Ruth Laxson Uma História Oral
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Ruth Laxson relembra seu desenvolvimento artístico por meio da gravura, papel feito à mão, arte postal e livros de artista, refletindo sobre o trabalho e o julgamento.
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Este vídeo traça o caminho de uma artista desde uma criação em fazenda sem arte na escola e sem dinheiro para a escola de artes, passando por uma breve passagem por negócios na Universidade de Auburn, até estudar o que era necessário no Atlanta College of Art, onde a gravura — aprendida com Norman Wagner — tornou-se a única coisa levada para o trabalho. Em seguida, acompanha um interesse por papel feito à mão no final dos anos 70 e o tempo na fábrica de papel Twin Walker em Indiana, que conectou a artista à rede de livros de artista, levando a livros iniciais, incluindo um simples em preto e branco e uma pequena edição de 12 que entrou na Biblioteca Pública de Nova York e na Good Collections. As pinturas de encomendas, que se assemelhavam a pacotes com barbante e imagens e palavras como etiquetas, são descritas como provavelmente o conjunto de trabalho mais bem-sucedido, e a arte postal é valorizada como uma troca impulsiva com amigos como Benjamin Jones e David. Segue-se uma carreira em impressão tipográfica, incluindo um livro feito na Nexus Press, sua própria prensa adquirida em 1986 ou 1987 e chamada 63 Plus, e cerca de um livro por ano no início dos anos 90 que entraram em coleções importantes neste país e no Canadá. O jardim é apresentado como completando os ritmos da artista e satisfazendo um lado diferente, menos cerebral, e o vídeo termina com memórias de uma performance na Cannon Chapel da Universidade Emory com Bruce Hampton e reflexões sobre a responsabilidade de um artista e confiar no próprio julgamento.
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Resumos de capítulos com carimbos de tempo
Caminho Inicial da Artista para a Gravura
- [0:11] Ele acredita que foi enviado a este planeta como artista.
- [0:22] Ele não teve começo algum porque cresceu em uma fazenda em uma família grande.
- [0:28] Não havia arte ensinada em suas escolas, nem um traço.
- [0:37] Ele ocasionalmente ouvia nomes de antigos mestres como Michelangelo e Rembrandt, mas a arte permanecia um mistério.
- [0:53] Não havia dinheiro para ele ir para a escola de artes.
- [1:02] Ele foi para a Universidade de Auburn estudar negócios, não arte, e ficou lá por muito pouco tempo.
- [1:39] O artista nele começou a despertar, então ele foi para o Atlanta College of Art, não para um diploma completo, mas para estudar o que precisava.
- [2:08] Ele nunca usou o que aprendeu nas aulas do Atlanta College of Art em seu próprio trabalho, exceto a gravura.
- [2:24] Ele acha que havia uma sensibilidade natural de gravador nele que precisava ser seguida.
- [2:38] Norman Wagner tinha acabado de chegar à ACA, e ele aprendeu com ele o básico da água-forte, o meio de gravura pelo qual se sentia atraído.
- [2:59] Seu instinto de gravador começou a assumir o controle, e ele fez grandes xilogravuras coloridas que foram seu primeiro trabalho a receber alguma atenção.
Papel Feito à Mão e Primeiros Livros de Artista
- [3:18] Ela se interessou por papel feito à mão no final dos anos 70.
- [3:24] Fazer um pedaço de papel ela mesma foi muito satisfatório no início.
- [3:40] Ela foi à fábrica de papel Twin Walker em Indiana duas vezes para trabalhar com eles em peças.
- [3:53] Essa experiência a colocou em contato com a rede de livros de artista.
- [4:07] Um dos primeiros livros foi um livro simples em preto e branco intitulado power poem, sobre o poder em nossas vidas.
- [4:18] O segundo livro foi um grande passo porque ela usou água-forte e impressão tipográfica.
- [4:26] A impressão tipográfica foi feita no Atlanta College of Art, antes de ela ter sua própria prensa tipográfica.
- [4:38] Foi uma pequena edição de 12 e entrou imediatamente na Biblioteca Pública de Nova York e na Good Collections.
Pinturas de Encomendas como Páginas de Informação
- [4:57] A artista sentiu-se melhor e considerou provavelmente o conjunto de trabalho mais bem-sucedido as pinturas de encomendas.
- [5:15] As pinturas de encomendas lembravam pacotes com barbante amarrado ao redor deles e carregavam imagens e palavras como etiquetas.
- [5:22] A ideia veio de pensar que qualquer coisa recebida pelo correio é uma página de informação.
- [5:29] As obras faziam referência a instruções de manuseio como "manuseie com cuidado" e várias instruções.
- [5:39] A artista interrompeu as pinturas de encomendas no meio do caminho, aparentemente por causa de como elas se sentiam.
Arte Postal como Troca Impulsiva
- [5:49] A arte postal importa para a falante porque é impulsiva e não é trabalho para entrar em uma exposição.
- [6:03] Enviar arte postal é como um pequeno presente: você nem sempre sabe se vai chegar e nem sempre espera uma resposta, mas geralmente recebe uma.
- [6:21] Benjamin Jones é o principal amigo de arte postal da falante; antes de se tornar uma estrela, ele enviava pequenos desenhos e colocava seu cartão-postal em torno de um de seus maravilhosos desenhos no Brooklyn.
- [6:49] David enviava envelopes que eram pintados — as próprias pinturas — tornando-se uma interação muito ativa entre eles.
- [7:02] Um homem na agência dos correios perguntou, por meio de Bob, se poderia ficar com alguns daqueles envelopes.
Carreira em Impressão Tipográfica e Artes do Livro
- [7:17] Ela fez um livro na Nexus Press intitulado "Hope Must Go", que tinha um elemento de física, mas muita cor.
- [7:26] Com a ajuda do diretor da Nexus Press, ela encontrou uma prensa tipográfica e conseguiu sua própria prensa em 1986 ou 1987.
- [7:51] O primeiro livro de sua própria prensa foi "Measure, Cut, Stitch", feito enquanto ela pensava sobre como medimos em nossas vidas.
- [8:16] Quando precisou de um nome para sua prensa para o colofão, os amigos não ofereceram nada satisfatório, então aos 63 anos ela a chamou de 63 Plus.
- [8:40] O início dos anos 90 foi um período de produção muito vigoroso para ela.
- [9:00] Ela fez cerca de um livro por ano, e esses livros entraram em coleções importantes neste país e no Canadá.
Jardim como Complemento aos Ritmos Artísticos
- [9:17] A falante vê o jardim como completando seus ritmos, dos quais as pessoas podem não estar cientes.
- [9:36] A arte é descrita como mais cerebral, enquanto o jardim satisfaz um lado diferente.
- [9:43] O jardim fornece outro conjunto inteiro de sentimentos que trabalhar no estúdio não satisfaz.
- [9:56] A falante diz que tem uma cota extra de necessidade de beleza, porque quando se senta, seus olhos precisam percorrer a beleza.
- [10:09] A beleza lentamente se tornou uma parte muito importante da arte da falante.
- [10:18] As caixas construídas que vão lá são descritas como escultura e parte do trabalho da falante.
Memórias de Performance na Universidade Emory
- [10:35] A falante relembra ter assistido a uma performance na Cannon Chapel da Universidade Emory.
- [10:50] O músico principal era Bruce Hampton, descrito como um tipo de músico selvagem, criativo e louco.
- [11:15] A falante e Dick Robinson haviam feito uma fita, e as posições eram para tocar a partir dessa fita enquanto também faziam suas próprias coisas.
- [11:28] Os músicos de Hampton estavam lá em cima nas vigas.
- [11:35] Uma pequena escultura de livro fazia parte da performance.
- [11:39] O público estava no deck enquanto a falante andava de um lado para o outro com um texto na mão.
- [11:48] A falante usava equipamento de som desenvolvido com a ajuda de Dick Robinson e um tipo de blusa diáfana.
- [12:06] Dick Higgins estava envolvido, e a voz da falante foi manipulada eletronicamente.
Responsabilidade da Artista e Confiança no Julgamento
[0:11] Bem, tenho certeza de que fui enviado a este planeta como artista, estou convencido. Mm-hmm. Comecei muito devagar. Na verdade, não comecei, porque cresci em uma fazenda. em uma família grande. Não havia arte em nossas escolas. nem um traço de qualquer arte sendo ensinada em nossas escolas. Então-- Ocasionalmente, eu ouvia os nomes de alguns antigos mestres como Michelangelo e Rembrandt, e pensava: "Artista, artista", era mais ou menos a ideia presa na minha cabeça, mas Era um grande mistério.
[0:52] Então-- Também não havia dinheiro para eu ir para a escola. escola de artes Então eu me formei no ensino médio. Fui para a Universidade de Auburn, mas não para estudar arte. para estudar negócios, meio que para me sustentar. Oh. isso foi, você sabe, ainda. ainda sem pensar em não me imaginar como artista ainda. Fiquei lá por muito pouco tempo. e então voltei, voltei para onde meus pais moravam no Alabama. A fazenda era no Alabama, e Então encontrei meu caminho para Atlanta, O artista em mim estava começando a despertar um pouco agora, então fui para o Atlanta College of Art, mas não para obter um diploma completo. Eu só fui meio que estudar o que precisava aprender.
[1:53] E eu notei isso e ao mesmo tempo estava começando a apenas desenhar ou fazer o que podia por conta própria. E, hum... Então eu notei que-- Eu nunca usei o que aprendi indo às aulas no Atlanta College of Art. Nunca usei isso no meu trabalho quando trabalhava por conta própria, exceto a gravura. que realmente me atraiu E então eu só penso que havia uma sensibilidade natural de gravador ali que eu precisava seguir.
[2:32] Isso foi quando a ACA ficava naquele velho armazém na Pine, perto da Pine Street. Norman Wagner tinha acabado de chegar à ACA e Então ele me deu. Então eu aprendi com ele. o básico do básico da água-forte, que era o meio que eu realmente o meio de gravura pelo qual eu realmente me sentia atraído. Isso seria por volta de meados dos anos 60, não sei que ano. O instinto de gravador estava realmente começando a tomar conta de mim e eu fiz grandes xilogravuras coloridas que foram o primeiro trabalho a receber alguma atenção.
[3:07] Hum-- qualquer por galerias ou qualquer pessoa. colecionadores. Sim, foi no final dos anos 70 que me interessei por papel feito à mão. Foi muito satisfatório no início pensar, oh uau, ei, eu fiz um pedaço de papel eu mesma com Slap. de polpa mole. E eu realmente fui à fábrica de papel Twin Walker em Indiana duas vezes.
[3:47] para trabalhar com eles para tentar criar algumas peças que fossem dignas de A coisa que fez Isso fez, essa experiência fez por mim, foi me colocar em contato com a rede de livros de artista. é apenas simples pequeno, hum, livro em preto e branco intitulado Então-- power poem. sobre o poder em nossas vidas. E o segundo foi um Brinde.
[4:18] grande passo porque usei água-fortes e impressão tipográfica, Isso foi-- E a impressão tipográfica foi feita no Atlanta College of Art, porque foi antes de eu ter minha própria prensa tipográfica Mm-hmm. para Esther. Oh. E, hum... Foi uma pequena edição de 12. E foi, entrou, hum... na Biblioteca Pública de Nova York, no momento em que entrou na Good Collections imediatamente. E eu pensei: "Bem, Ruth, você sabe, talvez você esteja no caminho certo." Então...
[4:57] O conjunto de trabalho que eu acho que foi, que eu me senti melhor e provavelmente foi o mais bem-sucedido foram aquelas pinturas de encomendas. Lembra delas? Elas pareciam com pacotes ou encomendas. Você até tinha barbante amarrado. Eles enrolavam o barbante e tinham uma imagem como etiqueta ali e palavras. Porque eu estava pensando sobre quando você recebe algo pelo correio, um pacote ou uma carta ou qualquer coisa, é uma página de informação.
[5:29] Manuseie com cuidado, você sabe. várias instruções lá. Então essa era a ideia por trás disso. aquelas pinturas. Mas isso, de novo, eu parei no meio do caminho porque acho que senti quase como se tivesse esgotado aquela ideia. E além disso, os livros. estavam me incomodando. A arte masculina é importante para mim porque é uma coisa impulsiva. É indo. Não é trabalho entrar em uma exposição.
[6:00] algo que você envia para o mundo. quando você nem sempre sabe se vai chegar, você apenas, é um Você sabe, é como um pequeno presente. Mas você não... E você nem sempre espera uma resposta, mas geralmente recebe uma e então você desenvolve uma. poucos pequenos amigos de arte masculina Benjamin Jones é meu principal amigo de arte masculina. No começo, antes de ele se tornar uma estrela, ele me enviava...
[6:34] realmente enviava pequenos desenhos e ele construía e colocava seu cartão postal em volta de um de seus desenhos maravilhosos. no Brooklyn. que era realmente-- grande David. Ele me enviava envelopes que eram pintados-- os envelopes as próprias pinturas. era uma interação muito ativa. Hã. entre nós. E você conhece o correio, havia um homem no correio que perguntou Ah, eles são muito bons.
[7:07] ele tinha pedido a Bob para me perguntar se ele poderia ficar com alguns daqueles envelopes se eu não os quisesse. Eu fiz um livro na Nexpress intitulado "Hope Must Go." Igual Tinha um elemento de física nele, mas muitas cores. Depois disso eu me lancei por conta própria porque recebi ajuda. A diretora da Nexus Press me ajudou a encontrar minha prensa tipográfica. Eu consegui minha própria prensa.
[7:47] que ficava em 1986. Sete. Hã... Eu fiz o primeiro livro naquela prensa foi Measure, Cut, Stitch. porque eu estava num processo de pensar sobre medir, como medimos em nossas vidas. de tantas maneiras. e uh disse quando cheguei ao califa no final e tive que colocar onde foi impresso e o nome da prensa. Eu estava pedindo a amigos para ajudar a pensar em como posso nomear Minha prensa.
[8:21] Porque eu também tinha uma prensa de gravura, então eu realmente tinha uma prensa funcionando e uh Então ninguém surgiu com nada satisfatório. Então comecei a pensar, eu tinha 63 anos no ano em que fiquei deprimida. Por que não chamá-la de 63 mais? No início dos anos 90, foi uma parte muito vigorosa da produção. tempo para mim. - Eu fiz.
[8:51] depois disso. measure cut stitch eu fiz about change about. Mas então no início dos anos 90 eu fiz about Bye. Eu fiz um livro por ano. Esse trabalho me levou, esses livros entraram em coleções. você sabe, coleções realmente importantes neste país e no Canadá e algumas na Europa e agora na Inglaterra. Eu penso no jardim como completando meus ritmos. Todos nós temos uma espécie de conjunto de ritmos acontecendo que podemos não estar cientes.
[9:28] E-- É-- Satisfaz um lado de-- A arte é mais cerebral. em Quando trabalho no estúdio, estou usando aquela parte de É emocional também, mas o jardim é outro conjunto inteiro de sentimentos que é que eu tenho satisfeito trabalhando em E essa coisa sobre beleza, eu tenho uma cota extra de necessidade de beleza eu acho porque Quando me sento, meus olhos precisam escanear a beleza.
[10:09] lentamente se tornou uma parte muito importante da minha arte. as caixas que são-- construídas que vão lá. ou um exemplo. Isso é escultura. você sabe Claro que é. E escultura. tipos de escultura são parte do meu trabalho. Falando sobre os diferentes materiais que você usa, eu estava sentada aqui e estava me lembrando de ir a uma performance da qual você participou na Cannon Chapel na Emory University.
[10:46] e acho que foi uma performance Chip Epps. Não. Foi Bruce Hampton. O músico principal. Criativo selvagem. tipo louco de músico e que pede a alguns de seus amigos para Oh, e... Dave. E nós tínhamos feito uma fita, Dick Robinson e eu tínhamos feito uma fita, posições eram para tocar a partir dessa fita também, meio que fazer sua própria coisa, mas conhecendo Bruce, ele meio que se perdeu.
[11:28] Eles estavam lá em cima nas vigas. Eram os músicos dele. Oh, olhe para ele. Eu fiz Hã. Aquela pequena escultura de livro ali embaixo fazia parte disso. A plateia estava no deck e eu estava andando de um lado para o outro com eu tinha um texto. na minha mão e eu andava de um lado para o outro. Eu tinha som conectado a mim que Dick Robinson me ajudou a desenvolver para. Eu estava com um tipo de blusa diáfana com um Então. Me pegue dois.
[12:00] e tinha alguma natureza. - Nove othing, e então apenas alguns de pequena colaboração. que foi Dick Higgins. Uh-huh. onde Minha voz foi manipulada. eletrônico E você sabe, eu penso nisso como uma grande responsabilidade. Ser artista é uma grande responsabilidade porque você pode muito bem estar fazendo nissi adoráveis Há beleza.
[12:33] Eu acho que Você sabe, não tínhamos padrão. temos que confiar no nosso próprio Eu e no nosso próprio julgamento, e temos que saber quando Mergulhar. meio que assumir a autoridade de ser artista.
Ver a transcrição original em inglês
[0:11] Well, I'm sure I was sent to this planet as an artist, I'm convinced. Mm-hmm. got off to a very slow start. I got off to no start really, because I grew up on a farm. in a large family. There was no art in our schools. not a trace of any art being taught in our schools. So-- Occasionally, I heard the names of some old masters like Michelangelo and Rembrandt, and I thought, "Artist, artist," was sort of the idea stuck in my head, but It was a whole big mystery.
[0:52] So-- Also, there was no money for me to go to school. arts school So I did go on graduating from high school. I went to Auburn University, but not to study art. to study business sort of Support. myself. Oh. that was you know, still. still not thinking about not imaging myself as an artist yet at all. I was there a very short time. and then came back, I came back to where my parents lived in Alabama. This was the farm was in Alabama, and And so then I found my way to Atlanta, The artist in me was beginning to stir a little by now, so I went to Atlanta College of Art, but not to get a full degree. I just went to sort of studying what I needed to to learn.
[1:53] And I noticed that and at the same time I was starting to just draw or do whatever I could on my own. And, um... So I noticed that-- I never used what I learned and going to classes at Atlanta College of Art. I never used that in my work when I would work on my own except for printmaking. that really drew me And so I just think there was a natural printmaker sensibility there that I needed to pursue.
[2:32] That was when ACA was down in that old warehouse down on Pine, near Pine Street. Norman Wagner had just come to ACA and So he gave me. So I learned from him. the base of basics of edging, which was the medium that I really the printmaking medium that I really was drawn to. That would be about mid-60s, I don't know what year. Printmaking instinct was really sort of beginning to take me over and I did large color woodcuts that first work that got any notice.
[3:07] Um-- any by galleries or anybody. collectors. Yeah, it was the late 70s that I got interested in handmade paper. It was very satisfying at first to think, oh wow, hey, I made a piece paper myself with Slap. from sloshy Paul. And I actually went to the Twin Walker paper mill in Indiana two times.
[3:47] to work with them to try to create some pieces that were worthy of The thing that Did It did do, that experience did for me, was put me in touch with the network for artist books. is just simple little, um, black and white book title So-- power poem. about power in our lives. And the second one was a Cheers.
[4:18] giant step because I used etchings and print letterpress, That was-- And the letterpress was done at Atlanta College of Art, because it was before I got my my own letterpress Mm-hmm. for Esther. Oh. And, um... It was a small edition of 12. And it was, it got, um... into the New York Public Library, into the moment it got into Good Collections right away. And I thought, "Well, Ruth, you know, maybe you're on a good track." So...
[4:57] The body of work that I think was, that I felt best about and was probably the most successful were those parcel paintings. Remember those? They looked like I'm packages or parcels. You even had string tied. They would wrap the string and they had a label-like image on there and words. Because I was thinking about when you receive something in the mail, a package or a letter or anything, it's a page of information.
[5:29] Handle carefully, you know. various instructions on there. So that was the idea behind that. those paintings. But that, again, I stopped midstream because I think I felt almost like I had exhausted that idea. And plus the books. were nagging at me. Male art is important to me because it's an impulsive thing. It's Going. It's not work to go in a show.
[6:00] something you send out in the world. when you don't know always whether it'll arrive, you just, it's a You know, it's like a little gift. But you don't... And you don't always expect a reply, but you usually do get one and so you develop one. few little art male buddies Benjamin Jones is my main male art friend. At first, before he became such a star, he would send me...
[6:34] really send little drawings and he would build and put his postcard around one of his wonderful drawings. in Brooklyn. who was really-- major David. He would send me envelopes that were painted-- the envelopes the actual paintings. it was a very active interaction. Um. between us. And do you know the post office, there was a man at the post office who asked Oh, they're very good.
[7:07] had he asked Bob to ask me if he could have some of those envelopes if I didn't want them. I did a book at Nexpress titled "Hope Must Go." Equals It had a physics element in it, but lots of color. After that I launched myself on my own because I got help. The director of Nexus Press helped me find my letterpress. I got my own press.
[7:47] which was in 1986. Seven. Um... I did the first book off that press was Measure, Cut, Stitch. because I was in a process of thinking about measuring, how we measure in our lives. in so many ways. and uh said when I got to the caliph on in the back and I had to put where it was printed and the name of the press. I was asking friends to help me think what can I name My press.
[8:21] Because I had an etching press too, so I really had a working press going and uh So nobody came up with anything satisfactory. So I got to thinking, I was 63 years old the year I got depressed. Why not call it 63 plus? In the early 90s, it was a very vigorous part of producing. time for me. - I did.
[8:51] after that. measure cut stitch I did about change about. But then in the early 90s I did about Bye. I did a book a year. That work got me, those books got into collections. you know, really important collections in this country and in Canada and a couple of Europe and now England. I think of the garden as completing my rhythms. We all have a sort of set of rhythms going on that we may not be aware of.
[9:28] And-- It is-- It satisfies a side of-- The art is more cerebral. in When I work in the studio, I'm using that part of It is emotional too, but the garden is another whole set of feelings that it's that I have satisfied by working in And this thing about beauty, I have an extra quotient of need for beauty I think because When I sit, my eyes need to scan on beauty.
[10:09] slowly became a very important part of my art. the cases that are-- constructed that go in there. or an example. That's sculpture. you know Sure it is. And sculpture. kinds of sculpture are a part of my work. In talking about the different materials you use, I was sitting here and I was remembering going to a performance that you were a part of at the Cannon Chapel at the Emory University.
[10:46] and I think it was a performance Chip Epps. No. It was Bruce Hampton. The main musician. Wild creative. mad kind of musician and who asks a few of his friends to Oh, and... Dave. And we had done a tape, Dick Robinson and I had done a tape, positions were to play off that tape also, sort of do their own thing, but knowing Bruce, he kind of got lost.
[11:28] They were up in the rafters. They were his musicians. Oh, look at him. I did Um. That little book sculpture down there was part of it. The audience was on the deck and I was walking back and forth with I had a text. in my hand and I walked back and forth. I had sound hooked to me that Dick Robinson helped me develop to. I had on a gossamer kind of a top with a So. Take two me.
[12:00] and it had some nature. - Nine othing, and then just a few of minor collaboration. that was Dick Higgins. Uh-huh. where My voice was manipulated. electronic And you know, I think of it as a big responsibility. Being an artist is a big responsibility because you can just as well be making lovely nissi There's beauty.
[12:33] I think that You know we had no pattern. we have to trust our own I and our own judgment and we have to know when to Plunge in. sort of assume the authority to be an artist.
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Atribuição
"Ruth Laxson An Oral History" pelo Museum of Contemporary Art of Georgia (https://www.youtube.com/@themocaga), licenciado sob CC BY 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by/3.0/). Vídeo original: https://www.youtube.com/watch?v=s7tXV-vsS9o. Esta página é uma transcrição em texto do vídeo com quebras de parágrafo e carimbos de data/hora adicionados; o criador não é afiliado e não endossa o Vidleaf. O Vidleaf adicionou pontuação por IA e um resumo gerado por IA; a redação original permanece disponível nesta página.
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