54] Segmente a população, por exemplo, por nível de escolaridade ou renda, ao estimar livros vendidos nos EUA.
  • [57:20] Em algum momento você precisa se comprometer com números concretos, como livros lidos por mês por um típico formado de uma boa universidade com um bom emprego.
  • [57:40] Cuidado para não supor que seus amigos são representativos de todas as pessoas; um entrevistado supôs que o americano típico lê de quatro a seis livros por mês com base em seus amigos.
  • [58:11] Um recém-formado da Duke supôs que um em cada seis americanos possui um piano de cauda, ilustrando o risco de generalizar a partir da sua própria origem.
  • [58:31] Os entrevistadores não são excessivamente exigentes quanto aos números supostos, desde que você mostre que entende que não é a pessoa típica.
  • [59:02] Escolha suposições razoáveis e faça um trabalho básico de sustentá-las, por exemplo, observando que você lê cerca de quatro livros por mês, mas é incomum entre seus amigos.
  • [59:34] A estimativa inteira deve levar alguns minutos, não 20 minutos.
  • [59:40] Faça uma verificação básica de coerência do resultado, por exemplo, $15 bilhões para o Gmail divididos por 300 milhões de pessoas dá cerca de $15 por pessoa, o que é implausivelmente alto.
  • [1:00:30] Um erro importante é se perder em detalhes menores que não importam.
  • [1:00:39] Mencionar casos extremos, como livros vendidos várias vezes ou compras de bibliotecas, mostra consciência, mesmo que você depois os descarte como não sendo um fator importante.

Suposições Absurdas e Perguntas de Caso

  • [1:01:36] Algumas pessoas fazem suposições absurdas, como um em cada seis americanos possuir um piano de cauda.
  • [1:01:41] Outra suposição foi que o americano médio faz cerca de seis voos a negócios por mês, o que o palestrante duvida.
  • [1:01:54] O palestrante observa que o americano médio não ganha $200,000 por ano, então tais suposições não funcionam.
  • [1:02:01] A maioria das pessoas está bem nas suposições, mas algumas fazem suposições absurdas, então você deve se policiar.
  • [1:02:09] Perguntas de caso e diversas estão espalhadas por toda parte e podem cobrir muitas perguntas diferentes.

Estruturando Perguntas Abertas de Entrevista

  • [1:02:23] Os candidatos podem receber perguntas de resolução de problemas, como o que fazer quando um recurso lançado ou um novo fluxo de cadastro faz a receita cair.
  • [1:02:38] Outras perguntas incluem escolher entre X e Y, escolher uma estratégia melhor, divulgar um produto para uma base de usuários e precificar um produto.
  • [1:02:44] A Amazon, em particular, faz muitas perguntas de precificação.
  • [1:02:49] Também há perguntas de brainstorming, como citar o maior número possível de coisas que você pode fazer com um clipe de papel, e perguntas futuristas sobre onde algo estará em cinco, dez ou quinze anos.
  • [1:03:06] Quando tudo o mais falha, muitas vezes você pode recorrer a definir qual é o problema, embora isso não funcione para todas as perguntas.
  • [1:03:21] Encontrar uma estrutura e então resolver dentro dela muitas vezes funciona, mesmo para algo como a pergunta do clipe de papel.
  • [1:03:33] Para a pergunta do clipe de papel, você pode estruturar o pensamento em usos padrão, modificar a forma mantendo-o intacto, usar muitos clipes de papel e usar a matéria-prima derretendo-o.
  • [1:04:02] Mesmo que você não tenha as melhores ideias, provavelmente terá algumas ideias diferentes, e é uma forma estruturada e metódica de pensar que o palestrante gosta e pela qual gostaria de contratar.
  • [1:04:14] Tente encontrar uma estrutura e conduzir as discussões, sem deixar de ouvir absolutamente o entrevistador.

Comunicação e Frameworks em Entrevistas

  • [1:04:24] Procure fazer a maior parte da fala e conduzir a discussão você mesmo.
  • [1:04:29] Demonstre empatia pelo usuário sempre que houver qualquer oportunidade de fazê-lo.
  • [1:04:35] Tente mostrar insight fazendo comentários inteligentes.
  • [1:04:42] Pode-se ler sobre frameworks no estilo MBA, mas eles realmente não são o ponto.
  • [1:04:52] Exemplos incluem o processo de decisão de compra do cliente, o mix de marketing, a análise SWOT, os 5Cs e as cinco forças de Porter.
  • [1:05:07] Os entrevistadores quase nunca esperam que você aplique um framework a um problema, já que não se espera que você tenha um MBA, a menos que esteja entrevistando para funções específicas de MBA.
  • [1:05:17] Os frameworks podem ser úteis para ter uma ideia de como os frameworks se parecem e para trazer à tona aspectos que você talvez não tivesse considerado.
  • [1:05:47] Não escolha um framework cegamente nem force um quadrado em um buraco redondo, porque quase nunca é um desses frameworks.
  • [1:05:58] Depois, cubra métricas de alto nível, como aquisição e atividade de usuários.

Pesquisando Métricas de Negócio da Empresa

  • [1:06:09] Métricas úteis para pesquisar incluem custo de aquisição de clientes, receita, lucro e margens.
  • [1:06:15] Essas métricas ajudam não apenas com perguntas hipotéticas de produto, lançamento e precificação, mas também ao entrevistar em uma empresa específica.
  • [1:06:28] Em muitos casos você não conseguirá obter essas métricas, e tudo bem — faça isso se puder.
  • [1:06:35] Para empresas maiores, você pode obter algumas dessas métricas ou, se não for daquela empresa, métricas de algo semelhante.
  • [1:06:44] Para uma empresa sustentada por anúncios cujos dados você não consegue obter, você ainda pode ter uma noção de quanto os anúncios rendem e de quando rendem mais ou menos dinheiro.
  • [1:06:58] Considere também os pontos fortes, os pontos fracos, as metas da empresa e as coisas que ela pode não priorizar tanto.
  • [1:07:11] Algumas empresas focam fortemente na receita, enquanto muitas startups focam em crescer a base de usuários, então alinhe as melhorias do produto com o que elas valorizam.
  • [1:07:49] Uma empresa que cresce bem em usuários enquanto experimenta repetidamente estratégias de monetização é um bom sinal de que ela ainda não descobriu a parte do dinheiro.
  • [1:08:03] Chegue com ideias básicas sobre o que eles tentaram, o que funciona, o que não funcionou e coisas que eles podem tentar.

Intuição e Estrutura em Entrevistas de PM

  • [1:08:14] As entrevistas das principais consultorias fornecem dados de caso por meio de slides, diferentemente das entrevistas de PM.
  • [1:08:35] As entrevistas de PM são muito mais baseadas em intuição, porque os PMs não têm dados na vida real.
  • [1:08:43] Os PMs não podem gastar $3 milhões pesquisando algo, então eles declaram o que pensam e por quê.
  • [1:08:57] No design e nas melhorias de produto, esteja disposto a usar a intuição, sustentar as coisas e mudar de direção quando receber dados em contrário.
  • [1:09:16] Saiba quem você é e o que as pessoas vão supor sobre você, e cubra as lacunas de alto nível onde puder.
  • [1:09:28] Todos deveriam aprender a programar pelo menos um pouco, mas foque no usuário e deixe claro que você se importa com o usuário.
  • [1:09:40] Encontre uma estrutura para sua abordagem, para demonstrar que é um pensador estruturado e metódico, mesmo que as ideias falhem.

Limite de Tempo da Estimativa de Fermi

  • [1:09:59] O palestrante abre espaço para perguntas.
  • [1:10:09] Um membro da plateia pergunta se as perguntas de estimativa de Fermi precisam ser resolvidas em dois minutos.
  • [1:10:19] O palestrante não diria dois minutos e sugere cerca de cinco minutos como uma estimativa geral.
  • [1:10:25] O tempo depende da pergunta e de outros fatores, mas aproximadamente cinco minutos ou talvez menos.

Função de PM: Grande Empresa vs Startup

  • [1:10:42] As funções de PM variam muito entre empresas e até dentro da mesma empresa.
  • [1:10:48] Na Microsoft ou na Amazon, as funções de PM podem variar de evangelista do cliente e trabalho próximo ao marketing até redação de especificações muito técnicas.
  • [1:11:22] Os PMs em grandes empresas têm muito mais recursos e, de certa forma, são mais focados no verdadeiro trabalho de PM, enfrentando um problema com uma especificação.
  • [1:11:41] Um PM em uma startup usa vários chapéus, possivelmente entrando no código, fazendo mais trabalho de marketing ou conversando com clientes.
  • [1:12:02] A função pode variar muito entre empresas e conforme o estágio de uma empresa.

Tornando-se um Ótimo Candidato a APM

  • [1:12:45] Encontre uma função que realmente aproveite seus pontos fortes, como habilidades técnicas, finanças ou paixão por música.
  • [1:13:12] Os desenvolvedores podem ser igualmente bons em muitos produtos, mas a função de gerente de produto está mais ligada ao que o produto é.
  • [1:13:30] Seja claro sobre sua mensagem e seus pontos fortes, e tenha histórias prontas.
  • [1:13:46] Algumas pessoas colocam foco demais na preparação para a entrevista por meses, sem pensar em como se tornar fundamentalmente um candidato melhor.
  • [1:13:57] Faça um pouco menos de preparação para a entrevista e mais para se tornar um ótimo candidato, como aprender a programar ou ler livros e blogs sobre design de produto.

Transição de PM do Setor Público para o Privado

  • [1:14:32] O setor público é uma categoria vaga, então os entrevistadores podem não saber o que a função realmente envolvia.
  • [1:14:40] Os PMs do setor público provavelmente lidaram com muita burocracia e talvez não com trabalho muito técnico.
  • [1:14:47] Os entrevistadores podem suspeitar que a gestão de produto no setor público significa algo muito diferente e vão sondar o que você realmente fez.
  • [1:15:00] Esteja muito preparado para articular o que você fez e qual era a função de gerente de produto.
  • [1:15:09] Estabeleça credibilidade, porque as pessoas farão suposições negativas sobre a experiência no setor público.

[0:00] Muito bem, obrigado a todos por virem. Então eu sou o autor de Cracking the PM Interview, que eu sei que vi pelo menos um exemplar circulando. Mas para falar um pouco mais sobre minha formação, venho da ciência da computação, fiz bacharelado, mestrado e depois fiquei no Google por um tempo. Fiz muitas entrevistas lá. Eu fazia parte do comitê de contratação. E então meio que me desliguei para fazer minhas próprias coisas. Comecei o Career Cup, que é uma espécie de... fórum de perguntas & respostas, digamos, sobre entrevistas técnicas, escrevi Cracking the Coding Interview, Cracking the PM Interview, bem como um terceiro livro, Cracking the Tech Career.

[0:31] Algumas das outras coisas que faço, que menciono porque vão aparecer um pouco mais tarde em algumas das coisas que falo, então só para dar um contexto inicial. que estão tentando reformular seu processo de contratação, estruturar as coisas. Então implantando treinamento de entrevistas, criando um processo de contratação estruturado em engenharia e gestão de produtos e tudo mais. E então a outra coisa que vou mencionar, porque tem muitas histórias que vão surgir, é que muitas vezes sou contratado por startups para fazer o que chamo de coaching de aquisição. Então quando startups passam por entrevistas de aquisição ou acqui-hire, os engenheiros e os PMs são entrevistados como candidatos típicos seriam.

[1:09] se você estivesse simplesmente se candidatando na rua. E então vou contar algumas das coisas que vi lá, algumas histórias disso. Porque isso me deu uma... visão muito interessante dos dados, onde posso entrevistar a mesma pessoa repetidamente, posso realmente conversar com o gerente dela para ver como minha percepção se mapeia ao que ela realmente faz, coisas assim. Então algumas das histórias que vou mencionar serão nesse contexto. Só dando esse aviso inicial. Sem mais delongas, os slides estão online. As pessoas sempre perguntam isso. Então os slides estão online em go.gale.com/pmprepslides.

[1:42] Ou se for longo demais para lembrar, me mande um e-mail, gail@gail.com com o assunto PM. Prep, isso é uma palavra, deve ser uma palavra, e isso vai te dar uma resposta automática imediata com os slides, um material que eu acho que vou mostrar mais tarde, e vários outros materiais diferentes. E então as pessoas estão fazendo isso de qualquer forma, mas fotos são permitidas. Sei que as pessoas usam fotos para registrar o conteúdo dos slides, então isso é totalmente permitido. Ok. O que foi? algumas definições rápidas. Então PM pode se referir a muitas coisas diferentes. É uma abreviação, então pode significar gestão de produtos. Pode ser um gerente de produto associado, que eu acho que tecnicamente seria APM.

[2:22] E às vezes as pessoas também usam PM para se referir a gestão de projetos ou gestão de programas. Vou falar sobre gestão de produtos e gestão de produtos associada. Então não gerente de projetos ou gerente de programas, embora haja alguma sobreposição entre essas coisas. O cargo de gerente de produto associado é um cargo de gestão de produtos, mas normalmente é para recém-formados ou pessoas no início da carreira. Normalmente, não sempre, mas normalmente. É certamente um cargo de PM de nível inicial, porém.

[2:52] muitas vezes tem um componente rotativo, mas certamente um tipo de programa de treinamento. Então, o PM, o gerente de produto, gerencia o produto, não as pessoas. Obrigado. Como muitos de vocês sabem, mas se não sabem, é gerenciar produto, não necessariamente. Na verdade, normalmente eu diria que não é um cargo de gestão de pessoas. E seu trabalho é descobrir coisas como quem são os usuários, quais são os recursos, como vamos lançar, quando vamos lançar, todos esses tipos de coisas. Você tem alguma autoridade, alguma liderança sobre os desenvolvedores, mas não necessariamente autoridade real sobre eles.

[3:27] Então isso tudo é muito, muito relevante. Dito isso, vamos falar sobre Qual é o PM perfeito? Quem você quer ser para ser um PM? Então o PM perfeito tem esses tipos de atributos. habilidades técnicas, eles têm habilidades de produto, então podem pensar sobre quem é o usuário. Quais recursos precisamos? Esse tipo de coisa. Eles têm o tipo de habilidades de negócios. Então essas são as coisas que você pode adquirir em um MBA. Você entende coisas sobre marketing e tudo, você sabe, publicidade, seja o que for. Você tem a capacidade de liderar e executar coisas.

[4:00] E então você também tem o que eu chamo de habilidades do setor. O que quero dizer com isso é que se você é gerente de produto de uma empresa de software financeiro. Habilidades do setor significariam habilidades financeiras, algo assim. E então as habilidades do setor obviamente vão variar dependendo do produto real. Mas é mais ou menos assim que o PM típico se parece. E o problema é que é essencialmente impossível entrar na gestão de produtos. com todas essas habilidades. Você simplesmente... Se você tem habilidades do setor porque está trabalhando com finanças, provavelmente não tem...

[4:34] habilidades técnicas. normalmente. Então é realmente difícil ter todas essas habilidades diferentes. Então o PM perfeito é um mito. Então uma pergunta para todos vocês, quando pensam em conseguir um emprego em gestão de produtos, é Como você chega o mais perto possível do PM perfeito? Então você quer pensar, ok, então desses, você sabe, cinco grandes grupos, o que dessas coisas você tem? E o que você precisa adquirir? E então, do ponto de vista das entrevistas, há essa outra coisa. O que eu vou fazer, o que eu vou assumir sobre você?

[5:05] Então isso é uma coisa, essa última coisa é algo que muitas pessoas esquecem. meio que assumem, eu acho, que existe essa transferibilidade mágica onde se você tem algum atributo, eu vou saber que você tem esse atributo. E isso é em--. você sabe, realisticamente, não é bem isso que acontece. As pessoas fazem suposições com base na sua formação. Então vou começar as preferências dizendo que sou uma pessoa muito direta. Vou falar como as coisas são e não vou adoçar a realidade de como o mundo é, e isso não quer dizer que essas sejam coisas boas sobre o mundo. É só dizer que existem esses estereótipos que acontecem. E quando você está pensando em ser um candidato, você não pode simplesmente...

[5:42] fingir ou provavelmente não quer fingir que esses estereótipos não existem. E então não estou falando apenas de você sabe, racismo e sexismo, esse tipo de coisa, que são reais, que estão acontecendo. Mas também estou falando de outros estereótipos da sua formação. Então, tudo bem. Um, vou tentar ser mais específico. história específica. Então eu estava, fazendo em um contexto de aquisição, eu estava ajudando alguém a se preparar. cujo histórico era, eu o conduzi inicialmente pelo tipo de apresentação inicial dele, o que eu chamo de pitch. Então seus dois minutos de apresentação do currículo. E é basicamente, bem...

[6:23] Eu era artista. E então voltei para a escola. e me formei em IHC, interação humano-computador. E então eu fui para... Veja, eu fui ser designer de UI. Design, design, design, e então comecei esta empresa. E se você olhar o produto da empresa, Era lindo. Produto muito, muito bonito. Não tenho certeza qual era o caso de uso nisso e naquilo, mas era um produto bonito. que ele cresceu para impressionantes dois funcionários. Ok. Então...

[6:54] você ouve isso e não pensa que sabe, isso é alguém que eu quero analisando dados. Quero ele fazendo análise quantitativa. Ele pode tomar decisões de negócios realmente difíceis. Você Ok. temos uma ótima vaga de design de UI aberta para você. Por que você não vem entrevistar para ela? Mas o problema é que ele queria fazer gestão de produtos. Ele não queria fazer design. Ele queria fazer gestão de produtos. Mas tudo no histórico dele gritava design. Certo? e Isso não significa que ele não possa fazer essas outras coisas, mas quando você tem um histórico que simplesmente grita design, as pessoas vão fazer suposições com base nisso.

[7:27] Então, o que ele queria pensar ali era, ok, olha, não tem como, quando ele pensa nesse pitch, nessa visão geral do histórico dele, que alguém vá sair pensando: Esse cara é péssimo em design, certo? Eles vão ouvir arte e design e design, design, design. Ele quer pensar em como eu me vendo como alguém que, tipo, eu posso fazer negócios. Eu posso lidar com números. Eu posso ser um PM. Eu posso pensar realmente no produto além... você sabe, da beleza dele. Eu posso liderar desenvolvedores. E então precisamos meio que reformular o histórico dele e reformular como ele fazia as coisas para focar nisso.

[8:03] E então ele mudou seu pitch para ser tipo, Bem, eu, você sabe, Ele falou, ele deu essa visão geral, mas trouxe números e decisões de negócios o máximo que pôde. E a parte de design foi. foi comparada a onde ele começou, era quase uma reflexão tardia. E você sai desse novo pitch pensando: Isso é incrível. Aqui temos um PM. que não só pode fazer todas as coisas de PM e a liderança e tal, mas ele realmente entende muito, muito de design também. Que candidato incrível e completo.

[8:36] E então é assim que você quer pensar sobre isso com seu pitch: você quer pensar em Que tipo de suposições as pessoas vão fazer com base nisso? Então se, Se você tem sido, se você está entrando na gestão de produtos, ou tentando entrar na carreira, na área, da perspectiva de suporte ao cliente. Sim. Podemos pensar em alto nível nas habilidades e atributos dessa coisa que você provavelmente já ouviu falar com idade. que é, você sabe, inteligente e consegue fazer as coisas. Então se eu vejo alguém que é de suporte ao cliente, tem histórico de suporte ao cliente, o que vou assumir com base neles?

[9:15] Alguém? Certo. Empatia com o cliente. Fantástico. Adoro isso em um PM. O que mais vou assumir? Não que as pessoas que isso é bom. em engenharia. Sim, provavelmente não muito técnico. Pessoas de atendimento ao cliente tendem a não saber programar. Não significa que seja verdade. Só vou fazer essa suposição. O que mais eu poderia assumir? Ótimas habilidades de comunicação. Sim, ótimas habilidades de comunicação. Isso é fantástico. Mas talvez eles não sejam realmente executores.

[9:47] Então isso não significa que essas coisas não sejam verdade, mas se você vai vir do suporte ao cliente, quer garantir que está realmente vendendo o tipo, eu posso fazer estratégia. Eu posso fazer essas coisas. Vou assumir que você tem habilidades de comunicação, que tem empatia com o cliente. Não significa que você queira esconder essas coisas, mas você não precisa vendê-las demais. O tempo é limitado. e você quer realmente focar em vender a comunicação, você sabe, as habilidades técnicas se você tiver alguma, coisas assim. E quanto a marketing?

[10:22] Então se eu estou entrevistando alguém que vem de um histórico de marketing para gestão de produtos, o que vou assumir? nada técnico. Sim, nada técnico. Matthew Norris. conhecimento de marketing, que é muito, muito aplicável para ser gerente de produto. Você tem um número? Talvez bom com números. Depende de qual lado do marketing. Algum marketing, sim. Algum marketing, não. Eu ia justamente dizer. Sim, talvez estilo sobre substância. Talvez eles até exagerem em algumas coisas, o que pode ser realmente perigoso quando você tem um gerente de produto que exagera nas coisas, certo?

[10:55] Então, você sabe, você quer pensar nesse tipo de coisa. Tudo bem. Vejamos se meus slides querem funcionar de novo. Do-do-do. E quanto a... desenvolvimento. Desenvolvedor que quer fazer a transição para gestão de produtos. Ou fevereiro de 19. Provavelmente não tão bom em marketing, o que vai ser um problema. Essa é uma habilidade realmente importante para um desenvolvedor. antes de um gerente de produto. Everett Community. Comunicador mediano, Sim. Você sabe, na verdade, eu diria que os desenvolvedores são estereotipados.

[11:28] Na verdade, acho um pouco injusto, mas os desenvolvedores costumam ser estereotipados como maus comunicadores. Obrigado. Certamente técnico. Isso significa que, se você é desenvolvedor se candidatando a gerente de produto, não precisa vender aquele algoritmo legal que você construiu. Olha, vamos entender que você pode vir de um background de programação. Se você é profissional de marketing, se você é de suporte ao cliente e já fez alguma programação, Você mencionou a palavra algoritmo, fantástico. Certo? Tipo, agora você é tipo, uau, você é realmente tático. Eu não pensei isso. Então você quer pensar em como você, de onde você vem e como você vai vender que na verdade você tem um pouco de background.

[12:04] E isso é a morte. Acho que o Google Slides simplesmente não está funcionando direito. Ok. Obrigado. Então. Então você quer pensar não apenas em como você se apresenta, mas também em obter essas outras Então, você sabe, para um, se você não tem habilidades técnicas, adquira algumas habilidades técnicas. Não leva, você sabe, você não precisa passar anos e anos voltando à escola para obter um diploma de ciência da computação, você pode fazer o curso de 10 semanas ou 10 horas, sabe, tipo, no Codecademy. Isso é algo.

[12:37] Certo? Não, você não vai ser um ótimo desenvolvedor. Você não vai conseguir lançar seu próprio aplicativo. Mas isso é algo. E para muitos gerentes de contratação, é difícil para eles entenderem Você é um gerente de produto. Você diz que realmente quer entrar em gestão de produto. Você diz que é apaixonado por tecnologia, Por que você não... passou algumas horas aprendendo a programar. Como você justifica isso? E agora eu sei que, realisticamente, as pessoas estão ocupadas, não priorizam, não conseguem fazer isso, blá, blá, blá, blá. Mas a perspectiva de um gerente de contratação Eles frequentemente ficam presos nessa única coisa. Então, se você não sabe programar, adquira essas pequenas habilidades técnicas.

[13:12] Hum, habilidades de produto, você quer adquirir habilidades de produto. Bem, obviamente, você sabe, Product School. Você sabe, você pode começar a blogar. e começar a pegar novos produtos que são lançados e começar a dissecá-los e falar sobre decisões de produto e propor coisas novas. e isso vai ajudar a refinar seu pensamento de produto. e também realmente mostrar isso. Habilidades do setor são algo que muitas pessoas, se você está entrando em gestão de produto, e você não está tentando entrar em gestão de produto, e você não vem como desenvolvedor, você pode muito bem estar vindo de outro setor.

[13:46] iBanking, algo assim. Encontre um campo que você conhece, encontre uma empresa que valorize essas habilidades financeiras. Essa é uma boa maneira de entrar. porque agora você tem algo mais. Não, você não tem as habilidades de desenvolvimento, então pode adquirir um pouco disso. Você não tem experiência em produto, mas está vindo de uma perspectiva com uma habilidade valiosa, que são as habilidades do setor. para habilidades de negócios. Há, é claro, o MBA. E eu vou, por exemplo, dizendo que eu mesmo tenho um MBA, eu e também vou dar o conselho de que, olha, Se você quer fazer um MBA com o único propósito de entrar na gestão de produto.

[14:25] Essa é uma maneira muito cara de fazer isso. São dois anos. Você está abrindo mão. Não é só a mensalidade, que em um programa de MBA de ponta vai ser tipo 50 mil por ano. Mas também é o custo de oportunidade, você está abrindo mão de um salário de 100 mil, isso é caro. uh, o que mais você poderia ter feito com dois anos do seu, se você está dizendo que vou gastar $250,000 em dois anos do meu tempo. para entrar na gestão de produto, o que mais você poderia fazer? Você poderia começar uma empresa com isso. Certo? Então talvez um MBA não seja o melhor caminho se for somente da perspectiva de entrar na gestão de produto.

[15:02] Se você quer fazer isso por outras coisas, construir uma rede melhor, estabelecer credibilidade, aprender, etc., isso é uma coisa um pouco diferente. Só não, a partir disso, faça somente BPM. É muito. É muito para fazer. Dito isso, se você tem um MBA ou quer fazer por outras razões, isso ajuda você, particularmente se você for a um programa de MBA de ponta. Eu disse que sou uma pessoa bastante direta. Você quer pensar realisticamente sobre onde você está em sua carreira, em termos de prestígio, e em qual programa de MBA você vai, se você está vindo de um engenheiro do Google e, você sabe, ou de alguma outra empresa de ponta, e você vai para um programa de MBA de classificação bem baixa, isso não vai ajudar você. Você não vai conseguir a rede que precisa. Você não vai conseguir as coisas certas. Você está dando um passo tão grande para baixo. Você quer ir para um programa de MBA realmente muito bom, se for fazer algum.

[15:51] Então você realmente quer ser honesto. E uma das principais razões para fazer um MBA é estabelecer credibilidade e construir uma rede. E isso está enormemente ligado ao prestígio da escola, realisticamente. Se você quer ir para aprender, Há muitas maneiras muito mais eficientes de aprender do que a educação formal. Você pode aprender online. Há tantas ferramentas para aprender online. Você não, francamente, eu não acho que você vá realmente a quase nenhuma escola para aprender. Você vai para mostrar que aprendeu porque você pode aprender de qualquer outra, de inúmeras outras maneiras. Mas se você fizer um MBA, esteja ciente de que o Vale do Silício tem um pouco de viés contra MBAs.

[16:27] Na verdade, acho que ainda é, no geral, as pessoas são em média positivas em relação a MBAs. Mas há muitas pessoas que são negativas. Então é como se equilibrasse para positivo, mas ainda há muita negatividade. Você quer ter muito, muito cuidado para não parecer arrogante ou algo assim. Você pode tirar vantagem. Bons programas de MBA têm muitas oportunidades de networking. Recrutadores vêm lá. Mas são recrutadores das grandes empresas que vêm lá para recrutar gerentes de produto. Se você quer ir para uma startup, você está por sua conta.

[16:58] Eles não vêm em grande número para programas de MBA. Então você está realmente, realmente por sua conta. E o que eu também vou dizer é que muitas das startups, o que eu vi de meus amigos, de meus colegas em Wharton, as startups que realmente visavam... Graduados de Wharton são frequentemente, particularmente as muito pequenas que faziam isso. frequentemente não são as que estão nas melhores posições. São as que pensaram que um MBA ia salvar tudo e que provavelmente precisam priorizar engenheiros em vez de enfrentar MBAs e não funcionou bem, de modo geral. Então você realmente precisa se esforçar para aproveitar essas oportunidades de recrutamento.

[17:35] Adicionar. Quero falar sobre o processo de entrevista. Então, primeiro, falar um pouco sobre perguntas comportamentais. Então falei um pouco sobre o pitch. Uma coisa que você quer fazer é estar pronto para dar uma rápida passada pelo seu currículo. Isso é verdade, por sinal, para qualquer função, qualquer entrevista que você já tenha feito. Esteja pronto para fazer isso. Então, o grande erro que vejo as pessoas cometerem é que elas simplesmente falam demais aqui. Elas falam tipo dois minutos no máximo. geralmente. E, você sabe, há, eu diria que a maioria das pessoas, desde que tenham o comprimento certo, está basicamente ok.

[18:10] De vez em quando vejo alguns excepcionais. A maioria das pessoas está mais ou menos nisso e então está bem. Você basicamente acabou de me contar toda a história do seu currículo. Então você pode fazer o pitch ok, bom, apenas caminhando do ponto A ao ponto B ao ponto C. Vá em ordem cronológica direta, não inversa. Inversa é muito, muito confusa. E significa que a última coisa que você fala é sobre as coisas do início da sua carreira. Vá em ordem cronológica direta. Fale sobre, mencione rapidamente demonstrações de sucesso. O que quero dizer com demonstração de sucesso, na verdade não quero dizer uma conquista. Quero dizer algo um pouco diferente. Uma demonstração de sucesso pode incluir conquistas. Pode incluir lançar um recurso, algo assim.

[18:47] mas é amplamente coisas que demonstram que você foi bem-sucedido. Então algo como. ah, passei X anos na Amazon e então saí para me juntar a uma startup depois que meu antigo gerente me recrutou para me juntar a ele. Isso não é uma conquista. Ser recrutado não é algo que você conquistou. Mas quando ouço isso, sei que você deve ter estado indo muito bem para seu antigo gerente realmente te recrutar para se juntar a ele. Agora, se for seu velho amigo da faculdade, isso não diz nada, certo? Mas é uma demonstração de que você foi bem-sucedido o suficiente na Amazon para que alguém te recrutasse.

[19:23] Então pense em maneiras rápidas de mostrar sucesso. E então terceiro, por último, pense em seus hobbies. Então qualquer hobby que você tiver, vale a pena mencionar. Não, na maior parte. A menos que você ache que seu hobby possa refletir mal sobre você, o que... suponho que possa acontecer, mas é raro. Quase nunca vai te prejudicar. Mas pense se você pode realmente torná-lo um ponto positivo. Então qualquer hobby técnico vai ser um ponto positivo. Então fazer aula no Coursera sobre aprendizado de máquina, construir aplicativo por conta própria. Alguém que entrevistei tinha como hobby...

[20:00] Bem, então primeiro ele começou com seus hobbies, tipo ele tem um galinheiro e eu fiquei tipo, tudo bem, legal. Mencione isso. uh, quero dizer, não é, é meio maluco, meio peculiar, divertido, tanto faz, tipo, claro, mencione, mas como se descobriu, ele tipo só na terceira entrevista simulada ele mencionou que uma das coisas que ele fez com um galinheiro, embora ele parecesse não técnico, foi que ele construiu algum tipo de, eu acho, braço mecânico para, eu acho, prender as galinhas dentro dele, dentro do galinheiro à noite ou algo assim. Não sei nada sobre galinhas, mas essa era a ideia básica. Ele construiu um braço que pode subir e descer quando está escuro.

[20:37] Bem, isso é realmente muito legal para um gerente de produto. De repente, ele mostrou que, apesar de não ser programador, ele colocou a mão na massa. Ele aprendeu a fazer algo. Ele aprendeu a construir fisicamente algo. Isso é realmente relevante para um gerente de produto. Não me importa que sejam galinhas, mas isso é realmente relevante. Outra pessoa que conheço adora correr. Totalmente relevante. A menos que você talvez esteja correndo, A menos que você talvez esteja entrevistando para uma empresa que está fazendo algo muito ligado à corrida. Talvez na Fitbit seria relevante. Não sei. Mas a parte da corrida não importava. Mas como se descobriu...

[21:11] Ele tinha se inscrito para uma ultramaratona de 100 milhas, que na verdade é correr 100 milhas, não tipo pedalar 100 milhas, o que é coisa de fracote, certo? Mas na verdade correr 100 milhas direto. Tipo quatro maratonas seguidas. Durante a corrida real, depois de todo aquele treino, ele acabou tendo que desistir por volta da milha 60. O que ainda é correr 60 milhas, o que é insano, porque na milha 30 ele machucou o tornozelo, então esse cara Fez essa quantidade insana de treino para chegar lá. Então correu 30 milhas, o que é insano. machucou o tornozelo e em vez de desistir, ele tipo continuou por mais 30 milhas até finalmente perceber que provavelmente não era medicamente aconselhável continuar.

[21:50] Então, além de talvez uma falta de noção sobre sua própria saúde, O que ele fez foi mostrar que trabalha incrivelmente duro. Ele não desiste quando... você sabe, é muito fácil dizer deixe isso ser uma desculpa para desistir uh essa persistência que você sabe que empurrar além de opções realmente difíceis e não desistir, nossa, eu gostaria de ter isso em alguém que eu contrato. eu quero ter alguém que seja persistente, que não desista, coisas assim. Pense em seus hobbies. Frequentemente essas coisas que parecem totalmente irrelevantes têm algum pequeno pedaço que é relevante. Então traga isso.

[22:23] Os grandes pitches trazem todo esse material e têm uma mensagem. Eles têm algo como: sou um gerente de produto que... adora colocar a mão na massa, que é muito persistente, que... é apaixonado por dar vida às histórias das pessoas. Então, se você puder ter algum tipo de mensagem ali. É difícil para muitas pessoas, mas esses podem fazer pitches realmente muito fortes. Às vezes essas mensagens saem meio que pela forma como você conta a história. E outras vezes eu vi pessoas começarem quando eu digo: me conte um pouco sobre você. Diga.

[22:58] Você sabe, estou em gestão de produto há X anos, ou talvez esteja entrando na gestão de produto. E o que eu amo na gestão de produto é usá-la para dar vida às histórias das pessoas. Às vezes é uma mensagem muito explícita. Você pode fazer de qualquer uma das formas. E você quer pensar no seu pitch como eu falei antes. O que eu vou assumir sobre você? E como você corrige isso para mostrar que tem um histórico mais completo? cinco minutos para sua ligação. Então, dar vida às histórias significa não um eu trabalhei na Amazon por três anos e trabalhei nesse time e lancei isso e depois disso fui para a Microsoft e fiz isso e depois fiz isso e fiz isso, mas um você sabe, eu entrei na Amazon porque estava super empolgado com o Kindle, amo ler, amo aprender, é trazer esse tipo de cor para suas histórias, que não é apenas um seco, não é essencialmente o passo a passo do seu currículo, certo, se você está dando um pitch que eu poderia basicamente

[23:58] dado o seu histórico, olhando para o seu currículo? Tudo bem. Só não vai te ajudar. Se você conseguir fazer esses grandes pitches, isso é ótimo. A próxima parte disso é estar pronto para contar grandes histórias. Então, perguntas típicas de entrevista, perguntas comportamentais, conte sobre uma vez em que você fez tal e tal coisa, quando mostrou iniciativa, quando assumiu um risco, quando falhou, algumas coisas assim. Então você quer estar pronto para falar sobre esse tipo de coisa. Certo.

[24:30] A primeira coisa são apenas maneiras de estar pronto para falar sobre esse tipo de coisa. O que descobri ser realmente útil para as pessoas é criar essa pequena grade. E nas colunas está cada emprego ou um grande bloco do seu currículo. Então isso pode ser, certamente, qualquer emprego. Se você trabalhou em vários times, cada time pode ser um bloco diferente. Se, paralelamente, você coordena um grupo de circo, esse é outro bloco do seu currículo. E nas linhas estão perguntas amplas, desafios de liderança, coisas assim. Preencha isso, tente preencher cada célula com uma história.

[25:04] Tchau. Você não vai conseguir preencher com todas as histórias diferentes. Tudo bem. Vai haver alguma sobreposição. Muitas histórias se encaixam tanto em liderança quanto em erros, algo assim. Mas tente colocar o máximo possível ali. Se você conseguir resumir isso em uma única palavra-chave depois de terminar de desenvolver, isso vai te deixar muito mais pronto para encontrar uma história que corresponda ao que o entrevistador estiver falando. A outra forma que descobri ser super, super útil para as pessoas encontrarem histórias é na verdade começar a partir de listas de pontos fortes e fracos.

[25:36] Você pode encontrar uma no meu livro. Há muitas online também. Mas pegue algumas listas de pontos fortes e fracos e simplesmente percorra essa lista. Quais são seus pontos fortes e fracos? Essa é uma pergunta para a qual você quer estar pronto de qualquer forma. Não gosto dela como entrevistador, a pergunta, mas ela é feita, então você quer estar pronto para ela independentemente. Mas o que isso faz é que, quando eu faço uma pergunta sobre uma ocasião em que você mostrou iniciativa, você tem histórias que realmente trazem mensagens específicas. Isso pode ser super, super útil para as pessoas encontrarem histórias, especialmente porque a forma como muitas pessoas pensam em suas histórias são essas coisas enormes e amplas, a história do lançamento deste produto. E muitas boas histórias comportamentais são interações muito, muito específicas.

[26:21] É algo que aconteceu em um dia específico quando alguém ficou bravo com a forma como você mostrou, você deu feedback. E muitas vezes é difícil para as pessoas lembrarem dessas histórias quando estão apenas pensando em coisas que aconteceram. Então começar pelos pontos fortes e fracos pode ser realmente muito útil para simplesmente refrescar sua memória. Então você vê, sim, você sabe, eu sou meio que um tomador de riscos. Eu tenho persistência. Ok, deixe-me encontrar uma ocasião em que posso mostrar isso quando sou persistente. Então o que é bom nisso é que é... Quando você pensa dessa forma, você tem uma mensagem clara na sua história.

[26:55] Então, quando você pensa em uma resposta, você quer pensar: bem, qual é o conteúdo real da mensagem do que você está dizendo? E então como você diz isso? Então. As respostas geralmente devem responder à pergunta real. Então, se estou perguntando sobre iniciativa, deve ser realmente um exemplo de iniciativa, certo? E é aí que muitos candidatos simplesmente param. Eles pensam: "Encontrei uma história que corresponde a essa coisa? Ótimo. Maravilha." E não o suficiente sobre: "Isso está realmente entregando a mensagem que você quer enviar sobre si mesmo?" Então eu pergunto a alguém sobre um exemplo de quando eles... Uma das minhas perguntas genéricas com que começo é: "Me conte sobre um desafio técnico..." Isso é frequentemente para desenvolvedores. "Me conte sobre um desafio técnico."

[27:36] Claro, eu, hum... Um dos meus projetos técnicos mais desafiadores foi que construí um servidor FTP que fazia X, Y e Z. Legal. Qual foi o desafio? E as histórias simplesmente caem por terra. As histórias melhores são: você sabe, e o que foi realmente desafiador foi esta coisa específica, e aqui estão as formas como eu abordei. Então você quer que suas histórias não apenas respondam literalmente à pergunta, mas também entreguem aquela mensagem positiva. É por isso que aqueles pontos fortes, criar histórias baseadas em pontos fortes, pode ser realmente útil porque a mensagem é muito, muito clara para você. É por isso que você escolhe aquela história.

[28:09] E então a terceira coisa é ser bem estruturado. Mesmo se você falhar nas duas primeiras coisas, pelo menos você pode ter uma boa estrutura. Então há duas estruturas de que gosto muito, e elas na verdade andam meio que de mãos dadas. A primeira é o que chamo de pepita primeiro. E isso significa que a resposta à pergunta que faço é a primeira frase. Me conte sobre uma ocasião em que você mostrou iniciativa. Claro, deixe-me contar sobre a aula que comecei na faculdade. Agora eu sei que quando você está falando sobre como sua universidade tinha esse problema, o currículo, e você foi falar com esse professor e todas essas outras coisas, o desafio vai girar em torno de uma aula. Posso priorizar as informações que você está me dando porque sei aonde você quer chegar. E além disso, você vai se concentrar nos detalhes certos porque já tem em mente que o ponto é essa aula que você começou.

[28:59] E isso é, por falar nisso, um conselho geral de boa comunicação. Funciona para um monte de coisas, não apenas para entrevistas. Comece com as palavras-chave rápidas da história que você está prestes a contar. A outra. é o que muitas vezes é chamado de SAR ou STAR, coisas muito semelhantes, mas Situação, Ação, Resultado. E muitas vezes você vai prefaciar isso com aquela pepita de qualquer forma. Então é assim que soa. Você diz a situação, diz as ações que tomou e então o resultado dessas coisas. A outra peça que você quer considerar, porém, é aquela mensagem.

[29:33] Isso anda de mãos dadas com aquilo. Então, grandes erros que vi com coisas comportamentais, erros que vejo repetidas e repetidas vezes, é pouca ação. O ponto de uma história, quando pergunto sobre um conflito com um colega de equipe, o ponto da história não é qual foi o conflito, é como você o abordou? Quais foram as ações que você tomou para lidar com esse problema? O ponto é essa coisa da ação, não a situação. A maior parte do tempo falado. sobre o que você discutiu é a própria ação. Então concentre-se na ação.

[30:04] O outro erro é nenhuma mensagem. Então, hum... um exemplo disso é que perguntei a alguém: me conte sobre uma... Me conte sobre uma situação de alta pressão no trabalho. E eles me dizem: claro, então... tínhamos um fornecedor que era Amém. que era, você sabe, eles estavam fornecendo algum produto e estavam ficando para trás no prazo, atrás do prazo deles, e isso acabou tendo esta consequência.

[30:35] sobre nós, onde também não conseguíamos cumprir nossas entregas. E então entrar em detalhes sobre aqui está o produto e por que e blá, blá, blá, todas essas coisas, isso realmente não importa. Eles me dizem: então peguei uma lista de todos os nossos clientes. Enviei e-mail para todos eles. Contei a situação. No final, perdemos um cliente, mas mantivemos os outros. O que você aprendeu sobre essa pessoa? Então eles enviaram e-mails para as pessoas, eles sabem usar e-mail? Hum, eles talvez tivessem uma lista.

[31:07] Certo, você não aprendeu nada sobre essa pessoa. Uma resposta mais forte é algo como: Então, você sabe, a primeira coisa que fiz foi que sabia que tínhamos alguns clientes realmente importantes que não são apenas importantes, mas altamente vocais. E eu sabia que esses eram nossas principais influências no mercado. Eu sabia que precisava realmente mirar neles primeiro. Então, com um dos nossos clientes, eu sabia que eles... gostam muito de saber que são os primeiros. Eles querem saber que são uma prioridade. Então liguei para eles, e não apenas liguei primeiro, mas deixei claro que liguei para eles primeiro. Fiz questão de que soubessem que foram os primeiros que liguei.

[31:43] Próxima pessoa. Eu sabia que eles... querem ter todos os fatos. Sei que eles ficam frustrados se acham que estou escondendo coisas. Então me esforcei demais para garantir que dei a eles todos os tipos de detalhes sobre o produto e o que estava acontecendo, até detalhes que eles na verdade não precisavam saber, só para que soubessem que tinham todas as informações possíveis. Quando você aborda assim, você está ouvindo: Nossa, essa é uma pessoa que... entende as pessoas. E eles estão dispostos a personalizar mensagens dependendo de com quem estão falando. Essas são coisas que eu gostaria que acontecessem com um PM. Então, vamos pensar sobre quais são as mensagens.

[32:16] Então o terceiro erro que vejo é, vejo isso muito, muito comumente em muitas, muitas pessoas. Desproporcionalmente vejo isso em pessoas que estiveram em cargos de liderança, o que é a maioria dos gerentes de produto, bem como mulheres. Então, e isso é pessoas dizendo nós em vez de eu. Então, você deve dizer "nós" quando é realmente "nós", quando é realmente um time. Mas o que acontece com muitas pessoas em entrevistas é que elas usam esse "nós" global. Vejo pessoas dizendo nós. mesmo quando é realmente tudo elas. Quer dizer, literalmente vi pessoas dizerem nós quando é o projeto delas e literalmente ninguém mais poderia ter estado envolvido.

[32:51] e ainda é bem, estávamos ficando para trás no cronograma. É eu. Então concentre-se realmente na sua formulação. Você diz nós, deve significar nós, quando você diz, quando é realmente algo que você fez, diga eu. Quando você está falando de liderança, estamos falando do seu time, coisas assim. Não estou contratando seu time. Estou contratando você. Então liderança importa, essa interação com seu time importa. Mas você ainda deve articular qual era o seu lugar, o que você fez, como você influenciou o time, como eles reagiram. com base nisso, mas você deve tentar usar eu.

[33:24] Agora, você, é claro, nunca quer levar crédito por algo que outra pessoa fez. Isso é realmente, realmente ruim. Mas quando é você mesmo, quando são suas ações, você deve dizer eu. E muitas pessoas recorrem ao nós. E o que descobri é que isso tende a ser relativamente binário. Ou seja, quando ouço uma resposta que começa com nós, geralmente continua como nós o tempo todo. Então preste muita atenção às primeiras frases que você diz na resposta. Se você se ouvir dizendo "nós", tenha muito cuidado com o resto da sua resposta. Certifique-se de corrigir dizendo eu.

[33:57] Certo, e então junte tudo isso. faça esse tipo de grade. Então isso é, então pegue, Você quer ter, eu diria, pelo menos cinco histórias principais sobre as quais você realmente fala bem, prefere falar. Histórias que cobrem aqueles erros de liderança da grade anterior. e preencha essa gradezinha aqui. Então falando sobre a situação, a ação, o resultado, Saiba qual é a mensagem. O que isso está dizendo sobre você? Como isso mostra que você é uma pessoa melhor? PM. E então também esteja pronto para falar sobre o que você faz diferente. Essa é uma pergunta de falha tão comum.

[34:32] Então pegue suas cinco histórias que você realmente quer que sejam seguidas. e seja capaz de preencher toda essa grade. Então. Tem essa última coisa sobre o que você faria diferente. Então, e você sabe, erros, falhas, coisas assim, fraquezas. Esteja pronto para essas coisas, entrevistadores. Isso é... algumas das perguntas favoritas dos entrevistadores, esteja muito, muito pronto para isso. E a... A coisa mais importante aqui é não dourar a pílula das coisas ruins. Quando eu te pergunto sobre falhas, quando um entrevistador pergunta sobre falhas, erros, coisas assim, uma das principais coisas que eles estão procurando é: você realmente admite coisas ruins?

[35:11] Eu faço muito treinamento de entrevistadores, e é aí que pergunto às pessoas quais são suas perguntas favoritas. Sempre tem alguém que diz erros ou falhas. Pergunto por quê, o que estão procurando, e a grande coisa é: quero saber que a pessoa vai admitir falhas. Uma segunda coisa é que, se você realmente falhou, há uma suposição de que, se você realmente esteve em posições importantes, tomando decisões importantes, você não pode ser perfeito, então você deve ter realmente falhado. Se você não falhou de verdade, você não teve impacto de verdade no passado. Acho que isso é-- um tanto justo quando você tem uma pessoa muito experiente.

[35:44] um tanto injusto para alguém com menos experiência, mas é uma suposição comum. E então eles também querem ver como você responde a essas coisas ruins. Então não apenas se você admite, mas como você realmente respondeu naquela situação? Essas são histórias-- muitos candidatos pensam nelas como: como eu não me fodo respondendo a essas perguntas? E essa é realmente a perspectiva errada. Essas histórias podem fazer você parecer muito, muito melhor se você as abordar do jeito certo. Então o que você quer fazer é ser real. Você quer ser meio emocionalmente vulnerável.

[36:15] Vou falar sobre isso daqui a pouco. Você quer que seja algo que foi convincente, que foi significativo. E que mudou você de alguma forma. Quase sempre. o eu diria Quase sempre Tucson. Eu diria 95% das vezes. As histórias dos candidatos são fracas demais. há cinco por cento das vezes em que aquela falha é tipo, ooh, talvez seja demais. Mas 95% das vezes é: Ok, você precisa intensificar isso um pouco. Um... É aqui que vou entrar em conselhos com recorte de gênero. Sou uma pessoa bem direta.

[36:50] Normalmente, os homens se saem melhor. sendo mais, fazendo questão de ser mais emocionalmente vulneráveis. Essas são coisas em que você falhou. em que você estragou tudo, você decepcionou a equipe, você teve que demitir pessoas, algo ruim aconteceu. E você não quer entrar agindo como se isso não tivesse te tocado emocionalmente de jeito nenhum. Você na verdade quer ser um pouco mais emocionalmente vulnerável. Em média, isso são apenas médias, depende de você como pessoa, mas normalmente os homens querem ser um pouco mais emocionalmente vulneráveis. Isso significa coisas como suavizar a voz, admitir que as coisas te machucaram, admitir que foi difícil.

[37:23] Para as mulheres Depende da sua personalidade. Essas são apenas generalizações. Mas para as mulheres, se você chegar sendo superemocional, isso pode sair pela culatra. Então você tem que olhar para a sua personalidade, como você se apresenta, se você já se apresenta mais emocional, intensificar a vulnerabilidade emocional provavelmente não vai te ajudar muito. Você quer ser apenas mais clara, mais específica sobre o que aconteceu e não necessariamente mais emocional. Os homens provavelmente querem intensificar o lado emocional. emocional. De novo, isso é baseado na sua personalidade, mas também um pouco em estereótipos que as pessoas têm.

[37:58] Então esteja ciente dessas coisas. As melhores histórias conectam. Seja você homem ou mulher, as melhores histórias conectam com as pessoas. Elas mostram que Isso mostra que foi-- você sabe, difícil, que mudou você de alguma forma. Certo. Próximo tópico, design de produto. Então deixando de lado todo o lado mais soft. Meio deixando de lado, design de produto. Então este é meio que o cerne das perguntas de PM, das perguntas típicas de PM. Essas podem ser muitas coisas diferentes. Há todo um conjunto de perguntas que é: Como você projetaria tal coisa para a deficiência tal? Cego, surdo, etc.

[38:34] Então, você sabe, há um número enorme de pessoas que fazem perguntas assim. Tem, você sabe, como você projetaria seu aplicativo favorito? Há um monte de perguntas assim. E então há: escolha este produto específico. Como você projetaria isso? Ou como você melhoraria essa coisa? Ou às vezes, você sabe... Aquela primeira pergunta, como você projetaria um melhor tal coisa? Então, com essas perguntas, o que os entrevistadores procuram é comunicação. Isso é sempre uma parte de qualquer pergunta de entrevista, comunicação. Mas empatia pelo usuário. até certo ponto criatividade, Mas isso é meio que equilibrado por bom instinto. Então é meio que essa criatividade limitada.

[39:08] Boas ideias, essencialmente, é no que dá. E então insight geral de produto. Então. a forma padrão de pensar sobre essas perguntas. Defina quem é o usuário, Então quando você está projetando um produto Google, um seja o que for, defina quem é aquele usuário, Faça várias perguntas aqui. Então. Como projetar uma caneta. Por onde você começa? Quem é você? Crianças. Oh.

[39:39] Que idade? É uma pergunta realmente importante. Já vi pessoas e eu fiz essa pergunta, E eu disse: 'Ok, vou deixar você assumir.' Então que idade vamos assumir? Três. Isso é perfeitamente razoável. Já vi alguém que disse: OK. idade de dois a 10. Agora, Uma criança de dois anos. É tipo assim. Uma criança de 10 anos é tipo escrevendo redações. Certo? Tipo, foi um intervalo grande demais. Agora, como eu direi, como entrevistador, eu pessoalmente aconselharia contra uma pergunta assim porque acho que tem meio que um viés a favor de pais.

[40:18] Mas infelizmente, essas coisas. acontecem muito para você sabe, para candidatos. Você sabe, esteja realmente ciente de quem são esses usuários. Crianças de três anos. Agora para onde vamos? antes. Obrigado. Para que eles vão usar a caneta? Sim, quer dizer, esse tipo de coisa importa. Então há, mesmo para uma criança de três anos, há diferentes casos de uso. Você está tentando ensiná-los a segurar a caneta corretamente? Esse é um tipo de coisa muito diferente. Deve ser divertida? Deve ensiná-los sobre cores. Há muitas coisas diferentes para as quais as pessoas poderiam usar uma caneta. E conforme você aumenta as idades, isso é ainda mais verdadeiro.

[41:00] Uma caneta, você sabe, uma criança de oito anos pode ter muitos usos diferentes. vá para adultos, Certo. Pedi para você projetar uma calculadora. Bem, quem está usando isso? Onde? No trabalho? Em casa? Quando você está projetando um produto para crianças, As crianças são, essa é uma usuária. Quando eu digo que o usuário são crianças, Mas os pais também são. O irmãozinho delas que tem 18 meses e pegou a caneta e agora está chupando é outro, você sabe, pelo menos stakeholder que você quer considerar. Você quer estar ciente das paredes deles, coisas assim. Então você quer realmente, realmente ter cuidado com o usuário.

[41:37] Uma coisa importante, os entrevistadores basicamente têm essa caixa de seleção em que pensam: 'Essa pessoa definiu o usuário adequadamente?' Tenha muita, muita certeza de que você realmente definiu o usuário muito, muito adequadamente. Vá um pouco longe demais aqui. Certifique-se de ter definido o usuário. Depois discuta os casos de uso, problemas, objetivos deles. Isso vai ser coisas como as paredes. Esteja ciente dessa questão. Esteja ciente da toxicidade de algo. casos de uso inesperados como jogar a caneta do outro lado da sala, pisar nela, coisas assim. Uma caneta que é superfrágil para crianças de três anos não é uma caneta muito boa.

[42:07] Não é uma que vai durar muito tempo. E então você parte para projetá-la. E então você faz esse resumo geral. E... Não se esqueça do usuário. Não se esqueça do usuário. Seja muito, muito claro sobre isso. Tem uma coisa que você quer fazer em qualquer coisa que tenha pelo menos um pouco de design de produto, produto, algo. em que você está pensando em como fazer algo, defina aquele usuário, certifique-se de que isso esteja muito, muito claro. Então, tem outra coisa, outro tipo de pergunta pop, e essas são fundamentalmente perguntas do lado de produto.

[42:39] Mas é só, você sabe, Qual é o seu produto favorito desse tipo? Então aplicativo móvel, produto físico, etc. Também produto daquela empresa. Então, particularmente se você estiver entrevistando para uma empresa como o Google, uma empresa grande, tenha um produto, tenha um subproduto lá sobre o qual você possa falar. E então como você melhoraria isso? Nunca, nunca, nunca, nunca, nunca entre em uma entrevista de PM sem ter perguntas prontas, respostas prontas para todos esses tipos. Erro enorme, enorme, porque é uma pergunta tão comum. Obrigado. Então o que você deve saber sobre seu produto de cada uma dessas categorias.

[43:12] Por que você ama isso? Deve ser algo que você usa. Não deve ser... 'Ah, minha avó usa essa coisa legal.' Agora, Você talvez consiga se virar se tiver filhos, um produto para seus filhos, só na medida em que você realmente interage muito com ele, Talvez. Mas idealmente deve ser algo que você usa e ama, não apenas algo que outras pessoas acham legal e você acha bem-feito. Defina quem são os usuários. Você deve ser um dos usuários, claro, mas pode haver outros casos de uso.

[43:43] Por que outras pessoas usam? Você deve ser capaz de falar sobre quem é a concorrência. Quais são os produtos ou soluções alternativas? para isso. Que tipo de problemas existem? esteja sempre pronto para falar sobre por que você melhoraria. Como você programaria? Lembre-se disso. O ponto de toda essa coisa é Você quer mostrar que é uma boa pessoa. Canadá. Muitas dessas respostas literalmente respondem à pergunta, Essas respostas não são irracionais. Elas são na verdade respostas perfeitamente razoáveis, válidas. Elas não fazem nada para te ajudar.

[44:14] E, de fato, eu diria que isso é uma porção enorme, enorme delas. Então, Exemplo disso. Qual é o seu produto favorito? Um... Alguém vai onde? Ouvi essa resposta muitas, muitas vezes. Uber ou Lyft, um ou outro. Por que você ama? Amém. Conveniente. Claro. Mais barato, sim, do que táxis. Legal. O que mais? Fácil de usar, sim.

[44:45] Essas são todas respostas válidas. Quer dizer, é o que eu faria, se estivesse falando com... você sabe, minha mãe e tentando convencê-la, ei, você deveria totalmente, sabe, baixar o Uber ou o Lyft. O quê, o quê, o quê, por que eu deveria fazer isso? Ah, é superconveniente. você sabe, pega seu celular, você pode clicar em um botão e pedir, é muito conveniente. Muito mais fácil que táxi, coisas assim. Essas são respostas absolutamente válidas. Mas quando você ouve isso, você não pensa: Uau, que insight realmente interessante. Acho que você seria um bom PM. Qualquer um daria essa resposta. PMs terríveis, alguém que nunca deveria ser PM daria a mesma resposta.

[45:18] Você quer se fazer parecer um bom candidato. Você quer dar respostas que não sejam apenas verdadeiras. mas que realmente mostrem insight. E essa é a parte complicada dessas perguntas. Então Vamos fazer alguém fazer uma, bem, deixe-me dar um exemplo de insight. uma Uma pessoa que entrevistei. estava falando sobre o Snapchat. E isso foi há três anos. Então o Snapchat não era novo, mas era mais novo do que é agora. e eles deram uma resposta.

[45:51] que era Era algo sobre como... snapchat eles falam sobre comunicação no mundo real é inerentemente efêmera. Eu digo algo para você, a menos que esteja neste contexto. Não é gravado. Posso fazer o que quiser. Posso fazer uma careta engraçada. Posso dizer algo estúpido. Posso dizer algo ofensivo. Ninguém sabe. Certo. E isso torna as pessoas muito mais livres. Assim que você liga a câmera de vídeo e começa a gravar tudo, Você fica um pouco mais cuidadoso com o que faz. E a comunicação online é inerentemente gravada.

[46:22] E isso muda a forma como as pessoas agem. E mensagens de texto e todas essas outras coisas nunca vão se parecer exatamente com isso porque-- Você sabe que está sendo observado, e sabe que qualquer coisa que fizer pode voltar para te prejudicar. O Snapchat, eles argumentaram, chegou muito mais perto de se parecer com-- comunicação do mundo real. porque permitia que as pessoas dissessem coisas que eram temporárias. E eles falaram um pouco sobre a implementação específica disso. Mas a parte central deles era, olha, isso está se parecendo com comunicação do mundo real. muito, muito mais do que outras comunicações online. Esse tipo de resposta mostrou insight. Mostrou uma compreensão de como a comunicação afeta as pessoas, como a gravação afeta as pessoas. E isso mostrou insight.

[46:59] Isso é uma coisa divertida, recebo algumas fotos engraçadas dos meus amigos. Razão válida para gostar, mas não me mostra nada sobre você. Então alguém quer tentar. no seu site favorito. Um... site. Pinterest. Ótimo. Por que você ama? É... Quer dizer, essa é a minha preocupação. Ok. também tem a muita variedade que eu poderia escolher. e capital. Ok?

[47:30] Então permite-- Preferível. Sim. Ok. Então permite que você meio que explore coisas, crie seus próprios murais e algo assim. Tchau. Resposta perfeitamente válida, e isso não é para ser duro com você. Essa é a resposta que vou dar para a minha mãe. Certo. Na verdade, eu deveria realmente começar a usar. Minha mãe é na verdade incrivelmente técnica. Mas é como o exemplo clássico. Não, sério, ela tem tipo um PhD em engenharia elétrica. Ela é realmente, realmente técnica. Ele é meu padrasto. Ainda aprendendo sobre e-mails. Tudo é gravado, certo?

[48:02] Então sim, então esse tipo de resposta é tipo, isso é, Você sabe, é uma resposta válida. Foi muito, muito difícil conseguir esse insight. mostrar algo que seja tipo, esta é uma perspectiva realmente única que realmente mostra essa habilidade de PM. Então alguém pegue outro mundo. Você pode pegar o Pinterest ou uma coisa diferente. Sim. Oh, Allah. Obrigado. uma das razões pelas quais estou usando. Quatro. é porque eu cresci no meu país. sociedade de copiar e colar. Um, mas-- coisas que estão online.

[48:33] Cuidado. consegue isso e por que se estende à inspiração também. Então se eu quiser me inspirar, Tchau. Certo. Continue. olhe para. mesas ou posso procurar um, como, eu projetaria meu mix. Bem, bem, bem. Ok, então isso é um bom começo. Vamos falar sobre mais, no entanto. O que o Pinterest fez no design deles que ajuda você a se inspirar. Obrigado.

[49:05] Muito visual. Então isso está começando a ficar um pouco mais, certo? Tipo, eles realmente focaram em, colocar as imagens em primeiro lugar, e praticamente esconder o texto. Porque a forma como nos inspiramos, é realmente através de imagens. Texto na verdade não nos ajuda muito a nos inspirar. por muitos, particularmente você pode argumentar que o Pinterest é fortemente voltado para a criação de coisas e você realmente precisa dessas imagens visuais para inspirar a criação de coisas. em oposição a focar no conhecimento, que será muito mais baseado em texto. Então você quer tentar realmente pensar sobre, Como você pode mostrar coisas que não apenas dizem literalmente por que você ama algo, mas realmente trazem insight de produto, que é difícil de fazer isso.

[49:43] Mas essas são as respostas que realmente, realmente se destacam. Agora, se você não conseguir fazer isso, ainda pode recorrer. Se você não sentir que tem uma resposta realmente sólida que mostre insight, ou mesmo se tiver, você ainda pode recorrer a, Aqui estão os casos de uso que o Pinterest aborda. E aqui está como eles fazem isso de uma forma muito eficaz. e isso ainda vai fazer um trabalho muito bom. Uma coisa para se ter em mente quando você pensa sobre essas, quando você pensa sobre qual produto você quer falar. é que Nem todos os produtos são criados iguais. Alguns produtos são realmente, realmente difíceis de fazer.

[50:14] Então, e muitas vezes os produtos sociais são muito difíceis. é muito difícil falar sobre por que o Reddit é, você sabe, é o seu site favorito. porque não há um claro, bem, aqui está o meu caso de uso, e aqui está como o Reddit aborda meu caso de uso. Porque o caso de uso é tipo se divertir. A menos que você possa dar uma resposta que realmente fale sobre por que isso ajuda você a se divertir. Mas é difícil porque não há casos de uso tão claros. Uber, há um caso de uso e problema muito claros, e você pode falar sobre como isso resolve isso Pinterest.

[50:45] é social. mas ainda começa a ter alguns casos de uso. alguns claros Este é um problema e é assim que o Pinterest resolve. Então, Esteja ciente de que quando você pensa sobre qual produto você quer falar aqui. Você pode não querer realmente pegar o seu favorito. Você quer pegar algo que tenha onde você possa realmente falar sobre casos de uso e como ele resolve esses problemas. Porque é assim que você pode então começar a falar sobre como isso poderia ser melhor? Como pode ser melhor em resolver isso? Então eu poderia falar sobre o Pinterest. Uma das coisas que eu adorava fazer, eu amo criar.

[51:16] se você pode olhar minha coisa do Facebook para isso, mas tipo eu entrei na marcenaria e entrei, você sabe, em fazer tipo, bolos malucos e chiques e o Pinterest é incrível. É tudo sobre criação. Mas uma das coisas em que é ruim é que É realmente bom em inspirar. Mas no que não é tão bom é, ok, mas como chego lá? Como faço aquela coisa? E há alguma ligação com você sabe, de qual site veio, mas é muito fraca. Esse site muitas vezes, você sabe, os links estão mortos. Não dá essas instruções. Eu adoraria poder quando estou realmente olhando, deixe-me realmente fazer isso, filtrar por coisas que têm passos claros.

[51:55] Pense no Google Imagens tem Você pode filtrar por coisas que são, você sabe, têm certas licenças Creative Commons, algo assim. Eu adoraria poder filtrar no Pinterest. para Aqui está como eu realmente faço aquela coisa. Há tantas imagens de qualquer forma, deixe-me filtrar por aquela coisa. Para que eu possa realmente não apenas me inspirar, mas também executar isso. Uh, Mas muitos dos produtos sociais não são tão fáceis de fazer isso. Então apenas esteja ciente disso. Ok. próximo tópico perguntas de estimativa este será um pouco mais rápido então Esses são o tipo de coisas que você ouve falar como quebra-cabeças. Eles não são quebra-cabeças.

[52:30] Se você ouviu sites como Business Insider dizerem que, você sabe, o Google baniu essas perguntas, isso é totalmente falso. O Google não baniu essas perguntas. Alguém foi citado erroneamente ou falou errado, não sei qual. e disse que o Google baniu quebra-cabeças como esses. Estes não são considerados quebra-cabeças. Além disso, quebra-cabeças foram banidos muitos, muitos anos atrás. Mas estes não são considerados quebra-cabeças. Estes são chamados de perguntas de estimativa, estimativa de Fermi. Eles são realmente resolução de problemas. não quebra-cabeças. O que as pessoas estão procurando é...

[53:01] medida básica de inteligência. esperteza. Você sabe, se A forma como as pessoas essencialmente entrevistam para desenvolvedores de inteligência é através de perguntas de algoritmo. Se você não pode fazer isso para um PM, eles recorrem a estas. Então eles estão olhando para esperteza, eles estão olhando para Muitas pessoas sentem que A capacidade de estimar um número é fundamentalmente uma habilidade importante para um gerente de produto. Porque você quer saber se importa fazer esse recurso, quantos usuários devemos esperar, quantas pessoas sequer precisam filtrar com base nesse atributo.

[53:37] Então muitas pessoas sentem que estimar é um atributo fundamentalmente importante. Eles também querem saber, que você está ok trabalhando com números, que você não tem medo de números. Então é isso que as pessoas estão olhando. Eles não estão, a menos que você tenha um entrevistador realmente, realmente ruim, excepcionalmente ruim, eles não estão olhando para a resposta final. Eles provavelmente nem sabem com as respostas finais reais. Então uma maneira de abordar essas perguntas é realmente, realmente acreditar em mim aqui. Estas são resolução de problemas. Elas não são sobre o número que você chega a saber, elas são resolução de problemas. Então, você primeiro quer fazer várias perguntas para resolver qualquer ambiguidade. estruturar sua abordagem, ter uma estrutura.

[54:10] divida esses componentes, e então verificação padrão. Então. vamos pegar uma pergunta como, Quantos aviões? voam sobre os EUA todos os dias. Obrigado. O que você quer saber? apenas voos de verão ou-- Todos os aviões. Ótima pergunta. Todos os aviões. Acho que está bem. Ambos domésticos e . Ambas boas perguntas. Como você define avião? Tipo, helicópteros estão incluídos aqui? Quero dizer literalmente aviões ou estou falando de aeronaves?

[54:45] Um, estou falando de aviões de papel, certo? Provavelmente não. Mas drones. Certo. Existem coisas intermediárias? Essas importam? Eu uso essa frase realmente estranha, "sobre os EUA". Então isso é tipo literalmente, tipo voos cross-country, isso são aviões que decolam e pousam em algum lugar nos EUA, mesmo que seja, você sabe, em uma costa ou Sim. São Francisco para San Diego, algo assim. Um voo internacional decolando da China e pousando em São Francisco, isso é sobre os EUA ou não?

[55:19] Então você quer definir esses. Você quer ser realmente, realmente cuidadoso. Faça questão de definir isso. Essa é uma das coisas que os entrevistadores estão realmente procurando é você consegue definir um problema adequadamente? e não fazer suposições ruins. Então você cria uma estrutura. muitas vezes é útil se possível ter meio que uma ideia de múltiplas estruturas na sua cabeça. Então, você poderia abordar quantos aviões voam sobre os EUA todos os dias? começando de uma perspectiva de, Pessoas? Quantas pessoas precisam voar e com que frequência elas precisam voar?

[55:50] e Também, existem coisas além de pessoas que precisam voar? Ou você poderia começar da perspectiva de aeroportos. Então duas abordagens diferentes, ambas poderiam funcionar. Não sei qual vai ser mais fácil. Não sei qual vai ser melhor. Não importa realmente qual é melhor de qualquer forma. Mas ter uma ideia de duas abordagens diferentes na sua mente pode ser útil. Então você começa a dividir esses componentes. Então suponha que eu esteja fazendo quantos livros são vendidos todos os anos nos EUA e você fez alguma definição sobre o que isso significa. Eu estou Bem, quantas pessoas estão nos EUA? Você deveria, esperançosamente, ter uma ideia básica da população dos EUA.

[56:24] Se você não tem, isso é algo que Isso é, eu acho, justo perguntar ao entrevistador. Particularmente se você não é dos EUA, isso é ainda mais perdoável não ter uma ideia básica. Mas use um número redondo de visão geral. Não use qualquer que seja a resposta, 312 milhões, algo assim. use 300 milhões. Estamos falando de estimativas realmente, realmente aproximadas aqui. Então 300 milhões de pessoas. Ok. Então Você normalmente divide isso. Você normalmente segmenta isso de alguma forma. Um, para livros vendidos nos EUA, O que eu faria é provavelmente segmentar com base no nível de educação.

[56:58] ou talvez renda. mas provavelmente nível de escolaridade. Então eu provavelmente diria, ok, vamos pegar Bolsas Universitárias, vamos pegar pessoas que, e vamos pegar pessoas que não foram para a faculdade. E talvez a gente queira descobrir como queremos lidar com pessoas que evadiram. Talvez dos formados na faculdade, talvez a gente queira um segmento adicional por renda. Talvez devêssemos ter segmentado por renda desde o início. Não sei. Mas você segmenta essa população. E então você vai pegar alguma ideia básica. Em algum momento você vai ter que basicamente chegar a números. Então quantos livros por mês um típico formado de, você sabe, uma boa universidade trabalhando em um bom emprego lê.

[57:35] Não sei. Em algum momento você está dizendo: 'Aqui está como eu e meus amigos somos'. Mas cuidado para realmente entender que isso é você e seus amigos, não são todas as pessoas. Eu tive um cara em uma entrevista que... assumiu que o americano típico lê com base nos amigos dele. lê provavelmente cerca de quatro a seis livros por mês. Eu acho que muito mais americanos do que é realmente verdade. Conheci outra pessoa que foi perguntada quantos afinadores de piano existem nos EUA?

[58:08] E, hã... O que piorou foi que essa pessoa era, isso é um recém-formado de Duke, e Duke meio que tem um estereótipo de qualquer forma de ser tipo, muitos filhos de ricos e ela assumiu que um em cada seis americanos tem um piano de cauda. Tipo, uau, tenho certeza que não é o caso. Então você quer ser muito, muito cuidadoso. Tipo, as pessoas não são excessivamente exigentes. sobre quais números você assume, desde que você não demonstre uma completa incapacidade de entender que você não é a pessoa típica. Certo? Ok, então você assume que pessoas como você leem quatro livros por mês e na verdade são dois.

[58:46] Ok. Isso é muito, muito frívolo. Quando você está assumindo tipo, são seis e na verdade não é nem um. Isso é um pouco mais problemático. Porque aí eu vou me perguntar, você tem uma incapacidade como gerente de produto de se colocar no lugar de outra pessoa e perceber que você não é a pessoa típica? Na maior parte, você pode simplesmente escolher coisas razoáveis, fazer suposições. Fazer um trabalho básico de fundamentá-las. Eu acho que provavelmente é cerca de... Eu sou um leitor bastante ativo. Eu leio cerca de quatro livros por mês. mas eu sei que sou incomum para meus amigos. Eu espero que o americano típico esteja mais perto de quatro, mais perto de um.

[59:20] Ou um típico formado na faculdade trabalhando em um emprego bem remunerado lê mais perto de quê? Faça um trabalho básico de fundamentação, mas não é grande coisa. E então você segue e faz essa coisa. O total, você pode praticar isso, mas a quantidade total de tempo deve ser tipo... Alguns minutos para resolver isso, não 20 minutos. Essas não são coisas extensas. Alguns minutos. Vamos fazer isso. E então Sam você verifica. Esta é uma parte importante que muitas pessoas esquecem. Então se você chega com, você sabe, Gmail, você está calculando quanto dinheiro o Gmail ganha e você chega com, você sabe, $15 bilhões.

[59:53] Talvez você não tenha uma boa noção de quanto dinheiro isso é, mas quanto é $15 bilhões dividido por 300 milhões? Alguém fez isso por mim, não sei. Eu acho que é tipo, não sei, $15 por pessoa, algo assim. Isso é muito. Não tem como o Gmail estar ganhando $15 por pessoa entre todos os americanos, que não são todos usuários do Gmail. Simplesmente não tem como. Então faça uma verificação básica de sanidade, verificando. E é aí que, se você tem uma ideia do passo dois sobre quais são essas outras abordagens, isso costuma ser realmente útil.

[1:00:25] Então faça uma verificação básica de sanidade. Então eu passei por todas essas. Ok, então os principais erros que as pessoas cometem é se perder em detalhes menores, então sair para calcular algo que simplesmente não importa. É realmente útil se você verbalizar coisas como quantos livros são vendidos por ano, e você apenas introduz o, você sabe, ei, devemos nos preocupar com livros que são vendidos várias vezes?

[1:00:55] Mas então você provavelmente não precisa se importar. Tipo, isso provavelmente não é um fator enorme. Devemos nos preocupar com quantos livros uma biblioteca usa, compra a cada ano? Acho que não. E a razão pela qual eu os fundamento, de novo, isso vem de um autor, mas eu não consigo imaginar como autor que isso constitua um grande número de vendas. Então, para o mercado geral de vendas de livros, provavelmente não é uma grande parte das vendas. Mas o fato de você mencionar isso, de você estar ciente desses pequenos casos extremos, mostra algo positivo.

[1:01:27] Então, lembre-se, pense nessa outra fonte de dados, como essas outras fontes de vendas de livros, mas você ainda pode descartá-las. Você não precisa calcular tudo. E então aquelas suposições malucas, a de que um em cada seis americanos tem um piano de cauda em casa, certo? Um em cada, você sabe, pessoas, alguém assumiu que tipo o americano médio faz tipo seis voos comerciais por mês, e eu fico tipo, nossa. Eu não acho que o americano médio faça seis voos comerciais por ano. Quer dizer, o americano médio não ganha tipo $200,000 por ano.

[1:01:59] Simplesmente não funciona. Então, você sabe, a maioria das pessoas está bem nas suposições, e então há essas pessoas que fazem suposições malucas. Então apenas tente se verificar aí. Ok, última coisa, eu acho, são esses tipos de casos e perguntas diversas. Essas estão por toda parte. Você pode fazer muitas perguntas diferentes. Então esses são alguns tipos básicos de perguntas que você pode receber. Você pode receber coisas de resolução de problemas. Então você lança esse recurso, e esse foi o resultado. O que você faria? Você lança esse novo fluxo de cadastro e a receita caiu.

[1:02:34] O que você faria? Então ser capaz de lidar com coisas assim. Devemos fazer X ou Y? Qual seria a melhor estratégia? Como você comercializaria este produto para esta base de usuários? Como você precificaria este produto? A Amazon particularmente faz muitas perguntas sobre precificação. Como você lançaria essas coisas? E então há essas coisas estranhas de brainstorming. Como você, você sabe, nomear o máximo de coisas possível que você pode fazer com um clipe de papel? Às vezes perguntas futuristas. Onde você vê essa coisa daqui a cinco anos, ou dez anos, ou quinze anos? Há um enorme, enorme, enorme balde, você sabe, de ideias de perguntas.

[1:03:06] Então, quando tudo mais falhar, você frequentemente pode recorrer a algumas dessas coisas principais. Definir qual é o problema. Não funciona para todas essas coisas. Não funciona para, você sabe, encontrar o máximo de coisas possível que você pode fazer com este clipe de papel, mas esse tipo de estrutura frequentemente funciona, encontre uma estrutura e então resolva isso. o que você pode ser capaz de fazer mesmo com algo como quantas você nomeia o máximo de coisas possível que você pode fazer com clipe de papel, que é uma pergunta estúpida, mas o que você pode ser capaz de fazer é algo pelo menos como, ok, vamos pensar sobre usos padrão para um clipe de papel primeiro, e então vamos pensar sobre coisas que você pode fazer modificando a forma do clipe de papel mas ainda mantendo-o basicamente intacto. Vamos pensar sobre coisas que você pode fazer se pudermos usar muitos clipes de papel, o que você pode fazer com isso?

[1:03:53] E então vamos pensar sobre o que você pode fazer com as matérias-primas dos clipes de papel, tipo derretê-lo. Isso é uma estrutura, certo? Não é a única estrutura que você pode usar, mas é uma estrutura, e você pode começar a abordá-la dessa forma. E mesmo que você não chegue com o máximo de coisas, você provavelmente chega com algumas ideias diferentes. e pelo menos eu vou dizer, essa é uma maneira muito estruturada e metódica de pensar sobre isso. Eu gosto de pessoas estruturadas e metódicas. Eu gostaria de contratá-las. E então pelo menos você pode fazer isso. Então tente encontrar uma estrutura. E então tente conduzir discussões. Tente ser aquele, isso não significa que você não ouça o entrevistador. Absolutamente ouça o entrevistador, mas você quer ser aquele que está fazendo a maior parte da fala.

[1:04:26] Você quer meio que conduzir essa discussão. Empatize com o usuário. Se for possível, se houver qualquer oportunidade de mostrar ao usuário, esse tipo de empatia pelo usuário, mostre isso, isso é realmente importante. e então tente mostrar insight. Tente encontrar coisas que digam, nossa, esse é um comentário inteligente de se fazer. Então há algumas estruturas que você pode ler. Se você gosta de estruturas, você pode ler sobre essas estruturas. É o tipo de coisa que você aprende em um programa de MBA. Mas realmente, realmente não é o ponto. Então essas são coisas como processo de decisão de compra do cliente e o mix de marketing, análise SWOT, 5Cs, portais, forças elevadas.

[1:05:01] Você pode ler essas. Para algumas pessoas, isso pode ser útil. Não te prejudica fazer isso. Mas os entrevistadores quase nunca estão procurando que você pegue uma dessas estruturas e as aplique a um problema, porque não se espera que você tenha um MBA a menos que esteja entrevistando para funções específicas de MBA. Mas onde essas podem ser úteis é apenas para ter uma ideia de como as estruturas podem parecer para um problema, hipoteticamente, e também para fazer você pensar sobre aspectos que você pode não ter pensado. Então quando você está lançando um produto, você pensa sobre colocação?

[1:05:32] Isso faz parte de um dos quatro Ps, se bem me lembro. Você pensa sobre os aspectos dos cinco Cs? Não me lembro mais deles, mas cliente, coisas assim. Você está pensando sobre algumas dessas coisas que você pode não ter pensado. Então você pode olhar para essas. Só não tente encaixar um quadrado em um círculo, como dizem. Não tente simplesmente escolher cegamente uma dessas estruturas, porque quase nunca é uma dessas estruturas. E então nenhuma métrica. Então métricas gerais, coisas de aquisição de usuários, atividade, então que tipo de coisas as pessoas estão fazendo, e todas as coisas de dinheiro.

[1:06:09] Quanto custa adquirir seu cliente? Quanto é a receita da empresa? Qual é o lucro? Quais são as margens deles? Coisas assim. Essas são coisas realmente úteis de se fazer, não apenas ao pensar em um produto hipotético ou como você lançaria algo, como você precificaria algo, mas também quando você vai para entrevistas com uma empresa específica, estar ciente dessas métricas para a empresa. Em muitos, muitos, muitos casos, você não conseguirá realmente obter essas métricas. Tudo bem. Faça se puder. Para empresas maiores, você pode conseguir algumas dessas coisas. Você pode conseguir, em alguns casos, mesmo que não consiga métricas para aquela empresa, obter métricas para algo semelhante.

[1:06:44] Então você tem uma empresa que está se sustentando através de anúncios. Ok, você não consegue obter as informações sobre isso, mas você consegue ter uma noção de quanto os anúncios rendem e quando eles ganham mais dinheiro e quando ganham menos dinheiro? E as outras coisas que você pode pensar é quais são os pontos fortes e fracos da empresa e objetivos e coisas que talvez eles não priorizem tanto. Então certas empresas se importam muito com certas coisas. Então algumas empresas são muito, muito focadas em receita. Algumas empresas são muito focadas em, você sabe, muitas startups são muito focadas em crescer a base de usuários.

[1:07:21] E quando você caminha para aquela entrevista, e você pensa sobre melhorias no produto, você idealmente quer estar alinhado sobre melhorias no produto. o que eles se importam é crescer a base de usuários. E talvez eles não se importem com a parte da receita. É difícil dizer porque aquela startup que não fez nada com lucros e tem apenas crescido usuários, pode haver cada vez mais algo nos bastidores de uma empresa dizendo, nós realmente precisamos resolver essa coisa do lucro. Se você vê uma empresa que tem, você sabe, crescido usuários muito bem e continua experimentando diferentes estratégias de monetização, isso é um bom sinal de que eles ainda não resolveram essa parte do dinheiro.

[1:08:03] E talvez você queira entrar com algumas ideias básicas de coisas que eles tentaram, o que funciona, o que não funciona, e talvez algumas coisas que eles possam tentar. Esteja geralmente ciente desses tipos de métricas. Entenda que nessas entrevistas, se você já fez entrevistas de consultoria com as principais firmas de consultoria, essas entrevistas são tipo, você sabe, você recebe um caso e fica tipo, bem, sabe, eu realmente gostaria de algumas informações sobre os produtos de aquisição de clientes. E eles respondem, bem, o que você sabe? Temos um slide mostrando exatamente essa informação. Entrevistas de PM não são assim.

[1:08:35] Entrevistas de PM são muito mais baseadas nos seus instintos. Então, você sabe, você não tem esses dados porque é isso que é a vida de um gerente de produto. Você não pode gastar $3 milhão pesquisando algo para surgir com uma nova ideia para moldar a estratégia de algo, é tipo, bem, aqui está o que eu penso, aqui está o que eu acredito, e aqui está por que eu acredito nisso. Então, quando você estiver pensando no design do produto, melhorias, coisas assim, você quer entrar com, você sabe, você quer entrar disposto a usar seus instintos e fundamentar as coisas e mudar de direção quando receber resistência. Não, eu não digo resistência quando você recebe dados em contrário. E esqueça todo o resto. Saiba quem você é e o que as pessoas vão assumir sobre você.

[1:09:19] Então saiba quais dessas coisas de visão geral você tem boa cobertura e o que talvez você tenha boa cobertura mas talvez não seja tão óbvio. E então tente preencher as lacunas na medida do possível. Todo mundo deveria aprender a programar se ainda não fez isso, pelo menos um pouco. Mas lembre-se de focar no usuário. Se for minimamente relevante quem é o usuário, deixe claro que você é a pessoa que se importa com o usuário. E então encontre, se possível, encontre uma estrutura para sua abordagem. Então, mesmo que tudo o mais falhe, suas ideias sejam ruins, tanto faz, pelo menos você terá demonstrado que é um pensador estruturado e metódico.

[1:09:52] E esperançosamente a estrutura também trará conteúdo melhor, mas pelo menos você terá demonstrado que se comunica de forma estruturada. Então, com isso, fico feliz em abrir para algumas perguntas. Sim. Oh. Sim. Ouvi você dizer que a primeira pergunta é que você tem que resolvê-la em dois minutos? Eu não faria isso. Então a pergunta é: você tem que resolver as perguntas de estimativa de Fermi em dois minutos? Eu não diria dois minutos. Eu diria que cinco mais ou menos é uma boa estimativa geral.

[1:10:25] Vai depender da pergunta, de outras coisas. Mas sim, no escopo de cerca de cinco minutos, talvez menos. Sim? Como o papel do PM difere em uma grande empresa versus uma startup? Então PM em uma grande empresa versus uma startup. Então os papéis de PM, eles estão por toda parte em qualquer lugar. Você pode ter um papel de PM na Microsoft ou na Amazon, que pela empresa está fazendo coisas completamente diferentes.

[1:10:56] Você terá um PM na Microsoft, só pensando em amigos específicos que tive lá, onde um está fazendo coisas de evangelista de cliente. Eles estão muito próximos de fazer marketing. Eles estão conversando muito com clientes e fazendo mensagens de alto nível. E então você tem outro PM que está tipo fazendo escrita de especificações de nível muito, muito, muito, muito, muito técnico. Então eles podem ter uma variedade enorme, enorme, enorme. Em visão geral, eu diria que PMs em grandes empresas têm muito mais recursos.

[1:11:28] Então eles ficam focados muito... Eles são, de certa forma, mais focados nas verdadeiras coisas de PM, o que na verdade é problemático dizer, mas eles vão ser muito mais tipo, aqui está esta coisa, estou lidando com este problema, e aqui está minha especificação para isso. Um PM em uma startup está fazendo mais do uso de vários chapéus, o que é meio que central para o PM de qualquer forma, então não quero dizer que isso não é coisa central de PM, mas eles podem estar pulando para o código quando necessário. Eles podem estar pulando para fazer muito mais trabalho de marketing. Eles podem estar saindo e conversando com clientes. Então eles podem simplesmente fazer muito mais coisas, mas isso pode variar muito entre empresas e o estágio de uma empresa e coisas assim.

[1:12:10] Sim. Então, para alguém que está entrevistando para uma revisão de marketing, você tem uma maneira de estudar para fazer um papel interno de PM de uma forma, para as maiores empresas de tecnologia, como você sugeriria que eles estudassem e se tornassem um time realmente ótimo em vez de apenas bom? Então, pergunta sobre entrevistar para papéis de APM, como você se torna um candidato realmente ótimo, não apenas ok?

[1:12:40] Quer dizer, é difícil dizer porque há muito a dizer aí. Acho que uma coisa que eu pensaria é encontrar um papel que realmente aproveite o que você... Tipo encontrar o papel certo, encontrar um papel que realmente aproveite seus pontos fortes. Então algumas pessoas são, se você é super técnico, encontre um papel que seja realmente técnico. Essas são habilidades realmente, realmente valiosas. Se você é muito bom em finanças ou é realmente apaixonado por música, encontre aquele papel que realmente aproveite isso. Desenvolvedores de muitas maneiras podem ser encaixados em muitos papéis diferentes em muitos produtos diferentes e ser meio que igualmente bons.

[1:13:20] Eu não diria múltiplos papéis na pilha, mas ser igualmente bom em produto que faz isso, produto que faz aquilo. O papel de gerente de produto está mais ligado ao que o produto é. Encontre um papel que realmente se encaixe no seu histórico, se possível, e então você sabe muitas outras coisas que eu falo sobre realmente ser claro sobre sua mensagem, quais são seus pontos fortes, ter histórias prontas para usar. Seja, você sabe, às vezes as pessoas, eu acho irônico vir de mim, mas algumas pessoas colocam muito foco na preparação para entrevistas e tipo passam meses e meses e meses fazendo preparação para entrevistas sem muito pensamento de tipo, como eu realmente me torno fundamentalmente um candidato melhor. Então eu colocaria, eu encorajaria as pessoas a um pouco menos de preparação para entrevistas, um pouco mais de, torne-se um ótimo candidato. Então isso é aprender a programar, isso é, você sabe, para gerentes de produto, ler livros sobre design de produto, ler blogs sobre design de produto, começar a fazer isso agora, torne-se verdadeiramente um candidato melhor e não apenas alguém que parece melhor em entrevistas. Sim?

[1:14:19] O que você recomendaria para alguém que fez gestão de produto no setor público e quer fazer a transição para o setor privado? Então o que eu recomendo para alguém que fez gestão de produto no setor público e quer fazer a transição para o setor privado. Então setor público é vago. Minha coisa inicial é gestão de produto no setor público. Você provavelmente esteve trabalhando com muita burocracia. Você talvez não tenha estado trabalhando em coisas super técnicas. O papel de gestão de produto em si, eu me pergunto se gestão de produto no setor público significa algo muito, muito diferente. E então, como entrevistador, eu vou ser um pouco tipo, ok, o que você realmente está fazendo? Em oposição a se você é um gerente de produto no Google, onde eu meio que Então eu estaria muito preparado para realmente ser capaz de articular o que você fez, o que era aquele papel de gerente de produto.

[1:15:08] e estabelecer credibilidade porque as pessoas vão fazer suposições negativas sobre pessoas que trabalharam no setor público.

Ver a transcrição original em inglês

[0:00] Alright, well thank you all so much for coming. So I'm the author of Cracking the PM Interview, which I know I saw at least one copy floating around. But to tell you a bit more about my background, I come from a computer science background, did bachelor's, master's, and then was at Google for a while. Did a ton of interviewing there. I was on the hiring committee. And then kind of broke off onto my own thing. Started Career Cup, which is sort of a... Q&A forum, I guess you could say, around technical interviews, wrote a Crackling Coding Interview, Crackling PM Interview, as well as a third book, Crackling Tech Career.

[0:31] Some of the other things I do, which I mention because they're going to come up a little bit later on in some of the things I talk about, so just give some initial context. who are trying to reform their hiring process, structure things. So rolling out interview training, creating a structured hiring process across engineering and product management and all that. And then the other thing that I'll mention, because it has a lot of stories that will come in, is I often get hired by startups to do what I call acquisition coaching. So when startups go through acquisition or acqui-hire interviews, they The engineers and the PMs get interviewed just like typical candidates would.

[1:09] if you were just applying off the streets. And so I'll tell you about a few of the things I've seen there, some stories from that. Because it's given me a... very interesting sort of look at data where I get to interview the same person repeatedly, I get to actually talk to their manager to see, how my perception maps to what they're actually doing, things like that. So some of the stories I'll mention are going to be in that context. So just giving that initial kind of heads up. Without further ado, slides are online. People always ask this. So slides are online at go.gale.com/pmprepslides.

[1:42] Or if that's too long to remember, shoot me an email, gail@gail.com with the subject PM. Prep, that is one word, must be one word, and that'll give you immediate auto response with the slides, a handout that I'll, I think I'll show later on, and a bunch of other different materials. And then people are doing this anyway, but pictures are fine. I know people use pictures to record content on the slides, so that is totally fine. Okay. What's up? some quick definitions. So PM can refer to a lot of different things. It's an abbreviation, so that can mean product management. It can be an associate product manager, which I'm I guess it would technically be APM.

[2:22] And sometimes people also use PM to refer to project management or program management. I'm going to be talking about product management and associate product management. So not project manager or program manager, although there is some overlap between these things. The associate product manager role is a product management role, but it's typically for new grads or people early in their career. Typically not always, but typically. It's certainly an entry level PM role though.

[2:52] often has a rotational component, but certainly a training kind of program. So, the PM, the product manager, is managing the product, not the people. Thank you. As many of you all know, but if you don't, it's managing product is not necessarily In fact, typically I'd say it is not a people management role. And your job is to figure out things like who are the users, what are the features, how are we going to launch, When are we going to launch all these kinds of things? You have some authority, some leadership of the developers, but not necessarily actually authority over them.

[3:27] So that's all very, very relevant stuff. That said, let's talk about What is the perfect PM? Who do you want to be to be a PM? So perfect PM has these kind of attributes. technical skills, they have product skills, so they can think about who is the user. What features do we need? These sort of things. They have the kind of business skills. So these are the kind of things you might pick up in an MBA. You understand things about marketing and all, you know, advertising, whatever it is. You have the ability to lead and execute on stuff.

[4:00] And then you also have what I call industry skills. What I mean by that is if you are a product manager for a A financial software company. Industry skills would mean financial skills, something like that. And so industry skills are obviously going to vary depending on what the actual product is. But that's sort of what the typical PM looks like. And the thing is that it is essentially impossible to enter product management. with all of these skills. You just... If you have industry skills because you are doing finance, you probably don't have...

[4:34] technical skills. typically. So it's really hard to have all of these different skills. So perfect PM is a myth. So a question for you all, when you think about landing a job in product management is How do you come as close to the perfect PM as possible? So you want to think about, okay, so of those, you know, five big buckets, what of these things do you have? And what do you need to acquire? And then from the purpose of interviews, there's this other thing. What am I gonna make what am I gonna assume about you?

[5:05] So this is a, this last thing is something that a lot of people forget. kind of assume, I guess, that there's this magic transferability where if you have some attribute, I'm going to know that you have this attribute. And that's in--. you know, realistically, that's not actually what happens. People make assumptions based on your background. So I'm going to start preferences by saying I'm a very blunt person. I'll tell it like it is and I'm not going to sugarcoat the reality of What the world is like and this is not saying this is not these are good things about the world. It's just saying there are these stereotypes that happen. And when you're thinking about, it being a candidate You can't just...

[5:42] pretend or you probably don't want to pretend like these stereotypes don't exist. And so I'm not just talking about you know, racism and sexism, these kind of things, which are real, which are happening. But I'm also talking about other stereotypes from your background. So, That's okay. Um, I'll try to be more specific. specific story. So I was, doing in an acquisition context, I was helping somebody prepare. who His background was, I walked him through initially his kind of initial, what I call pitch. So his two-minute kind of walk through his resume. And it's basically, well...

[6:23] I was an artist. And then I went back to school. and got a degree in HCI, so human computer interaction. And then I went to... See, I went to be a UI designer. Design, design, design, and then I started this company. And if you look at the company's product, It was beautiful. Very, very beautiful product. I'm not sure what the use case was in this and that, but it was a beautiful product. that he grew to a whopping two employees. Okay. So...

[6:54] you hear that and you don't think you know what this is someone I want analyzing data. I want him doing quantitative analysis. He can make real hard business decisions. You Okay. we have a great UI design role open for you. Why don't you come interview with that? But the thing is, he wanted to do product management. He didn't want to do design. He wanted to do product management. But everything about his background screamed design. Right? and That doesn't mean he can't do these other things, but when you have a background that just screams design, People are going to make assumptions based on that.

[7:27] So, What he wanted to think about there is, okay, look, there's no way when he thinks about this pitch that this overall view of his background, that anyone's going to walk away thinking, This guy sucks at design, right? They're going to hear art and design and design, design, design. He wants to think about how do I sell myself as like, I can do business. I can do numbers. I can be a PM. I can think really about the product beyond... you know, the prettiness of it. I can lead developers. And so we need to kind of reshape his background and reshape his how he did things to Focus on that.

[8:03] And so he changed his pitch into being a like, Well, I, you know, He talked, he gave this overall view, but he brought in numbers and business decisions as much as he possibly can. And the design piece was. was compared to where he started with was almost an afterthought. And you walk away from this new pitch being like, This is awesome. Here we have a PM. who can not only do all the PM stuff and the leadership and stuff, but he really, really understands design, too. What an awesome, well-rounded candidate.

[8:36] And so that's the way you want to think about it with your pitch is you want to think about What kind of assumptions are people going to make based on that? So if, If you have been, if you're entering product management from, or trying to enter the career, the field from a perspective of customer support. Yep. We can think at a high level of, skills and attributes of this thing you probably heard about withage. which is, you know, smart and can get things done. So if I see someone who's a customer support, has a customer support background, what am I going to assume based on them?

[9:15] Anyone? Right. Customer empathy. Fantastic. I love that in a PM. What else am I going to assume? Not that people that's good. in engineering. Yeah, probably not very technical. Customers for people tend not to know how to code. Doesn't mean it's true. I'm just going to make that assumption. What else might I assume? Great communication skills. Yeah, great communication skills. That's fantastic. But maybe they aren't really executors.

[9:47] So that doesn't mean these things aren't true, but if you're going to come to customer support, you want to make sure that you're really selling the like, I can do strategy. I can do these things. I'm going to assume that you have communication skills, that you have customer empathy. It doesn't mean you want to hide those things, but you don't need to oversell those things. There's limited time. and you want to really focus on selling the communication, you know, the the technical skills if you have any, things like that. What about marketing?

[10:22] So if I'm interviewing someone who's coming from marketing background into product management, what am I going to assume? non-technical at all. Yeah, not technical at all. Matthew Norris. marketing knowledge, which is very, very applicable to being a product manager. Do you have a number? Maybe good with numbers. It depends on what side of marketing. Some marketing, yes. Some marketing, no. I was just about to say. Yeah, maybe style over substance. Maybe they even oversell some things, which can be really dangerous when you have a product manager who oversells stuff, right?

[10:55] So, you know, you want to think about these kind of things. All right. See if my slides want to work again. Do-do-do. What about... development. Developer who wants to transition into product management. Or February of 19. Probably not so good at marketing, which is going to be a problem. That is an actually important skill for a developer. before a product manager. Everett Community. Average communicator, Yeah. You know, in fact, I would actually argue that developers are stereotyped.

[11:28] I actually think it's unfair somewhat, but developers are often stereotyped as being poor communicators. Thank you. Certainly technical. That means that if you're a developer applying for product management, you don't need to sell that cool algorithm you built. Look, we are going to get that you could come from a coding background. If you're a marketer, if you're a customer support and you've done some coding, You mentioned the word algorithm, fantastic. Right? Like now you're like, whoa, you're actually tactical. I did not think that. So you want to think about how do you, where are you coming from and how are you going to sell that actually you have a little bit of background.

[12:04] And that's death. I think the Google Slides is just not working properly. Okay. Thank you. So. So you want to think about not just how you present yourself, but also getting these other So, you know, for a, if you don't have technical skills, get some technical skills. It doesn't take, you know, you don't have to spend, years and years, going back to school to get a computer science degree, you can do the 10 week or 10 hour, you know, like course on Codecademy. That's something.

[12:37] Right? No, you're not going to be a great developer. You're not going to be able to launch your own app. But that is something. And for a lot of hiring managers, it's hard for them to wrap their head around You are a product manager. You say that you really want to enter product management. You say that you're passionate about technology, Why haven't you... taken a few hours to learn how to code. How do you justify that? And now I know realistically people are busy, they don't prioritize, they don't get around to doing it, blah, blah, blah, blah. But the perspective of a hiring manager They often get stuck in this one thing. So if you don't know how to code, get those little bit of technical skills.

[13:12] Um, Product skills, you want to acquire product skills. Well, obviously, you know, product school. You know, you can start blogging. and start taking new products that are launched and start dissecting those and talk about product decisions and proposing new things. and that'll help refine your product thinking. and also actually show it. Industry skills are something that a lot of people, if you're entering product management, and you're not are trying to enter product management, and you're not coming at it as a developer, you may well be coming from another industry.

[13:46] iBanking, something like that. Find a field that you know find a company that will value those finance skills. That's a good way in. because now you have something else. No, you don't have the development skills, so you can get a little bit of that. You don't have the product experience, but you're coming at it from a perspective with a skill that's valuable, which is industry skills. for business skills. There is, of course, the NBA. And I'm going to, for instance, by saying I have an MBA myself, I and I'm also going to give the advice that, look, If you want to get an MBA for the sole purpose of breaking the product management.

[14:25] That's a really expensive way of going about it. That's two years. You're giving up. That's not just tuition, which at a top MBA program is going to be like 50K a year. But it's also that opportunity cost, you're giving up a, 100K salary, that's expensive. uh what else could you have done with two years of your if you're saying i'm gonna spend $250,000 in two years of my time. to break into product management, what else could you do? You could start a company with that. Right? So maybe an MBA isn't the best path to go about if it's solely from the perspective of getting into product management.

[15:02] If you want to do it for other things, building better network, establishing credibility, learning, et cetera, that's a little bit different thing. Just don't, from this, solely do BPM. It's a lot. It's a lot to do. That said, if you do have an MBA or you want to do it for other reasons, it does help you, particularly if you go to a top MBA program. I said I'm a pretty blunt person. You want to think realistically about where are you in your career, prestige, wise and what MBA program are you going to if you are going from a your Google engineer and you know or some other top company and you're going to a pretty low ranked MBA program it's not going to help you You're not going to get the network that you need. You're not going to get the right things. You're taking such a step down. You want to go to a really, really good MBA program, if you go at all.

[15:51] So you really want to be honest. And one of the major reasons to get an MBA is to establish credibility and build a network. And that is hugely tied to the prestige of the school, just realistically. If you want to go to learn, There are many way more efficient ways to learn than formal education. You can learn online. There are so many tools to learn online. You don't, frankly, I don't think you go really to almost any school to learn. You go to show that you've learned because you can learn any other, any number of other ways. But if you go through an MBA, be aware that Silicon Valley has its little bit of MBA bias.

[16:27] I actually think it's still overall actually people are on average positive about MBAs. But there are plenty of people who are negative. So it's like it balances out to positive, but there's still a lot of negativity. You want to be really, really careful you don't come off as arrogant or anything like that. You can take advantage. Good MBA programs have a lot of networking opportunities. Recruiters come there. But it's recruiters from the big companies that come there to recruit product managers. If you want to go to a startup, you're on your own.

[16:58] They don't come in large numbers to MBA programs. So you're really, really on your own. And what I'll say is also a lot of the startups, what I've seen from my friends, from my peers at Wharton, the startups which did really target... Wharton grads are often, particularly the very small ones who did that. are often not the ones in actually the best positions. They're the ones who thought an MBA is going to save everything and who probably need to prioritize engineers instead tackled MBAs and did not work out well generally said. So you really you really need to put on yourself to tackle those recruiting opportunities.

[17:35] Add. I want to talk about the interview process. So first up is talking a bit about behavioral questions. So I talked a little about the pitch. One thing you want to do is you want to be ready to give a quick walk through your resume. This is true, by the way, for any role, any interview you've ever done. Be ready to do this. So, major mistake I see people do is they just talk way too long here. They're talking like two minutes max. generally. And, you know, there's, I'd say most people's are, as long as they're the right length, are basically okay.

[18:10] Every once in a while I see exceptional ones. Most people are just kind of in this and then it's fine. You basically just told me the whole story of your resume. So you can do the okay, fine pitch by just walking from point A to point B to point C. Go in forward chronological order, not reverse. Reverse is very, very confusing. And it means that the last thing you talk about is the stuff from the very beginning of your career. Go forward chronological order. Talk about, hit on quick shows of success. What I mean by a show of success, I don't actually mean an accomplishment. I mean something slightly different. A show of success can include accomplishments. It can include launching a feature, something like that.

[18:47] but it's broadly things that demonstrate that you've been successful. So something like. oh, I spent X years at Amazon and then I left to join a startup after my old manager recruited me out to join him. That is not an accomplishment. Getting recruited out is not something that you accomplished. But when I hear that, I know you must have been doing very well for your old manager to really recruit you out to join them. Now, if it's your old friend from college, it doesn't say anything, right? But it is a demonstration that you were successful enough at Amazon to have somebody recruit you out.

[19:23] So think about quick ways you can show success. And then third, lastly, think about your hobbies. So any hobby you might as well mention. Don't, for the most part. Unless you think that your hobby might reflect poorly on you, which... I suppose it could happen, but it's rare. It'll almost never hurt you. But think about if you can actually make it a positive. So any technical hobby is going to be a positive. So taking Coursera class on machine learning, building app on the side. Somebody I interviewed was, his hobby was...

[20:00] Well, so first he started off with his hobbies, like he has a chicken coop and I'm like, all right, cool. Mention that. uh i mean it's not it's kind of crazy it's kind of quirky fun whatever like sure mention it but as it turns out he was he like only by like the third mock interview did he mention that one of the things he's done with a chicken coop though he was seemingly non-technical was he built some sort of like i guess mechanical arm to i guess trapped the chickens inside it, inside their coop at night or something like that. I don't know anything about chickens, but that was the base idea. He built an arm that can go up and down when it's dark.

[20:37] Well, that's actually pretty darn cool for a product manager. All of a sudden, he just showed that despite not being a coder, he got his hands dirty. He learned how to do something. He learned how to physically build something. That is really relevant for a product manager. I don't care that it's chickens, but that's really relevant. Somebody else I know loves to run. Totally relevant. Unless you're maybe running, Unless you're maybe interviewing for a company that is doing something very tied to running. Maybe at Fitbit it would be relevant. I don't know. But the running piece didn't matter. But as it turns out...

[21:11] He had signed up for a 100 mile ultramarathon, which is actually running 100 miles, not like biking 100 miles, which is wussy, right? But actually running 100 miles straight. So like four marathons back to back. During the actual race after all that training he ended up having to quit around mile 60 Which is still running 60 miles which is insane because at mile 30 he hurt his ankle so this guy Did this insane amount of training to get there. Then ran 30 miles, which is insane. hurt his ankle and rather than giving up, he like kept going for another 30 miles until finally he realized it's probably not medically advisable to actually keep going.

[21:50] So in addition to perhaps a lack of sense about his own health, What he did was he showed he works incredibly hard. He doesn't give up when... you know it's very easy to say let this be an excuse to give up uh that persistence that you know that pushing past really hot hard options and not giving up gosh i'd like to have that in somebody i hire i want to have someone who's persistent doesn't give up stuff like that Think about your hobbies. Often these things that seem totally irrelevant have some little piece that they are relevant. So bring those in.

[22:23] The really great pitchers bring all that stuff in and they have a message. They have a like, I'm a product manager who... loves to get my hands dirty, who is very persistent, who... is passionate about bringing people's stories alive. So if you can have some sort of message there. hard for a lot of people, but those can make really, really strong pitches. Sometimes those messages come out kind of through the way you tell the story. And other times I've seen people start off when I say, tell me a bit about yourself. Say.

[22:58] You know, I've been in product management for X years, or maybe I'm breaking into product management. And what I love about product management is using it to bring people's stories alive. Sometimes it's a very explicit message. You can do it either way. And you want to think about your pitch as I talked about earlier. What am I going to assume about you? And how do you correct that to show that you have a more well-rounded background? five minutes for your call. So bringing stories alive means not a i worked at amazon for three years and i worked on this team and i launched this and then after that i went to microsoft and i did this and then i did this and i did this but a you know i joined amazon because i was super excited about kindle i love to read i love to learn it's bringing that kind of color into your stories that's not just a dry just not essentially the walkthrough of your resume right if if you're giving a pitch that i could basically

[23:58] given your background, looking at your resume? It's fine. It's just not going to help you. If you can do these great pitches, that's awesome. The next piece of this is being ready to give great stories. So typical interview questions, behavioral questions, tell them about a time when you did such and such, when you showed initiative, when you took a risk, when you failed, some things like that. So you want to be ready to talk about that stuff. All right.

[24:30] First thing is just ways to be ready to talk about that stuff. What I found to be really useful for people is create this little grid. And across the columns is every job or a major chunk of your resume. So that can be a, certainly any job. If you worked on multiple teams, each team could be a different chunk. If on the side you run a circus group, that's another chunk of your resume. And then down the rows are big picture questions, leadership challenges, things like that. Fill that in, try to fill in every cell with a story.

[25:04] Bye. You're not going to be able to fill it in with all different stories. That's fine. There's going to be some overlap. Lots of stories fit into both leadership and mistakes, something like that. But try to get as many there as possible. If you can boil that down into a single keyword after you're done kind of fleshing out, that'll make you a lot more ready to be able to find a story to match whatever the interviewer is talking about. The other way that I found to be super, super useful for people to find stories is to actually start from lists of strengths and weaknesses.

[25:36] You can find one in my book. There are many online as well. But pull up some lists of strengths and weaknesses and just go through that list. What are your strengths and weaknesses? That's a question you want to be ready for anyway. I don't like it as an interviewer, the question, but it is asked, so you want to be ready for it regardless. But what this does is mean that when I ask a question about time out of time when you showed initiative, You have stories that really bring out particular messages. That can be super super useful for people to find stories especially because the way that a lot of people Think about their stories are like these huge big-picture things the story of this product launching. And a lot of good behavioral stories are very, very particular interactions.

[26:21] It's something that happened on one particular day when someone got mad about the way that you showed it, you gave feedback. And it's often hard for people to remember these stories when they're just thinking about stuff that happened. So starting from strengths and weaknesses can be really, really useful to just jog your memory. So you see, yeah, you know, I am kind of a risk taker. I do have persistence. Okay, let me find a time that I can show that when I am persistent. So what's nice about that is it's... It comes when you think about it that way you have a clear message in your story.

[26:55] So when you think about an answer. you want to think about, well, what is the actual content of the message of the thing you're saying? And then how do you say it? So. Responses should generally answer the actual question. So if I'm asking about initiative, it should actually be an example of initiative, right? And that's where a lot of candidates just kind of stop. They're like, "Have I found a story that matches that thing? Awesome. Great." And not enough about, "Is this really delivering the message you want to send about yourself?" So I'll ask someone about an example for when they... One of my generic questions I'll start off with is, "Tell me about a technical..." This is often for developers. "Tell me about a technical challenge."

[27:36] Sure, I, um... One of my more challenging technical projects was I built an FTP server which did X, Y, and Z. Cool. What's the challenge? And the stories just kind of fall flat. The better stories are, you know, and what was really challenging about was this particular thing and here are the ways I went about. So you want your stories to not just literally answer the question, but also deliver that positive message. That's why those strengths coming up with stories based on strengths can be really useful because the message is really, really clear to you. That's why you pick that story.

[28:09] And then the third thing is be well-structured. Even if you fail at these first two things, at least you can have a good structure. So there's two structures that I like a lot, and they actually go kind of hand in hand. The first one is what I call nugget first. And this means that the answer to the question I ask is the very first sentence. Tell me about a time when you showed initiative. Sure, let me tell you about the class I started in college. Now I know when you're talking about how your university had this problem, its curriculum, and you went to talk to this professor and all this other stuff, the challenge is going to be around a class. I can prioritize the information you're giving me because I know what you're getting at. And moreover, you will focus on the right details because you already have it in your mind that the point is this class you started.

[28:59] And this is, by the way, general good communication advice. This works for a ton of things, not just interviews. Start off with the quick keywords of the story you're about to tell. The other one. is what is often called SAR or STAR, very similar things, but Situation, Action, Result. And often you'll preface that with that nugget anyway. So this is what it sounds like. You say the situation, you say the actions you took, and then the result of those things. The other piece you want to think about though is that message.

[29:33] That goes hand in hand with that. So big mistakes I've seen with behavioral things, mistakes I see over and over and over again, is too little action. The point of a story, when I ask you about a conflict with a teammate, the point of the story is not what was the conflict, it's how did you address it? What were the actions that you took to handle that problem? The point is this action thing, not the situation. The bulk of the time talked. about that you discussed is the action itself. So focus on the action.

[30:04] The other mistake is no message. So, um... you an example of that is I asked somebody, tell me about a... Tell me about a high pressure situation at work. And they tell me, sure, so... we had a supplier who was Amen. who was, you know, they're supplying some product and they were falling behind deadline, behind their deadline, and that ended up having this consequence.

[30:35] on us where we couldn't meet our deliverables as well either. And then to go into detail about here's the product and why and blah, blah, blah, all this stuff, that doesn't really matter. They tell me, so I got a list of all our customers. I emailed all of them. I told them the situation. In the end, we lost one customer, but retained the others. What have you learned about this person? So they emailed people, they know how to use email? Um, They maybe had a list.

[31:07] All right, you've learned nothing about this person. A stronger answer is something like, So, you know, first thing I did was I knew we had a couple of really important customers who aren't just important but highly vocal. And I knew that those were our key influences in the market. I knew I really needed to target them first. So with one of our customers, I knew that they... really like to know that they're first. They want to know that they are a priority. So I called them and not only did I call them first, but I let them know that I called them first. I make sure that they knew they were the first ones I called.

[31:43] Next person. I knew that they... want to have all of the facts. I know that they get frustrated if they think that I'm holding things back. So I went overboard to make sure I gave them all sorts of details about the product in what's going on, even details that they actually didn't really need to know, just so they knew that they had all the information possible. When you approach it like that, you're hearing Gosh, this is a person who... understands people. And they are willing to customize messages depending on who they're talking to. Those are things I'd like to happen to PM. So, we will think about what are the messages.

[32:16] Then the third mistake I see is, I see this very, very commonly for many, many people. disproportionately I see it for people who are have been in leadership roles which is most product managers, as well as women. So, and that is people saying we instead of I. So, you should say "we" when it's truly "we," when it's truly a team. But what happens for a lot of people in interviews is they use this global "we." I see people saying we. even when It's really all them. I mean, I literally seen people do we say we when It is their own project and literally nobody else could possibly have been involved.

[32:51] and it's still well, we were falling behind schedule. It's I. So really focus on your wording. You say we, it should mean we, when you say, when it's really something you did, say I. When you're talking about leadership, We're talking about your team, things like that. I'm not hiring your team. I'm hiring you. So leadership matters, that interaction with your team matters. But you should still be articulating what your place was, what you did, how you influenced the team, how they reacted. based on that, but you should try to use I.

[33:24] Now, you, of course, do not want to ever take credit for something someone else has done. That's really, really bad. But when it's yourself, when it's your actions, you should say hi. And a whole lot of people fall back to we. And what I found is that this tends to be relatively binary. Meaning that when I hear an answer that starts off as we, it usually stays as we the whole time. So pay very careful attention to the first few sentences you say in answer. If you hear yourself saying "we," be really careful about the rest of your answer. Make sure to correct by saying I.

[33:57] Okay, and then put all this together. make this kind of grid. So this is, so take, You want to have, I'd say, at least five major stories that you're really well-talked prefer to talk about. Stories that cover those leadership mistakes that earlier grid. and fill in this this little grid here. So talking about the situation, the action, the result, Know what the message is. What is this saying about you? How does this show that you are a better person? PM. And then also be ready to talk about what you do differently. That's just such a common fault question.

[34:32] So take your five stories that you really want to be followed on. and be able to fill in that whole grid. So. There's this last thing about what would you do differently. So, and you know, mistakes, failures, things like that, weaknesses. Be ready for this stuff, interviewers. This is... some of the interviewer's favorite questions, be very, very ready for it. And The... Most important thing here is don't sugarcoat the bad stuff. When I ask you about failures, when an interviewer asks about failures, mistakes, things like that, one of the major things that they're looking for is will you really admit to bad stuff?

[35:11] I do a lot of interviewer training, and that's when I ask people what their favorite questions There's always somebody who says mistakes or failures. I ask them why, what are they looking for, and it's The big thing is I want to know that the person will admit to failures. A second thing is if you've really failed, there's an assumption that If you've really been an important positions. making important decisions, you can't be perfect, so you must have really failed. If you haven't really failed, you haven't really had impact in the past. I think that's-- somewhat fair when you have a very experienced person.

[35:44] somewhat unfair for someone with less experience, but that is a common assumption. And then they also want to see how do you respond to that bad stuff. So not just will you admit to it, but how did you actually respond to it in that situation? These are stories-- a lot of candidates think about these as, how do I not screw myself up by answering these questions? And that's really the wrong perspective. These stories can make you look much, much better if you tackle them the right way. So what you want to do is you want to be real. You want to be kind of emotionally vulnerable.

[36:15] I'll talk about that in a little bit. You want it to be something that was compelling, that was significant. And that changed you in some way. Almost always. the I'd say Almost always Tucson. I'd say 95% of the time. Candidate stories are too weak. there's five percent of the time when that failure is like, ooh, maybe that's too much. But 95% of the time it's, Okay, you need to amp that up a little bit. Um... This is where I'm going to get into gendered advice here. I'm a pretty blunt person.

[36:50] Typically, men will do better. by being more by making a point of being more emotionally vulnerable. These are things that where you failed. where you screwed up, you let the team down, you had to fire people, something bad happened. And you don't want to go in acting all like this did not emotionally touch me at all. You actually want to be a little bit more emotionally vulnerable. On average, these are just averages, it depends on you as a person, but typically men want to be a little bit more emotionally vulnerable. That means things like softening your voice, admitting that things hurt you, admitting that it was hard.

[37:23] Her women It depends on your personality. These are just generalizations. But for women, if you come in being super emotional, that can backfire. So you have to look at your personality how do you come across if you come across more emotional in the first place Amping up the emotional vulnerability is probably not going to help you a whole lot. You want to be just clearer, more specific about what happened and not necessarily be more emotional. Men, Probably want to amp up the emotional. emotional side. Again, this is based on your personality, but also a bit on stereotypes that people have.

[37:58] So be aware of those things. The best stories connect. Whether you're a man or woman, the best stories connect with people. They show that They show that this was-- you know, hard that it changed you in some way. Okay. Next topic, product design. So putting away all the soft-ish. Kind of putting away, product design. So this is kind of the crux of PM questions, of the prototypical PM questions. These can be a lot of different things. There is a whole set of questions which is, How would you design blank for the blank disability? Blind, deaf, et cetera.

[38:34] So B, you know, there's a huge number of people who ask questions like that. There's, you know, how would you design your favorite app? That's a ton of questions like that. And then there is a pick this particular product. How would you design this? Or how would you improve this thing? Or sometimes, you know... That first question, how would you design a better blank? So With these questions, what interviewers are looking for is communication. That's always a piece of any interview question, communication. But user empathy. to some extent creativity, But that's kind of balanced by good instinct. So it's kind of this bounded creativity.

[39:08] Good ideas, essentially, is what it comes down to. And then general product insight. So. standard kind of way of thinking about these questions. Define who the user is, So when you're designing a Google product, a whatever it is, define who that user is, Ask a bunch of questions here. So. How to design a pen. Where do you start? Who are you? Children. Oh.

[39:39] How old? It's a really important question. I've seen people and I've asked this question, And I said, "Okay, I'll let you assume." So what age are we going to assume? Three. That's perfectly reasonable. I've seen somebody who said, OK. age two to 10. Now, Two-year-old. It's like this. A 10 year old is like writing essays. Right? Like that was a crazy big range. Now, as I will say, as an interviewer, I actually personally would advise against a question like that because I think it's kind of has a bias towards parents.

[40:18] But unfortunately, this stuff. happens a lot for you know, for candidates. You know, be really aware of who those users are. Three-year-olds. Now where do we go? beforehand. Thank you. What are they going to use the pen for? Yeah, I mean, this kind of matters. So there are, even for a three-year-old, there are different use cases. Are you trying to teach them how to hold a pen correctly? That's a very different kind of thing. Is it supposed to be fun? Is it supposed to be teaching them about colors. There's lots of different things people could be using a pen for. And as you ramp up the ages, that is even more true.

[41:00] A pen, you know, an eight-year-old could have many different uses. go into adults, Right. I asked you to design a calculator. Well, who's using that? Where? At work? At home? When you're designing a product for children, The children are, that's one user. When I say that the user is children, But so are parents. So is their little brother who is 18 months and got a hold of it is now sucking on the It's another, you know, at least stakeholder that you want to be aware of. You want to be aware of their walls, things like that. So you want to really, really be careful about the user.

[41:37] One major thing, interviewers have basically this checkbox where they're like, "Has this person properly defined the user?" make very, very sure that you have really, really properly defined the user. Go a little bit overboard here. Make sure that you got down the user. Then discuss their use cases, problems, goals. That's going to be things like the walls. Be aware of this issue. Be aware of toxicness of something. unexpected use cases like throwing the pen across a room, stepping on it, stuff like that. A pen that's super fragile for three-year-olds is not a very good pen.

[42:07] It's not one that's going to last very long. And then you go about designing it. And then you do this overall wrap up. And... Don't forget the user. Don't forget the user. Be really, really clear about this. There's one thing you want to do in anything that even has a width of product design, product to it, something. where you're thinking about how to do something, define that user, make sure that's really, really clear. So, then there's another thing, another poppy type of question, and these are fundamentally product-side questions.

[42:39] But it's just, you know, What's your favorite product of this type? So mobile app, physical product, et cetera. Also product from that company. So particularly if you're interviewing for a company like Google, a big company, have a product, have a subproduct there that you can talk about. And then how would you improve that? Never, ever, ever, ever, ever walk into a PM interview without having questions ready, answers ready for all of those types. Big, big mistake, because you're such a common question. Thank you. So what you should know about your product from each of those categories.

[43:12] Why do you love it? It should be something that you use. It shouldn't be... "Oh, my grandma uses this cool thing." Now, You can maybe get by with if you have kids, a product for your children, only to the extent that you're really interacting with it a lot, Maybe. But it should ideally be something that you use that you love, not just other people think is cool and you think is well done. Define who the users are. You should be one of the users of course, but there might be other use cases.

[43:43] Why do other people use it? You should be able to talk about who the competition is. What are the alternative products or solutions? to that. What kind of issues are there? always be ready to talk about why do you improve it. How would you program? Remember that. Point of this whole thing is You want to show that you are a good person. Canada. A lot of these answers literally answer the question, These answers are not unreasonable. They're actually perfectly reasonable, valid answers. They do nothing to help you.

[44:14] And in fact, I'd say that's a huge, huge portion of them. So, Example of this. What's your favorite product? Um... Someone goes where? Heard this answer many, many times. Uber or Lyft, one or the other. Why do you love it? Amen. Convenient. Sure. Cheaper, yeah, than taxis. Cool. What else? Easy to use, yeah.

[44:45] Those are all valid answers. I mean, that's what I would, if I'm talking to... you know, my my mom and I'm trying to sell her on, hey, you should totally, you know, download Uber or Lyft. What, what, what, why should I do that? Oh, it's super convenient. you know, pull up your phone, you can click a button and order, it's really convenient. A lot easier than taxi, stuff like that. Those are absolute valid answers. But when you hear that, you're not like, Wow, that's some really interesting insight. I think you make a good PM. Anybody will give the answer. Terrible PMs, someone who should never ever be a PM will give that same answer.

[45:18] You want to make yourself look like a good candidate. You want to give answers that aren't just true. but actually show insight. And that is the tricky piece of these questions. So Let's have someone take a, well, let me give an example of insight. a Somebody I interviewed. is was talking about Snapchat. And this was three years ago. So Snapchat was not new, but newer than it is now. and they gave an answer.

[45:51] which was It was something about how... snapchat they talk about communication in the real world is inherently ephemeral. I say something to you, unless it's in this context. It's not recorded. I can do whatever. I can make a funny face. I can say something stupid. I can say something offensive. Nobody knows. Right. And that makes people so much freer. As soon as you turn on video camera and start recording everything, You're a little bit more careful about what you do. And online communication is inherently recorded.

[46:22] And it changes the way people act. And text messaging and all these other things will never quite resemble that because-- You know you're being watched, and you know that anything you do can come back to bite you. Snapchat, they argued, went a lot closer to resembling-- real-world communication. because it allowed people to say things that were temporary. And they talked a little about the specific implementation of that. But their core part was, look, this is resembling real world communication. much, much more than other online communications. That kind of answer showed insight. It showed an understanding of how communication affects people, how recording effects people. And that showed insight.

[46:59] This is a fun thing, I get some funny pictures from my friends. Valid reason to like it, but it doesn't show me anything about you. So someone want to take a whirl. at their favorite Um... website. Pinterest. Great. Why do you love it? It's... I mean, that's my concern. Okay. also have the a lot of varieties I could choose. and capital. Okay?

[47:30] So allow-- Preferable. Yeah. Okay. So allows you to kind of explore things, create your own walls and something like that. Bye. Perfectly valid answer, and that's Not to be hard on you. That's the answer I'm going to give to my mom. Right. Actually, I should really start using it. My mom's actually incredibly technical. But it's like the classic example. No, seriously, she's like a PhD in electrical engineering. She's actually really, really technical. She's my stepfather. Still learning about emails. It's all recorded, right?

[48:02] So yeah, so this kind of answers like that's, You know, it's a valid answer. It was really, really hard to get that insight. to show something that's like, this is a really unique perspective that really shows that PM skill. So someone take another world. You can take Pinterest or a different thing. Yeah. Oh, Allah. Thank you. one of the reasons I'm using it. Four. is because I've grown up in my country. copy and paste society. Um, but-- things that are online.

[48:33] Look out. can that in and why it extends to inspiration as well. So if I want to get inspired, Bye. Right. Go on. look at. tables or I can look up um, how, I would design my mix. Well, well, well. Okay, so that's a good start. Let's talk about more though. What is it that Pinterest did in their design that helps you get inspired. Thank you.

[49:05] Image heavy. So that's starting to get a little more, right? Like they really focused on, putting the images first and foremost there, and pretty much hiding the text. Because the way we get inspired, is really through images. Text doesn't actually really help us a whole lot to get inspired. by a lot of, particularly you can argue Pinterest is heavily around creation of things and you really need those visual images to inspire creating stuff. as opposed to focusing on knowledge, which is going to be much more text-based. So you want to try to really think about, How can you show things that don't just literally say why you love something, but really bring out product insight, which is it is hard to do this.

[49:43] But those are the answers that really, really shun. Now, if you can't do this, you can still fall back. If you don't feel like you have a really solid answer that shows insight, or even if you do, you can still fall back on, Here are the use cases that Pinterest tackles. And here's how they go about doing that in a very effective way. and that'll still do a pretty good job. One thing to be aware of when you think about these, when you think about what product you want to talk about. is Not all products are created equal. Some products are really, really hard to do.

[50:14] So, and a lot of times the social products are very hard. it's very hard to talk about why Reddit is you know, is your favorite website. because there isn't as clear, well, here's my use case, and here's how Reddit goes about solving my use case. Because the use case is like having fun. Unless you can give an answer that really talks about why it helps you have fun. But it's hard because there's not as clear use cases. Uber, there's a very clear use case and problem, and you can talk about how it solves that Pinterest.

[50:45] is social. but it still start to have some use cases. some clear This is a problem and this is how Pinterest solves it. So, Be aware that when you think about what product you want to talk about here. You may not truly want to take your favorite. You want to take something which has where you can really talk about use cases and how it solves those problems. Because that's how you can then start talking about how could it be better? How can it be better at solving that? So I could talk about Pinterest. One of the things I've loved to do, I love to create.

[51:16] whether you can look at my Facebook thing for this, but like I've gotten to woodworking and I've gotten into, you know, making kind of, crazy fancy cakes and Pinterest is awesome. It's all about creation. But one of the things it's bad at is It's really good at inspiring. But what it's not as good at is, okay, but how do I get there? How do I do that thing? And there's some linkage to you know, what, site it came from, but it's very weak. That site's often, you know, the links are dead. It doesn't give that instructions. I would love to be able to when I'm really looking at, let me actually do this, to actually filter by things that have clear steps.

[51:55] Think about Google Images has You can filter for things that are you know, have certain Creative Commons licenses, something like that. I would love to be able to filter on Pinterest. for Here's how I actually do that thing. There's so many images anyway, let me filter on that thing. So I can actually not just be inspired, but also go about executing on that. Uh, But a lot of the social products are not that easy to do that with. So just be aware of that. Okay. next topic estimation questions this one will be a little bit faster so These are the kind of the things that you hear about as brain teasers. They are not brain teasers.

[52:30] If you've heard websites like Business Insider say that you know, Google banned these questions, that is totally untrue. Google has not banned these questions. Someone was either misquoted or misspoke, I don't know which one. and said that Google banned brain teasers like these. These are not considered brain teasers. Also, brain teasers were banned many, many years ago. But these are not considered brain teasers. These are called estimation, Fermi estimation questions. They're really problem solving. not brain teasers. What people are looking for is...

[53:01] basic measure of intelligence. smarts. You know, if The way people essentially interview for intelligence developers is through algorithm questions. If you can't do that for a PM, they fall back on these. So they're looking at smarts, they are looking at A lot of people feel that The ability to ballpark a number is fundamentally an important skill for a product manager. Because you want to know does it matter to do this feature how many users should we expect how many people even need to filter based on this attribute.

[53:37] So a lot of people feel that ballparking is a fundamentally important attribute. They also want to know, that you're okay working with numbers, that you're not scared of numbers. So that's what people are looking at. They are not, unless you have a really, really bad interviewer, exceptionally bad interviewer, they're not looking at the final answer. They probably don't even know with the actual final answers. So a way to tackle these questions is to really, really believe me here. These are problem solving. They're not about the number you get to know, they're problem solving. So, you first of all want to ask a bunch of questions to resolve any ambiguity. structure your approach, have a structure.

[54:10] break down those components, and then standard check. So. let's take a question like, How many airplanes? fly over the U.S. every day. Thank you. What do you want to know? just summer show flights or-- All planes. Great question. All planes. I think they're fine. Both domestic and . Both good questions. How do you define airplane? Like are helicopters included here? Do I literally mean airplanes or am I talking about aircraft?

[54:45] Um, I'm talking about paper airplanes, right? Probably not. But drones. All right. Are there middle ground things? Do these matter? I use this really weird phrase, "over the U.S." So is that like literally, like cross-country flights, is that airplanes that take off and land somewhere in the US, even if it's, you know, up a coast or Yep. San Francisco to San Diego, something like that. Does an international flight taking off from China landing in San Francisco, is that over the US or not?

[55:19] So you want to define these. You want to be really, really careful. Make a point of defining this. That is one of the things interviewers are actually looking for is can you define a problem properly? and not make bad assumptions. Then you come up with a structure. it's often useful if possible to kind of have an idea of multiple structures in your head. So, you could tackle how many airplanes fly over the US every day? by starting from a perspective of, People? How many people need to fly and how often do they need to fly?

[55:50] and Also, are there things other than people that need to fly? Or you could start from perspective of airports. So two different approaches, both could work. I don't know which one's going to be easier. I don't know which one's going to be better. It doesn't really matter which one's better anyway. But having an idea of two different approaches in your mind can be helpful. Then you start to break down these components. So suppose I'm doing how many books are sold every year in the U.S. and you've done some definition on what that means. I'm Well, how many people are in the US? You should hopefully have a basic idea of the US population.

[56:24] If you don't, that's something which That's, I think, fair game to ask the interviewer. Particularly if you're not from the US, that's even more forgivable to not have a basic idea. But use a big picture round number. Don't use whatever the answer is, 312 million, something like that. use 300 million. We're talking real, real ballparks here. So 300 million people. Okay. So You typically break that down. You typically segment that somehow. Um, for books sold in the U.S., What I would do is I would probably segment based on education level.

[56:58] or maybe income. but probably education level. So I'd probably say, okay, let's take College Grants, let's take people who, and let's take people who didn't go to college. And maybe we want to figure out how we want to deal with people who've dropped out. Maybe of college grads, maybe we want a further segment by income. Maybe should have segmented by income in the first place. I don't know. But you segment that population. And then you're gonna take some basic idea. At some point you're going to have to basically come up with numbers. So how many books per month does a typical grad from, you know, a good university working a good job read.

[57:35] I don't know. At some point you're saying, Here's what me and my friends are like. But be careful that you really do understand, this is you and your friends, this is not all people. I had a guy in an interview who... assumed that the typical American reads based on his friends. reads probably about four to six books a month. I think a lot more of Americans than is really true. I knew another person who was asked how many piano tuners there are in the US?

[58:08] And, um... What made it worse was this person was, this is a new grad from Duke, and Duke kind of has a stereotype anyway of being like, lot of rich kids and she assumed that one out of every six Americans has a grand piano. Like, wow, pretty sure that's not the case. So you want to be really, really careful. Like people are not overly picky. about what numbers you assume, as long as you don't demonstrate a complete inability to understand that you are not the typical person. Right? Okay, so you assume people like you read four books a month and it's actually two.

[58:46] Okay. That's very, very frivolous. When you're assuming like, it's six and it's like not even one. That's a little bit more problematic. Because then I'm going to wonder, do you Do you have an inability as a product manager to put yourself in someone else's shoes and realize that you are not the typical person? For the most part, you can just pick reasonable things, make assumptions. Do a basic job of backing them up. I think it's probably about... I'm a pretty active reader. I read about four books a month. but I know that I'm unusual for my friends. I expect the typical American is more around four, more like one.

[59:20] Or a typical college grad working a highly paid job reads more like what? Do a basic job backing up, but it's not that big of a deal. And then you go along and make this thing. The total, you can practice this, but the total amount of time should be like... A couple minutes to solve this, not 20 minutes. These are not extensive things. A couple minutes. Let's do this. And then Sam you check. This is an important piece that a lot of people forget. So if you come up with, you know, Gmail, you're at, you're calculating how much money Gmail makes and you come up with, you know, $15 billion.

[59:53] Maybe you don't have a good feel for how much money that is, but what's $15 billion divided by 300 million? Someone did that for me, I don't know. I think it's like, I don't know, $15 a person, something. That's a lot. There's no way that Gmail is making $15 per person across all Americans, which are not all Gmail users. There's just no way. So do a basic Java sanity check, checking it. And that's where that, if you have an idea from step two what those other approaches are, that's where that's often really useful.

[1:00:25] So do a basic Java sanity check. So I went through all these. Okay, so major mistakes people make is getting lost in minor details, so going off to go calculate something that just doesn't matter. It's really useful if you voice that things like for how many books are sold a year, and you just introduce the, you know, hey, should we be concerned about books that are sold multiple times?

[1:00:55] But then you probably don't need to care. Like, that is probably not a huge factor. Should we be concerned about how many books a library uses, buys every year? I don't think so. And the reason why I back them up, again, this is coming from an author, but I can't imagine as an author that that constitutes a large number of sales. So for the overall book sale market, it's probably not a big part of the sales. But the fact that you bring that up, that you are even aware of these little edge cases, shows something positive.

[1:01:27] So, remember, think about this other source of data, like those other sources of book sales, but you can still dismiss them. You don't have to calculate everything. And then those crazy assumptions, the one out of every six Americans has a grand piano at their house, right? One out of every, you know, people, somebody else assumed that like the average American takes like six business flights a month, and I'm like, oh my. I don't think the average American takes six business flights a year. I mean, the average American is not like making $200,000 a year.

[1:01:59] It just doesn't work. So, you know, most people are okay on assumptions, and then there's these people who take crazy assumptions. So just try to check yourself there. Okay, last thing, I think, is these kind of case and miscellaneous questions. These are all over the map. You can ask a lot of different questions. So these are some basic types of questions you can be asked. You can be asked to kind of problem-solving things. So you launch this feature, and this was the result. What would you do? You launch this new sign-up flow and revenue dropped.

[1:02:34] What would you do? So being able to tackle things like that. Should we do X or Y? What would be the better strategy? How would you market this product to this user base? How would you price this product? Amazon particularly asks a lot of pricing questions. How would you launch these things? And then there's these weird brainstorming things. How would you, you know, name as many things as possible that you can do with a paperclip? Sometimes futuristic questions. Where do you see this thing being in five years, or ten years, or fifteen years? There's a huge, huge, huge bucket, you know, idea of questions.

[1:03:06] So, when all else fails, you can often fall back to some of these major things. Defining what the problem is. Doesn't work for all those things. It doesn't work for, you know, a to find as many find as many things as possible you can do this paperclip but this kind of structure often works find a structure and then solve that what you might be able to do even with something like how many you name as many things as possible you can do with paperclip which is a stupid question but what you might be able to do is something at least like okay let's think about standard uses for a paperclip first and then let think about things you can do by modifying the shape of the paperclip but still keeping it basically intact Let think about things you can do by if we can use many paperclips what can you do with that?

[1:03:53] And then let's think about what you can do with the raw materials of paperclips, so like melting it down. That's a structure, right? It's not the only structure you can use, but it's a structure, and you can start tackling it that way. And even if you don't come up with the most things, you probably come up with some different ideas. and at least I'm going to say, that's a very structured, methodical way of thinking about it. I like structured, methodical people. I'd like to hire them. And so at least you can do that. So try to find a structure. And then try to drive discussions. Try to be the one, it doesn't mean you don't listen to the interviewer. Absolutely listen to the interviewer, but you want to be the one who's doing the bulk of the talking.

[1:04:26] You want to kind of drive that discussion. Empathize with the user. If at all possible, if there's any opportunity to show user, that kind of user empathy, show that, that's really important. and then try to show insight. Try to find stuff that says, gosh, that's a smart comment to make. So there are some frameworks you can read. If you like frameworks, you can read about these frameworks. It's the kind of stuff you learn in an MBA program. But it's really, really not the point. So these are things like customer purchase making decision process and the marketing mix, SWOT analysis, 5Cs, portals, high forces.

[1:05:01] You can read those. For some people, that might be useful. It doesn't hurt you to do it. But interviewers are almost never looking for you to take one of these frameworks and apply them to a problem because you're not expected to have an MBA unless you are interviewing for MBA specific roles. But where those can be useful is just to get an idea for what frameworks might look like for a problem, hypothetically, and also to have you think about aspects you might not have thought about. So when you're launching a product, do you think about placement?

[1:05:32] That's part of one of the four P's, as I recall. Do you think about the aspects of the five C's? I don't remember them anymore, but customer, things like that. You're thinking about some of these things that you may not have thought about. So you can look at these. Just don't try to fit a square peg into a round hole, as they say. Don't try to just blindly pick one of these frameworks, because it's almost never one of these frameworks. And then no metrics. So big picture metrics, user acquisition stuff, activity, so what kind of things are people doing, and all the money stuff.

[1:06:09] How much does it cost to acquire your customer? How much is the company's revenue? What is the profit? What are their margins? Things like that. Those are really useful things to do, not just in thinking about a hypothetical product or how would you launch something, how would you price something, but also when you're going into interviews with a specific company, being aware of those metrics for the company. In many, many, many cases, you will not actually be able to get these metrics. That's fine. Do it if you can. For bigger companies, you might be able to get some of these things. You might be able to get, in some cases, even if you can't get metrics for that company, get metrics for something similar.

[1:06:44] So you have a company which is supporting itself through ads. Okay, you can't get the information about it, but can you get a feel for how much ads make and when they make more money and when they make less money? And the other things you can think about is what is the company's strengths and weaknesses and goals and things that they maybe don't prioritize as much. So certain companies care a lot about certain things. So some companies are very, very focused on revenue. Some companies are very focused on, you know, a lot of startups are very focused on growing the user base.

[1:07:21] And when you walking to that interview and you thinking about improvements to the product you ideally want to be aligned on improvements to the product what they caring about is growing the user base And maybe they don care about the revenue piece It's hard to tell because that startup that hasn't done anything with profits and has just been really growing users, there might be increasingly something in the background of a company saying, we really got to figure out this profit thing. If you see a company that's been, you know, growing users pretty nicely and keeps experimenting with different monetization strategies, that's a good signal that they haven't figured out this money piece yet.

[1:08:03] And maybe you want to walk in with some basic ideas of things they've tried, what works, what hasn't, and maybe some things they might try. Be generally aware of these kinds of metrics. Understand in these interviews that if you've ever done consulting interviews with the top consulting firms, those interviews are like, you know, you get some case and you're like, well, you know, I'd really like some information about the customer acquisition products. And they're like, well, what do you know? We have a slide showing exactly this information. PM interviews are not like that.

[1:08:35] PM interviews are much more based on your gut instincts. So, you know, you don't have this data because that's what the life of a product manager is. You're not able to spend $3 million researching something to come up with a new idea to shape shape the strategy of something, it's, well, here's what I think, here's what I believe, and here's why I believe it. So when you're thinking about design of the product, improvements, things like that, you want to walk in with, you know, you want to walk in being willing to use your gut instincts and back things up and change direction when you get pushback. No, I don't say pushback when you get dated to the contrary. And forget everything else. Know who you are and what people are going to assume about you.

[1:09:19] So know what of those big picture things do you have good coverage on and what maybe do you have good coverage on but maybe isn't as obvious. And then try to make up the gaps to the extent that you can. Everyone should learn to program if they haven't done that yet, at least a little bit. But remember to focus on the user. If it's at all relevant who the user is, make it clear that you are the person who cares about the user. And then find a, if at all possible, find a structure for your approach. Then even if everything else fails, your ideas suck, whatever, at least you will have demonstrated that you are a structured methodical thinker.

[1:09:52] And hopefully the structure will actually get better content as well, but at least you will have demonstrated that you do communicate in a structured fashion. So with that, happy to open up to some questions. Yeah. Oh. Yes. Did I hear you say the first question is you have to solve it within two minutes? I wouldn't. So the question is, do you have to solve the Fermi estimation questions in two minutes? I wouldn't say two minutes. I'd say five-ish is a good kind of general ballpark.

[1:10:25] It's going to depend on the question, some other things. But yeah, in the scope of around five minutes, maybe less. Yeah? How would the role of PM differ at a big company versus a startup? So PM at a big company versus a startup. So PM roles, they're just all over the map anywhere. You can have a PM role at Microsoft or Amazon, which across the company is doing wildly different things.

[1:10:56] You'll have a PM at Microsoft, just thinking of specific friends I've had there, where one is doing really customer evangelist stuff. They're very close to doing marketing. They're talking a ton with customers and doing high messaging And then you have another PM who is like doing low level very very very very very technical writing out specs So they can be a huge huge huge range Big picture, I'd say PMs at big companies have a lot more resources.

[1:11:28] So they get focused much... They are, in some ways, they're more focused on true PM stuff, which actually is really problematic to say, but they're going to be much more like, here's this thing, I'm tackling this one problem, and here's my spec for it. A PM at a startup is doing more of the wear multiple hats, which is kind of core to the PM anyway, so I don't want to say that's not core PM stuff, but they might be jumping into code when it's needed. They might be jumping in to do a lot more marketing work. They might be going out and talking with customers. So they just might do a lot more things, but it can vary a ton across companies and the stage of a company and things like that.

[1:12:10] Yeah. So for someone who is interviewing for a marketing review, you have a way of studying for making an internal PM role for a way of, for the bigger tech companies, how would you suggest they study and become like a really great team as opposed to just a good one? So, question on interviewing for APM roles, how do you become a really great candidate, not just an okay one?

[1:12:40] I mean, it's hard to say because there's so much to say there. I guess one thing I would think about is finding a role that really leverages what you... Like finding the right role, finding a role that really leverages your strengths. So some people are, if you are super technical, find a role that is really technical. Those are really, really valuable skills. If you are really good at finance or you're really passionate about music, find that role that really leverages that. Developers in a lot of ways can be slotted into many different roles in many different products and be kind of equally good.

[1:13:20] I wouldn't say multiple plays in the stack, but be equally good in product that does this, product that does that. the product manager role is more tied to what the product is find a role that really fits your background if possible and then you know a lot of other stuff I talk about with really being clear about your messaging what your strengths are having stories ready to go be you know sometimes people I this ironic come from me but some people put way too much focus on interview prep and like spend months and months and months doing interview prep without a lot of thought of like how do I actually make myself fundamentally a better candidate. So I would put, I would encourage people a little bit less interview prep, a little bit more, make yourself a great candidate. So that's the learning to code, that's the, you know, for product managers, reading books about product design, reading blogs about product design, starting to do that now, make yourself truly a better candidate and not just somebody who appears better in interviews. Yeah?

[1:14:19] What would you recommend for someone who did product management in the public sector and wants to transition into the private sector? So what I recommend for someone who did product management in the public sector and wants to transition into the private sector. So public sector is vague. My initial thing is product management in the public sector. You've probably been working with a lot of bureaucracy. You have maybe not been working on super technical things. The product management role itself, I wonder if product management in the public sector means something very, very different. And so as an interviewer, I'm going to be a little bit like, okay, what are you really doing? As opposed to if you're a product manager at Google where I kind of So I would just be very prepared to really be able to articulate what you did, what that product manager role was.

[1:15:08] and establish credibility because people are going to make negative assumptions about people who worked in the public sector.

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Atribuição

"How to Crack the Product Manager Interview by Gayle McDowell" por Product School (https://www.youtube.com/@productschoolsanfrancisco), licenciado sob CC BY 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/). Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=VzB2_mhUevM. Esta página é uma transcrição em texto do vídeo com quebras de parágrafo e carimbos de data/hora adicionados; o criador não é afiliado e não endossa a Vidleaf. A Vidleaf adicionou pontuação por IA e um resumo gerado por IA; o texto original permanece disponível nesta página.

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