Painel de Discussão: O Negócio da Ciência de Dados
Tradução automática para o português do Brasil. Gerada e salva em 2026-10-23. Pode conter erros; confira os termos e as citações na versão em inglês e no vídeo original. Os horários são os mesmos da fonte. A transcrição original em inglês está disponível abaixo.
Um painel empresarial explora a resistência à análise de dados, a comunicação de vitórias rápidas, a medição de valor e a obtenção de apoio para projetos de ciência de dados.
Fonte da transcrição: reconhecimento automático de fala no Vidleaf (pode conter erros). Pontuação por IA adicionada pelo Vidleaf; redação original e âncoras de timestamp mantidas. A transcrição original está disponível abaixo.
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Resumo gerado por IA
Esta sessão reúne palestrantes do Irish Times, Davey e Accenture para discutir como as organizações constroem mudanças orientadas por dados. Kleena diz que a resistência à análise de dados no Irish Times era real, mas é um exercício constante e contínuo, superado pelo estudo do New York Times, do Guardian e do FT, mostrando vitórias rápidas em tráfego e publicidade, e maximizando a comunicação; a equipe de análise foi criada um ano antes da mudança para assinaturas digitais. Na Disney, Davey está em um estágio inicial de implementação, mapeando personas e verificando se seus dados correspondem ao público-alvo que acreditam ter, com métricas acordadas, mas o ROI ainda é difícil de provar, especialmente com a última atribuição. Sobre algoritmos versus dados, o painel argumenta que os dados geralmente superam um algoritmo melhor, que especialistas de domínio que entendem e limpam os dados são cruciais, e que tornar os algoritmos utilizáveis por qualquer pessoa é um perigo, ainda mais com aprendizado profundo. Sobre investimento, o Irish Arms começou pequeno com ferramentas de código aberto e informações existentes, e o Irish Times usa seu produto de assinatura e tempo de engajamento em vez de visualizações de página para defender o caso, enquanto equilibra dados com seu ethos e não persegue cliques. O teste de manchetes é contínuo e em tempo real, com pontos de interrogação tendendo a funcionar melhor para histórias pessoais em primeira pessoa. Sobre habilidades futuras, o painel enfatiza experimentação e curiosidade, aprender a aprender e aprender fazendo, contrastando a escola primária com a aprendizagem mecânica secundária e elogiando o Coder Dojo.
Gerado a partir da transcrição. Verifique as passagens vinculadas em relação ao vídeo original.
Resumos de capítulos com carimbos de tempo
Resistência à Mudança de Dados no Irish Times
- [0:08] Ahmed perguntou se havia resistência cultural interna à mudança orientada por dados do Irish Times e como ela foi superada.
- [0:08] Kleena confirma que houve alguma resistência e diz que é um exercício constante e contínuo, e não algo que aconteceu da noite para o dia.
- [0:38] Olhar atentamente para o New York Times, o Guardian e o FT ajuda a defender a introdução de mais análises e mostrar aos repórteres o desempenho de seu conteúdo.
- [1:08] A equipe de análise foi criada um ano antes de a empresa embarcar em uma mudança para assinaturas digitais.
- [1:08] Anteriormente, o jornal não tinha relacionamento direto com os leitores, que o compravam por meio de uma banca de jornal, então conhecer o cliente era imperativo.
- [1:38] Mostrar vitórias rápidas no tráfego e no impacto da publicidade e maximizar a comunicação ajudou a conquistar as pessoas.
- [1:38] A reputação da equipe e das pessoas contratadas importa, e tudo se resume a relacionamentos e conversar com as pessoas.
CX da Disney, Personas e Métricas de ROI
- [2:16] O palestrante é fascinado pela jornada da Disney e pela experiência do cliente, citando Orlando como um destino popular.
- [2:24] Pede-se a Kritika um exemplo concreto de como a abordagem da Disney se aplica à Davey, seus clientes e oportunidades de negócios.
- [2:54] A Davey está em um estágio inicial de implementação: uma sessão de estratégia foi realizada e os líderes seniores estão a bordo, e a equipe está se reunindo e se conectando.
- [3:11] A Davey está mapeando personas e verificando se seus dados correspondem às personas que acredita serem o público-alvo.
- [3:20] A gestão de patrimônio não é realmente reconhecida como uma indústria na Irlanda, ao contrário do Reino Unido e dos EUA, e ainda é agrupada com corretagem de ações e private banking.
- [3:52] A equipe da Davey está trabalhando com a equipe de estratégia e CX para ajudar a construir as personas.
- [4:22] O acordo sobre as métricas aconteceu, mas provar o ROI é sempre difícil para campanhas de marketing, especialmente com a última atribuição.
- [5:01] Outras métricas são principalmente NPS, impulsionadas pela satisfação e engajamento do cliente, e a alta administração precisa concordar com elas, não apenas com benefícios comerciais.
- [5:25] Jogar o jogo longo como a Disney pode construir lealdade e uma base de fãs ao longo do tempo, mesmo quando as métricas não mostram isso imediatamente.
- [5:43] A Accenture comprou a agência de design Fjord há alguns anos e sempre coloca um designer em equipes que resolvem problemas de IA ou análise para entender a experiência do usuário.
- [6:05] As pessoas têm muito pouca paciência para um produto ruim, ilustrado por um bebê tentando deslizar uma revista.
Dados Inteligentes vs. Algoritmos Inteligentes
- [6:38] Elpida Vantra, da CREM Global, pergunta se pessoas inteligentes constroem algoritmos inteligentes ou alimentam seus modelos com dados inteligentes.
- [7:04] Os modelos são tão bons e tão limitados quanto são construídos com base em seus algoritmos, mas os dados são absolutamente cruciais.
- [7:22] Os dados geralmente superam um algoritmo melhor; o que você usa para treinar é o que torna um modelo preditivo bom.
- [7:34] Experimente diferentes algoritmos ou classificadores, mas a diferença estará nos dados alimentados neles.
- [7:52] Você não pode usar dados cegamente em uma empresa; pessoas que entendem os dados, especialmente especialistas de domínio, são cruciais e às vezes deixadas de fora.
- [8:36] Tornar os algoritmos utilizáveis por qualquer pessoa é um perigo, e ainda mais um risco com aprendizado profundo, que descobre sobre o que são os dados.
- [8:59] Um modelo é tão bom quanto os dados alimentados; dados ruins geram decisões ruins, não importa quão inteligente seja o algoritmo.
- [9:08] Para saber se os dados são bons o suficiente, você precisa de pessoas na empresa que entendam, limpem e interpretem os dados, depois experimente alguns modelos e revise os dados se algo estiver estranho.
Convencer a Liderança a Investir em Dados
- [10:03] No Irish Arms, a abordagem foi começar pequeno usando ferramentas de código aberto e informações existentes, em vez de solicitar um grande investimento antecipadamente.
- [10:33] O Irish Times publica mais de 200 artigos por dia e escalona a publicação e promoção para aumentar o público exponencialmente, mostrando valor de volta.
- [11:05] Ter um produto de assinatura permite mostrar o que os assinantes leem e o que converte, facilitando o caso de investimento.
- [11:37] Encontrar exemplos da mídia daqueles criticados por dados ruins ajuda a defender o caso internamente, e as métricas podem mostrar melhoria apenas até certo ponto devido a dados ruins.
- [12:02] Cliona diz que o Irish Times deve equilibrar o uso de dados com seu ethos e não perseguir cliques, confiando no julgamento dos jornalistas.
- [13:02] O tempo de engajamento importa mais do que as visualizações de página; uma leitura longa de Rosita Boland manteve os leitores por cerca de 13 minutos, e reter assinantes exige evitar conteúdo baseado em cliques.
- [13:38] O objetivo não é simplificar demais o conteúdo, mas fazê-lo trabalhar mais com melhores manchetes e imagens, usando Google Trends e ferramentas de teste de manchetes.
Teste de manchetes em tempo real
- [14:38] Certos elementos de conteúdo, como nomes de equipes, são necessários.
- [14:38] Para histórias pessoais em primeira pessoa, manchetes com pontos de interrogação tendem a funcionar melhor do que aquelas sem.
- [14:38] O processo envolve tentativa e erro.
- [14:38] Como os dados são vistos em tempo real, as manchetes podem ser alteradas e testadas continuamente, em vez de apenas aprender depois.
Habilidades Futuras para Crianças
- [15:37] Experimentação e curiosidade são fundamentais, pois as coisas continuam mudando.
- [15:54] Saber como aprender continuamente importa mais do que aprender uma quantidade fixa de coisas, embora o básico de suas habilidades continue importante.
- [15:54] O sistema educacional irlandês é bastante bom nisso na escola primária, mas o secundário se transforma em aprendizagem mecânica para exames.
- [16:35] As crianças lembrarão do quarto ano muito depois de esquecerem o que fazem no Leaving Cert, porque isso remete à curiosidade e experimentação.
- [16:35] O Coder Dojo é brilhante, e mais dessa mentalidade — não necessariamente habilidades puras de programação — deveria ser integrada.
- [16:52] Construir algo do zero, como uma aplicação ou aplicativo móvel, é empoderador para as crianças.
- [17:06] Aprender fazendo é muito melhor do que aprender sentado e ouvindo.
[0:00] Então vamos voltar direto para Kleena. A primeira, onde você está aí? Kleena. Então Ahmed mandou mensagem, Ótima pergunta. E ele perguntou: houve alguma resistência cultural interna à mudança orientada por dados pela qual o Irish Times tem passado? E, em caso afirmativo, como você superou isso? Eu vi essa pergunta no Twitter, na verdade, e é algo que nos perguntam bastante. Com certeza, houve alguma resistência à mudança. E o que eu diria sobre isso é que é um exercício constante. Então isso não é algo que aconteceu da noite para o dia.
[0:38] ainda está em andamento. Então, algumas coisas sobre isso que eu diria: uma é olhar para outros no setor. Então olharíamos com muita atenção para o New York Times, para o Guardian, para o FT e ver o que eles estão fazendo. E isso ajuda o nosso caso quando dizemos que queremos trazer mais disso ou mostramos aos repórteres o desempenho do conteúdo deles. Ajuda quando sabemos que o Guardian fez isso ou o New York Times fez isso e ver dessa forma. E a outra coisa que eu diria é: quando começamos com a função de analytics, a empresa estava prestes a embarcar em uma mudança para assinatura digital. Então a equipe foi montada um ano antes disso. Até aquele momento, não tínhamos um relacionamento, um relacionamento direto com nossos leitores. Eles iam a uma banca de jornal, entregavam o dinheiro, compravam o jornal, e não sabíamos sobre eles, o que estavam lendo, o que não estavam lendo. Então era imperativo para nós, quando estávamos montando essa função, saber sobre o nosso cliente. Então conseguimos ir à alta gestão e a outros e meio que dizer: sabe de uma coisa, aqui está o número de artigos que as pessoas estão lendo, ou aqui está o impacto que teremos no nosso tráfego e na nossa publicidade, então mostrando algumas vitórias rápidas e trazendo as pessoas para o nosso lado e, de novo, caprichar na parte da comunicação, realmente muito, muito importante, é tudo sobre relacionamentos e é sobre conversar com as pessoas, e a reputação da equipe e das pessoas que você contrata nessa equipe estão representando a operação. é, é, parece que as outras equipes estão quase famintas por esse dia, então agora e estão ansiosas para ver suas estatísticas. é, e essa é a, essa é a mudança importante, porque poderíamos ter entrado de forma autoritária e então
[2:08] e você terá esse medo disso. Então temos que tratar isso dessa forma, então... Você está bem? Hum... Eu fiquei realmente fascinada, Kritika, com a jornada da Disney e a experiência do cliente. Conheço algumas pessoas que vieram da América, e acho que Orlando é tipo o novo Taito Park, com as pessoas visitando o mais frequentemente que podem. Mas eu estava me perguntando, acho que a Disney é um ótimo exemplo, mas você poderia trazer um exemplo mais concreto de como isso se aplica à Davey e aos seus clientes e às suas oportunidades de negócio e como isso se relaciona um pouco mais com o seu negócio? Sim, então provavelmente estamos em um dos estágios iniciais. Então estamos mapeando personas no momento.
[2:54] Então estamos na -- como eu coloco isso? Estamos na fase de coleta/conexão no lado da implementação, mas tivemos uma boa sessão de estratégia. Trouxemos os líderes seniores para o nosso lado, e acho que é naquele estágio em que estamos tentando ver os dados que temos e as personas que achamos que são o público-alvo, e se elas realmente correspondem, ou se estamos... Entendemos nossos clientes bem o suficiente para sequer definir nosso público-alvo nesse espaço, porque acho que a gestão de patrimônio como setor não é realmente reconhecida na Irlanda. É um grande negócio no Reino Unido e nos EUA, mas acho que para entender a gestão de patrimônio, ela ainda é agrupada com...
[3:35] sabe, corretagem de valores e private banking. E então acho que é, há um, há um crescimento na conscientização da marca que precisa acontecer na conscientização do setor. E acho que como parte disso, provavelmente colheremos os benefícios ou pelo menos ajudaremos, uh, a levar esse mercado ao nível certo, mas sim, então na davie no momento estamos, hum, temos, espero que haja alguém da minha equipe aqui, olá, mas o pessoal da minha equipe está no momento trabalhando com a estratégia e a equipe de cx para ajudar a construir essas personas no momento, então, e, hum, no fim do dia, sabe, a alta gestão só quer vender mais ou aumentar suas margens e, sabe, reter seus clientes, que tipo de métricas e como o seu trabalho, sabe, alimenta isso, você consegue provar o ROI do trabalho que está fazendo ou isso viria mais para frente? Sim, não, acho que o acordo sobre as métricas aconteceu. Então isso está definitivamente claro. É sempre difícil com campanhas de marketing provar o ROI. Essa é provavelmente a parte mais complicada, especialmente quando você sempre vai pela última atribuição, você sempre vai atribuir o sucesso de algo à última ação que alguém tomou. Então, mesmo que a jornada possa ser longa, é provavelmente o último download que eles fizeram
[4:52] benefício são a ou a atribuição do sucesso. Então acho que é aí que temos que resolver isso um pouco mais e entender como podemos... melhorar o ROI em campanhas de marketing. Mas fora isso, acho que as outras métricas estamos trabalhando nelas, mas é principalmente NPS. Então é muito voltado para satisfação do cliente e engajamento que queremos tentar trazer e fazer a alta gestão concordar com isso, não apenas benefícios de negócio. Com certeza. Acho que às vezes você tem que jogar o jogo longo, como a Disney faria, sabe, encantar o cliente com...
[5:25] Às vezes você não vê isso nas métricas imediatamente, mas com o tempo isso constrói uma lealdade enorme e quase uma base de fãs para a sua marca, certo? É isso que você está tentando fazer. Alguém mais tem alguma opinião sobre isso? Talvez você faça um trabalho semelhante de UX, experiência do cliente na Accenture. Você tem uma visão semelhante disso? Sim, e acho que no Docker multidisciplinar, e acho que a experiência do usuário é fundamental. Então temos uma inteira, compramos a agência de design Fjord alguns anos atrás, então temos uma agência de design Fjord. E as equipes que montamos para resolver o que pode ser visto como problemas de IA ou analytics sempre têm um designer nelas para garantir que estamos entendendo corretamente a experiência do usuário.
[6:05] Acho que é a percepção de que ótimos produtos e serviços, as pessoas têm tão pouca paciência para um produto ruim. Adoro a ideia do bebê, tipo, tentar deslizar a revista. E, sabe, se a tecnologia não funciona, eles simplesmente não têm tempo para isso. Obviamente, a revista não desliza, mas deveria e um dia vai. Então, sim, eles estão apenas à frente do seu tempo. hum, Então vamos passar para mais algumas perguntas um pouco interessantes que chegaram. E isso é provavelmente geral para qualquer um que queira responder, mas é bem...
[6:38] focada em modelagem, Elpida Vantra, que conhecemos bem da CREM Global. Ela fez esta pergunta muito interessante, e acho que você pode interpretá-la de algumas maneiras diferentes. Pessoas inteligentes constroem algoritmos inteligentes, ou elas coletam e alimentam seus modelos com dados inteligentes? Obrigada. Talvez eu responda essa. Não posso dizer sim ou não. É... Não posso dizer que você não precisa de pessoas inteligentes para construir modelos inteligentes, isso não seria uma boa coisa a dizer, mas os modelos são tão bons e tão limitados quanto foram construídos para ser com base em seus algoritmos. Os dados são absolutamente cruciais. Os dados sempre vão superar... Ok, é melhor eu não dizer isso. Tire a palavra sempre. Os dados geralmente superam um algoritmo melhor. Então, quando você está tentando obter um bom modelo ou um bom modelo preditivo, por exemplo, são os dados que você está usando.
[7:34] Em outras palavras, é com o que você está treinando que tornará o modelo bom. Então, quando você está tentando obter o tipo certo de algoritmo ou classificador ou o que for, experimente diferentes, mas a diferença estará nos dados que você está alimentando nele. E voltando ao comentário sobre inteligência, você não pode usar dados cegamente em uma empresa, e sei que isso parece muito trivial, mas você tem que ter pessoas... especialmente se você estiver usando algum tipo de dado quantitativo estruturado, que entendam os dados. Isso é absolutamente crucial. Porque às vezes os especialistas de domínio são meio que deixados de fora, mas é muito importante que eles façam parte disso. Mas os dados geralmente superam e os algoritmos geralmente. - Ouvi isso aqui primeiro. - E uma pergunta rápida, e surgiu, Susan, no seu discurso em torno do modelo CDAR sobre o algoritmo de aprendizado profundo que qualquer um poderia usar. Quer dizer, e esta é uma pergunta aberta, mas existe o perigo de que, se você tornar os algoritmos possíveis para qualquer um usar, as pessoas comecem a usá-los sem pensar nos dados, sem pensar nos vieses, e você acabe com modelos por aí em que especialistas que não sabem as coisas que você precisa levar em conta não foram consultados?
[8:36] Sim, completamente. E acho que isso se torna um risco ainda maior com o aprendizado profundo, porque então você nem necessariamente precisa trabalhar de perto com os dados antes de alimentá-los, porque o aprendizado profundo na verdade vai lá e descobre sobre o que são os dados também. Então sim, isso é um perigo. E é, é, é algo que volta à IA explicável. E também volta ao fato de que seu modelo só será tão bom. para voltar a isso de novo, quanto os dados que você alimenta nele. Se você tem dados ruins, não importa quão inteligente seja esse algoritmo em que você os alimenta, você não obterá boas decisões.
[9:08] Porque ele não sabe sobre eles. Ele não pode tomar boas decisões com base em dados ruins se não tiver as informações certas. E para saber se seus dados são bons o suficiente ou não, você tem que ter pessoas na sua empresa que entendam quais dados você está coletando, sobre o que são, e para limpá-los e ser capaz de entender sensatamente sobre o que é cada parte deles. É absolutamente crucial. Então experimente em alguns modelos. Com certeza, sim. Faz sentido se houver coisas estranhas acontecendo. Reveja os dados. Acho isso crucial. a mesma pergunta, talvez tenha acabado de fazê-la, então Kian considere sua pergunta feita. E em frente então para outra pergunta de Darren que está aqui para falar de Boston na verdade, e isso segue daquela questão-chave dos dados e ele disse como você então convence a liderança a investir o tempo e o dinheiro e a capacidade na coleta e estruturação e limpeza desses dados?
[10:01] que se espera que esteja pronto para funcionar. Essa é a 80-20 coisa. Isso toma seu tempo, certo? Então, alguma opinião sobre isso, como fazer sua organização investir nisso e gastar tempo? Alguma opinião? Acho que da perspectiva do Irish arms, foi o caso de começar pequeno. Usamos muitas ferramentas de código aberto no início. Não entramos e dissemos: precisamos desse tanto de investimento e desse tanto de recursos para entregar isso. Começamos bem pequeno. Começamos com as informações que tínhamos, fizemos um pouco de limpeza nelas. E, de novo, mostrando esse tipo de resultado e aquelas vitórias rápidas, então da perspectiva do Irish Times publicamos mais de 200 artigos por dia, é um número enorme de artigos e conteúdo é o que é o nosso produto, e então o que fizemos foi realmente fazer esse dia, fazer esse conteúdo trabalhar mais para nós, então estamos publicando esse dinheiro de qualquer forma e estamos publicando-os em um certo horário do dia, então ao escalonar a publicação, a promoção deles e olhar para o que as pessoas querem, nós crescemos exponencialmente o público para esse conteúdo, então isso está mostrando valor de volta e isso nos dá margem então para meio que dizer bem, queremos fazer isso a seguir, queremos investir em
[11:03] porque agora também temos um produto de assinatura. Conseguimos mostrar o que nossos assinantes estão lendo, o que está convertendo assinantes, qual conteúdo está ou não. Então isso realmente nos ajuda agora que temos um produto que estamos vendendo. Ajuda a tornar esse argumento um pouco mais fácil também. ótimo ter esse número de assinantes para que você possa ver essas tendências agora onde as pessoas estão comprando a cópia impressa, você sabe, você pode olhar por cima do ombro de algumas pessoas e tentar ver o que elas estão lendo. Eu sempre faço isso, sou muito irritante para sentar no trem porque estou olhando o que as pessoas estão lendo, mas sim, como elas estão consumindo. Você pode medir isso. Acho que outra coisa é, eu acho, se você conseguir encontrar exemplos na mídia de pessoas que não tinham bons dados e onde elas são chamadas a atenção, e garantir que as pessoas na sua empresa saibam, ok, você tem bons exemplos porque você conseguiu obter bons dados, mas na verdade é isso que acontece quando você não tem. O outro lado, sim. Então as métricas também são muito importantes. Se você concorda que vai mostrar melhoria em algo e você realmente prova isso, então você pode dizer, só posso mostrar até certo ponto por causa dos dados ruins.
[12:02] Sim. Cliona, existe o risco de a mídia, talvez até o Irish Times, se tornar muito orientada por dados e otimizar tudo para perseguir esses olhares e a receita publicitária que vem com eles? Sim, é muito importante para nós. E esse equilíbrio em termos do ethos do Irish Times é muito, muito central. E, novamente, voltando a como não queríamos entrar de forma abrupta e dizer que todo mundo tem que usar isso e usar esses dados. e perseguir cliques dessa forma. E nunca estaríamos escrevendo sobre algo que está acontecendo na Síria que é importante para nossos leitores saberem. Então somos muito centrais nisso. E teria havido relutância nesse sentido. E é realmente porque temos que confiar em nossos jornalistas e confiar no ethos deles sobre o que estão trabalhando ali. Novamente, voltando às assinaturas sendo uma ajuda, não se trata dos maiores geradores de tráfego, qual é o maior número de leitores. Olhamos outras métricas como tempo de engajamento, e temos uma leitura longa, peça que Rosita Boland, uma de nossas jornalistas, escreveu alguns meses atrás sobre Anne Lovett e a morte de Anne Lovett e algo assim que teve, você sabe, pessoas lendo aquilo por, digamos, 13 minutos ou qualquer coisa, lendo o artigo. Isso é muito mais importante do que as páginas sobre isso e, novamente, ter o feedback que ela receberia. Falamos sobre comentários antes, o feedback no Twitter e outros canais sociais. E também, novamente, aquela peça de assinatura que precisamos atrair assinantes, pessoas para pagar pelo nosso conteúdo, e precisamos retê-las. Não vamos retê-las se
[13:32] estamos escrevendo conteúdo baseado em cliques nesse sentido. E suponho que voltando àquela ideia dos 200 artigos, Não se trata de mudar o conteúdo como tal. É se ele tem a melhor manchete possível para explicar o que é para as pessoas encontrarem o que querem encontrar? Tem a melhor imagem nele? E estamos tornando fácil para as pessoas entenderem dessa forma? Então não é visando simplificar demais o conteúdo, mas fazê-lo funcionar mais. Às vezes noto as mudanças de manchete no Irish Times. Você viu um artigo e de repente ele tem uma nova manchete e você entra e percebe, ah, já li esse artigo. Você cria uma boa manchete.
[14:08] não é? Há uma habilidade nisso, e também há diferenças em termos da manchete, pode ser do ponto de vista de uma pesquisa no Google, o tudo o que você precisa saber sobre a visita do Papa, era a manchete necessária para isso, e teríamos olhado as tendências do Google para ver, as pessoas estão pesquisando por visita papal, por visita do Papa, é Dublin, é Irlanda, o que é, e para acertar essas palavras-chave, também usamos ferramenta de teste de manchete, mas pode haver diferenças em como você promove algo no Facebook, versus você sabe como é no Twitter, nesse sentido como você tem que ter os nomes das equipes, você tem que ter esse tipo de coisa, mas então quando fazemos tipo histórias pessoais em primeira pessoa, coisas como com um ponto de interrogação, notamos que manchetes com pontos de interrogação funcionam melhor do que aquelas que não têm, então há tentativa e erro, mas a coisa é que porque estamos olhando dados em tempo real é que podemos ver, podemos mudar uma manchete, podemos testá-la e continuar, em vez de dizer, se tivéssemos sabido disso ontem, não teríamos feito isso.
[15:00] teríamos mudado isso. Muito bom. Apenas passando ligeiramente então para as habilidades. E, você sabe, muitas pessoas aqui teriam filhos pequenos crescendo em várias idades e vários estágios de desenvolvimento em seu sistema educacional. E é sempre interessante pensar sobre o que eles estão aprendendo na escola e o que o mundo do trabalho realmente exigirá deles no futuro. Então, quais são seus pensamentos sobre o que deveríamos estar ensinando às nossas crianças além, talvez, do currículo central de, você sabe, habilidades educacionais básicas que elas receberão para prosperar neste admirável mundo novo?
[15:36] Então. Eu gostaria de começar com esse. Quer dizer, acho que o que estamos vendo no documento, e acho que provavelmente é em todos os sentidos, experimentação e curiosidade são fundamentais. Então, com as coisas mudando e as coisas vão continuar mudando, apenas... aprender um conjunto fixo de coisas. Obviamente é importante que você conheça o básico de suas habilidades, então se você é um cientista de dados você conhece algoritmos, mas na verdade saber como aprender continuamente e estar interessado em aprender continuamente é realmente importante. Então acho que no sistema educacional irlandês somos muito bons nisso no ensino fundamental, então assim que as crianças chegam ao ensino médio isso se transforma em aprendizado mecânico para exames.
[16:24] apresentação e a diretora estava falando sobre estas são as matérias que você faz e para o exame final e então ela chegou ao quarto ano e disse na verdade seus filhos muito depois de esquecerem o que fizeram no exame final, eles vão se lembrar do que fizeram no quarto ano. Exatamente por esse motivo, porque é, você volta à curiosidade e experimentação. Acho que coisas como Coder Dojo são brilhantes também. E acho que é integrar mais, não necessariamente habilidades puras de codificação, mas ter essa... mentalidade de realmente querer abrir algo e, você sabe, a parte da curiosidade, mas tentar construir algo do zero é tão empoderador para as crianças e construir uma aplicação ou construir um aplicativo móvel. Então integrar algo assim.
[17:06] Sim, acho que aprender fazendo é muito melhor do que aprender sentado e ouvindo. Então acho que estamos quase sem tempo. Então vamos encerrar para nossa pausa para o café na zona de experiência. Então vamos agradecer mais uma vez a todos os nossos palestrantes que foram excelentes esta manhã.
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[0:00] So let's go right back to Kleena. The first one, where are you there? Kleena. So Ahmed texted in, Great question. And he asked, was there any internal cultural resistance to the data-driven change that the Irish Times has been going through? And if so, how did it overcome, how did you overcome it? I saw that question there on Twitter, actually, and it is something that we do get asked quite a lot. Absolutely, there was some resistance to the change. And what I would say on that is it's a constant exercise. So this isn't something that happened overnight.
[0:38] it's still ongoing. So a couple of things on it I would say, one is looking at others in the industry. So we would look very closely to the New York Times, to the Guardian, to the FT and see what they're doing. And it helps our case when we're saying we want to bring in more of this or showing reporters the performance of their content. It helps when we know that the Guardian have done this or the New York Times have done this and seeing it that way. And the other thing I'd say is So when we started out with the analytics function, the company was about to embark on a digital subscription shift. So the team was set up a year before that. Up to that point, we didn't have a relationship, a direct relationship with our readers. They went into a news agent, they handed over their money, they bought the paper, and we didn't know about them, what they were reading, what they weren't reading. So it was imperative for us when we were setting up that function to know about our customer. So we were able to go to senior management and others and kind of say, you know what, here's the number of articles people are reading, or not here's the impact that we'll have on our traffic and our advertising so showing a couple of quick wins and bringing people over and again go max the the communication piece really really important it's all about relationships and it is about talking to people and the reputation of the team and the people you hire in that team are representing operation yeah yeah it sounds like the the other teams are nearly hungry for that day so now and they're looking forward to seeing their stats yeah and that's the that's the important shift because we could have bulldozed in and then
[2:08] and you'll have that fear of it. So we have to treat it in that way, so... You good? Um... I was really fascinated, Kritika, about the Disney journey and the customer experience. I know a few people over from America, and I think Orlando is like the new Taito Park with people visiting it as often as they can. But I was just wondering, I think Disney is a great example, but could you bring a more concrete example of how that applies to Davey and your customers and your business opportunities and how that relates to your business a little bit more? Yeah, so we're probably in one of the early stages. So we're mapping out personas at the moment.
[2:54] So we're in the -- how do I put it? We're in the gathering/connecting phase in the implementation side, but we've had a good strategy session. We've got the senior leaders on board, and I think it's at that stage where we're trying to see the data that we have and the personas that we think are the target audience, and do they actually match up, or are we... Do we understand our customers well enough to even define our target audience in that space because I think wealth management as an industry is not really recognized in Ireland. It's a big deal in the UK and the US, but I think to understand wealth management, it's still bucketed with...
[3:35] you know, stockbroking and private banking. And so I think it's, there's a, there's a growth in the brand awareness that has to happen in the industry awareness. And I think as part of that, we will probably reap the benefits or at least under help, uh, bring that market up to speed but yeah so in davie at the moment we're um we have i hope there's someone from my team here hello but the guys in my team are at the minute working with the strategy and the cx team to help build those personas at the minute so and um at the end of the day you know senior management just want to sell more or increase their margins and you know retain their customers what kind of metrics and how does your work you know feed into that can you prove the ROI of the work you're doing or was that to come down the line? Yeah, no, I think the agreement on the metrics happened. So that is definitely clear. It's always hard with marketing campaigns to prove ROI. That is probably the trickiest bit, especially when you're always going with last attribution, you're always going to attribute success off something to the last action someone took. So even though the journey might be long, it's probably the very last download that they did
[4:52] benefit are the or the attribution of the success. So I think that's where we have to crack that a bit more and understand how we can... improve ROI in marketing campaigns. But otherwise, I think the other metrics we are working through, but it's mostly NPS. So it's very much customer satisfaction and engagement driven that we want to try and bring through and get senior management to agree on that, not just business benefits. Absolutely. I think sometimes you have to play the long game, like Disney would do, you know, delight the customer with...
[5:25] Sometimes you don't see it in the metrics straight away, but over time that builds up a huge loyalty and a kind of fan base nearly for your brand, right? That's what you're trying to do. Does anyone else have any thoughts on that? Maybe you do similar UX, customer experience work in Accenture. Do you have a similar view of that? Yeah, and I guess in the Docker multidisciplinary, and I guess the user experience is key. So we have a whole, we bought the design agency Fjord a couple of years ago, so we have a Fjord design agency. And the teams that we put together to solve what might be seen as AI or analytics problems always have a designer on them to make sure we're understanding properly the user experience.
[6:05] I think it is the realization that great products and services, people have so little patience for a bad product. I love the idea that the baby, like, try to swipe the magazine. And, you know, if technology doesn't work, they just have no time for it. Obviously, the magazine doesn't swipe, but it should and it will someday. So, yeah, they're just ahead of their time. um, So we're going to move into a few more slightly interesting questions came in. And this is probably generally for anybody who wants to take it, but it's quite...
[6:38] modeling focused, Elpida Vantra, who we know well from CREM Global. She asked this very interesting question, and I think you can interpret it a few different ways. Do smart people build smart algorithms, or do they collect and feed their models smart data? Thank you. Maybe I'll take that one. I can't say yes or no. It's... I can't say you don't need smart people to build smart models, that wouldn't be a good thing to say, but the models are as good and as limited as they're built to be based on their algorithms. The data is absolutely crucial. Data will always beef Okay, I better not say it. Take out the word always. Data generally beats a better algorithm. So when you're trying to get a good model or a good predictive model, for example, it's the data that you're using.
[7:34] In other words, what you're training on that will make the model good. So when you're trying to get the right sort of algorithm or classifier or whatever, try different ones, but the difference will be in the data that you're feeding into it. And to come back to the smart comment, you can't blindly use data in a company, and I know that sounds very trivial, but you have to have people... especially if you're using sort of structured quantitative data, who understand the data. That's absolutely crucial. Because sometimes the domain experts are kind of left out, but it's very important that they're part of it. But data generally trumps and algorithms generally. - Heard that here first. - And a quick question, and it came up, Susan, in your speech around the CDAR model about the deep learning algorithm that anyone could use. I mean, and this is an open question, but is there a danger if you make algorithms possible for anyone to use, that people start using them that aren't thinking about the data, that aren't thinking about biases, and you end up with models out there where experts who don't know the things that you need to take into account haven't been consulted?
[8:36] Yeah, completely. And I think that becomes even more of a risk with deep learning, because then you don't necessarily even need to work closely with the data before you feed it in, because deep learning will actually go and figure out what the data is about, too. So yeah, that is a danger. And it's, it's, it's something that comes back to explainable AI. And it also comes back to your model will only be as good. to go back to it again, as the data that you feed it in. If you've got bad data, it doesn't matter how clever this algorithm is you feed it into, you won't get good decisions out.
[9:08] Because it doesn't know about them. It cannot make good decisions based on bad data if it doesn't have the right information. And to know whether your data is good enough or not, you have to have people in your company who understand what data you're gathering, what it's about, and to clean it and to be able to sensibly understand what each part of it is about. It's absolutely crucial. Then try it in a few models. Absolutely, yeah. Make sense if there's weird things going on. Revisit the data. I think that's crucial. the same question, may have just asked it, so Kian consider your question asked. And onwards then to another question from Darren who is here to speak from Boston actually, and this follows on from that key issue of data and he said how do you then convince leadership to invest the time and the money and the bandwidth in gathering and structuring and cleaning that data?
[10:01] that it is expected to be ready to go. That's the 80-20 thing. That takes your time, right? So any thoughts on that, how to get your organization to invest in that and spend time? Any thoughts? I think from an Irish arms perspective, it was a case of starting small. We used a lot of open source tools at the start. We didn't go in and say, we need this much investment and this much resource in order to deliver this. We very much started small. Started with the information that we had, did a bit of cleaning on it. And again, showing those kind of results and those quick it so from an Irish times perspective we publish over 200 articles a day it's a huge number of articles and content is is what our product is and so what we've done is really to make that day make that content work harder for us so we're publishing that money anyway and we're publishing them at a certain time of the day so by staggering the publishing the promotion of them and looking at what people want we've we have exponentially grown the audience for that for that content so that's showing value back and that gives us leeway then to kind of say well we want to do this next we want to invest in
[11:03] because we now have subscription product as well. We're able to show what our subscribers are reading, what's converting subscribers, what content is or isn't. So that really helps us now that we have a product that we are selling. It helps make that case a little bit easier as well. great to have that number of subscribers so you can see those trends now where people are buying the paper copy, you know, you might look over a few people's shoulder and try to see what they're reading. I always do that, I'm very annoying to sit down in the train because I'm looking at what people are reading but yeah, how they're consuming. You can measure that. I think another thing is I guess if you can find examples in the media of people that didn't have good data and where they get called out and make sure that people in your company know, okay, you have good examples because you were able to get good data, but actually this is what happens when you don't. The other side, yeah. So the metrics as well is very important. If you agree that you're going to show improvement in something and you actually prove that, then you can say, I can only show it to a certain point because of the bad data.
[12:02] Yeah. Cliona, is there a risk of media, maybe even the Irish Times, becoming too data-driven and optimizing everything to chase those eyeballs and advertising revenue that comes with them? Yeah, it's very important for us. And that balance in terms of the ethos of the Irish Times is very, very core. And again, going back to how we didn't want to bulldoze in and say that everybody has to use this and use this data. and chase me clicks in that way. And we'd never be writing about something that's happening in Syria that's important for our readers to know. So we're very core on that. And there would have been reluctance in that sense of it. And it's really because we have to trust our journalists and trust their ethos of what they are working there for. Again, going back to the subscriptions being a help, it is not about the biggest traffic drivers, what is the biggest readership. We do look at other metrics like engagement time, and we have a long read, piece Rosita Boland, one of our journalists, wrote a few months ago about Anne Lovett and the death of Anne Lovett and something like that that had, you know, people reading that for, say, 13 minutes or whatever, reading the article. That's much more important than the pages on that and, again, having the feedback that she would get. We talked about comments earlier, the feedback on Twitter and other social channels. And also, again, that subscription piece that we need to attract subscribers in, people to pay for our content, and we need to retain them. We're not going to retain them if
[13:32] we are writing click-based content in that sense. And I suppose going back to that idea of the 200 articles, It's not about changing the content as such. It's does it have the best possible headline to explain what it is for people finding what they want to find? Does it have the best image in it? And are we making it easy for people to understand in that way? So it's not aiming towards dumbing down the content, but making it work harder. Sometimes I notice the headline changes on the Irish Times. You've seen an article and all of a sudden it has a new headline and you go in and realise, oh, I've already read that article. You come up with a good headline.
[14:08] isn't it? There's a skill in that and there's also there's differences in terms of the headline can be for from a Google search point of view the everything you need to know about the Pope's visit was the headline that was needed for that and we would have looked at Google trends to see are people searching for papal visit for Pope's visit is it Dublin is it Ireland what is it and to get those right keywords we do use headline testing tool as well but there can be differences in how you promote something on Facebook versus you know how it is on on Twitter in that sense like you have to have the team names, you have to have these kind of things, but then when we do kind of first person personal stories, things like with a question mark, we notice that headlines with question marks in them work better than those that don't, so there's trial and error, but the thing because we're looking at data in real time is that we can see, we can change a headline, we can test it and keep going, as opposed to saying, if we'd known that yesterday, we wouldn't have done it.
[15:00] we would have changed it. Very good. Just moving slightly then over to the skills. And, you know, a lot of people here would have young kids growing up at various ages and various stages of development in their education system. And it's always interesting to think about what they're learning in school and what the world of work will actually require from them in the future. So what are your thoughts on what we should be teaching our kids beyond maybe above and beyond the core curriculum of, you know, basic education skills that they will get for them to prosper in this brave new world?
[15:36] So. I'd like to start with that one. I mean, I guess what we're seeing in the doc, and I think it's probably across the board, I mean, experimentation and curiosity are key. So with things changing and things are going to keep changing, just... learning a set amount of stuff. Obviously it's important that you know the basics of your skills, so if you're a data scientist you know about algorithms, but actually knowing how to learn continuously and being interested in learning continuously is really important. So I think in the Irish education system we're quite good at it in primary school, then as soon as kids hit secondary it turns into rote learning for exams.
[16:24] presentation and the principal was talking about these are the subjects you do and for leaving CERT and then she got to fourth year and she said actually your kids long after they forget what they do in the leading search, they'll remember what they did in fourth year. Exactly for that reason, because it is, you go back to the curiosity and experimentation. I think things like Coder Dojo are brilliant as well. And I think it's to integrate more of, not necessarily pure coding skills, but having that... mindset of actually wanting to crack something open and, you know, the curiosity bit, but trying to build something from scratch is such so empowering to kids and building an application or building a mobile app. So integrating something like that.
[17:06] Yeah, I think learning by doing is so much better than learning by sitting and listening. So I think we're just about out of time. So we will adjourn for our coffee break in the experience zone. So let's thank once again all our speakers who are excellent this morning.
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